Arquivo para December, 2009

Dec 28 2009

A gente não postou, mas você precisa saber

Lembrando que a gente tá tirando umas férias

Vic Chesnutt morre aos 45 anosRolling Stone BR, 28 de dezembro

Here is a photo of Devendra Banhart without his bear – New York Music, 23 de dezembro

Empresa divulga roubo de ingressos para Metallica, Coldplay e CranberriesG1, 23 de dezembro

Blondie regrava clássico de Natal e promete novo discoTerra, 22 de dezembro

Baixe com exclusividade versão do The Name para “Soulful Christmas”, do James BrownDominódromo, 22 de dezembro

John Lennon’s Hollywood Walk Of Fame star stolen?- NME, 22 de dezembro

Amy Winehouse arruma confusão em teatro infantilO Globo, 21 de dezembro

Pete Doherty arrestedNME, 21 de dezembro

Última apresentação do Oasis está na internetWith Lasers!, 21 de dezembro

Phoenix Get CuredStereogum, S/D

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Dec 28 2009

Vocalista do Flaming Lips fala sobre seus discos preferidos da década

Por Neto

Wayne Coyne, a cabeça pensante do Flaming Lips, também andou dando seus pitacos sobre os melhores discos da década. Em entrevista para a Spinner, o vocalista da banda americana disse que, apesar de nunca ter amado as obras anteriores do Radiohead, ele realmente gostou de Hail To The Thief, lançado pelo quinteto britânico em 2003, e que com certeza ele é um de seus favoritos dos anos 00′:

Houve algumas músicas daquele disco que me deixaram maravilhado. [...] Hail To The Thief é um dos álbuns poderosos.

Coyne também elogiou outra banda conterrânea do Radiohead, o grupo Portishead e seu último trabalho, Third. “Gostei muito do último disco do Portishead. Apesar de que na época de seu lançamento eu não o entendi muito bem, it really grew on me a lot.” (Não consegui achar uma expressão equivalente em português pra isso, mas vocês pegaram o espírito da frase, né?)

O frontman do Flaming Lips disse que também gostou muito de alguns CDs do Deerhoof e, sobre os lançamentos remasterizados dos discos dos Beatles, Wayne filosofou: “Foram muito kick-ass

Falando em listas de melhores, já viram nossas seleções de discos do ano? Ainda não? Corre lá então e dê também seus pitacos, libere o troll existente em você!

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Dec 26 2009

Clipe: Bob Dylan – Must Be Santa

Por Neto

Para fechar bem a noite natalina, nada como o mestre Dylan entoando mais uma canção sobre a data especial em que todos ganhamos presentinhos (meu guarda-roupa agradece) e comemos como se não houvesse amanhã.

O clipe, lançado há mais de um mês e esquecido por nós (sorry), é da música “Must Be Santa”, e mostra a festa de Natal mais animada que eu já vi – provavelmente até para acompanhar o ritmo da canção, que parece ter vindo diretamente de uma taverna irlandesa ensopada de cerveja:

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Dec 25 2009

Is This Comic? #6

Se liga que a 6º edição do Is This Comic? é uma continuação da . Já leu? Então segue:

Lembrando que Brandon Oak, que ilustra as tirinhas, é o criador de um blog homônimo de quadrinhos. Check it.

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Dec 24 2009

Ah, as férias…

Demoramos, mas avisamos: Depois de meia semana visivelmente mais parada que o normal, oficializamos as férias do Move That Jukebox hoje, algumas horas antes da ceia de Natal, e que vamos demorar um pouco pra voltar. A princípio, agendamos nossa volta ao expedinente para 6 ou 7 de janeiro, mas relaxem: Até lá, aparecemos aqui com um post ou outro pra vocês não ficarem alienados aos últimos acontecimentos. Nessa sexta-feira, inclusive, tem Is This Comic e espera-se que, até lá, nossa mixtape de final de ano já tenha saído.

Enquanto ficamos de pernas pro ar por uns dias, você pode aproveitar pra ler as resenhas, entrevistas e weekly jukeboxes que perdeu ao longo do ano, além de votar na nossa enquete e baixar as sete mixtapes que soltamos por aqui nesses últimos meses. Mas não se esqueça: As listas de “melhores de 2009″ ainda não acabaram. Ah, as férias…

E JÁ IA ME ESQUECENDO! Desejamos a todos um Feliz Natal e um Réveillon com muito champagne. Assim, muito mesmo. Divirtam-se!

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Dec 24 2009

Os 10 melhores discos nacionais de 2009

Antes de começar, vou relembrar a frase de um colega blogueiro: “Nunca uma lista, seja ela qual for, vai agradar a todo mundo”. É por isso que, pela segunda vez na semana, encaminhamos você pra esse post antes de sair nos apedrejando. E vale ressaltar que a lista destaca apenas álbuns completos, EPs não entram na disputa. Agora, o que interessa:


10. Céu – Vagarosa

Sem as vinhetinhas incômodas de seu primeiro álbum, Céu aparece em Vagarosa fazendo menos questão de exibir o samba que a apresentou ao mundo em 2007. O caminho foi o mesmo tomado por Cibelle, que se jogou no tropicalismo enquanto sua colega surpreende com claras referências ao dub. Se a Música Popular Brasileira está renascendo, pode-se dizer que Céu é um dos principais propulsores desse movimento.

Escute: “Bubuia” e “Cangote”.

9. Pullovers – Tudo Que Eu Sempre Sonhei

Mais brasileiros do que nunca, os Pullovers entraram em um mundo novo para Tudo Que Eu Sempre Sonhei: Pela primeira vez na carreira da banda, um disco seria composto apenas por canções em português. A voz de Luiz Venâncio, mais madura, experimenta pela primeira vez a perfeita homogeneidade com o rock ‘n’ cello ‘n’ piano do sexteto. Dá pra lembrar dos Hermanos, até.

Escute: “Tudo Que Eu Sempre Sonhei” e “O Que Dará o Salgueiro?”.

8. Poléxia – A Força do Hábito

Há um corte em A Força do Hábito que faz o disco soar como o resultado da união de dois EPs distintos: O primeiro deles (“O Capa Dura” – “Hedonismo de Um Matador”) tem guitarras fortes, programações eletrônicas e uma pegada agitada e dançante, enquanto o segundo (“O Inimigo” – “A Balada da Contramão”) abandona os sintetizadores e se orgulha de ares mais acústicos, misturando Pato Fu, Ludov, Anacrônica e Sabonetes em um único registro. A banda acabou, mas o legado continua.

Escute: “O Capa Dura” e “Cá Entre Nós (com Vanessa Krongold)”.

7. Numismata – Chorume

É provável que, atualmente, o Numismata tenha uns dos melhores letristas do Brasil – e, obviamente, não é só isso que traz o grupo paulistano a essa posição. Com convidados de destaque em seu segundo disco, como Kassin, Tatá Aeroplano e Luiz Melodia, os rapazes misturam carnaval (“A Vida Como Ela É”), cabaré (“Vira-Latas”) e flertam com o electro (“Prejuízo”), tudo com a constante presença de guitarras. Dá até orgulho.

Escute: “Todo Céu e Essas Pequenas Coisas” e “O Inferno e Um Pouco Mais (com Kassin)”.

6. Ecos Falsos – Quase

Menos depressivo-agressivo que na época de Descartável Longa Vida (frases como “Eu só sou sentimental quando eu me fodo” e “o meu coração nunca vai ver a luz do dia” viraram passado), o Ecos Falsos voltou com canções grudentas, mais limpas e, em alguns casos, que não poderiam se identificar mais com os perfis de grandes rádios. Destaque para os sintetizadores, sempre em alta.

Escute: “O Boi” e “Spam do Amor”.

5. Zémaria – The Space Ahead

Passando pelo mesmo processo de europeização do CSS, o Zémaria abriu mão do ar brasileiro de 11 Trax e apareceu no meio do ano com o incrível The Space Ahead, inspirado nos grupos de synthpop que brilham por lá. O disco carrega nove músicas potentes que soam bem nos headphones, no hometheater da sala de estar, nas caixinhas podres do seu notebook e, principalmente, nas noites de sexta-feira. Um álbum que precisa ser descoberto pelos brasileiros.

Escute: “Hit do Porto” e “Any Distance”.

4. Pública – Como Num Filme Sem Um Fim

Em Como Num Filme Sem Um Fim, o Pública se esquiva do rótulo de “banda de rock gaúcho” e faz músicas quase universais, que poderiam ser produzidas tanto em Porto Alegre quanto em, sei lá, Recife. Lançado digitalmente no final de 2008, o álbum foi relançado em formato físico no início desse ano, o que lhe dá total direito de aparecer na lista de Melhores de 2009. Pra quem ta cansado do hype do rock regional.

Escute: “Casa das Armas” e “Casa Abandonada”.

3. Móveis Coloniais de Acaju – C_mpl_te

C_mpl_te pode ser incrível por mostrar a perfeita sintonia de nove pessoas com gostos musicais divergentes, por não deixar seus 1001 elementos se atropelarem entre si e, claro, por ser a casa de 12 deliciosas músicas – mas, acima de tudo, C_mpl_te é incrível justamente por ser incrível sem repetir um acorde de Idem (2005), que já exibia a receita certa do sucesso. Um baita passo para a consagração dos brasilienses.

Escute: “Adeus” e “Sem Palavras”.

2. Banda Gentileza – Banda Gentileza

Origem? Curitiba, berço de grandes talentos musicais dos anos 2000. Produção? Plínio Profeta, que guarda um troféu do Grammy Latino em sua estante. Nem os mais inexperientes dos músicos teriam a ousadia de jogar fora tantos benefícios, e foi dessa forma que a Banda Gentileza deu origem a um disco de “valsambolerockaipira”eficiente, rápido e jovial. Um dos melhores representantes dessa nova safra.

Escute: “Coracion” e “Pseudo Eu”.

1. Black Drawing Chalks – Life Is a Big Holiday For Us

Se o stoner rock andava em baixa no Brasil, o Black Drawing Chalks saiu de Goiânia para fazer o barulho que a cena independente precisava. Recebendo mais destaque do que em seu debut, o BDC mostrou ao Brasil que o stoner ainda tem espaço – e muito. Agradando o público de diversas tribos, o boom do quarteto provou que o gênero ainda pode se popularizar em grandes escalas no Brasil. E que não deve demorar.

Escute: “My Favorite Way” e “My Radio”.

Leia também:

Os 15 melhores discos internacionais de 2009, por Alex Correa;

Os 15 melhores discos internacionais de 2009, por Neto Rodrigues.

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Dec 23 2009

Clipe: Julian Casablancas – 11th Dimension

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Dec 23 2009

PRS For Music divulga lista das músicas mais tocadas em 2009

Por Neto

“Poker Face”? Não, não. “Halo” ou “Single Ladies”? Que nada. De acordo com a PRS For Music, a música mais tocada de 2009 foi, surpreendentemente, “Sweet About Me”, da cantora Gabriella Cilmi.

A música, uma balada com agradáveis pitadas de soul e reggae, foi a escolhida tendo em base arrecadação de royalties, execuções em TVs, rádios, internet e por aí vai. A autora da faixa, Gabriella Cilmi, é uma cantora australiana de apenas 18 anos – e que tinha 17 quando “Sweet About Me” foi lançada.

A empresa responsável pela contabilização dos critérios de escolha não só soltou o nome da música mais tocada do ano como também divulgou uma lista das 10 faixas mais executadas em 2009:

01 – Gabriella Cilmi – Sweet About Me
02 – Coldplay – Viva La Vida
03 – Moloko – The Time is Now
04 – Duffy – Mercy
05 – Take That – Shine
06 – Girls Aloud – The Promise
07 – Jordin Sparks – No Air
08 – The Script – The Man who Can’t be Moved
09 – Take That – Greatest Day
10 – Jennifer Hudson – Spotlight

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Dec 23 2009

Clipe: Mallu Magalhães – Shine Yellow

Por Neto

Mallu goes to the beach.

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Dec 22 2009

Os 15 melhores discos internacionais de 2009, por Alex Correa

O Neto começou o trabalho de listar álbuns e mais álbuns ontem, então continuo hoje. Segue:

15. Yeah Yeah Yeahs – It’s Blitz!

Três anos depois do lançamento-estouro de Fever To Tell, o Yeah Yeah Yeahs surpreendeu ao aparecer com um disco marcado pela presença de sintetizadores e com muito pouco da essência garage que, até então, havia marcado a carreira do grupo de Karen O. Com It’s Blitz, o som dosnova-iorquinos continuou delicioso, mas perdeu as origens que sempre deram destaque ao trio.

Escute: “Zero” e “Heads Will Roll”.

14. Juliette and the New Romantiques – Terra Incognita

Com nova banda, a atriz Juliette Lewis radicalizou ainda mais ao lançar Terra Incognita, disco com uma pegada progressiva que os Licks jamais a deixaram experimentar. Com a produção de Omar Rodríguez-Lopez, um dos fundadores do The Mars Volta, Lewis conseguiu alcançar um público que, por muito tempo, não acreditou no potencial musical de rostinhos conhecidos de Hollywood.

Escute: “Terra Incognita” e “All Is For Good”.

13. The Big Pink – A Brief History of Love

Apontado como um dos hypes de 2009 no ano passado, The Big Pink acabou não conquistando muitos fãs – pelo menos no Brasil – quando A Brief History of Love caiu na internet. Mesmo assim, o shoegaze moderno e convidativo (mas pouco inovador) da dupla serve como uma luva em dias chuvosos, noites obscuras e momentos introspectivos em geral.

Escute: “Too Young To Love” e “Dominos”.

12. The Gossip – Music For Men

Foi um barbudo estranho o contratado para cuidar da produção de Music For Men, com a proposta de sair da semi-mesmice que o Gossip provocou ao lançar três discos com poucas diferenças entre si. O barbudo em questão é ninguém menos que Rick Rubin, que teve a idéia de masterizar o disco em um volume acima dos padrões, gerando algumas distorções. Mesmo assim, as tendências punk do grupo conseguiram assumir uma forma mais digerível ao longo do disco – ou, se assim preferirem, mais pop. Aprovado.

Escute: “Heavy Cross” e “Spare Me From The Mold“.

11. Weezer – Raditude

Rivers Cuomo errou ao tentar, em 2007 e 2008, surpreender o público com dois discos solo. Mas, pra nossa sorte, algumas das músicas de pouco efeito de Cuomo acabaram por se tornar hits em potencial quando regravadas por todo o Weezer em Raditude, mais bem sucedido que o também recente Red Album. As canções são tão cativantes que até mamãe já canta junto.

Escute: “(If You’re Wondering if I Want You To) I Want You To” e “The Girl Got Hot”.

10. Sonic Youth – The Eternal

Quem ainda não se apaixonou pelo Sonic Youth só pode ter perdido todas as apresentações do grupo em terras tupiniquins (em 2000, 2005 e em 2009, no Planeta Terra Festival). Ver Kim Gordon exalando energia ao lado de seus quatro parceiros ao vivo é a prova real de que cada minuto de The Eternal precisa ser ouvido com atenção. A terceira idade já pode estar chegando pra eles, mas The Eternal não poderia soar mais juvenil e experimental.

Escute: “Sacred Trickster” e “Antenna”.

9. Kid CuDi – Man On The Moon: The End of The Day

Existem poucos artistas que, assim como Kanye West, tentam salvar o hip-hop de músicas fúteis e videoclipes com mulheres suadas e carros possantes – e Kid CuDi, com certeza, é um deles. Em seu primeiro disco, a aposta da BBC mesclou o ritmo das ruas, o electro das boates e o som dos adolescentes descolados. Destaque para os arranjos instrumentais do Ratatat, que deveriam ser mais frequentes.

Escute: “Pursuit of Happiness (feat. Ratatat and MGMT)” e “Make Her Say (feat. Kanye West and Common)”.

8. Kasabian – The West Rider Pauper Lunatic Asylum

É provável que o Kasabian seja uma das melhores bandas de rock da atualidade, título que, depois de Kasabian e Empire, ficou ainda mais consistente como lançamento de The West Rider Pauper Lunatic Asylum. Misturando suas vozes com menos frequência do que no último trabalho, Tom Meighan e Sergio Pizzorno ficaram mais obscuros, sentimentais e cativantes nesse novo registro.

Escute: “Fire” e “Vlad The Impaler”.

7. Dirty Projectors – Bitte Orca

No Brasil, pelo menos, o Dirty Projectors nunca recebeu tanto destaque quanto em Bitte Orca – e não é pra menos. O oitavo disco capitaneado por Dave Longstreth flerta mais com o pop do que seus antecessores, fazendo com que guitarras desafinadas e vozes não muito potentes sejam aceitas com mais facilidade pelo público. A produção é fina e limpa, enquanto as fofíssimas Angel Deradoorian e Amber Coffman dão o clima cute das composições.

Escute: “Cannibal Resource” e “Stillness Is The Move”.

6. The XX – The XX

Uma das melhores coisas que aprendemos em 2009 foi que um grupo de adolescentes recém-saídos do colégio não só pode fazer música, mas também consegue atingir uma maturidade sonora surpreendente e inspiradora logo em seu primeiro disco. Em pouco tempo de carreira, o The XX pode ter perdido um membro, mas ganhou o respeito de meio mundo. Introspecção e talento são com eles mesmos.

Escute: “Crystalised” e “Heart Skipped Beat”.

5. Arctic Monkeys – Humbug

Três anos e dois álbuns depois de seu debut, os Monkeys atingiram um nível de reconhecimento que garotos de Sheffield jamais imaginariam. Humbug prova que todas as fichas creditadas ao indie rock moleque da turma de Turner valeram a pena e que, hoje, refletem na criação de rock de gente grande. Uma salva de palmas para Josh Homme, que produziu o trabalho.

Escute: “Crying Lightning” e “Pretty Visitors”.

4. Florence and the Machine – Lungs

É verdade que a cena indie européia já está saturada de mocinhas com vozeirão de cantoras históricas, mas Florence Welsh conseguiu – e honrou – o espaço que conseguiu com seu álbum de estréia. Sua voz, ao invés de ficar em evidência, compartilha o plano de um apoteótico instrumental com piano, rock e orquestrações, já que egocentrismo feminino é muito last week.

Escute: “You’ve Got The Love” e “Kiss With a Fist”.

3. Phoenix – Wolfgang Amadeus Phoenix

A referência à música clássica pára em seu título, já que Wolfgang Amadeus Phoenix é, basicamente, uma das melhores crias da mistura de rock e sintetizadores da atualidade. Soando como garotos de escola, os caras do Phoenix (que já somam dez anos de carreira) fabricaram dez hits que descem bem em qualquer balada, pré-balada, pós-balada ou até mesmo quando você não tem planos para o final de semana.

Escute: “1901″ e “Lasso”.

2. Animal Collective – Merriweather Post Pavillion

Pode-se dizer que, depois do Radiohead e dos Strokes, o Animal Collective foi um dos grupos que mais influenciaram a criação de uma nova geração de músicos nessa década. Merriweather Post Pavillion veio para fechar com chave de ouro os anos 2000, inundado pelo experimentalismo rápido e inteligente que dominou toda a carreira dos caras. Ame-o ou odeie-o.

Escute: “My Girls” e “Brother Sport”.

1. Franz Ferdinand – Tonight: Franz Ferdinand

Um dos lançamentos mais esperados do ano veio cedo, em janeiro , então não faltou tempo para que todos nós ouvíssemos músicas como “Ulysses” e “No You Girls” centenas de vezes, sem enjoar. Em Tonight, o Franz Ferdinand teve a manha de compilar músicas que soam muito diferentes entre si, passando pelo indie rock de “Turn It On” até o momento psicodélico de “Lucid Dreams”. Um disco pra vida toda.

Escute: “No You Girls” e “Ulysses”.

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Dec 22 2009

Cuomo quer que você grave a nova música do Weezer

Rivers Cuomo deve ter batido com a cabeça no acidente de ônibus que sofreu recentemente. Através da Weezer Radio, o líder da banda convocou os fãs a regravarem a demo recém-divulgada da inédita “Shusui”, composta por ele durante as sessões de Raditude. Com cerca de três minutos e meio de duração, a faixa foi construída com notas de teclado, violão e pã rã rans de Cuomo, que quer “que alguém produza uma melhor demo da música antes dele escrever as letras”.

As novas versões do arquivo devem ser enviadas para a página do músico na rede social Indaba Music, onde já constam cerca de 200 regravações. Toda essa procura só aconteceu porque Rivers ofereceu $208 para o vencedor do “concurso”, que não tem data para terminar. Vale a pena arriscar, não?

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Dec 21 2009

#musicmonday

Artista: Tommy Sparks;
Origem: Estocolmo, Suécia;
Tags no MySpace: Fusion, Pop e Alternative;
Semelhantes:
Hockey, Dan Black, Esser;
Em atividade desde:
2007;
Em até 140 caracteres: Se palhaços de circo fossem românticos, convencidos, modernetes e gostassem de electro, todos iam querer ser o Tommy Sparks. Pura diversão.
Uma música: “I’m a Rope”, que a Babi me apresentou. O clipe também é ótimo:

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Dec 21 2009

Os 15 melhores álbuns internacionais de 2009, por Neto Rodrigues

Por Neto

Eu sei que todos já devem estar cansados dos zilhõõões de listas que apareceram por aí nos últimos dias, né? Muitas em virtude do fim da década, elegendo os melhores discos, os piores, as melhores músicas, as pessoas que arruinaram os últimos dez anos, os melhores clipes e por aí vai. E a contagem só aumenta quando você pensa que todos os exemplos, ou a grande maioria deles, podem ser feitos de forma “nacional” e “internacional”. Enfim, o que interessa é que, com a lista abaixo, procurei citar meus discos internacionais preferidos de 2009 – o que é sempre complicado porque é impossível agradar a todos e nem sempre as justificativas propostas são convincentes para alguns, que não aceitam que o disco X ou Y não tenha entrado na seleção final. Então, quando você se deparar com a listagem abaixo e não enxergar nada do Grizzly Bear ou do Animal Collective, lembre-se do seguinte comentário, postado pelo Eduardo Martinez num ótimo texto do Marcelo Costa: “E quem espera concordar com uma lista de cabo a rabo certamente acredita em Papai Noel e Coelhinho da Páscoa”.

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15: Lily Allen – It’s Not Me, It’s You
Muita gente não curtiu a mudada de rumo que Lily deu em seu segundo CD. Depois do “pop-ska” de Alright, Still, Lily trocou o ritmo jamaicano por batidinhas eletrônicas e se deu muito bem. Se não teve todo o impacto de seu debut, pelo menos a cantora-que-não-sabe-a-hora-de-ficar-calada mostrou que pode transitar bem por várias vertentes do pop e que deveria repensar sua decisão de se afastar da música por um tempo.
Escute: “Who’d Have Known” e “Not Fair“.

fever ray

14: Fever Ray – Fever Ray
Sombrio, sexy e instigante – são alguns dos adjetivos que podemos dar ao projeto solo da vocalista do The Knife, a sueca Karin Dreijer Andersson. Com uma sonoridade que nos remete desde Portishead até o som de sua banda principal, o disco do Fever Ray se consolida como um dos melhores debuts do ano, contanto com paredes de sintetizadores e climatizações muito bem arranjadas.
Escute: “Seven” e “Triangle Walks“.

passion pit

13: Passion Pit – Manners
Depois de um celebrado EP – Chunk of change – o Passion Pit lançou seu primeiro LP, intitulado Manners, e mostrou que o hype às vezes acerta. A voz fina de Michael Angelakos é um dos trunfos do grupo, que aposta muito em arranjos e ritmos comandados principalmente por sintetizadores e pianos, com eficientes guitarras ocasionais.
Escute: “Sleepyhead” e “Little Secrets“.

tmv

12: The Mars Volta – Octahedron
Com “apenas” 50 minutos – o que é pouco para os padrões da banda -, o The Mars Volta concebeu o que os próprios integrantes chamaram de “o mais próximo de um álbum acústico que podemos fazer”. Os resultados foram músicas com uma calmaria que impressionou muitos fãs xiitas das guitarras e percussões poderosas que Cedric e Omar normalmente costumam disparar contra os ouvidos alheios. Mas, obviamente, Octahedron também tem seus momentos mais pesados e característicos da banda.
Escute: “Cotopaxi” e “Since We’ve Been Wrong“.

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11: The XX – XX
O quarteto londrino – que virou um trio recentemente – foi, provavelmente, a banda mais hypada de 2009. Fato que não é injusto, visto que o grupo fez um dos discos mais redondos do ano – é muito improvável alguém gostar de uma música específica do debut e não gostar do trabalho por inteiro. A leveza dos sintetizadores de xx somada aos discretos riffs de guitarras e aos vocais femininos e masculinos se intercalando fizeram o primeiro disco do trio inglês ganhar o 11° lugar da lista.
Escute: “Heart Skipped a Beat” e “Crystalised“.

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10: The Pains Of Being Pure At Heart – The Pains Of Being Pure At Heart
A melhor (e única, talvez??) mistura de dream pop com shoegaze surgida nos últimos anos! A banda nova-iorquina formada dois anos atrás lançou seu debut em 2009 e conquistou vários fãs com uma sonoridade que pega influências desde The Cure até My Bloody Valentine e Jesus & Mary Chain. Alguns meses depois de ter lançado seu debut, o quarteto americano ainda teve fôlego pra lançar um EP, o ótimo Higher Than The Stars.
Escute: “Stay Alive” e “Young Adult Friction“.

gossip

09. Gossip – Music For Men
O trio que ficou conhecido pelos discos crus e energéticos resolveu lançar mão do pop nesse novo trabalho – e o fez com muita competência, diga-se de passagem! Beth Ditto, a cantora mais huuuuuuuge de que se tem notícia, teve a ideia de acalmar um pouco a sonoridade da banda e surgiu com um CD redondinho que mistura rock, pop, garage e uma atmosfera dance bem surpreendente e agradável.
Escute: “Heavy Cross” e “Four Letter Word“.

wolfmother

08. Wolfmother – Cosmic Egg
Apesar do título horrendo, Cosmic Egg é um dos melhores lançamentos do ano para quem é fã de hard rock misturado com muitas, mas muitas guitarras pesadas jimmypagianas. Mas, no meio de tanto barulho, ainda podem ser encontradas baladas interessantes. Enfim, um disco de rock basicamente completo, com instrumental bem executado e a voz de Andrew Stockdale soando mais impressionante do que nunca.
Escute: “New Moon Rising” e “10.000 Feet“.

koc

07. Kings of Convenience – Declaration of Dependence
Aqui a tranquilidade e a calmaria reinam de forma absoluta. O duo norueguês de indie folk crava 100% de acerto em sua carreira que conta com 3 maravilhosos discos. Erlend Øye e Eirik Glambek Bøe se declaram dependentes (sacaram?) um do outro produzindo lindas melodias que soariam vazias e até mesmo sem sentido caso um não existisse na vida do outro. Que bonito, não?
Escute: “Boat Behind” e “Me In You“.

sy

06. Sonic Youth – The Eternal
Não dá pra fugir muito do clichê no caso do Sonic: décimo sexto disco na carreira dos cinquentões (a maioria da banda) e soa como se estivessem fazendo seu primeiro álbum, na longíqua década de 80, tentando experimentações não usuais e afinando suas guitarras da forma mais inusitada possível – isso tudo culminando em um dos melhores shows que o Brasil viu em 2009.
Escute: “No Way” e “What We Know“.

tcv

05. Them Crooked Vultures – Them Crooked Vultures
Reunir John Paul Jones, Dave Grohl e Josh Homme não poderia dar em outra, né? Discão pesado e consistente, como há tempos não se via. Mais de uma hora de muita porrada com as guitarras stoner de Homme, que canta em todas as 13 faixas. A cozinha do trio é de dispensar comentários – Grohl voltando aos seus áureos tempos de Nirvana e Paul Jones empunhando seu baixo que tanto barulho fez na década de 70.
Escute: “Mind Eraser, No Chaser” e “Gunman“.

phoenix

04. Phoenix – Wolfgang Amadeus Phoenix
Um CD que começa com o trio de músicas “Lisztomania”, “1901″ e “Fences” deveria estar, automaticamente, em qualquer lista de melhores de 2009 que se preze. Em seu quarto trabalho, o Phoenix conquistou os ouvintes não familiarizados com sua música, foi em todos os talk-shows possíveis, gravaram para o Blogotheque e lotaram apresentações em todo o mundo – menos no Brasil, que esqueceu de trazer o grupo em seu melhor ano.
Escute: “1901” e “Lisztomania“.

Kasabian

03. Kasabian – The West Rider Pauper Lunatic Asylum
Depois de um razoável segundo disco, o Kasabian surpreendeu muita gente (eu, inclusive) com uma mistura muito convincente de britpop, psicodelia, Beatles, Stones e outros marcos da música inglesa. A faixa “Fast fuse” entrou até para a trilha sonora do game Fifa 09′, enquanto “Underdog” foi tema de uma propaganda da Sony que teve a participação de Kaká.
Escute: “Fire” e “Underdog“.

ff

02. Franz Ferdinand – Tonight
Um CD que começa com Alex Kapranos dizendo que está entediado e te chamando pra ficar chapado não tem como ser ruim. Aí vem uma dezena de músicas que mostram que o quarteto inglês quer te levar para a pista de dança a qualquer custo. Ou você acha que toda aquela viagem psicodélica de “Lucid Dreams” está ali à toa? E que venha março de 2010!
Escute: “Turn it on” e “Ulysses“.

AM

01. Arctic Monkeys – Humbug
Muita gente achou que Josh Homme foi o culpado pela “seriedade” que os Monkeys apresentaram em seu terceiro disco. Já eu prefiro dizer que ele foi UM dos responsáveis pela incrível evolução dos moleques de Sheffield. Humbug é visivelmente mais pensado e trabalhado do que os álbuns anteriores e mostrou que o quarteto conta com pelo menos dois grandes instrumentistas: o batera Matt Helders e, é claro, Alex Turner, que não só canta e toca com precisão exemplar, como também se mostra um dos bons letristas dos anos 00′.
Escute: “Crying lightning” e “Cornerstone“.

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Dec 21 2009

Guitarrista confirma que Radiohead grava novo álbum em janeiro

Uma das coisas mais legais sobre o Radiohead é que, independente do tempo que a banda leva para gravar um novo álbum, ele nunca fica meia-boca – um ano depois de terem lançado Kid A, por exemplo, os caras apareceram com o semi-histórico Amnesiac. É com pouco mais de dois anos de intervalo que Thom Yorke e sua trupe pretendem lançar o sucessor de In Rainbows que, de acordo com o guitarrista Ed O’Brien, terá suas gravações iniciadas em janeiro de 2010. “Estou muito animado, mas ainda não posso divulgar mais nada, por motivos óbvios”, disse Ed.

No segundo semestre de 2009, o Radiohead apareceu com duas inéditas: “Harry Patch (In Memory Of)” e “These Are My Twisted Words”, que não devem constar no novo trabalho. “Definitivamente, nós mudamos muito, o que com certeza irá refletir em nossas músicas”, explica O’Brien em seu blog sobre a sonoridade das novas composições. O disco deve ser lançado até o final de 2010, provavelmente no segundo semestre.

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Dec 21 2009

Muse toca ao vivo no Saturday Night Live

Por Neto

James Franco, o filho do Duende Verde (ou o maconheiro mais hilário desde Brad Pitt, em True Romance), apresentou, na edição do último dia 19 do humorístico americano Saturday Night Live, os britânicos do Muse.

A banda, em plena divulgação de seu último disco, The Resistance, tocou o primeiro single do álbum, “Uprising” – música que eu e você já cansamos de ver ao vivo por aí, sendo tocada em todas as participações da banda nos programas de TV, ultimamente. Por isso, o vídeo abaixo é o de “Starlight” – segunda música executada pelo trio inglês no SNL -, canção também já “batida” mas que me provocou momentos de nostalgia, relembrando episódios de pura catarse – e esmagamento também, diga-se de passagem – ocorridos no último dia de julho de 2008.

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Dec 21 2009

A gente não postou, mas você precisa saber

Led Zeppelin’s Jimmy Page Plans Return to stage in 2010Rolling Stone US, 18 de dezembro

FADER editada pelo Animal Collective - rraurl, 18 de dezembro

Rapper Kid Cudi bate em fã durante show e cancela participação em turnê de Lady GagaMTV Brasil, 18 de dezembro / Rolling Stone BR, 20 de dezembro

E esse cover acústico de “My Girls”, do Animal Collective?Twitter, 18 de dezembro

New indie rock christimas MP3 for 2009Stereogum, 17 de dezembro

Confirmado: Beyoncé vem ao BrasilRolling Stone BR, 17 de dezembro

Humaitá Pra Peixe será todo reformulado pra 2010O Globo, 17 de dezembro

Peter, Bjorn & John Cover “Summer Breeze”Stereogum, 17 de dezembro

The Horrors, MGMT, Vampire Weekend, Zach Condon, Mika e Adam Green em ensaio fotográfico da Vogueohnotheydidn’t, 16 de dezembro

Stone Temple Pilots Almost Finished With New Album - Rolling Stone US, 16 de dezembro

Kings of Leon vai tirar seis meses de fériasNoize, 15 de dezembro

Kraftwerk tem planos para novo discoRolling Stone BR, 13 de dezembro

Feist Covers Skip Spence for Beck’s Record Club - Pitchfork, 11 de dezembro

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Dec 20 2009

Clipe: The Drums – I Felt So Stupid

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Dec 20 2009

Anote mais um disco esperado pra 2010: novo do Supergrass

Por Neto

O Supergrass, que anda sumidinho desde o lançamento de seu último disco, no começo do ano passado, lançará trabalho inédito em 2010.

supergrass

Xuxa + Ana Maria Braga feelings

E uma das músicas que possivelmente estará no novo CD da banda foi apresentada durante um show da banda em sua cidade natal, Oxford, no último dia 18. A performance do grupo, até para se juntar ao espírito natalino inerente à época do ano em que estamos, foi feita sob o nome de Santagrass (pegaram? Santa Claus e tal…) e até canecas com vinho (!) foram distribuídas para os fãs presentes.

Durante o setlist, o quarteto liderado pelo vocalista e guitarrista Gaz Coombes tocou a música “Hip Replacement” – canção inédita e que integrar o tracklist do sétimo disco da banda. Coombes deu a dica: “Estivemos atolados de trabalho no estúdio nos últimos meses trabalhando em um novo álbum”.

O CD, que ganhou o nome de Release The Drones, é esperado para o primeiro semestre do ano que vem e sairá pelo selo Cooking Vinyl.

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Dec 19 2009

Clipe: Céu – Grains de Beauté

Por Neto

Simples e eficiente.

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Dec 18 2009

Clipe: Editors – You Don’t Know Love

Por Neto

Ficou nas mãos da dupla islandesa Arni e Kinski – que já trabalhou com Iggy Pop, Travis, Sigur Rós, The Used, entre outros – a direção do novo vídeo do Editors. A música, “You Don’t Know Love”, é o segundo single do último disco da banda, In This Light And On This Evening.




Meio estranha a proposta do clipe: algo entre exorcismo e uma dança muito peculiar envolvendo cabelos giratórios. Mas, de toda forma, vale a pena pela música.

Vi lá no blog do Rock n’ Beats.

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Dec 18 2009

Escute “Draw The Line”, nova faixa do Forgotten Boys

Por Neto

fb

Lembra que o Forgotten Boys ia gravar uma música nova no projeto “10 Horas No Estúdio”, da TV Trama? Pois se você perdeu a chance de ver os caras produzindo a faixa, pelo menos conseguimos um consolo – a comunidade da banda no Orkut subiu a música produzida pela banda na sessão e disponibilizou pra galera.

Apesar de estar ainda um pouco crua e a qualidade da “ripagem” não ter sido muito primorosa (WMA de 128kbps), a faixa, chamada “Draw The Line”, é uma boa pedida para os fãs da banda. Principalmente para os curiosos que querem saber como ficou o entrosamento da nova formação do grupo. O link do arquivo tá logo aqui. Ou se preferir, basta apertar o play:

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Dec 18 2009

Is This Comic? #5

Por Neto

ITC 05

Curte as tirinhas feita pela dupla Brandon Oak e Gabriel Ciabattari? Pois o desenhista Brandon também toca um blog bem legal. Quem tiver interesse, é só clicar no link.

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Dec 18 2009

Thom Yorke invade Conferência do Clima

Por Neto

thom-yorke

Thom Yorke goes green!

Manchete de todos os jornais, a Conferência do Clima, que está sendo realizada pela ONU em Copenhague, é alvo de vários questionamentos por partes de ONGs e ativistas que desejam um futuro mais verde, limpo e menos quente para nosso amado Planeta Terra. Dentre os ativistas, eis que surge nosso queriiido Thom Yorke, mostrando todo seu lado engajado – e sorrateiro – ao “pegar” uma credencial de imprensa para dar seus pitacos sobre a COP 15.

Em um vídeo postado no Consequence of Sound, Thom disse que chegou à capital dinamarquesa com o intuito de ser positivo em relação às questões ambientais: “Ao contrário do que muita gente pensa, acho que nada de significante acontecerá e estava com medo de desistir de tudo isso. (…) As negociações que as grandes nações decidem é, pra mim, uma grande nuvem espessa que nenhuma pessoa normal consegue enxergar através – e isso me deixa um pouco irritado.”

Ainda citando a rápida entrevista em vídeo – que você pode ver logo abaixo -, o líder do Radiohead ainda disse que teve um pouco de problema para entrar e que teve que pegar um passe de imprensa: “Acham que me deixariam entrar de outra forma? Nããão. Vejo vocês por aí, antes de eu ser chutado pra fora daqui”.

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Dec 18 2009

Paul Banks diz que novo álbum do Interpol terá orquestrações

Por Neto

paul banks

Mês passado publicamos aqui uma notícia sobre o quarto disco do Interpol, que será lançado em 2010 e cuja sonoridade, de acordo com o baterista Sam Fogarino, seria parecida com o debut da banda, Turn On The Bright Lights. Mas, numa entrevista recente a BBC, o vocalista Paul Banks diz que não faz ideia do que Sam está falando e que, na verdade, o CD terá elementos jamais explorados pela banda, inclusive orquestrações – sugeridas pelo baixista Carlos Dengler:

Carlos alcançou níveis totalmente novos, loucos e sofisticados de orquestrações. (…) Teremos algumas coisas bem clássicas.

Esse lado, hm, erudito de Carlos – não conhecido por muitos, aliás – se explica pelo fato de que o baixista do Interpol trabalhou com trilhas sonoras nos intervalos que sua banda principal lhe proporcionava. Sobre isso, Banks ainda adiciona: “Eu acho que ele traz essa qualidade clássica e orquestrada e tem conseguido ir bem adiante com isso.”

O vocalista do grupo nova-iorquino também disse que as guitarras de Daniel Kessler podem até soar como os primeiros trabalhos da banda, mas que na totalidade do álbum, isso não se aplica:

[O disco] está muito atmosférico, mas soa bem diferente na minha cabeça. Aquilo que trabalhamos é realmente um passo a frente e, pra mim, não se parece como nada que já tenhamos feito antes.

Ainda sem uma data prevista de lançamento, o esperado sucessor de Our Love To Admire deve sair no primeiro semestre 2010, hopefully.

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Dec 17 2009

John Frusciante confirma saída do Red Hot Chili Peppers

Por Neto

john

E os tristes rumores se confirmaram: responsável por grande parte da sonoridade funky e roqueira do Red Hot Chili Peppers, o guitarrista John Frusciante confirmou hoje, através do blog em seu Myspace, que realmente deixou a banda:

Quando sai da banda, há mais de um ano, estávamos num hiato indefinido. Não houve drama nem raiva, e os outros caras foram bem compreensíveis. Eles me dão muito apoio em tudo que faço e que me deixa feliz, e essa relação é recíproca.

Frusciante ainda fala que, em seu retorno à banda, em 99, ele ainda tinha interesses de explorar as possibilidades de uma banda de rock, e que foi ótimo fazer isso com Flea, Anthony Kiedis e Chad Smith. Só que as coisas começaram a mudar de uns tempos pra cá: “Há uns dois anos, comecei a sentir o mesmo entusiasmo que tinha, só que dessa vez quis fazer um tipo diferente de música, sozinho, e sendo meu próprio engenheiro”, acrescenta. Sobre a decisão de finalmente deixar o posto de guitarrista que, entre outros trabalhos incríveis, foi o responsável pelo seminal Blood Sugar Sex Magik, John disse: “Não houve uma escolha envolvida. Simplesmente tenho que ser o que sou e fazer o que tenho que fazer”.

Pra quem não sabe, John tem uma prolífica carreira solo, já tendo lançado aproximadamente uma dezena de discos – com destaque para Shadows Collide With People, de 2004 e The Empyrean, lançado no começo de 2009. Frusciante também é parceiro do guitarrista Omar Rodriguez-Lopez, com quem já trabalhou em alguns discos do The Mars Volta.

O Red Hot Chili Peppers já declarou que tem pretensões de lançar um disco novo em 2010. Fontes ligadas ao grupo dizem que os remanescentes estão trabalhando com o guitarrista Josh Klinghoffer (parceiro de Frusciante na banda de rock experimental Ataxia, que teve curta existência na primeira metade da década), que já tocou com PJ Harvey e Gnarls Barkley. A banda californiana marca presença no próximo mês, tocando em um tributo a Neil Young. Será a primeira apresentação da banda desde maio de 2008, quando anunciaram as prolongadas férias.

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