BRAZA - Tijolo por Tijolo

BRAZA
Tijolo por Tijolo

Lançamento: 26/05/2017

Em meados de 2015 a banda Forfun anunciou seu fim/hiato que culminou com uma bela turnê de despedida que se estendeu até o fim daquele ano. O BRAZA nasceu como ideia mesmo antes do fim do Forfun, o primeiro disco começou a ser gravado ainda em 2015. Com Nicolas Christ, Vitor Isensee e Danilo Cutrim, a formação só não conta com Rodrigo Costa que por sua vez deu vida ao ótimo Carranca. O primeiro e homônimo trabalho da banda foi muito bem recebido, menos rock e com muito reggae, rap, ragga, letras criticas e mesmo assim positivas, como já é característica das composições do trio.

Chamado Tijolo por Tijolo o segundo álbum foi disponibilizado pela banda dia 26 de maio sem nenhum aviso prévio, o álbum gravado com o apoio de Pedro Garcia e Pedro Lobo é um dos grandes lançamentos do ano, a sonoridade é única, influencias são muitas e cada canção traz uma percepção diferente do trabalho.

Com um riff game/eletrônico “ANDE” a primeiro single do disco, demonstra as inúmeras cores que a musicalidade da banda pode oferecer, um reggae hora na voz de Danilo, hora nas falas rimadas do grande Vitor Isensee. Os metais de “SELECTA”, o rap, reggae e percussão de “MOLDADO EM BARRO”, o ragga de “ELA ME CHAMOU PARA DANÇAR UM RAGGA”, uma feira sonora com muitas das boas formas de se fazer música.

“TIJOLO POR TIJOLO” música que dá nome ao disco, é a síntese do que é a banda, Vitor mandando a real nas rimas, bateria e baixo precisos de Nícolas e Pedro Lobo e a guitarra swingada de Danilo. O rap “CHÃO CHÃO TERRA TERRA” precede a viagem instrumental “DUBRASILIS”, “A noite vai e a estação dá o tom No funk, dub, ragga ou no reggaeton” assim diz a tropicalíssima “RACHA A CANELA”. “EXÉRCITO SEM FARDA” tem a ilustre participação de uma das precursoras do dance hall jamaicano Sister Nancy. A grooveria, miscigenada e criativa acaba na linda “QUAL É O ROSTO DE DEUS?”.

Ainda no segundo trabalho a banda já tem uma relevante obra escrita e cantada, falando sobre o Brasil, nossas religiões, nossos problemas sociais, sobre o afeto e sobre ser positivo.

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