Ana Freitas’ Jukebox (Olhômetro/Link)

De certa forma, todas as edições da Jukebox Weekly são consideradas homenagens – afinal, estamos querendo saber mais sobre pessoas que admiramos e que, em alguns casos, até nos influenciaram em determinados momentos da nossa vida. Mas, mesmo assim, essa Jukebox tem um sabor especial: Ana Freitas, além de ser uma das moças mais inteligentes que já conheci, é uma grande amiga. Das melhores. E, vale lembrar, também já assinou uma coluna por aqui (não repare em problemas de diagramação e afins, nosso layout era outro), além de ter resenhado o Dig Out Your Soul, de seu tão amado Oasis, para o qual deu nota máxima (na época em que ainda usávamos um sistema de notas).

Ana, além de admiradora de boa música, é dona de um sucesso intergalático gerado pelo Olhômetro, blog de reflexão/cotidiano/tragicomédia, é repórter do caderno de tecnologia Link, do Estadão, comanda o blog LOL, também do Estadão, e – surprise! – relata suas aventuras sobre rodas (as de um skate) no Caindo e Levantando, que também conta com os textos da Gabriela Hesz (grande amiga, as well) e do oficialmente comediante Nigel Goodman.

Sobre música, ela raramente escreve. Então nada mais apropriado do que deixar ela falar um pouco sobre o que ela tem achado dessa LOUCA CENA MUSICAL ALTERNATIVA.

Good Times Bad Times – qual banda/artista sempre esteve ao seu lado, como trilha sonora de sua vida, tanto nos momentos ruins quanto nos bons?

A banda aqui é provavelmente The Who. Eles me acompanham desde que eu comecei a ouvir rock, e apesar de a maioria das bandas de quando eu tinha 12 anos ter passado, essa não passou.

E o hype? – o que você tem escutado de novidade?

Nevilton, os paranaenses de Umuarama que fazem o rock nacional nacional mais legal dos últimos tempos. A coisa gringa mais recente que ouvi foi The XX e Phoenix, que aliás só fui conhecer em janeiro, nas férias, quando tive tempo de baixar todas as bandas que me recomendaram ao longo do ano.

Atualmente você comanda blogs sobre skate, tecnologia e cotidiano ao mesmo tempo. Qual é o próximo plano de Ana Freitas? Não vale responder “dominar o mundo”.

Eu deveria responder “fazer menos coisas”, mas a verdade é que ainda em março devo estrear um projeto REVOLUCIONÁRIO. Mentira, é só um podcast cujo tema ainda é mistério. Guardem essa frase.

Do the D.A.N.C.E. – o que não pode faltar na hora de soltar a franga na pista?

Michael Jackson. E Britney Spears, que não há mulher que consiga ficar impassível ao som de “Toxic”.

Você não vale nada mas eu gosto de você – todo mundo tem um guilty pleasure, vai. Aquela banda que, quando começa a tocar no computador, você desabilita o last.fm o mais rápido que pode.

Eu sou dessas pessoas chatas que só ouve aquilo de que tem orgulho, porque blá blá blá. Mas uma coisa que eu acho bem farofinha e gosto é Incubus. E tenho todos os CDs do System Of A Down.

  • S.O.A.D? Respect!

  • Gosto dela desde a época do IndieNation, blog que me fez ser o que sou hoje. Algo que formou meu caráter musical. Hahahaha!
    Tive o imensurável prazer de conhecê-la na última #cparty, e até tentar ajuda-la com seu celular que resolver falecer sem mais nem menos.
    Bom, vou suspeito para falar. Ainda mais depois de ver ela “batendo o pau na mesa” no debate sobre o papel do fã na divulgação do artista. Debate qual foi moderado pelo ilustríssimo Alex.
    Além de grandes culhões (no sentido figurado, of couse), ainda é dotada de uma beleza (acomapanhada de um ótimo gosto no quesito guarda-roupa) notável.
    Como disse, sou suspeito para falar.
    😀

  • voce tava me vendo na #cparty? Que bonito! Haha