Concorra a um exemplar de FAB – A Intimidade de Paul McCartney, lançada pela Editora Record

Promo encerrada!

Os sortudos que levam, cada um, um exemplar da biografia de Paul McCartney são:

Pedro Paulo

Cíntia Perin Chesini

Fernando Halal

Chequem seus e-mails, pessoas. Parabéns, valeu pela participação e boa leitura.

Aos que não ganharam, fiquem atentos. Logo mais entram novas promos bem legais por aqui.

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Pra quem curte biografias, é melhor se sentar. Howard Sounes, autor elogiado e reconhecido por biografias de Bob Dylan e Charles Bukowski, passou mais de dois anos investigando vida e obra de Sir Paul McCartney. O resultado, que contou com mais de duzentas (!!) entrevistas de pessoas ligadas ao músico, é a biografia mais rica e abrangente já escrita sobre o eterno ex-baixista dos Beatles.

FAB – A Intimidade de Paul McCartney é um calhamaço imperdível e totalmente excelente de, veja bem, 700 páginas recheadas de histórias, curiosidades e tudo o que você sempre quis saber sobre Macca. Tá a fim de ter um exemplar entregue aí no conforto de sua casa? Temos, em parceria com o Grupo Editorial Record, três livros pra sortear entre os beatlemaníacos leitores do Move.

Quem quiser tentar a sorte e ser o feliz ganhador da biografia do Paul, é só falar na caixinha de comentários ali embaixo QUAL É SUA MÚSICA FAVORITA DA FASE SOLO DE PAUL MCCARTNEY. Três respostas serão sorteadas, e os autores receberão em casa um exemplar de FAB – A Intimidade de Paul McCartney. Bem simples, certo?

Então, pense aí na resposta e torça pra ela ser uma das escolhidas na próxima quarta-feira, dia 14. Boa sorte!

101 Comentários para "Concorra a um exemplar de FAB – A Intimidade de Paul McCartney, lançada pela Editora Record"

  1. Pipes of Peace com certeza! Quero muito conhecer toda a história de Sir McCartney!

    “Help me to learn”

  2. ”Picasso’s last words”, porque tem uma harmonia que sintetiza todo o album (Band on the Run) e porque foi feita durante um jantar com o Dustin Hoffman, num clima que simboliza bem os anos 70, a transformação da arte, etc

  3. Maybe I’m amazed. Logo após o fim dos Beatles, Paul vem com seu primeiro disco solo, e com essa preciosidade.

  4. Eu amo o Paul e toda a sua carreira, mas tenho uma música preferida: Maybe I’m Amazed. Ele escreveu para o amor da vida dele, Linda McCartney(falecida rm 1998), e a minha mãe(fã também do Paul) sempre colocava essa música para mim ouvir desde quando eu era guria! E o mais incrível e emocionante é que eu tive a sorte de ver o Sir Paul tocar em seu show em NY(15 de julho deste ano) este clássico, foi super emocionante!

  5. Definitivamente é Here Today, lembro sempre da emoção que foi ouvi-lo cantar essa música no Morumbi <3

  6. Hey Jude. Por que essa música tem uma coisa boa, positiva que a faz a gente se sentir bem e no final todo mundo canta junto; e isso, é puro McCartney, bebê.

  7. A minha memória mais antiga e a única que tenho da minha mãe, é ela cantando Ram on do segundo disco solo do Paul. Então essa sempre será minha música predileta, não só do Macca, mas de todas. Essa canção me marca tanto que comecei a tocar o ukulele, instrumento usado nessa faixa.

  8. Minha música favorita do Paul solo varia entre My Love (a declaração de amor mais linda do mundo), Let me roll it (que me fez chorar muito ao vivo nos últimos shows no Brasil) e Ever present past (uma música recente, alegre, honesta, encantadora). E tenho certeza que, com o próximo álbum em 2012, terei outras favoritas para variar. Assim, espero ganhar o livro para ler enquanto aguardo a próxima favorita!

  9. Band on the run, live and let die, esta ultima depois show no morumbi então…..

  10. Minhas preferidas de sir McCartney só Vinícius Félix sabe! Grande garoto!! Boa sorte pro vencedor!!!

    p.s.: estava folheando esse livro ontem na Livraria Leitura (merchan gratuito).Comprarei em janeiro!

  11. Música: Maybe I’m amazed!

    Por este livro serei “totally amazed”

  12. “My Love” – minha mãe dizia que quando era adolescente a música tocava nas festinhas e causava comoção entre os casais apaixonados. “Aumenta o som!”, ela pedia sempre.

  13. “Love In Song”, um atestado de que os discos mais subestimados escondem os tesouros mais valiosos.

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