5 perguntas para… Luneta Mágica

Luneta Mágica (1)

O grupo de Manaus (AM), Luneta Mágica está de volta a São Paulo, para uma apresentação exlcusiva, nesta terça-feira (10), no Sesc Pompeia, dentro da programação do Prata da Casa e o melhor? É de graça!. O show por aqui, marca o lançamento do segundo disco da banda No Meu Peito (2015) e que tem uma sonoridade psicodélica moderada. Pisa ali no terreno do Pink Floyd, mas volta à brasilidade. O grupo é Pablo, Erick Omena (vocal e guitarra), Eron Oliveira (bateria) e Daniel Freire (baixo) e conversamos com eles via e-mail. Dá uma olhada:

Move That Jukebox: O primeiro disco de vocês teve mais experimentações e mais influências de artistas internacionais, como Pink Floyd, Flaming Lips, agora, existe um quê de Clube da Esquina. Digam aí, como foi essa virada e o processo de maturação desse álbum, vocês não perderam a sonoridade, mas algo mudou.

Acho que é uma mudança natural. Não dá pra lançar um registro igual ao outro, né? Estamos sempre em busca de novas sonoridades, a música e um universo cheio de possibilidades.

Move That Jukebox: Vem cá, gente! Vocês são de Manaus e acho que existe ainda toda uma mística ainda de quem não conhece o local, de achar que é só mato. Então, falem aqui, como é o mercado musical lá e tem bandas que não chegaram ainda por aqui, que vocês acham legais de Manaus?

A nosso ver, essa mística precisa ser quebrada com certa urgência. Manaus é considerada uma metrópole já há um tempo, com mais de 2 milhões de habitantes e com todos os problemas de uma cidade grande. No tocante a música, posdemos falar de Cláudio Santoro e Chico da Silva como grandes expoentes da terra, além de Wandler Cunha e Ilton Oliveira fizeram ‘Jogo de calçada’ que foi gravada pelos Mutantes no emblemático A divina comédia ou ando meio desligado de 1970. Isso sem contar a cultura indígena, que pros grandes veículos de comunicação, é, muito subestimada ainda.

Move That Jukebox: Neste contexto, me digam aí, como foi fazer uma banda? Sei que vocês passaram por umas mudanças de integrantes também. Contem tudo!

A banda existe desde 2008, na época áramos rapazes sonhadores em busca de mentes que estivessem na mesma sintonia que a nossa. Só em 2012 conseguimos gravar nosso primeiro registro, depois de muitas formações.

Move That Jukebox: Gente e porque tantos nomes de mulher nas músicas? São três aqui “Lulu”, Mônica” e “Rita”.

Essas canções surgiram de maneira bem natural, não existe um motivo pré-determinado. São canções sobre família e amizade.

Move That Jukebox: O que move a jukebox de vocês ou o que vocês estão ouvindo?

Cátia de França, Can, Tatá Aeroplano, Supercordas, Elza Soares, Jonas Sá, Boogarins, o último disco do James Blake e os novos singles do Radioehad!

Escute No Meu Peito:

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