As Listas da Jukebox
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Textbook Uma seleção de reportagens que não foram ao ar no Move That Jukebox!, mas que você tem que ler de qualquer forma. #1. Festivais em Movimento (Set/08) Adriana Alves, para a Rolling Stone BR
Folheando a vigésima quarta edição da Rolling Stone brasileira – aquela que tem a Amy Winehouse na capa… -, esbarrei com um ótimo artigo que tende a revelar a suspeita e criticada “panelinha” de festivais nacionais que se mantêm fora do circuito cultural Rio-São Paulo. Produtores, bandas independentes e atpe o presidente da Associação Brasileira dos Festivais Independentes comentam sobre a corrente que inclui o natalense Madan, o pernambucano Abril Pro Rock e o Porão do Rock, de Brasília. Para conferir, basta comprar a sua cópia na banca mais próxima ou acessar o arquivo do site da revista, clicando aqui. Ainda dá para ler sobre The Killers, Portishead, Mallu Magalhães e, é claro, sobre a estrela da capa. #2. Does The World Need Another Indie Rock Band? (Jul/08) Tim Walker, para o The Independent
Que o artigo é antigo eu sei, mas ainda não chegou nos monitores de muita gente. Usando as palavras certas e sem muitas papas na língua, Tim Walker escreve sobre algo que já estava mais do que na hora de ser comentado: A queda do indie rock. Glastonbury, a velha-guarda e as bandas recém-formadas que não prestam – Tim não abafa na-da. O jornalista ainda usa as citações de um “fã de música indie dos anos 80″, que não deixa de falar sobre a falta de originalidade dos grupos que têm surgido ultimamente. Também é muito questionado o real significado da palavra “indie”, que de uns tempos para cá deixou de ser usado para definir bandas independentes e agora é um adjetivo para as “bandas que usam gravatas skinny, calças skinny e suéteres skinny”. O texto é longo e em inglês, mas você não pode deixar de lê-lo. Só te custa um clique. #3. Amy Winehouse Pregnant? (Set/08) Castina, para o Pop Crunch
A matéria não passa de um boato mal fundamentado, que me faz lembrar de uma brincadeira óbvia que fizemos no último dia 1º de abril. Entretanto, o que mais interessa no artigo é uma fotomontagem que fizeram, tentando adivinhar como nasceria um filho de Amy Winehouse com Blake Fielder-Civil. O resultado é interessante. Por Alex Correa |
Music (for a film, a TV series, a soap opera…) Músicas de Trilhas Sonoras que você não pode deixar passar. Séries, filmes, programas de TV… Não importa – basta ser de qualidade. #1. New York I Love You But You’re Bringing Me Down LCD Soudsystem
Lançada em 2007 em um álbum de nome mais curto, a música pode ser ouvida no nono episódio da segunda e curta temporada da série britânica Skins, enquanto a alienada Cassie admira Nova York pela janela de seu táxi, que não tem um destino exato. Uau. #2. Born Bad Juliette Lewis
Quando uma curta canção de filme vira uma música em todo o direito que a palavra lhe dá? Confesso que não sei, mas diria que Born Bad é uma música em toda a sua essência. Curioso é que Quentin Tarantino escalou Juliette para cantar esses versos em Assassinos por Natureza (1994), muito antes da atriz lançar seu primeiro trabalho como cantora, o que só veio a acontecer dez anos depois. #3. Ottoman Vampire Weekend
Não muito tempo depois de estrear no top 20 da Billboard, o Vampire Weekend já havia gravado Ottoman, que foi ao ar pela primeira vez nesse final de semana – e de um jeito não muito convencional para quem acabou de entrar no complexo mercado fonográfico. Desde o último dia 3, Ottoman vai ao ar nos grandes telões dos cinemas norte-americanos, ao passo que o rosto de Michael Cera fica gravada em um novo personagem: Nick O’Leary, do Nick and Norah’s Infinite Playlist. #4. Rock of Ages Ben Kweller
Essa é das antigas. Não que Natural Born Killers seja um lançamento da última semana, mas Rock of Ages é uma música antiga da nova geração, se é que vocês me entendem. Jamais se podê ouvi-la em The O.C., mas ela aparece entre as faixas da terceira coletânea do seriado californiano, The O.C. Mix 3: Have a Very Merry Chrismukkah. Essa, inclusive, foi a única forma de lançamento da faixa, que até hoje não é tão reconhecida como deveria. Está procurando uma boa melodia no violão, uma voz de um jovem cantor e uma música de Natal que não tem nada a ver com Natal para ouvir? Você achou Rock of Ages.
Por Alex Correa |
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Juicebox: Dicas Musicais Suculentas Antes de começarmos, um conselho: o melhor e mais consistente disco de rock que eu ouvi em 2008 se chama Dig Out Your Soul e é de uma banda chamada Oasis. Faça um favor ao tédio dos seus dias e ouçam o disco. Smoosh É fácil falar do Smoosh especialmente porque é um som fácil de ouvir e de gostar. O Smoosh é um duo americano de duas menininhas que nasceram já nos anos 90. Com idades entre 12 e 14, Asy e Chloe tocam um indie-pop à là Lily Allen, mas com guitarrinhas invocadas que fazem ecos ao som do The Gossip e tem até uma pegada dançante. As menininhas já abriram para o Death Cab for Cutie e para o Pearl Jam (que eu nunca mencionei, mas é minha banda preferida de todos os tempos). Ouçam a pegada Bloc Party pop (no primeiro disco, pelo amor de deus) de Find a Way. X-Wife A sensação de achar uma banda muito boa é… muito boa. E quando acontece por acaso é mais eufórico ainda. Mas nenhuma banda apareceu tão do nada na minha frente quando a X-Wife. Eu fui abrir casualmente minha pasta de downloads do Firefox e lá estavam não um, mas DOIS discos dessa banda. Baixados. E mais ninguém usa minha máquina. Eu não me lembro de ter baixado. Na verdade, nunca tinha ouvido falar desse nome. Resolvi escutar e a surpresa foi boa – achei sensacional. Pesquisando, descobri que eles são de Portugal, apesar de cantarem em inglês. É pra quem já imaginou uma mistura de Strokes com Rapture. Um dos sons mais legais que descobri nos últimos tempos. A excelente On The Radio dá uma idéia.
Los Porongas Nunca tinha escutado o Los Porongas porque o nome parecia ser de alguma daquelas bandas que misturam som brasileiro com rock. Tipo… Nação Zumbi. Nada contra Nação Zumbi, mas já existe o Nação Zumbi para fazer isso então eu não preciso de outras. Enfim, o nome me enganou. Apesar de rolar uma pegada de som brasileiro eventualmente, Los Porongas tá mais para rock alternativo, mesmo. Não consigo comparar com nada, desculpem. Talvez Hurtmold, mas é menos experimental e eles têm letras (excelentes, aliás). O Los Porongas entrou fácil para o meu TOP 5 de bandas brasileiras e fazem parte da (dizem efervescente) cena Acreana. Sim, porque o Acre não só existe, como produz bandas incriveis. Veja Espelho de Narciso, ao vivo. Por Ana Freitas |













Comentários
Adoro essa coluna juicebox, sempre gosto de pelo menos uma das 3 bandas indicadas!
Dessa vez foi Los Porongas, apesar da comparação óbvia com Los Hermanos me surpreendi. Pela qualidade e pela localidade da banda! rs…
Talvez por eles estarem mais longe do funk carioca ou de bandinhas como nx zero, acabaram conseguindo se salvar.