Banda curitibana WACK mostra seu rock lo-fi e suas influências em pocket show feito no último dia 7

Wack - Foto por Mariana Benevides

Foto: Mariana Benevides

Ian Joe (17) e Tami Taketani (18). Esses são os nomes dos garotos por trás do projeto do mais puro lo-fi de que foram capazes de criar. Direto das terras frias de Curitiba, os dois amigos buscam um som despretensioso e com porradas de ruídos e confusões sonoras que se encontram entre o vocal e a guitarra distorcida de Ian e o baixo de Tami. Ah, e o baterista? Gravações no iPod. Wavves, Ty Segall, Weezer, Ringo Deathstarr, Best Coast, Yuck, entre outros, são influências visíveis no trabalho da dupla.

Com dois EPs no ar, Bad Vibes Forever (2012) e WACK LIVE (2013), gravados e produzidos de forma inteiramente independente, os garotos seguem tocando em bares, na rua e, dessa vez, na Itiban Comic Shop. No último sábado (7), WACK plugou seus instrumentos em meio a quadrinhos, decks de Magic, figure actions, pôsteres e um bate papo com Rodrigo Okuyama, Valdecimples e seus zines. Com batida ritmada, o baixo pesado e uma guitarra que se confunde com o vocal, “Melting Into My Shoes” é a música escolhida para abrir o pocket show. A maioria das músicas tocadas compõe seu último registro, WACK LIVE. Atenção redobrada para “Burning In Grey”, que é provavelmente a mais eficaz em retratar a essência dos garotos.

Assistidos por amigos e curiosos, Tami e Ian deixam clara a forma divertida com que levam seu projeto, mesmo com alguns problemas técnicos (levados com piadas e cerveja), e o gosto que tem pelo som que fazem.

  • sdds cabelo

  • Saraiva

    “Ah, e o baterista? Gravações no iPod” Simples e interessante assim.