5 artistas que influenciaram o novo disco da banda Eddie

Banda Eddie em nova versão. Foto: Beto Figueroa/Divulgação

Opa! Fazia tempo que a nossa coluna não aparecia, né? Pois bem, o Fábio Trummer, vocalista e guitarrista da banda Eddie topou mostrar com exclusividade para o MOVE, quais os artistas influenciaram o sétimo álbum da banda, Mundo Engano, que está disponível em todas as plataformas de streaming desde o dia 26 de fevereiro. O álbum que tem dez faixas, foi produzido pelo Pupillo (esse cara tá trabalhando, hein?), da Nação Zumbi e tem várias participações especiais, como Orquestra de Frevo Henrique Dias, o Jorge Du Peixe, Tiné (backing vocal), Guri Assis Brasil (violão de 12 cordas), Maurício Fleury (teclados) e próprio Pupillo, na bateria. EScute o álbum ao final da matéria.

1 – Leonardo Cohen – Death of a Ladies’ Man


Li sua última biografia “I’m Your Man” da Sylvie Simmons e seu romance, de 1963, “A Brincadeira Favorita”. De alguma maneira, entrei no universo de suas narrativas, seus poemas, sua música orgânica e sua voz sempre ao pé do ouvido, nos falando suas canções. Foi uma inspiração para o processo de composição e para as gravações na colocação dos vocais e arranjos melódicos.

2 – Dorival Caymmi – Caymi (1972)


Suas canções praieiras são uma referência forte para metade do álbum Mundo Engano, especificamente as partes dedicadas ao mar, a praia, a vida, a beira mar. Sua obra também é referência pelos ritmos e a composição imagética de suas canções… A pureza de suas gravações nos faz sentir.

3 – Quincy Jones – Thriller (álbum produzido por Quincy)


Ele tem um trabalho com orquestras e particularidades como trazer um solo rocker de guitarra ou texturas de teclados incríveis. A parte rítmica, e as sobreposições percussivas de suas gravações, foram homenageadas no nosso processo de gravação.

4 – Cartola – Cartola (1976)


Suas letras muito pessoais e sua técnica de harmonização da canção, seu violão e sua voz tão perfeitos e, ao mesmo tempo, imprecisos, mas com a emoção certa… Esse estilo próprio dele nos serviu para buscarmos a nossa própria música nesse álbum. Sua canção tão brasileira, tão universal e tão inspiradora.

5 – Naná Vasconcelos – Africadeus


Seu ritmo orgânico como pulso de suas criações, música quase viva no sentido físico, a presença de sua herança cultural como metáfora do universal, sua percussão, feita do que há de mais sofisticado no povo simples, e sua sensibilidade, nos deram rumo muitas vezes durante a produção deste trabalho novo. Um espírito iluminado.

Escute “Mundo Engano”

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