Andy’s Jukebox (The Name)

No próximo sábado, dia 14, você tem compromisso com o The Name (@thenamemusic), na edição de agosto da nossa Delicious Jukebox. Mas antes de entrar em cena para o bombante show do trio paulista, o guitarrista e vocalista Andy deu um tempinho nos compromissos com a banda para responder nossas perguntinhas de praxe da Jukebox Weekly. O resultado, que vai de Lady Gaga à produção do excelente clipe de “Let the Things Go“, você lê na sequência:

E o hype? O que você tem escutado de novidade?
Na verdade, eu não tenho muito esse lance de hype. Lady Gaga ainda vale? Haha! A última coisa que ouvi mais nova foi o novo do !!! (Chk Chk Chk), que é fantástico, por sinal!

Good Times Bad Times – qual banda/artista sempre esteve ao seu lado, fazendo, por mais piegas que isso possa soar, a “trilha sonora de sua vida”?
Putz! Acho que A-ha é a banda que eu mais ouvi ao longo da minha vida. Acho demais!

Do the D.A.N.C.E. – o que não pode faltar na hora de soltar a franga na pista?
Vontade de se divertir! Good vibrations, sabe? Mistura com cara de pau, som legal, um pouco de álcool e gente animada. Vai até o dia seguinte!

Vocês devem ter se divertido muito gravando o clipe de “Let the Things Go”, né? Como a ideia da interação com a “mão que comanda tudo do lado de fora” surgiu?
Pior que foi engraçado mesmo! A gente tinha a idéia de ter algo nos atrapalhando no clipe, coisas acontecendo que não nos deixasse tocar. Aí o Caetano (diretor do clipe, da Geral Filmes) veio com o roteiro que tinha ovos, soco, vento, água, etc. Na hora a gente já se animou. No dia seguinte, estávamos gravando!

Você não vale nada mas eu gosto de você – todo mundo tem um guilty pleasure, vai. Aquela banda que você só escuta quando não tem ninguém por perto e, por garantia, com fones de ouvido.
Me pegou de novo! Normalmente, por mais brega que seja, eu sempre declaro abertamente o que eu ouço (tipo o A-ha, lá em cima). Haha! Não sei se é um guilty pleasure, mas de vez em quando eu ouço (e gosto de) Tears for Fears. E confesso que sempre me empolgo quando ouço aquelas dance-music anos noventa, tipo Corona, Whigfield e afins.

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