Arquivo para March 17th, 2008

Mar 17 2008

Concurso Videoclipe Radiohead

Por Gabriel

Como se não bastasse o álbum pelo preço que o cliente quer, agora o Radiohead vai dar a chance de um fã produzir um videoclipe pra banda.

Tudo funcionará no esquema de concurso, em parceria com uma empresa israelense, Aniboom.

As inscrições começaram hoje, dia 17 de março. Na primeira etapa, quem se interessar deve enviar a idéia, que deverá ser basicamente uma animação de alguma das faixas do In Rainbows.

Em seguida, os roteiros gráficos serão disponibilizados na internet, e após votações, será montado um ranking. Os 10 mais votados receberão uma ajuda de custo de US$1000,00 pra montar os clipes. No entanto, mesmo quem não receber o dinheiro, poderá participar.

E pra finalizar, dia 30 de junho o vencedor será escolhido pelos membros da banda, recebendo um prêmio de 10.000 dólares.

Veja o vídeo (muito bom, por sinal) da promoção:

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=XC1AB4w0jWw]

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Mar 17 2008

The Kooks – Konk

O “Konk” só será lançado em abril, mas já vazou na internet (como o novo do We Are Scientists, do Tokyo Police Club…enfim, álbuns sempre vazam por culpa do Mário, é claro).

O nome do álbum veio do estúdio em que a banda o gravou, “Kooks – Konk soa bem”, disse Luke Pritchard – vocalista – sobre o batismo do novo trabalho.

‘Konk’ não é nada inovador, não quando já se ouviu o primeiro CD do grupo inglês. Trata-se de um ‘Inside In/Inside Out’ com um pouco menos de rock e doses extras de reggae, não que isso seja ruim.

A primeira faixa é ‘See The Sun’, que em seus primeiros segundos conta apenas com uma guitarra leve – essa guitarra “leve” volta a aparecer em outras músicas – e com a voz de Luke, o que me fez lembrar de ‘Seaside’, que abre o primeiro álbum.

Tradicional sim. Chato nunca. O ‘Konk’ é, na falta de um adjetivo melhor, gostoso de ouvir. Logo em na primeira música – ‘See The Sun’, como já falei acima – você pega certa simpatia pelo CD. Mas eu esperava mais, pra falar a verdade, eu acho que esperava demais dos Kooks, que entraram pro hype inglês a pouquíssimo tempo. Pensei em botar a culpa na saída de Max Rafferty – fundador e ex-baixista – do grupo, mas não é justo, o rapaz esteve presente na maior parte do período de gravação e produção. Portanto, acho que vou deixar a culpa da quebra de expectativa nas minhas costas mesmo.

‘Always Where I Need To Be’, ‘Mr. Maker’, ‘Do You Wanna’ e ‘Gap’ são, na minha opinião, as melhores músicas do novo trabalho (‘Always Where I Need to Be’ principalmente) e são [quase] tão boas quanto os hits ‘Sofa Song’, ‘Eddie’s Gun’, ‘Ooh La’ e ‘Naive’, que marcaram o álbum de estréia da banda. Faixas equivalentes sim, mas por que não tunes novos melhores do que os antigos? Isso também tem. ‘Shine On’ contou com uma letra positiva, uma melodia doce e superou ‘Seaside’ no quesito “cuteness” (ou fofura, como preferirem). A “faixa escondida” ‘All Over Town’ também tem uma melodia bonita no violão e divide o lugar de “faixa mais fofa” com ‘Shine On’.

A primeira faixa citada no parágrafo acima é dos tempos de Glastonbury, dos tempos de T In The Park e dos tempos do Rock am Ring (foi nesse que eu conheci o hit), ou seja, é dos tempos do primeiro CD. E é a melhor do novo.

Luke e seu grupo gostariam de reproduzir o espírito do ‘Inside In/Inside Out’ no ‘Konk’. Acho que não conseguiram, mas passaram perto, realmente chegaram bem perto. (Se discordar de mim, sinta-se livre para criticar minha opinião comentando nesse mesmo artigo)

Tracklisting

  1. See the Sun
  2. Always Where I Need to Be
  3. Mr. Maker
  4. Do You Wanna
  5. Gap
  6. Love It All
  7. Stormy Weather
  8. Sway
  9. Shine On
  10. Down to the Market
  11. One Last Time
  12. Tick of Time (+ Hidden Track ‘All Over Town’)

Destaque para: Always Where I Need To Be, Mr. Maker, Do You Wanna, Gap, One Last Time, Tick of Time e All Over Town.

Autor: Alex Correa

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Mar 17 2008

Keith Richards diz que Amy Winehouse é a sua cantora preferida

Saiu no segundo jornal mais vendido do Reino Unido: Amy Winehouse é a cantora preferida do guitarrista do Rolling Stones, ou melhor, a única que ele gosto, segundo o próprio Keith.

Keith falou mais. Na mesma entrevista, o músico entrou pra lista dos que acham que Amy vai morrer logo, “esta menina não vai longe se não se cuidar”. “Não sou um pregador, mas já passei por isso e sei como é”, explicou-se, lembrando dos tempos em que se metia em confusões quase semanais com as autoridades e com drogas.

Mick Jagger e Keith Richards 

Na semana passada, Keith Richards, dessa vez ao lado de Mick Jagger, deu conselhos à Winehouse no festival de Berlim, falando que a inglesa deveria se recompor o mais rápido possível. Depois, foi a vez de Mick falar. Pegando carona no assunto, o vocalista comparou os problemas de Pete Doherty e da já citada Amy com os problemas com drogas pesadas do Rolling Stones, que segundo os integrantes, já viraram passado.

Jagger terminou justificando seus antigos problemas, falando que, ná época, as pessoas não tinham conhecimento das consequências do uso de drogas. Enfim, o que ele provavelmente quis dizer é que antigamente haviam desculpas para se drogar – a falta de conhecimento sobre o assunto, como o mesmo citou – e que hoje em dia usar substancias ilícitas é burrice.

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