Batemos um papo com a cantora francesa ZAZ antes de sua rápida turnê brasileira começar

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Em 2010, Isabelle Geffroy cravou seu disco de estreia na primeira posição das paradas francesas por nada menos que oito semanas, além de também ter conquistado o pódio na Bélgica e na Polônia. O álbum é o auto-intitulado ZAZ, que teve como principal single a faixa “Je Veux“.

Após ter rodado o mundo com seu projeto musical, ZAZ lançou, em 2013, seu segundo esforço de estúdio, Recto Verso. E é justamente com esse trabalho que a cantora chega ao Brasil. Em sua primeira vez em nossas terras, a francesa de 33 anos tem marcado um giro de quatro apresentações. A primeira delas acontece nesta quarta-feira, no Sesc Palladium de Belo Horizonte. Amanhã, o show é no Circo Voador, no Rio de Janeiro. Já a capital paulista terá duas oportunidades de ver a moça: 22 e 23 de março, no Sesc Pompeia.

Em parceria com a Sony Music Brasil, o Move bateu um rápido papo com ZAZ por e-mail. Enquanto lê a entrevista, dê o play na divertida “Comme Ci, Comme Ça”, canção do novo álbum e que com certeza estará presente nas aparições da cantora no país.

Move: Primeiramente, por que o nome “ZAZ”?
ZAZ: Pela noção de ciclo, basicamente. Tudo termina, se inicia e termina novamente.

Você já apresentou na Sibéria, no alto do Mont Blanc e em uma mina de sal da Colômbia. Pretende visitar e cantar também em algum lugar exótico no Brasil?
Gostaria muito de conhecer a floresta amazônica.

Seu primeiro disco passou oito semanas no topo da parada francesa, o que deve ter causado uma certa pressão na composição do segundo trabalho. Passada essa temida prova de fogo, você se sente mais leve a ponto de já pensar em um terceiro álbum?
Estranhamente, não mesmo. Dou meu melhor na minha música. Faço música pelo prazer. Não acho que pensar no sucesso comercial seja algo benéfico para a criatividade. Eu simplesmente faço porque amo. O sucesso que vem disso não é meu.

Sua música parece nascer perfeita para trilhas sonoras de filmes – tanto que uma canção sua entrou na trilha de A Invenção de Hugo Cabret. Rola mesmo essa identificação com cinema ou não é algo premeditado?
Eu não costumo pensar nisso quando estou criando minha música. Não era uma expectativa, mas está acontecendo. Rolou com filme americano e até mesmo no Brasil isso irá acontecer, em um filme ou alguma série. Muitas pessoas pedem pra usar minhas músicas, mas eu não penso nisso durante meu processo criativo. Mas eu amo cinema, e um dos meus maiores sonhos é atuar em algum filme.

Quais são os lançamentos recentes que você mais tem ouvido ultimamente?
Tenho ouvido bastante o último disco da Fiona apple.

Tem alguma surpresa ou novidade preparada para os shows no Brasil?
Sim, claro! Mas não posso dizer nada sobre isso, por enquanto. Se você e os leitores quiserem saber sobre as pequenas surpresinhas preparadas especialmente para o Brasil, terão que ir ao show.

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