Arquivo para June, 2008

Jun 30 2008

Shows internacionais do Motomix

Rolou neste sábado, dia 28/06 o MOTOMIX: THE ROKR FESTIVAL no Parque do Ibirapuera, São Paulo, e contou, como todos já sabem, com 3 atrações nacionais e outras 3 internacionais. Dois correspondentes do Move foram até o local conferir os shows, mas infelizmente nenhum conseguiu chegar em tempo de ver os ‘Novos Sons’. Aqui vão as nossas impressões:

Em um Ibirapuera comumente cheio nos fins de semana, porém longe do lotadérrimo (achei uma vaga fácil no estacionamento), cheguei ao recinto do MOTOMIX ao som de Does It Offed You, Yeah?. Obra dos DJs que tocaram nos intervalos, ótimas músicas que foram de Rapture a Interpol, além de M.I.A., Beastie Boys e Cut Copy. O lugar ainda estava razoavelmente vazio, peguei meu lugar na grade e não larguei mais. Após a montagem de toda a parafernalha, eis que entra o ex-VJ da MTV Edgar (nessa hora, a minha irmã quase surtou) usando uma camisa do Flaming Lips e anunciou a primeira atração internacional das três daquela noite: Fujiya & Miyagi.

- Fujiya & Miyagi

Vou confessar, resolvi conhecer o Fujiya dias antes do show. E sinceramente não me surpreendi muito com o Transparent Things. Mas o show dos caras provou que eu estava errado. Eles foram ótimos! Mesmo não conhecendo direito a banda nem as letras, me animei bastante. Eles começaram com a infalível Ankle Injuries, cujo clipe (aquele dos dados) foi mostrado o tempo todo durante o show e a repetição de ‘Fujiya, Miyagi, Fugiya, Miyagi…’ fez todo mundo cantar junto sem nem perceber. Após a segunda metade do show, as batidas eletrônicas foram substituídas por uma bateria acústica de verdade, o que deu um up na platéia. Aliás, a única coisa que não gostei neste show foi a platéia. Parece que a pseudo-síndrome de underground imperou no momento. O F&M conseguiu ser ovacionado por uma minoria e se contentaram com isso, mas a maioria das pessoas parecia estar de saco cheio. Até ai ok, mas não foi legal quando faltaram com respeito ao caras. Gritos de “Pula essa parte, vai!” e “Toca Edson e Hudson!” provocaram revolta nas pessoas que estavam apenas querendo se divertir. Enfim, o show foi ótimo. E eu até consegui ver a Ninja nos bastidores se alongando. Eu sabia que algo ótimo estava para vir.

- The Go! Team

Podem até me chamar de suspeito para falar do show. Confesso, sou meio tiete de The Go! Team, mas não tinha como não ter gostado deste show. Mesmo o som tendo falhado em algumas partes, isso foi o de menos. Durante a montagem dos instrumentos já deu um gostinho de ‘começa logo’, as características 2 baterias com Go escrito no bumbo de uma e Team na outra. Entra de novo o Edgar, desta vez fala um pouco da história da banda e como ela mistura hip-hop e indie rock (nesta parte ele foi um pouco vaiado, parece que as pessoas têm aversão à palavra indie rock falada em público). Entram todos e por último, Ninja. Nossa. Ninja.

Ninja negona black power who’s your daddy da quebrada pegaeu! Que energia! A primeira música já é de cara um hit do primeiro disco, a The Power Is On (essa é a que tem o sample de base mais legal, na minha opinião). Quando terminam, Ninja avisa avisa ao público que eles tocarão algumas músicas do Proof Of Youth e outras do Thunder Lightning Strike. Daí partem pra The Wrath Of Marcie, uma das minhas preferidas do disco novo. Neste momento alguns desanimados já começavam a dançar, outros fumavam um baseado ali no canto (outro ponto negativo do dia), mas a maioria olhava extasiada a energia de Ninja, pulando e cantando sem parar um segundo sequer. Quem também pulou bastante foi a guitarrista Kaori, com pulinhos bem…ahm, japoneses. Foi Kaori que acompanhou a também japonesa Chi em Fake ID (nesta Ninja assumiu as baquetas) e A Version Of Myself, esta última a mais baladinha de todas, b-side do Proof Of Youth.

 

Chega um tiozão loiro de camisa verde e bigodinho, o roadie da banda (seria pai do Ian Parton?), com um banjo na mão. Era Everyone’s a V.I.P. to Someone. Música linda, porém sem vocais. Em Flashlight Fight, o empolgado Ian Parton toca guitarra e gaita (quase perde o fôlego e derruba o suporte do microfone). Na música seguinte e provalvelmente a mais conhecida da banda, Ladyflash (sim, aquela do Simian Mobile Disco), Ninja disse que aquela era a hora de mostrar como éramos animados. Eu fiz o meu melhor, mas não funcionou muito com a maioria apática da platéia.

Ladies! Are you ready to shake some booty? Fellas! Are you ready to see some booties shakin’? This is Huddle Formation! A melhor música da noite. Não se todos sabem, mas nos shows, a Ninja muda (bastante) as letras. Portanto, o que era Standing on the board virou Bangin’ on the door. Já quase no fim, Ninja ensinou uma frase à platéia: DO IT, DO IT ALRIGHT! E assim foi, Doing It Right foi a penúltima tocada por eles e o público já estava muito cansado de tanto pular. Foi na última música que percebi que o público, uma vez apático, estava ganho. Quando anunciaram Keys To The City como a última música, a maioria ao meu redor gritou ‘aaahhh’, enquanto uma minoria de Metric fans gritavam ‘yes!’. O meu sonho de ver o The Go! Team ao vivo se realizou, em grande estilo, e com direito à pseudo-moonwalking de Ninja, a mesma pulando corda com o cabo do microfone, xilofones, flauta doce, banjos, gritinhos japoneses, um megafone de brinquedo, os guitarristas, bateiristas e o baixista enlouquecidos. Foi foda demais, e por esses motivos foi, de longe, o melhor show da minha vida.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=33wuJjvDo9g&hl=en]

- Metric:

Edgar entrou novamente, e após apresentar os DJs que estavam animando o povo nos intervalos entre os shows (o ótimo duo Killer On The Dancefloor), deu algumas informações desnecessárias e chamou a banda que veio para cá com o status de atração principal, Metric.

A banda entrou, Emily Haines linda, fazendo homens e mulheres babarem. Junto com ela, os grandões James Shaw, Josh Winstead e Joules Scott-Key, fazendo mulheres babarem. A partir daí o que se viu foi um show muito bom, mas pouco correspondido pela platéia. Dead Disco foi a primeira, e já mostrou o que estava por vir. Emily tomou conta dos teclados e sintetizadores, e pulando, cantando e falando com a platéia, chamou para si a responsabilidade de tornar aquele um grande show. E conseguiu.

O problema é que grande parte do público presente, ao invés de pular e cantar com a vocalista, simplesmente olhava para o palco, ou conversava, como se nada estivesse acontecendo lá na frente. Talvez a culpa disso tenha sido do ingresso grátis. Como ninguém tinha que pagar pra entrar, um monte de gente que nem sabia que bandas iam tocar, foi ao Ibirapuera. Um festival pago só atrai quem vai para realmente curtir as bandas, e o público conseqüentemente fica mais receptivo. A falta daquela massa cantando irritou até Emily Haines, que em certo momento disse: “Vamos cantar mais e bater menos palmas”. Mas não posso reclamar. Foi lindo ver Metric, The Go! Team e Fujiya & Miyagi sem pagar nada.

O show seguiu muito bem, com seus pontos mais altos em Poster Of A Girl, Combat Baby e Monster Hospital. Após esta última, a banda fez o tradicional sai-do-palco-e-volta, com direito a outra alfinetada de Emily: “Parece que vocês nem se importariam se a gente não voltasse”. A banda encerrou sua apresentação com uma versão acústica de ‘Live It Out’, com James e Emily no centro do palco, e os outros dois fazendo uma de backing vocal. Após os aplausos, a vocalista chamou Joules, o baterista, e pediu uma salva de palmas a ele, que fazia aniversário no dia. As palmas vieram, e eu, na empolgação, tentei puxar um ‘Happy birthday to you…’, sem sucesso. Emily ainda desceu do palco e distribuiu abraços ao longo da grade. O grande número de pessoas que rumava ao seu encontro e o modo como elas iam era algo como a Sheila Carvalho nua na frente de um pedreiro. Bom final para um bom show.

O Motomix saiu do jeito que a produção esperava, tudo na hora certa, a liberdade de ir como quiser e levar o que quiser foi respeitada, puderam ser vistos vários skatistas, patinadores, pais com filhos, pessoas com cachorros (quase pisei em alguns), enfim, diversas pessoas de estilos e idades diferentes curtindo os shows, os amigos, o que quisesse fazer. O Motomix conseguiu mostrar que dá pra fazer um ótimo festival sem precisar cobrar preços abusivos e desrespeitar o público (sabem do que eu falo).

Autores: Cédric Fanti e Marçal Righi

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Jun 29 2008

Evento em homenagem a Mandela contou com grandes astros

Por Neto

Amy foi uma das convidadas para o palco do evento: A imprensa de todo o mundo deu mais destaque a ela do que ao homenageado da noite.

Nessa sexta-feira (27), aconteceu na capital inglesa o festival 46664, evento que além de comemorar o aniversário do ex-presidente sul-africano Nelson Mandela (que completou nove décadas de vida), teve como objetivo arrecadar fundos para ajudar crianças portadoras do vírus HIV.

A cantora Amy Winehouse, como sempre, foi um dos destaques da noite – principalmente por ter saído do hospital exclusivamente para se apresentar nesse concerto e no Glastonbury. Mesmo tendo sido diagnosticada com uma grave ocorrência de enfisema pulmonar recentemente, Amy fez uma brilhante apresentação, se comparada ao ultimo show da britânica, no Rock In Rio Lisboa. Além de dar voz mais uma vez aos seus dois maiores sucessos (Rehab e Valerie, que muitos esquecem ser um cover de Zutons), Winehouse se juntou ao categórico músico Jerry Dammers para um duo em ‘Free Nelson Mandela‘, composição feita há mais de 20 anos atrás por Jerry pedindo a libertação de Mandela que, na época, havia sido preso por estimular greves, protestos, e sair ilegalmente da África do Sul. Porém, o inesperado aconteceu. Nos versos em que Amy devia cantar ‘Free Nelson Mandela’, ela substituiu por ‘Free Blake Fielder-Civil’.

A parceria de Paul Rodgers com o Queen também ganhou um espaço no evento (que completou 20 anos), assim como Annie Lennox, Razorlight (que, diga-se de passagem, tocaram uma das minhas músicas preferidas: ‘America‘, do álbum auto-intitulado de 2006), Sugababes e Leona Lewis.

Autor: Alex Correa

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Jun 29 2008

Entrevista: Subburbia

Após a saga de entrevistas do Motomix (vem resenha por aí minha gente), voltamos com as entrevistas de bandas independentes nacionais. A banda entrevistada desta semana foi a Subburbia, paranaenses de Curitiba, que fazem um ótimo som mais puxado para o new wave oitentista com pitadas de rock e disco. A banda surgiu no fim do ano passado e é formada por 5 integrantes: E1000 nos vocais, Ale na guitarra/vocais, Daniel no sintetizador, Mel na bateria e Lis no baixo/backin’ vocals. Além de incorporarem a vida noturna do Curitiba, o Subburbia organiza uma festa bimestral que reúne outros nomes independentes da região e fora dela.

Rolou um papo por MSN com o E1000 e a Ale. Eles contaram como se conheceram, suas opiniões sobre alguns assuntos e planos para o futuro. Veja o resultado a seguir:

Move That Jukebox!: A pergunta básica como pontapé inicial: Como começou a banda e aonde vocês se conheceram? Foi sempre esta formação?
E1000: Na real quem começou fui eu, a Ale, a Mel e o Luiz, que hoje não está mais. A formação mudou algumas vezes…no começo não tinha baixo e tal. No fundo eram sempre as mesmas pessoas, só mudavam as posições. (por exemplo, a Mel era inicialmente a baterista, depois foi pro baixo, teclado e voltou para a bateria). O Luiz era meu amigo de infância. A Ale é minha companheira a algum tempo (o E1000 e a Ale moram juntos). O Daniel é irmão do Luiz. Só a Mel e a Lis que são ‘novatas’ nas nossas vidas.
Ale: Eu conheci a Mel em 2006 em um cházinho de amigas da faculdade. Ela era a intrusa por sinal…
E1000: A gente já tocou em outros projetos daqui…só que só nesse mesmo que nós acreditamos.


MTJ!: Vocês consideram um privilégio participar de uma cena musical tão rica como a de Curitiba?
E1000: Você acha isso?

MTJ!: Claro, a maioria das bandas nacionais que eu gosto são daí. Que muita gente gosta, aliás.
E1000: (risos) Então talvez seja mesmo….santo de casa!

MTJ!: Vocês mantêm relações com outras bandas daí?
E1000: Gosto do Charme Chulo, Chucrobilly, da Pleiade. Tem uma banda do ex-ESS, o Our Gang, que é boa também.

MTJ!: Você conhece o Copacabana Club? Eles são os queridinhos de outro membro do blog.
E1000: Essa também é de ex-ESS, do Luciano. Vi só no MySpace, nunca vi um show. A banda é meio nova, então ainda não pude pegar por aqui.

MTJ!: Eu lembro que você me disse um dia que o Subburbia organiza uma festa mensal. Conte um pouco sobre ela.
E1000: Pois é, o Music Non-Stop. Agora ela é bimestral, porque a agenda apertou um pouco. Nós achamos mais fácil fazer uma festa com bandas que só tocam música própria e organizar da maneira que a gente queria (preço, banda, local, etc)
Ale: É complicado juntar bandas cover e de som próprio numa mesma noite. O público é diferente. Além disso, achamos bacana poder divulgar o som das bandas que curtimos.

Cartaz do Music Non-Stop

MTJ!: Nossa, precisava de uma iniciativa dessas na minha cidade. (risos)
E1000: Ué, podemos estender a festa até aí. (risos)

MTJ!: Pode citar algumas bandas que já tocaram nela?
E1000: Chucrobilly, Fotograma (SP), Texas Tornado.… e uma banda que me amarro daqui: Lades. Essas são as mais recentes.

MTJ!: Vocês pretendem tocar em São Paulo em agosto. É a primeira experiência da banda fora de seu estado de origem?
E1000: Não, a gente acabou de tocar em Campinas este fim de semana.

MTJ!: Como foi?
E1000: É sempre muito bom tocar fora de casa. Ver como é a reação das pessoas…conheci muita gente de lá e de Sorocaba também.
Ale: O show foi bem legal, o som tava perfeito e as pessoas são muito simpáticas.
E1000: Tocamos com o The Name lá.

MTJ!: Ah! E agora vocês pretendem partir pra mais show no eixo Rio-São Paulo?
E1000: Acho que sim, é o natural né. Vai ser massa manter a festa aqui e mostrar o trabalho em outros lugares. Uma porque eu acho que o show fecha o ciclo da banda…várias bandas que vi ao vivo me fizeram gostar ainda mais delas.
Ale: E não só no eixo Rio-São Paulo. (risos)

MTJ!: Como é a estrutura dos bares e casas de show aí de Curitiba? Rola alguma dificuldade em relação a isso?
E1000: Sabe que não acho. Existem várias casas que dão oportunidade aqui….disso não podemos reclamar. Já recebemos convite até para tocar em uma academia (risos). Mas acabamos não fazendo.

MTJ!: A influência principal da banda é o new wave dos anos oitenta, certo?
E1000: Sabe que nem tanto? Sempre fui um grande fã do Prince, desde os anos 90. Naquela época pegava meio mal gostar do cara, mas nem ligava não. Hoje é até bacana gostar dele. Mas enfim, acho que tem um lado 80’s tipo Pet Shop Boys, The Cure, Laurie Anderson. Eu também ouço bastante Kanye West, Fleetwood Mac.
Ale: Cada integrante tem as suas influências, nunca chegamos a sentar e planejar “vamos fazer uma banda de new wave”. Acho que é essa mistura que agrada diversas “tribos”.

MTJ!: Atualmente, surgiu aquele termo “new rave” para rotular bandas inspiradas nesse gênero musical. O que vocês acham disso? Vocês têm medo do Subburbia cair em algum rótulo destes?
E1000: Não sei se é saudável você rotular o próprio som, até porque quando o Klaxons criou o termo, estava de brincadeira.

MTJ!: Pois é, mas a mídia se apossou do termo e passou a usá-lo de um modo distorcido.
E1000: É isso aí…Eles mesmos renegam o termo, assim como aconteceu com o Grunge. Acho normal as pessoas rotularem bandas, mas a própria banda se rotular não.

MTJ!: E aquele lance de se enrolar no cabo do microfone? (sobre um vídeo em que o Subburbia é entrevistado e mostra E1000 se enrolando no cabo do microfone)
E1000: (risos) É o seguinte. A entrevistas era sobre bandas performáticas. E eu falei “Olha, se se enrolar no cabo do microfone é performático, então talvez nós sejamos”. Mas começou porque eu não tinha muito o que fazer quando rolava uma parte instrumenta da música. Como eu não sou o Justin [Timberlake], comecei a me enrolar.

MTJ!: Indiquem um livro, um disco e um filme.
E1000 e Ale: Disco: Laurie Anderson – Big Science. Em vez de um filme posso indicar uma série? Arrested Development. E um livro: Fante – 1933 foi um ano ruim (E1000) e Memórias do subsolo do Dostoiévsky.

MTJ!: Pra fechar, planos para o futuro?
Ale: Desbravar o Brasil!
E1000: Gostamos de tocar ao vivo, acho que somos uma banda de show.

MTJ!: Algo que querem acrescentar?
E1000: Foi muito massa ter tocado com o The Name, eles são a melhor banda de São Paulo que já vi. E quanto ao Copacabana Club, essa entrevista me deu a idéia de tocar com os caras logo.

Acesse: MySpace

Autor: Cédric Fanti

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Jun 29 2008

Amy Winehouse bate em espectador

A cantora-problema mais conhecida do mundo, Amy Winehouse se apresentou neste sábado no gigante festival britânico Glastonbury. E para não perder o costume, chamou a atenção de novo não por sua performance ou pela sua fantástica voz, mas por outro fato. Enquanto cantava o hit Rehab, Winehouse foi até para perto da grade pra interagir com o público. Eis que a cena acontece. I Ain’t Got Seventeen Days, foi o verso que antecedeu o ocorrido. Ela simula o golpe famoso de luta livre, a cotovelada, porém erra o alvo. ‘Cause There’s Nothing You Can Teach Me. Nesta parte da música, Amy investe uns 3 ou 4 socos no meio da platéia, provavelmente tentanto acertar alguém especificamente, e fica até meio presa. Depois, solta-se e continua a cantar como se nada tivesse acontecido. De acordo com o chefão do Glasto, Michael Eavis, a vítima dos socos de Amy teria tentado pegar nos peitos da cantora, e disse que ele mereceu a agressão.

Confira o vídeo:

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=3IN7yJWi21E]

Autor: Cédric Fanti

Fonte: NME

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Jun 28 2008

Notícias quentinhas do Lucião

Hoje o nosso querido Lúcio Ribeiro postou mais notícias em seu blog, sobre os shows que ocorrerão no segundo semestre aqui no nosso Brasil.

De acordo com ele, Nine Inch Nails está confirmado. Eles já divulgaram suas datas na Argentina, Chile e Colômbia, e estão para revelar as dos show(s) aqui, que provavelmente acontecerá(ão) em outubro. O Sigur Rós também foi comentado, deve anunciar um show em São Paulo em novembro, mês em que tocarão em um festival na Argentina. Dificilmente que vai até os hermanos não vem pra cá também.

The Dandy Warhols

O Festival Indie Rock, que conta com Broken Social Scene, The Futureheads, Macaco Bong, Late of the Pier e Vampire Weekend, já não conta mais com o último do trio. Os meninos do novo hype saíram do line-up, dando lugar aos veteranos do Dandy Warhols. Opção da produção.

Bimestralmente acontecerá no Studio SP o festival Folk-Se, para aquele pessoal que curte um som mais calmo, para beber uma cerveja e curtir com os amigos. Além do garoto-prodígio Conor Oberst (Bright Eyes), estão confirmados Will Oldham e Bill Calahan (Smog).

Todos felizes, o Brasil recebendo cada vez mais shows legais, a galere na maior animação, acabando o dinheiro de todo mundo, e eu querendo ganhar credenciais de imprensa pro meu não acabar também.

*sonha*

Autor: Marçal Righi

Fonte: Popload, dã

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Jun 27 2008

Sobre o vazamento de ‘Donkey’

Por Neto

Saiu na rede ontem (26) um link para download do novo álbum do CSS, chamado ‘Donkey’. Acontece que, galera, presta atenção, esse vazamento é fake – assim como aconteceu mais recentemente com o ‘Narrow Stairs’, do Death Cab, ou com o ‘Music For An Accelarated Culture’, do Hadouken!.

Repare que os primeiros 40 segundos de cada música se repetem três ou quatro vezes até o fim da música (efeito chamado loop), criando a ilusão de que a faixa está em sua versão final.

Em complemento ao último post sobre a banda: Uma boa alma capturou o clipe de ‘Rat Is Dead (Rage)’ que rolava no MTV Overdrive e o disponibilizou no YouTube. A qualidade de vídeo não está [nada] boa, mas nada custa dar uma conferida.

Bem, por enquanto os único materiais verdadeiros do novo trabalho do CSS que podem ser baixados são esses: Rat Is Dead (Rage) | Left Behind | Preview do álbum

Lembrete: O lançamento oficial de ‘Donkey’ só acontece em 21 de julho

Autor: Alex Correa

Créditos dos dois últimos links: Trabalho Sujo / Putz Factory

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Jun 26 2008

Fim de jejum

Por Gabriel

Para quem não sabe, Urban Hymns, de 1997, foi o último disco lançado do The Verve.

Mais de dez anos depois, a banda planeja o lançamento de seu quarto álbum, denominado ‘Forth’. Ao que tudo indica, o disco chegará nas lojas dia 18 de agosto no Reino Unido…e 19 lá nos Estados Unidos.

A faixa ‘Love is Noise’ já pode ser conferida no MySpace deles.

Confira a tracklist abaixo:

‘Sit And Wonder’
‘Love Is Noise’
‘Rather Be’
‘Judas’
‘Numbness’
‘I See Houses’
‘Noise Epic’
‘Valium Skies’
‘Columbo’
‘Appalachian Springs’

Lembrando que a banda será responsável por fechar o Glastonbury, festival que começa amanhã.

Autor: Gabriel Zorzo

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Jun 26 2008

Franz Ferdinand de última hora

Por Gabriel

Faltando apenas algumas horas pro início do festival Glastonbury, mais uma graaande atração anunciada: Franz Ferdinand.

De acordos com informações dadas no site oficial da banda, eles tocarão no Park Stage, amanhã mesmo (27 de junho). A apresentação terá início 22h (horário de lá).

Mais informações do show em breve, se tivermos algo interessante.

Autor: Gabriel Zorzo

fonte: site oficial

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Jun 26 2008

Corra: O novo clipe do CSS já está disponível!

Por Neto

Galera, foi mal, nem precisa correr e tal (rimei). Acabo de ser avisado por um colega que o clipe de ‘Rat Is Dead (Rage)’, nova faixa do CSS que está incluída no ‘Donkey’ – disco de inéditas que será lançado em 21 de julho – já pode ser assistido no site do MTV Overdrive.

A música é bem boa. Gostosa de se ouvir e pouco diferente do CSS de 2005, que nos foi apresentado naquele álbum homônimo lançado primeiro no Brasil, mas que os ingleses insistem em dizer que teve seu lançamento oficial/original em 2006 (já que, nesse ano, o ‘Cansei de Ser Sexy’ chegou às prateleiras britânicas pela Sub Pop).

Só não gosto da idéia de ter que acessar o Overdrive para assistir ao clipe. Além de nunca conseguir achar o que procuro no site com eficiência, ainda sou obrigado a assistir o comercial do Seda Teens – galera, eu não estou interessado em shampoo. Toda essa raiva ainda recebe uma ajudinha da lerdeza única do Overdrive de carregar o clipe. Enfim, o link é esse: Rat Is Dead (Rage) – CSS. Para assistir, basta clicar, contar com a sorte e ter alguma paciência. Se não quiser, espere o vídeo aparecer no YouTube – pois é exatamente isso o que vou fazer.

Nota final: Agora mesmo, quando terminei de escrever esse artigo, o MTV Overdrive aprontou mais uma comigo. Aparentemente querendo me ver sofrer (q), colocaram na tela onde eu deveria estar assistindo o novo single do Cansei de Ser Sexy, uma música chamada ‘Heritage’, dos anos 90, de um grupo chamado Earth, Wind & Fire. Gênero? R&B, Funk, Soul e tralálá. A música, além de não me agradar, me fez odiar ainda mais esse maldito site. Nunca mais volto.

Leia mais sobre o ‘Donkey’.

Autor: Alex Correa

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Jun 26 2008

Muse no Brasil | Preços Porão do Rock

Por Gabriel

Ainda não saiu nada no site oficial do festival, mas os valores dos ingressos para o evento, que contará com Muse como grande atração internacional, já foram divulgados pelo Gustavo Sá, produtor responsável pelo festival.

Os valores são os indicados abaixo:

Pista

PROMOCIONAIS LIMITADOS [ sexta ou sábado - 1.000 por dia ]

R$ 10,00 [ dez reais ] meia-entrada +1 Kg de alimento
R$ 20,00 [ vinte reais ] Inteira + 1 Kg de alimento

ANTECIPADOS [ sexta ou sábado ]

R$ 15,00 [quinze reais] meia-entrada +1Kg de alimento
R$ 30,00 [ trinta reais ] Inteira + 1 Kg de alimento

BILHETERIA [ sexta ou sábado ]

R$ 20,00 [ vinte reais ] meia-entrada +1 Kg de alimento
R$ 40,00 [ quarenta reais ] Inteira + 1 Kg de alimento

PASSAPORTE 2 DIAS ANTECIPADOS

R$ 20,00 [ vinte reais ] meia-entrada +1 Kg de alimento
R$ 40,00 [ quarenta reais ] Inteira + 1 Kg de alimento

PASSAPORTE 2 DIAS BILHETERIA

R$ 30,00 [ trinta reais ] meia-entrada +1Kg de alimento
R$ 60,00 [ sessenta reais ] Inteira + 1 1 Kg de alimento

Camarote

ANTECIPADOS [ sexta ou sábado ]

R$ 30,00 [ trinta reais] meia-entrada +1Kg de alimento
R$ 60,00 [ sessenta reais ] Inteira + 1 Kg de alimento

BILHETERIA [ sexta ou sábado ]

R$ 40,00 [ quarenta reais ] meia-entrada +1Kg de alimento
R$ 80,00 [ oitenta reais ] Inteira + 1 Kg de alimento

PASSAPORTE 2 DIAS ANTECIPADOS

R$ 50,00 [ cinquenta reais ] meia-entrada +1 Kg de alimento
R$ 100,00 [ cem reais ] Inteira + 1 Kg de alimento

PASSAPORTE 2 DIAS BILHETERIA

R$ 70,00 [ setenta reais ] meia-entrada +1Kg de alimento
R$ 140,00 [ cento e quarenta reais ] Inteira + 1 Kg de alimento

Pontos de Venda

Pizzarias Dom Bosco[ Águas Claras, 303 Sudoeste, Taguatinga, 103 Sul, 306N N

Lojas Chilli Beans [ ParkShopping, Píer 21, Pátio Brasil, CNB, Taguatinga Shopping ]

Loja Fun House [ Conic ]

Universo Tatto [ 311 Norte ]

GTR Instituto de Guitarra [ 111 Sul, 708/709 Norte ]

Loja Porão 666 [ atrás do Alameda Shopping ]

Abriu Pró Rock [ Gama Shopping ]

Internet [ em negociação ]

Autor: Gabriel Zorzo

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Jun 25 2008

Cold War Kids com álbum novo em setembro

Os californianos do Cold War Kids anunciaram que pretendem lançar o novo disco ainda no outono deste ano (primavera no hemisfério sul). Mais precisamente em setembro.

O álbum, ainda sem título, será o segundo das crianças da guerra fria, que estrearam no mundo da música em 2006, com o debut ‘Robbers & Cowards’.

Na página inicial de seu site, eles postaram um vídeo anunciando o lançamento, em que são mostradas cenas do cotidiano da banda, ensaios e gravações em estúdio.

Autor: Marçal Righi

Fontes: Site Oficial, NME

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Jun 25 2008

A resposta de Kanye West

OBS: Queridos anti-rappers, não odeiem o MTJ! após a publicação deste artigo.

O rapper americano Kanye West se apresentou no Festival Bonnaroo, que aconteceu alguns dias atrás no Tennessee. E conseguiu deixar alguns apreciadores do festival furiosos. Seguindo o exemplo da nossa querida Björk em São Paulo, porém em maior escala, conseguiu atrasar em 2 horas o seu show, que estava marcado para as 2:45 da manhã. Não deu outra, West percebeu hostilidade no público, que culminou na pichação de banheiros químicos com insultos à ele, além de comentários maldosos na internet.

 

Claro que como um ser humano normal, Kanye ficou puto e resolveu contra-atacar. Como? Escrevendo, claro. Fez um texto em seu blog respondendo à todos os seus odiadores naquele momento. Leia um trecho (e viva o CAPS LOCK):

Estou cansado de pessoas negativas que não fazem nada, ficam apenas planejando a minha queda. Por que???? Eu até entendo que as pessoas não gostem de mim (…) mas esse episódio do Bonnaroo foi o maior insulto que eu já sofri na vida. Nunca estive tão ofendido (…)Estou digitando tão forte que quase quebro meu MacBook Air. Me chame do que quiser, arrogante, racista, narcisista, metrossexual, bicha, tudo o que quiser imaginar…MAS NUNCA DIGA QUE EU NÃO DEI O MEU MELHOR! EU NUNCA DISSE QUE NÃO DEI O MEU MELHOR! ISSO MOSTRA COMO TEM GENTE QUE TRABALHA DURO PARA SER BOM EM ALGUMA COISA MAS SEMPRE VAI TER ALGUÉM PARA MENTIR SOBRE VOCÊ E TE DEIXAR PRA BAIXO!.

A partir dai, Kanye começa a dissertar em caixa alta como ele ficou bravo com o ocorrido. Na boa, fiquei com dó do cara. Leia o texto completo aqui.

Autor: Cédric Fanti

Fonte: Blog do Kanye West / Pitchfork

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Jun 25 2008

O retorno de Oasis

Fãs do Oasis, hold your breath! A querida e aclamada banda inglesa anunciou ontem em seu site oficial detalhes sobre single e álbum novos em um futuro próximo. Bem próximo, deixemos claro. Primeiro o single: batizado de “The Shock Of The Lightning”, deverá ir às lojas (não tenho certeza se no Brasil) no dia 29 de Setembro. É o primeiro material novo que o Oasis lança desde “Lord Don’t Slow Me Down”, que acompanhou um documentário de mesmo nome. Agora, o álbum: será lançado uma semana depois do single, dia 6 de Outubro e se chamará “Dig Out Your Soul”.

As fotos do Oasis são todas iguais

O guitarrista Noel Gallagher acrescentou a seguinte nota sobre o futuro trabalho:

Eu queria escrever músicas que tivessem levada e não aquelas que seguiam um padrão com verso, ponte e refrão. Queria que soasse mais hipnótico, mais viajado. Músicas que te trazem pra dentro dela de um modo inusitado, com as quais as pessoas pudessem conectar-se e senti-las.

Os pobres oasismaníacos (?) estão sem um disco de sua banda predileta desde 2005, quando foi lançado “Don’t Believe The Truth”. O artigo divulgado no site oficial definiu o single novo como “Oasis sem erro”, o que interpretei como uma controvérsia ao que Noel disse (vide e não aquelas que seguiam um padrão com verso, ponte e refrão). Veio o Liam e disse:

Se The Shock Of Lightning soar instantâneamente irresistível, é porque ela foi escrita muito rapidamente. É como uma demo, e está cheia de energia acumulada. 

Modestos, ham?

Lembrando: Dig Out Your Soul será lançado pelo selo próprio da banda, o Big Brother, e como já foi dito aqui, haverá um acordo com a Sony BMG para divisão dos lucros. 

Autor: Cédric Fanti

Fonte: Site Oficial / Clash Music Magazine

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Jun 25 2008

E o Glastonbury tá chegando, minha gente…

Por Neto

Glastonbury Festival (lê-se formigueiro humano)

Pois é, o festival mais esperado do ano por muita gente tá quase começando. O Glasto 2008, que acontece naquela hyper-fazenda de Pilton, terá início em 27 de junho e segue por mais dois dias (logo – faça as contas – termina no dia 29).

A imprensa de todos os cantos do Reino Unido tem falado – e muito – dos ingressos pro festival. Acontece que os tickets que sempre se esgotaram igual água têm encontrado dificuldade para sumirem nessa edição do evento (que, segundo estimativas, custou cerca de 22 milhões de libras para os organizadores). Muitos dizem que o problema para a venda dos ingressos foi o novo sistema usado para a compra de tickets (que foi instalado em 2007 e, se comparado com os antigos, é extremamente rígido).

Entretanto, Michael Eavis, fundador do Glastonbury, disse que a real causa da baixa procura pelos ingressos (segundo os organizadores, ainda sobram 3 mil tickets) são as incertezas climáticas: Mesmo com tanta tecnologia, não é possível garantir ao público que não vai chover no final de semana glastonburyático – e, você sabe, glastonbury = show com lama / show com lama + chuva = show com muita lama / show com muita lama + você no meio de tudo isso = desgraça (se bem que eu não ligaria muito de voltar pra casa coberto de sujeira depois de ver os shows dos meus maiores ídolos).

Orcs brigando na lama (lê-se público despreocupado do Glasto)

Amy Winehouse, aquele cadáver ambulante que você já se acostumou a ver toda hora na televisão ( tenho pegado muito pesado com a pobre coitada nos últimos posts?), vai mesmo cantar no Glasto – mas não é esperado nada melhor do que a apresentação da cantora no Rock In Rio Lisboa. Carl Barat (que, assim como Amy, andou bem doentinho mas já está melhor), ex-libertine que agora está no Dirty Pretty Things, deve fazer um show solo no segundo dia de evento, seguindo o estilo “não-faço-questão-de-tocar-com-a-minha-banda” que também tem o seu ex-colega de trabalho (e ex-presidiário) Pete Doherty como adepto. Três viciados em um parágrafo só é demais pra mim.

Jornais londrinos também têm falado que Wiley, aquele MC britânico que nem faz muito sucesso no Brasil, vai fazer uma aparição surpresa (que já nem é mais surpresa) no show do Hot Chip, que acontece no ‘Other Stage’.

Então, que venha o Glastonbury! Mais um festival fodão que eu nunca vou poder ver ter de perto.

Autor: Alex Correa (Alguém leu esse artigo inteiro?)

Fontes: NME, XFM e meus conhecimentos de mundo (?)

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Jun 25 2008

Justice confirma mais uma data no Brasil

Por Neto

Macacos me mordam. Eu já me lamentava porque o Skol Beats acontece em São Paulo, enquanto eu moro no Rio. Eu já me lamentava porque a censura do Skol Beats é de 18 anos, enquanto eu tenho 15. Mas o DVNO (pegaram?) aconteceu: O electro-duo Justice confirmou em seu MySpace que, em setembro, eles também passarão pelo Rio de Janeiro.

A apresentação em solo carioca acontece em 26 de setembro, um dia antes da performance dos energéticos Xavier e Gaspard no festival paulista. Bem, por enquanto, essas são as únicas informações que se tem desse show que foi agendado agorinha: Data e cidade. O local exato do evento não foi revelado. Aguardemos.

Veja o line-up do Skol Beats

Autor: Alex Correa

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Jun 24 2008

Novidade no MTJ: Página de shows

Por Neto

No início do mês, um leitor juvenal chamado Jeandro deixou uma sugestão bem interessante em nossa comunidade do orkut:

O-blog-é-o-que-há, mas se aceitam uma sugestão, poderiam criar uma página com o calendário dos shows de bandas que agradam geral os visitantes do blog. É que esse ano já são tantas apresentações, Justice, Digitalism, possivelmente Kooks, etc etc, que vai acabar ficando confuso. A galera da comunidade e que vê o blog pode dar uma força também, sei lá.

Então, esse rapaz é realmente bem espertinho. Gostamos da sugestão dele e a tal agenda de shows foi feita! É claro que manter tal página atualizada vai ser uma tarefa árdua, então pedimos para que nossos leitores colaborem quando receberem alguma informação de fora.

Bem, você visualiza a página clicando no novo botão da barra lateral ou aqui. Aguardamos sua opinião e mais sugestões.

xoxo.

Autor: Alex Correa

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Jun 24 2008

Tim Festival anuncia primeiras atrações do ano

Por Neto

Klaxons

A produção do Tim Festival – que no ano passado trouxe Arctic Monkeys, The Killers, Juliette and The Licks, entre outros – divulgou suas primeiras atrações da edição de 2008.

The Gossip e Klaxons, que eram cotados para o festival em muitas especulações, foram confirmados oficialmente – e, provavelmente, devem ser os headliners. As surpresas são Sonny Rollings e Stacey Kent, que se apresentarão na sessão de Jazz do Tim.

Nomes como MGMT, Gogol Bordello, Santogold, Marcelo Camelo também são muito citados em especulações. Dizem por aí que a quase-falecida Amy Winehouse também deve pintar para o festival.

Por ora, apenas Rio de Janeiro, São Paulo e Vitória devem sediar o Tim Festival 2008 – é provável que Curitiba fique fora dessa.

Autor: Alex Correa

Fonte: G1

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Jun 23 2008

Detalhes do novo álbum do Kings Of Leon

Os norte-americanos do Kings Of Leon revelaram mais detalhes sobre o seu próximo disco. Intitulado ‘Only By The Night’, este será o quarto álbum de estúdio da família Followill.

O sucessor de ‘Because Of The Times’, de 2007, foi gravado no Nashville’s Blackbird Studios, e co-produzido pela banda, juntamente com Angelo Petraglia e Jacquire King.

‘Only By The Night’ será lançado no dia 22 de setembro no Reino Unido, e no dia seguinte nos Estados Unidos.

Autor: Marçal Righi

Fonte: NME

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Jun 23 2008

The Chemical Brothers com Greatest Hits

O duo de música eletrônica The Chemical Brothers anunciou que lançará no dia 1 de setembro um álbum duplo, uma espécie de ‘the best of’, chamado ‘Brotherhood’.

Um dos discos conterá os singles lançados em seus 16 anos de carreira, além de uma música inédita, chamada ‘Keep My Composure’, que conta com a participação do Spank Rock nos vocais. Já no segundo disco haverá dez trabalhos que a dupla fez sob o nome de ‘Electronic Battle Weapons’, que são séries de músicas feitas para DJs testarem em clubes e festas.

A coletânea será seguida por um single, chamado ‘Midnight Madness’, que estará disponível para download a partir do dia 4 de agosto.

A tracklist do primeiro disco de ‘Brotherhood’ você confere abaixo.

  1. “Galvanize”
  2. “Hey Boy Hey Girl”
  3. “Block Rockin’ Beats”
  4. “Do It Again”
  5. “Believe”
  6. “Star Guitar”
  7. “Let Forever Be”
  8. “Leave Home”
  9. “Keep My Composure”
  10. “Saturate”
  11. “Out Of Control”
  12. “The Golden Path”
  13. “Setting Sun”
  14. “Chemical Beats”

Autor: Marçal Righi

Fonte: NME

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Jun 23 2008

Duffy com Courteeners?

Por Neto

Tanto a Duffy quanto os Courteeners são talentos bem atuais: Ela, que está na ativa desde 2003, lançou seu primeiro álbum nesse ano – que rendeu a ela apelidos como “nova Amy Winehouse” e “irmã de Adele”. Os Courteeners, que começaram a fazer seus shows pouco depois de Duffy, em 2006, também lançaram seu debut em 2008, intitulado ‘St. Jude’.

A notícia é que, aparentemente, os Courteeners querem ir para o estúdio com a cantora revelação do ano para gravar uma ou duas faixas que, mais tarde, seriam incluidas em um single natalino da banda.

Já os planos atuais de Duffy vão bem mais além do que gravar uma musiquinha de natal: A talentosa britânica é cotada para gravar o tema do novo filme de James Bond. Vale lembrar que Amy Winehouse e Mark Ronson chegaram a gravar uma música demo para o novo filme de Marc Forster, entretanto, Mark adiantou à imprensa que Amy definitivamente não poderia gravar uma música de forma decente em seu estado.

Autor: Alex Correa

Fonte: BBC

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Jun 22 2008

Resumo da Semana

Bem, mais uma semana se passou, estamos chegando em julho (férias finalmente!), e as coisas continuam acontecendo no meio musical. Confira o que rolou nessa última semana e não foi dito por aqui.

New Order

New Order

O (ex) baixista, Peter Hook, em entrevista à Pitchfork, disse que o New Order não existe mais e que não tem mais motivos para falar com Stephen Morris e Bernard Summer. Além disso, alegou que não entende o motivo de os dois ainda ficarem dizendo que a banda não acabou. Eles lançaram essa semana o DVD ‘Live In Glasgow’, e segundo Hook, isso só aconteceu porque o DVD já estava com tudo planejado antes da separação.

Coldplay

Chris Martin and all his friends conseguiram mais uma façanha essa semana. Pela primeira vez em sua breve história, a banda está com um single no topo da Billboard. ‘Viva La Vida’, a música que nomeia o novo disco, alcançou a posição deixando para trás artistas como Ne-Yo e Rihanna. O single também ocupa o primeiro lugar das paradas dos Estados Unidos, e ‘Viva La Vida or Death and All His Friends’ está no topo tanto no Reino Unido quanto nos EUA.

Josh Homme

O vocalista mal-humorado do Queens Of The Stone Age divulgou uma carta respondendo às acusações de homofobia após o episódio ocorrido em um show na Noruega. Um garoto da platéia jogou alguma coisa em Josh, e ele, com toda sua animação, xingou-o de tudo quanto é nome, disse algo como “Venha aqui que eu vou comer sua bunda”, e jogou o objeto de volta no rosto do infeliz. Na carta, cheia de ironias, Homme diz que não tem nada contra gays, muito pelo contrário, tem vários amigos e familiares homossexuais, e diz: “Perdoem-me. Ou não”.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=IfZm32tpWY8]

Josh Homme batendo um papo amigável com seu fã

Guns N’ Roses

O álbum-lenda ‘Chinese Democracy’, que tinha data de lançamento marcada para Março deste ano e vem sendo produzido desde 1994, pode chegar às lojas em breve. Nove músicas, que seriam faixas finalizadas e masterizadas do novo disco do Guns, vazaram em um blog, que logo retirou as faixas, dizendo:

“O player foi removido temporariamente, pois ele basicamente quebrou toda a internet. Nós também recebemos uma ligação do Guns N’ Roses”

Além disso, a Amazon começou uma pré-venda do álbumem seu site, com data de lançamento prevista para 25 de agosto. Será que agora vai?

Bonnaroo 2008

O festival, ainda pouco conhecido por aqui, aconteceu entre os dias 12 e 15 na cidade de Manchester, no Tennessee, EUA. Dentre as atrações, não apenas musicais (o festival conta também com comediantes e mostras de cinema e arte), se apresentaram Pearl Jam, Death Cab For Cutie, Metallica, Chris Rock, Robert Plant, entre muitos outros (muitos mesmo).

Mercury Rev

Os americanos, que não tinham nada novo desde 2005, em setembro deste ano irão lançar logo dois discos de uma vez. No dia 29, sairá nas lojas ‘Snowflake Midnight’, o sétimo álbum de estúdio da banda, com nove faixas. No mesmo dia, os cadastrados no mailing list do Mercury Rev receberão instruções para baixar um outro disco, também novo, chamado ‘Strange Attractor’, que conterá 11 faixas e será gratuito.

Mercury Rev

Amy Winehouse

O exame de tuberculose da cantora deu negativo, mas os médicos ainda procuram um diagnóstico para sua doença misteriosa. Ela está sofrendo de uma infecção pulmonar, vem perdendo peso e chegou até a tossir sangue. Amy está hospitalizada desde segunda-feira (16), quando sofreu um colapso em casa. Sua agenda conta com shows no Glastonbury e no aniversário de 90 anos de Nelson Mandela, porém seu porta-voz garantiu que ela só se apresentará se sua saúde estiver em condições.

Sónar 2008

O principal festival de música eletrônica do mundo, que este ano aconteceu em Barcelona, terminou na manhã deste domingo, e teve como destaques os belgas do Soulwax, o rei do tecnopop Vince Clark e os brasileiros do Bonde do Rolê, que foram chamados de última hora para o lugar da cantora/rapper/funkeira M.I.A., e fizeram a platéia pular com a combinação de gritaria, esfregação feminina, samples de clássicos do rock e pancadão.

Babyshambles

O baterista do Babyshambles, Adam Ficek, está em um novo projeto.

‘Roses Kings Castles’, o nome do disco, será lançado dia 22 de setembro. Dia 8 de setembro, no entanto, já poderemos conferir o single ‘Never Certain’

Autor: Marçal Righi

Fontes: NME, Pitchfork, Xfm, G1, Terra

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Jun 22 2008

Entrevista: Metric

Feist, Broken Social Scene e Arcade Fire: Esses são, sem dúvida, uns dos nomes mais poderosos da cena indie canadense atual. Sem muita dificuldade, entre todo esse talento e fama, se pode encontrar a voz memoravelmente única de Emily Haines que, tanto nos palcos quanto nos estúdios, é acompanhada por seus igualmente talentosos colegas de trabalho. Você já deve ter sacado. Obviamente, falo de Metric – não da unidade de medida, mas de um conhecidíssimo grupo formado no finalzinho da década de 90 em Nova York, que logo emigrou para Toronto, onde conquistou ainda mais sucesso.

Além de gerar três excelentes discos – ‘Old World Underground’ (2003), ‘Live It Out’ (2005) e ‘Grow Up and Blow Away’ (2007) -, todo o trabalho do Metric já lhes rendeu indicações em premiações de grande peso, como o Juno Award e o Polaris Music Prize. A parte curiosa é que o maior prêmio que os canadenses já ganharam foi quando saíram do meio musical por alguns dias para atacar como astros do cinema em 2004, no filme ‘Clean’, que ganhou um título do festival de Cannes.

Emily, que muitos acreditam ser uma primeira versão da Karen O (Yeah Yeah Yeahs), além de chamar muita atenção por sua beleza, irreverência e por ter rock’n'roll correndo em seu sangue, também é bem conhecida pela falta de simpatia com a imprensa. Certa vez, quando um entrevistador pediu para que ela descrevesse sua banda, a resposta obtida foi bem pouco amigável, algo como “Esse não é o seu trabalho?” – e para não quebrar a rotina, as respostas dadas ao Move That Jukebox com seu parceiro James Shaw foram, aparentemente, as mais curtas possíveis. Abaixo você confere a entrevista com o grupo, que toca no Brasil no dia 28 de junho, no Motomix Festival, em São Paulo.

Muitas contradições aparecem quando falamos sobre o ano que debut não-oficial do Metric, ‘Grow Up and Blow Away’ (que foi relançado em 2007), foi lançado pela primeira vez. Na verdade, quando ele ganhou sua primeira versão?

Ele foi gravado em 1999 e 2000 mas nunca foi lançado. A gente demorou muitos anos pra comprar os direitos [do disco] para que pudéssemos finalmente dar a ele um lançamento de verdade. Isso aconteceu em 2007.

Podemos notar algumas pequenas modificações comparando as duas edições desse álbum: A ordem de seu tracklist mudou e duas canções, ‘Torture Me’ and ‘Fanfare’, não foram relançadas. Porque essas mudanças foram feitas?

Nós sentimos que elas eram necessárias.

Uma mulher nos vocais sempre chama a atenção de muitas pessoas, especialmente da imprensa, e isso, as vezes, pode deixar o resto da banda um pouco apagada. Você pode comentar sobre isso?

As pessoas acham necessário comentar no que é óbvio. Não acho que o resto da banda sinta-se apagada de forma alguma.

Em breve vocês estarão tocando aqui no Brasil, no Motomix, que também conta com The Go! Team e Fujiya & Miyagi. O Metric já teve oportunidade de encontrar essas bandas no palco?

Não, nunca antes, mas eu estou bem animada para encontrá-los!

O que vocês esperam do público brasileiro e o que esse público pode esperar de vocês?

Nós apareceremos e faremos o melhor show do Metric que pudermos e tentaremos fazer com que a multidão tenha um ótimo momento. Por alguma razão eu espero que o Brasil nos proporcione um ótimo momento também!

Esse festival tem entrada franca. Vocês tem experiência com shows gratuitos para o público?

Sim. Grátis é ótimo.

Falando ao jornal Estado de São Paulo, James Shaw classificou o próximo álbum do Metric como futurista, gigante, caro e emocional. O que você pode nos falar sobre esse novo disco? É possível tentar adivinhar uma data de lançamento?

A palavra era expansivo, e não caro [em inglês, uma letra varia entre essas duas palavras: expansive e expensive - o Estado de São Paulo traduziu, erroneamente, expansive como 'caro']. [O disco] é Metric sem medo de ser Metric. Não tenho certeza da data de lançamento, por enquanto.

Então, finalizando, você pode deixar alguma mensagem para seus fãs brasileiros?

Estamos muito animados para sermos bem recebidos no Brasil e na América do Sul. Ter a oportunidade de tocar onde muitas bandas jamais estiveram é tornar um sonho em realidade. Obrigado por seu convite.

E assim termina a tríplice de entrevistas do Motomix. Confira também as entrevistas com:

Fujiya & Miyagi | The Go! Team

Autor: Alex Correa

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Jun 22 2008

Girl Talk lança disco novo à la Radiohead

Gregg Gillis, vulgo o famoso DJ  de mash-ups Girl Talk (aquele mesmo, do Tim Festival), lançou esta semana seu quarto disco em formato digital, em um esquema de pagamento, digamos, familiar. Quem não se lembra do ‘pague-quanto-quiser’ de In Rainbows? Pois é, Gillis resolveu investir na mesma estratégia. Você digita no site quanto quer pagar pelo disco e o download das faixas em 320kbps começa. Mas desta vez há um atrativo para quem pagar algum valor. Acima de 5 dólares, você recebe a opção de arquivos em FLAC, junto com uma faixa remix do álbum todo. Pagando mais de 10 dólares pelo disco, você ainda garante a versão física dele, que será entregue na sua casa quando for lançado.

 

O trabalho de Gillis consiste em nada mais nada menos do que a mistura de pequenas partes de diversas músicas de diversos estilos. Em Feed The Animals (o disco novo), Girl Talk usa samples de artistas que vão desde Outkast e Youngbloodz até The Zutons, Beck e Aphex Twin. Nem o Radiohead foi poupado. A música 15 Step do In Rainbows é usada na quinta faixa, Set It Off.

O curioso é que quando você escolhe o valor “zero”, aparecem algumas opções para justificar a sua escolha, como por exemplo “Não tenho dinheiro para pagar”, “Eu não gosto muito de Girl Talk” e “Eu não dou valor à músicas feitas com samples”. No meu caso, a opção seria “Eu não tenho um cartão de crédito”.

Dowload: Link Oficial | Mediafire (qualidade inferior)

Autor: Cédric Fanti

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Jun 21 2008

Vocalista do Dresden Dolls em disco solo

Amanda Palmer, vocalista, tecladista e compositora do duo The Dresden Dolls, sairá em turnê solo, para divulgar o lançamento de seu primeiro álbum, entitulado ‘Who Killed Amanda Palmer”.

O álbum, produzido pelo cantor/compositor/pianista/multi-instrumentista Ben Folds, conta com várias participações, entre elas o guitarrista do Dead Kennedys East Bay Ray, o violoncelista Zoe Keating, e a cantora Annie Clark, conhecida como St. Vincent, que contribuirá em uma cover de ‘What’s the Use of Wondrin’, do musical Carousel.

‘Who Killed Amanda Palmer’ será lançado no dia 16 de setembro pela Roadrunner, e será seguido pela turnê acima citada. Palmer também lançará, na mesma data, um livro de fotografias em parceria com o escritor e quadrinista Neil Gaiman. A tracklist do álbum você confere abaixo.

1. Astronaut
2. Runs in the Family
3. Ampersand
4. Leeds United
5. Blake Says
6. Strength Through Music
7. Guitar Hero
8. Have to Drive
9. What’s the Use of Wondrin
10. Melissa Mahoney
11. The Point of It All
12. Another Year

Autor: Marçal Righi

Fonte: Pitchfork

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Jun 21 2008

Reis do shoegaze revelam possibilidade de disco novo

Em entrevista à Xfm, o líder do My Bloody Valentine, Kevin Shields, falou um pouco sobre a re-união da banda no ano passado e sobre a possibilidade de lançarem material novo. Sobre a re-união, Shields respondeu:

Ia acontecer de qualquer jeito, então aconteceu. Se estivéssemos em um mundo ideal, o certo seria gravarmos primeiro um CD e depois faríamos alguns shows, mas não estamos em um mundo ideal.

Ao perdidos, vou explicar. Os irlandeses do MBV lançaram em sua carreira 2 discos de estúdio, sendo um deles, Loveless, um dos maiores investimentos da Creation Records na época, além de diversos EPs. Porém, mesmo tendo sido aclamado por tudo e todos, Loveless não conseguiu recuperar o investimento absurdo, especulado em 500.000 libras e ficou sem gravadora. Em 1992, a banda entrou em estúdio, desta vez independente, para gravar um terceiro álbum, que nunca foi terminado. Em 1997, eles tornaram-se inativos,  e ficaram sem lançar nada por muito tempo. Ano passado foi declarada a volta do My Bloody Valentine.

Sobre o término do terceiro disco, Shields disse o seguinte;

Vou terminá-lo quando eu tiver a chance. A maior parte dele está pronta, foi gravada nos anos 90, mas como agora estamos sem gravadora, vai ser mais difícil concluir o trabalho de modo independente.

O MBV teve o auge do seu sucesso nos anos 90, com sua bela mistura de guitarras lentas e barulhentas e clima soturno, e são considerados um dos pais da vertente musical Shoegazing, caracterizada por apresentações ao vivo bastante introvertidas.

Autor: Cédric Fanti

Fonte: Xfm

 

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