the o.c.

Coffee & TV – Tudo o que sei sobre música, aprendi com The O.C.

“We’ve been on the run, driving in the sun, looking out for number one…”

E eu sei que você sabe o que vem a seguir. Muito provavelmente, o teclado do Phantom Planet domina sua cabeça nesse momento, ao mesmo tempo em que o famoso refrão ecoa nas suas ideias e você olha aflito para os lados, se perguntando se alguém está testemunhando esse deslize. Se você está preocupado em admitir o que você fazia nas muitas noites de quartas-feiras passadas, ou pior, nos fins de tarde dos dias de semana em meados de 2005 e 2006, shame on you, caríssimo leitor. Eu sei, você sabe e até minha mãe está perfeitamente ciente de que, ainda que meio sem querer querendo, todo mundo assistia a The O.C.

Admito sem vergonha alguma que o drama adolescente com pobres meninos ricos da Califórnia sempre vai ser a série da minha vida. Esse tipo de coisa a gente não escolhe, simplesmente acontece. E mesmo que hoje eu já tenha assistido a muitas outras séries, a maioria delas inegavelmente melhor, não consigo ouvir “California” sem sentir o coração acelerar um pouquinho de nostalgia. Nem Walkmen e Death Cab For Cutie. Ou Rooney. Ou Jem, Spoon e Smashing Pumpkins. Nada Surf. E até mesmo The Killers.

Sim, pois além dos infinitos problemas de Marissa Cooper, as incontáveis brigas a cada fim de festa e o sem número de suspiros que já dei por conta de Seth Cohen, a maior e melhor herança que carrego de Newport Beach é a educação musical. Veja bem, eu tinha onze anos quando assisti ao seriado pela primeira vez. Aos onze anos, a gente se vê numa fase meio cinza no que tange a preferências pessoais. Eu, pelo menos, não sabia direito do que gostava. No ano anterior eu havia comprado meus primeiros CDs de “gente grande”: um do Evanescence e um da Britney Spears. Entendem o que eu quero dizer?

A maior parte dos meus amigos da escola já estava intoxicada pelo sertanejo, os emos começavam a dominar a MTV e eu sentia que as coisas que meu pai ouvia ainda eram um tanto quanto “cabra-macho” demais para uma garotinha que achava “Jesus Of Suburbia” o cúmulo do rock’n’roll. Em The O.C., eu me encontrei (foi só aqui ou vocês também enxergaram umas andorinhas voando ao redor ao som de violinos?).

Numa época em que a internet não se fazia tão presente nas nossas vidas – certamente não na minha – não havia outra maneira de descobrir certas bandas um tanto quanto “obscuras” não fosse pela trilha sonora sensacional do seriado e todos os pôsteres de bandas nas paredes do quarto de Seth Cohen. E não foi só comigo. O universo musical da série chamava tanto a atenção dos espectadores que os roteiristas passaram a investir na área: multiplicaram-se os episódios em que o quarteto fantástico formado por Ryan, Marissa, Summer e Seth iam a shows no saudoso Bait Shop, surgiram sites dedicados a listar todas – sim, eu disse todas – as músicas que tocavam em cada episódio, e a equipe de marketing abraçou a deixa para lançar, além dos boxes com os episódios, “mixtapes” com o crème de la crème de cada temporada. Ao todo, foram seis The O.C. Mix lançados – um, inclusive, especial de Natal, só com canções natalinas um pouco menos bregas para agitar o seu Chrismukkah – e eu lembro até hoje do dia mágico em que comprei o meu primeiro.

Num pequeno intervalo de tempo, The O.C. tornou-se sinônimo de indie rock, um termo que hoje inspira diversas concepções, mas que, naqueles dias menos frenéticos, significava apenas música boa e diferente do que o rádio e a MTV nos mostrava. Todo hipster descoladinho fã de Doctor Who e leitor assíduo da NME de hoje deve um pouquinho a Seth Cohen e suas espertas escolhas no meio musical. Se já roí todas as minhas unhas de ansiedade esperando o dia 29 de março, quando finalmente verei o Killers no palco do Lolla – e estou plenamente ciente de que um bom número de pessoas está rolando os olhos nesse momento, já que a banda não é mais tão “cool” quanto já foi um dia -, foi porque, em um episódio da segunda temporada – mais especificamente o quarto, “The New Era” -, eu me perguntei que música bacana era aquela que os caras tocavam no palco do inferninho indie e quis saber mais. “Smile Like You Mean It”.

Eu devo isso àquela menina de doze anos deslumbrada com as novidades e sei que o Jockey Club de São Paulo é absurdamente maior que o escuro e apertado Bait Shop, mas estou certa de que Seth Cohen adoraria estar lá.

  • Isa

    Ah Anna, compartilho de tudo! Mas pra mim a maior herança de The OC foi Death Cab For Cutie, que tá na minha playlist até hoje! Curto demais todos os cds de trilha sonora e tem pouca coisa que eu mudaria. 🙂

    Estreou muito bem por aqui.

    Beijo!

  • Anna Luiza

    Anna, parabéns pela coluna tenho certeza que essa conquista é fruto do seu talento!! Já sou leitora do seu blog e por isso sei que você arrasaaa com as palavras. Beijoos e sucesso

  • Putz!! Minha história com a música é bem parecida com a sua. Adorava o seriado. . Você escreve muito bem, gostei muito da coluna. Parabéns.

  • Anninha, estou me sentindo excluída agora porque nunca assisti The OC! Nessa época eu só acompanhava Gilmore Girls, e olhe lá. Gostaria de ter me identificado mais, mas deu pra captar a ideia geral e a importância da série na sua vida musical. Já estou ansiosa para o próximo texto da coluna!

    Beijos, flor.

  • Posso tietar aqui? Posso? Genial Annoca! Como tudo o que voce faz né? O nome da coluna é amor, o post de estreia simplesmente genial! Não era viciada em The OC, mas realmente, a trilha sonora deles é uma ooisa.

    Parabens pela estreia flor e continue arrasando ♥

  • Parabéns pela estreia! Meu sonho é acompanhar The O.C, tendo em vista que eu só vi uns episódios perdidos no sbt porque era pobre e não tinha warner, pois é. E fiquei imaginando qual filme você imagina quando escuta “tempo perdido”, por exemplo hihihi
    Adoro acompanhar tua carreira jornalística e espero que essa coluna seja sempre assim, tão boa e que você brilhe muito pelo mundo ainda!
    Abraços.

  • Um dos melhores textos

  • Fazia tempos que não lia nem parava pra olhar o movethat. Parei de ler e olhar o movethat., porque não sentia mais a energia de quando conheci o move a uns tempos atrás e lá se vai um tempinho. Mas depois desse texto vou voltar a olhar e ler com mais paciência.

  • Luana Santos

    Meeeeeeeeeeeeeu deus…meeeeeeeeeeeeeeeeu deus
    Vc falou tudo o que eu penso e o que eu sentia, E mais um pouco!
    Só a gente sabe como era legal chegar no fim de cada episódio e sair correndo pra procurar a ‘música que tocou’.
    Me deu até vontade de alugar todos os boxes e assistir tudo de novo, ouvir tudo de novo e redescobrir minha paixão por We’ve been on the run, driving in the sun

  • Victor Aslan

    The O.C foi uma daquelas coisas que marca para sempre.Eu tinha a mesma idade que vc na época e eu sofri um impacto bem parecido.Comecei vendo essa série pq todo mundo falava que eu tinha muito haver com o Seth e eu acho que isso levou a todo esse descobrimento musical.Bons tempos, acho que the O.C era o que todo adolescente dessa idade sonhava em ser quando crescer hahaha

  • Zadig

    01bjin doce pra Anna que me fez chorar de emoção ao lembrear de O.C.

    Ps: ainda passa no VH1 as 7 da noite.

  • Jeane

    Adorei o post e achei a ideia da coluna muito interessante!
    The O.C. influenciou muito meu gosto musical também, acho que foi quase como um divisor de águas junto com One Tree Hill na minha vida haha. Antes eu gostava só de pop fabricado e a partir daí comecei a ‘expandir os horizontes’.
    Deu até vontade de rever as quatro temporadas agora – mesmo que algumas sejam fracas, a trilha nunca deixou a desejar!

  • Ste

    Forte identificação aqui (: The OC mudou muito, mudou tudo. A gente não escolhe coisas assim, mesmo.

    E Death Cab For Cutie, como não amar?

  • Bárbara

    “não consigo ouvir “California” sem sentir o coração acelerar um pouquinho de nostalgia.” haha nossa, disse tudo aqui viu! <3

  • Nossa, garota! Você escreveu TUDO o que eu passei/senti/vivi com essa série! E escreveu lindamente.
    Eu, bem mais velha que você na época (eu tinha 17/18 anos) que assistia diariamente em 2005/2006, quando a Warner passava a série às 5 da tarde. Posso dizer que The O.C foi minha vida por uns 2 anos, em que a cada tarde eu esperava pra me deliciar com alguma musica nova que iria conhecer, com alguma frase sarcastica e ironica que o Seth ia deixar escapar, com algum drama infantil e bobo dos pobres meninos ricos. Eu ja conhecia The Killers e outras bandas que tocavam la, mas era sempre emocionante ver como certas musicas ganhavam novos ares, aplicadas a um contexto; Os roteiristas da série conseguiram essa proeza.

    Pra quem conhece a série superficialmente pode parecer mais uma daquelas séries adolescentes futeis, um seriado de patricinhas e coxinhas (ouvi isso de uma pessoa que viu o box da 1a temp. enfiado no meio dos filmes cults da minha DVDoteca) mas pra quem viveu nesse mundo junto com Marisa, Ryan, Seth e Summer, sabe o quanto foi magico e acolhedor acompanha-los.

    Parabens pelo texto 😉

  • Paulo Cesar

    HAHHAA,,tbm sofri educação musical com O.C e Seth Cohen foi ali que consegui me abastecer de coisas novas e refrescantes ja que a Mtv ja vinha decaindo e a net era algo restrito..o que me chamou atenção, junto com o espiral de emoções passados pelos personagens foi a preocupação com a trilha, indie até o osso, foi de muita emoção ouvir a voz esganiçada do vocal do Walkemen em um dos episódios..e o fecho de temporada ao som de HalleJuiah do Leonard Cohen, na voz eterna de Jeff Buckley..era lindo.. 🙂

  • Priscila

    deu uma vontade louca de ir no lolla também.. tinha até desistido, mas de pensar nisso tudo… haha
    e sem contar rooney que até hoje não é lá muito conhecido, mas é obrigação de qualquer fã de o.c. conhecer/gostar da banda ahaha 🙂

  • Priscila

    e ainda me lembro de quando comecei a escutar los hermanos e uma das primeiras coisas que eu pensei foi “o seth iria adorar essa banda” :~~
    HAHAHAHAHA

  • Anna… Que texto e idéia genial, me fez lembrar das minhas origens, naquela época era complicado trocar/encontrar música e The OC salvou nossas vidas!

    Eu gravei um EP e minhas músicas devem muito a esse seriado, depois dá uma olhada, Anna!

    jowFR.com.br

  • Nadyne

    Risos, eu estava vendo nestante na VH1. :’) good memories, adorei sua resenha, tinha toda a mixtape’s mas agora perdi todos /cry a lot.

  • Raquel

    só amei!

  • e eu ainda lembro do Seth botando pra tocar Wonderwall do Ryan Adams na vitrola quando ele e a Summer perderam a virgindade HAHAHA <3 apenas minha vida.

  • Thiago Diegoli

    Tem um episódio na primeira temporada que o Seth, coloca um vinil pra tocar, e a música é Wonderwall, cover do Oasis tocada por Ryan Adams… Essa foi a mais marcante para mim. Depois veio Move on do Jet, a versão de California que Mates of State tocava nas aberturas da última temporada. Teve o Subways tocando Rock and Roll Queen no Bait Shop.

    Estou revendo pela quarta vez a série, e não me canso. Cada vez, um detalhe novo aparece.

    Outra que marcou minha adolecencia, não só pela série, mas também pela boa música, foi One Tree Hill.

    Muito bom o post Ana, e espero ver mais iguais a este.

  • Luiz Fernando

    Este texto foi tão bem escrito, que eu levantei da cadeira e bati palmas. Não porque eu assistia O.C., porque não, eu não assistia. Nem porque eu gosto de Killers, porque nunca tive paciência. Mas pela construção tão natural de vínculo que a escritora cria com quem lê, com uma intimidade tão despretenciosa que ela escreve. Há tempos não desfrutava de um bom texto como esse. Meus parabés, Anna Vitória.

  • Caio

    Muito legal o texto!! Vale muito para aqueles que assistiram Friday Night Lights também, outra série com uma trilha musical sensacional!
    Rooney muito bem lembrando, demais!!

  • Juliana

    Cara, muito bom!
    Texto super bem escrito e amarrado e nossa, falou tudo que muita gente quis falar. Sempre fico tentando entender as origens – quando me separei musicalmente dos amigos que hoje escutam, sei lá, sertanejo, haha. E é isso, O.C foi uma grande parte disso, um escape pra gente. Me lembro de 2005, aos 14 anos escutando death cab naquele trambolhão de ipod e de ficar no computador fuçando sites e… comunidades do orkut, hahaha. parece outro mundo.
    Acho que muita gente se identificou com seu texto, Anna! Eu curti demais. :))

  • Muito massa, mesmo.

    mas esqueceu da principal musica do seriado (pra mim) hahaha jeff buckley – Hallelujah.

  • Ainda na semana passada estava procurando bandas para inserir na minha playlist, e me vi tentando lembrar de todas as maravilhosas bandas de The OC, que nosso excelentíssimo Seth Cohen sabia listar como ninguém. Com um pouco de vergonha em meu coração, acabei dando um play e todos os seis “Music from The OC”. Passou, porque percebi que a série mudou meu gosto musical e ainda reflete hoje em meus 22 anos de vida. Hahaha

  • Cristie

    Anna, parabéns!
    Que lindo post, e você falou tanta coisa que sempre fez todo sentido para muitas pessoas que assistiam O.C <3

  • Deyse

    Ah, Anna, quando vejo você falar de O.C. uma lágrima falta escorrer no meu rosto, porque é muito amor seu por uma série que tem todo o meu amor, também. Não posso deixar de assinar embaixo de tudo que você disse. E morra de orgulho de mim, que comprei meu primeiro box de The O.C. dia desses e tou só esperando chegar.
    Parabéns pela coluna! Você mais que merece, por favor, né.
    Beijo!

  • E mais uma curiosidade, dona Anna… Alexandra Patsavas, é a mente genial, supervisora musical de cinema que escolhia as músicas e bandas q tocariam no The OC, quem quiser achá-la agora, é só assistir Grey’s anatomy ou ir direto pra trilha sonora da série. The OC virou uma referência tão grande musicalmente falando, que Alexandra criou o próprio selo musical, o Chop Shop Records.

  • wagner

    Parabéns pelo post! Há tempos esperava algo parecido. A maioria das bandas que estão no streaming hoje em dia, já tiveram passagem garantida por “The O.C.”, e sem contar que foi, ao menos para mim, uma das melhores séries que já apareceu. Próximo post eu falaria de One Tree Hill, que também teve sua cota de contribuição ao que diz respeito à nossa “educação musical”.

  • Clara

    Anna, não poderia me identificar mais com o seu texto!
    me lembrou a época em que eu passava dias e dias assistindo os extras dos DVDs de The OC que mostravam os nomes de algumas músicas, The Roots, The Spoon, Death Cab and so on
    AAHHH bons tempos, isso é inegável 😉

  • Nicole

    SENSACIONAL!
    Ia falar a mesma coisa, além de The O.C., One Tree Hill também trouxe ótimas influências musicais!
    Me sinto tão velha ao assistir aquele comercial de Magnum, onde aparece a Rachel Bilson! Cara, só eu reconheço, galera de gerações anteriores mal sabe o que The O.C. representou!
    Nossa, é verdade, Hallelujah é marcante na série, mas prefiro nem lembrar os momentos dessa música, que se encaixou perfeitamente!

  • Que texto mais fofo!!
    Apesar que na época do the O.c. passei para os 20. O seriado também não me mostrou nenhuma banda que não conhecesse. Mas era fã de carterinha daquele drama todo.
    Mas é a essência do seu texto, todo mundo acaba tendo uma versão de the o.c. da sua época. Pode ser um seriado, filme ou programa de tv, é aquilo que vem e te mostra algo novo que muda tudo.
    Parabéns!!!

  • Natália

    Amei essa coluna! Podia ter sido eu quem escrevi pois compartilho todos esses sentimentos.
    Foi por causa de The OC que eu comecei a gostar de “indie” e gosto muit até hoje. E foi Seth Cohen que me apresentou Death Cab, uma das minhas bandas favoritas até hoje.

  • Acho que daqui a alguns anos alguma garota deve escrever um texto semelhante, mas com Crepúsculo ao invés de The OC.

  • Pérfida Perfídia

    0 que tem demais “California”, Dio Santo? 0ne Direction poderia tranquilamente gravar essa “pérola”, vamocombiná!

  • Eu sou sua fã número 1, jamais ficaria de fora da tietagem aqui também! Anna, parabéns, parabéns pela coluna, você merece! Não entendo nada de música indie, mas te leio em qualquer canto, sobre qualquer assunto!
    Beijo!!

  • Excelente texto! Adorei o nome da coluna também.
    Eu gostava tanto de The O.C quando era mais nova! Mas aí depois de grande não consegui passar da segunda temporada. Não sei o que aconteceu =( Mas gostei do que vi. E a trilha era fantástica mesmo. Outras duas séries incríveis nesse quesito são Skins (<3) e One Tree Hill! Daquelas que a gente escuta as músicas e já lembra dos personagens. E, vamos combinar, que Seth Cohen seria um par perfeito pra esse show do The Killers, né? Ai, ai… Hahaha!
    Beijos!

  • Anna,

    Assino em baixo de tudo o que você disse! The Killers é MUITO The O.C.! Inclusive, acho que a primeira música deles que escutei na vida foi “Smile Like You Mean It”. Fora o monte de coisa legal que conheci por causa da série. Death Cab e Imogean Heap são só alguns exemplos!

    Fiquei com saudades dos meus anos de ensino médio com esse seu post, viu? Saudades de meus dias de Seth Cohen hehe

    Beeeeijos e parebéns pela coluna!!

    Michas

  • Caio

    Muito bom o texto, adorei a ideia da coluna. Fantástica!

  • Gabriel

    Texto muito bem escrito.O.C foi o responsável por grande parte da pessoa que sou hoje e foi gratificante ler um texto que transcreve de forma brilhante o sentimento que tenho pela série.

    Parabéns!

  • Layla

    que legal! The O.C. foi a primeira série que acompanhei intensamente em toda a minha vida e eu tinha um pôster do Ryan pendurado em meu guarda-roupa, e dava bom dia pra ele todos os dias (ah vai, eu tinha 12 anos.. hahaha) enfim, meu estilo musical de hoje se define por causa dessa série e rolou uma identificação com o texto na mesma hora! amei!

  • Dandara

    Amoo indie rock por causa de the oc,comecei a assistir na 3 temporada com 15 anos, fui atrás do das outras temporadas me apeguei profundamente aqueles personagens, chorei com Marissa cooper, me inspirei na summer e procuro um namorado estilo seth até hoje rs, minha série preferida acho que pra sempre. ninguém mencionou imogen heap???? hide and seek, paint the silence, Dice, cartwheels e wonderwall(ryan adams) vão ficar guardadas no computador pra sempre. Amei seu blog vou acompanhar sempre :*

  • Foi em The O.C. que conheci Finley Quaye, com a música DICE. um dos melhores finais de temporada. Depois disso nunca mais o album Maverick a Strike saiu do meu iPod. E nem é indie rock.

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  • The OC sem dúvida nenhuma me educou musicalmente ♥

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