De cara: “Mylo Xyloto” – Coldplay

Lembra da nossa resenha ao vivo do Suck It and See do Artic Monkeys? Que tal fazermos isso com mais frequência?

A “resenha de cara” de hoje será do disco novo do Coldplay, o quase impronunciável Mylo Xyloto, que vazou recentemente.

É a primeira vez que vou escutar o álbum na íntegra e já vou sair escrevendo. Sem repetição e sem outra chance, tanto pra mim quanto para o Coldplay. Vamos? Começou!

“Mylo Xyloto”

“Mylo Xyloto” é tão curta. Dá pra fazer algum comentário? Já estamos em “Hurts Like Heaven”…

“Hurts Like Heaven”

Que clima animado, hein? Gosto da voz dobrada do Chris Martin. A letra é bobinha, mas o refrão gruda que é uma beleza. E já temos também a primeira sequências de “ohhh ohhh” para ser cantado em estádios.

“Paradise”

Paradise é o segundo single do disco. Já conheciam? Ritmo mais lento, batida forte e marcada, piano mandando na música. Uma canção mais típica do Coldplay. Adivinha se tem um “ohhh ohhh”? Lógico que tem. No refrão os corais e o clima orquestral indicam que se trata de uma prima de “Viva La Vida”. Aquela batida forte e meio eletrônica do começo da música nos enganou.

“Charlie Brown”

Uhhhhh. Uhhhhhhh. Vamos lá. Não sei se sou só eu, mas não achei um atrativo na faixa. Muito genérica. Só gostei mesmo dos “Uhhhh Uhhh” no começo e fim. Na letra Chris Martin tentam ser rebelde e dar uma de menino perdido. Não cola.

“Us Against the World”

Nós contra o mundo. Uma baladinha ao violão. A canção mais simples e direta até agora. Mais instrumentos vão chegando ao longo da música, dando uma força. Podia ter ficado sem essa, ia bem demais enquanto era mais simples.

“M.M.I.X.”

Alguém escutou essa faixa? Santa enrolação… Quase passa despercebida.

“Every Teardrop Is a Waterfall

Esta aí o criticado primeiro single do disco. Só porque tem “elementos” de outra canção. Confesso que de cara detestei essa guitarrinha descaradamente roubada do U2. Porém quando ouvi a faixa funcionando bem na pista e no Rock In Rio comecei a aprova-lá. É boa. Curto o fim só com a bateria. Lembra o finzinho de “Karma Police”, né (ou tô louco)?

“Major Minus”

Uhh uhhh. Uhhh uhhh. De novo esse recurso, Chris Martin? Você não era disso… Sei que é foda usar uma crítica genérica para criticar exatamente isso na música, mas é a única saída. O solo de guitarra é bacana, mas o The Edge já usou esse timbre. E o uhhh uhhh também é do U2. Devolve, Chris.

“U.F.O.”

Que acerto são estas baladinhas diretas e rápidas do Coldplay. Não dá tempo de dar mancada. Chris Martin vê algo de estranho no céu. Ainda não identifiquei o que ele quer dizer nessa letra. Viagem.

“Princess of China” (featuring Rihanna)

Rihanna chegou e de repente o Coldplay deixa de soar Coldplay. FM total, sem graça total. O clipe deve fazer sucesso se souberem usar a Rihanna. Desculpa aí. E dá-lhe mais ohh ohh.

“Up in Flames

Tá acabando o quê Chris? O disco? Porque não tá fácil. Piano + batida eletrônica. Lembra Radiohead. Especialmente pelo refrão meio choroso. Quando joga no garantido o Coldplay agrada até.

“A Hopeful Transmission”

Sabe, hora de uma confissão. Sabe  os hits do Coldplay? Curto eles. “Speed of Sound”, “Clocks”, “In My Place”. Isso tudo para esconder que não saquei nada dessa canção.

“Don’t Let It Break Your Heart”

Errei, né? Não vou esconder. Achei que estava comentando “A Hopeful Transmission”, mas já era outra música. Culpa dessas vinhetinhas cara de pau.

“Up with the Birds”

Última faixa. Sem ser mal humorado, mas  nada nesse disco me pegou “de cara”. Talvez “Ever Tear Drop”, que já conhecia.

Sobre “Up With The Birds” uma consideração. A faixa melhora muito na sua segunda parte. Pena que já é meio tarde para salvar a faixa e o disco.

Resumindo a história

Em resumo, “Mylo Xyloto” parece um disco sem muita inspiração e genérico demais. Vinhetas bobas. Letras sem boas sacadas. Talvez seja o caso de uma segunda audição, mais atenta e sem ter que correr para resenhar as faixas (um detalhe do nosso desafio). Especialmente porque, segundo Chris Martins, o disco é conceitual. Ou seja, espero mesmo que tenha mais conteúdo nessas letras.

Chris Martin também prometeu um som mais cru para o disco, mas não entregou isso. Gostaria que fosse. Algumas faixas parecem ter elementos demais. Não que seja um problema muita informação, mas tudo soa meio incompleto. Tamanha quantidade parece um truque para esconder esse problema. Bastar reparar na faixa que tem a participação da Rihanna. Quando de fato a banda soa cru, direta e simples, consegue fazer faixas melhores, como “U.F.O” e “Us Against The World”.

Resumo do disco em uma frase? Muito regular para uma banda grande como o Coldplay.

  • Will

    Curti muito esse negócio de review em tempo real. Tem que ter coragem, porque eu pelo menos mudo muito de opinião desde a primeira vez, até chegar a uma opinião formada de verdade.

    Já ouvi o álbum, e a maior parte das músicas já tinha escutado nos festivais e programas de tv que eles fizeram pela vida aí.

    Comentando por cima o que eu li, acho muito, mas muito errôneo comparar tudo com o U2. Você não é o único, mas as pessoas adoram isso. Até parece que o U2 é o único que é permitido usar tal timbre, e tal formulas de fazer música. Parece que é um vício entre os críticos falar do U2.. enfim. Tô falando como alguém que curte muito a banda, mas eu sei ver os defeitos de quem não curte tanto assim. A quantidade de “oooh.. uuuh” é realmente grande, compreenssível. Mas tá virando cada vez mais um artifício pelo Chris desde Viva La Vida, até agora não enjoou pra mim, vamos até quando. Porém lembrando que, nem todos conseguem funcionar em shows tipo estádio. Poucos “oooooh” sobrevivem como coro certo na plateia durante os shows.

    Princess Of China é realmente uma polêmica, mas de acordo com a história que o disco conta, se encachou de uma maneira oportuna. A voz da Rihanna tá aceitavelmente diferente, se não fosse pelos excessivos sintetizadores, talvez soaria melhor. Realmente, é a música mais “FM” do Coldplay, totalmente diferente. A versão ao vivo que já corria pela internet soa um pouco melhor, indico até.

    Acho que o Coldplay pensou em fazer um disco concentual, que deveria ser escutado dessa maneira, inteiro e na ordem. Eu acho que deu certo, dou parabéns a eles, porque hoje em dia é uma missão em tanto fazer isso, ousar dessa maneira e ainda conseguir fazer sucesso com um hit ali e outro aqui. Fora a pressão que todos fazem, a exigência em cima deles. É uma responsa, e eles tão desde Viva La Vida experimentando e inovando, os caras tem mandado.

    Finalmente, pra uma review de cara assim, até achei bem digna. Mas acho que talvez você possa com o tempo dar mais chance ao Coldplay. Every tear Drop só pegou com vc depois de um tempo, não é? Acho que há uma probabilidade de acontecer isso com o disco. Ou não. Eu achei um bom disco.

  • Thales

    Descordo completamente do comentário acima.

    Esse disco não é um grower, e ele jamais vai melhorar com o tempo. As músicas são realmente ruins e pronto, não tem pra onde correr.

    Coldplay já foi bom, hoje é só uma banda qualquer. :/

  • Diego Mota

    Concordo plenamente com o comentário do colega Will, tá uma crítica até mais bem construída e embasada do que a do post

  • Will

    Pode até ser, Thales, mas “jamais” ele vazou não fez nem 2 dias ainda. Desde a primeira vez que eu ouvi, pra mim pelo menos ele melhorou.
    Coldplay faz o que pode, dou graças a Deus que seja assim e eu acharia muito chato se a mesma fôrmula fosse repetida em todo o álbum.

  • Jose Rocha

    Não escutei o album ainda, mas precisei de 3 vezes para gostar de Paradise, depois não consegui parar de ouvir.. Mas ainda quero ouvir o CD inteiro.

  • É! Bruno

    Dentre todos os dicos é o que eu menos gosto, mas fãa xiita que sou não o acho de todo ruim, também fiz uma análise de cara assim dele mas apontado por lado conceitual do álbum, análise esta que compartilhei no orkut, história açucarada demais mas que explica bem o tom de cada música, se quiserem dar uma olhada: http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs?cmm=621&tid=5664589812248037613

  • Henrique

    Não pude ouvir o CD deles ainda e nem sou grande fã para falar com muita propriedade, mas assim como comentei no post a respeito do show deles no RIR, eu acho que ele pegou a fórmula de Viva la Vida que deu muito certo e espalhou ela em um CD inteiro. Não me espantará nem um pouco se, quando eu ouvir o CD novo, eu constatar essa repetição/diluição de uma fórmula que deu certo.

  • Guilherme

    Cara, realmente as pessoas não analisam mais os discos do Coldplay. Os caras viraram resenha pronta. É só compará-los ao U2 e falar do quesito “coxinha” do Chris. O disco é ótimo. Dançante, otimista, pra cima. Uma ótima pedida depois do espetacular “Viva la vida”.

    Muito uso de pads e bumbos contínuos em faixas enérgicas e bem preenchidas como “Hurts Like Heaven” “Charlie Brown” “Every teardrop is a Waterfall” e “Don’t let it break your heart”, mescladas com faixas mais enxutas e intimistas como “Us against the world” “U.F.O” “Up in flames”. Esses antagonismos fazem o álbum ficar muito dinâmico, pouco cansativo e delicioso de ouvir.

    Como lado negativo apontaria o excesso de pop com pitada de R&B de “Paradise” e “Princess of china”, e estas vinhetinhas safadas que prejudicam um pouco o conjunto.

    Mas o resultado final é ótimo, independente de Bono, U2, coxinhas e resenhas pastéis!

  • Juliana

    Bom, eu baixei esse CD assim que eu soube que vazou, porque eu estava realmente ansiosa pra que chegasse o dia 24 de outubro pra eu poder ouvir. Já tinha ouvido algumas músicas novas no próprio RiR e pela internet, mas assim que eu baixei e coloquei a primeira faixa para ouvir, percebi que esse disco tinha uma pegada bem diferente dos outros, talvez por ser mais animado, por contar uma história ou até mesmo por ser mais pop.
    Comecei ouvindo ‘Mylo Xyloto’ e só depois saquei que era basicamente uma intro pra ‘Hurts like heaven’, coisa que se repete pra ‘Everr teardrop’, e achei realmente que deu um toque a mais, que a musica teve um certo aquecimento. Curti bastante ‘Hurts like heaven’, ‘Charlie Brown’, ‘Every teardrop’, ‘Paradise’, ‘Major Minus’ e até mesmo ‘Princess of China’, que realmente é a música certa pra tocar em rádios e baladas devido à participação da Rihanna e da pegada.
    No geral, esse CD como todos os outros tem seu ápice, que na minha opinião chega em ‘Every teardrop’, e tem uma certa queda da décima música em diante, que eu ainda não tive paciencia de ouvir, confesso. Mas desde a primeira vez que eu escutei esse cd eu não consigo mais parar de ouvir, achei contagiante, totalmente diferente das letras extremamente profundas e complexas dos discos anteriores. Esse CD tem o tempo certinho da minha ida de ônibus pra faculdade, HAHAHAHA. Hurts like heaven me deixa especialmente feliz, na boa.
    Acho que o que eu ainda não encontrei foi a história do álbum, que é conceitual. Talvez ouvindo de novo eu consiga encontrar. E assim vai, a cada vez que se ouve um disco, novas percepções acontecem, você aprende a gostar de músicas que antes você não tinha saco pra ouvir. Acho que isso vai acontecer com Mylo Xyloto, não só comigo, mas com várias outras pessoas. Resumindo, esse álbum correspondeu às minhas expectativas, talvez pecando por uma coisa ou outra. Quero muito ver esse CD tocado ao vivo, do começo ao fim.

  • Considerações Finais

    Félix, cê foi guerreiro de escutar essa xaropice da primeira à ultima faixa! af

  • José Luiz

    Thales, só pra constar: se o Coldplay fosse uma banda qualquer eles não teriam o sucesso que eles tem hoje. E à todos os outros que fizeram comentários ruins: se você acha que Coldplay é ruim, é porque não ouviram Justin Bieber, Lady Gaga, Beyoncé e toda essa merda que só tem estilo e nenhuma música. A verdade é a seguinte: música tem que ter instrumento. Coldplay usa instrumento, esses três aí em cima só usam batidas e sintetizadores, portanto, Coldplay faz música

  • Alex

    Bem, primeiro as musicas que escutei são bem agradáveis. Não chega a ser obra de arte, obra de arte por sinal e o primeiro colega a dar sua analise e asneirar com um gosto duvidável e arrogante. Blaze e descontemporâneo este tal de Bracin. Piegas são os pseudocríticos taxando a banda de novo U2. Coldplay e Coldplay, Beatles e Beatles e U2 e U2, Porra. Quem não tem influencia de alguém que atire a primeira pedra.

  • Letícia

    Esse negócio de comparar o Coldplay ao U2 já tá chato… sim é inevitável, o U2 é influência não tem como negar, não acredito que determinado timbre ou detreminado jeito de cantar pertença só ao U2.Isso existe no mundo da música? Pode até lembrar e ponto. Não deixa de ter qualidade. Também não concordo com a desvalorização das faixas de transição que foram chamadas de enrolação… como o disco é conceitual elas tem seu sentido e sim, sua beleza, seu valor. E para mim falar que as músicas são ruins já é demais. Não gosta de Coldplay, não escuta. Simples. Se eles estão onde estão é porque tem qualidades. E pra quem achou chato, xaropice, ruim só digo uma coisa : Coldplay é a maior banda do mundo e você vai escutá-los em todo lugar aprenda a viver com isso !! HAHAHA. Eu amo…

  • Ana

    Coldplay é muito bom, e esse álbum é incrível, garanto que quando os Beatles ou o U2 lançaram álbuns conceituais também foram criticados, mas olha agora, eles são clássicos. Quem está falando que Coldplay já foi está muito enganado, pois eles são umas das únicas bandas de rock alternativo atuais que ainda trazer música de bom gosto a um público jovem e sequelado que escreve em sites por aí que Restart é vida e que Kiss são os primeiros emos que surgiram no rock.
    Pensa que no futuro o Coldplay vai ser a única banda que ainda vai conseguir demonstrar em suas letras sentimentos que não remetem a “minha vida é um saco e minha mãe me odeia”. Cresçam antes de falar do Coldplay, tenho quase cinquenta anos e digo que sem o Coldplay, não sei o que seria como estaria essa juventude que consegue chorar escutando Boys Like Girls.

  • Daniel

    Pior disco do Coldplay. Caso de vergonha alheia. Querem ouvir um disco realmente belo e sincero: “Walk The River” do Guillemots, muito melhor do que esse pastel de vento que o Coldplay lançou. E digo isso com a tristeza de uma fã incondicional da banda. Fazer o quê…

  • Andressa

    Olha… comentarista enlatado é foda… li em trocentos sites a msm coisa: tentando ser U2… meu! sério! U2 é U2, com Bono mascarado chatíssimo, político de meia tigela, capitalista blasé ao extremo (entradas caríssimas e “U2 não toca em festivais”)…
    Parem de comparar!
    As bandas e os estilos são diferentes!
    O interessante é que ninguém lembra de POP, que era ultra-conceitual (com a duvidosa Numb, que só ficou boa depois do clip).
    Coldplay é bom, U2 é bom e fico feliz que eles ainda estejam por aí e não tenham deixado a gente na mão de porcarias passageiras… porque ouvir fm hj em dia está muito difícil!!!

  • Daniel

    As críticas estão certas. Coldplay é uma banda muito boa mas o novo disco é ruim mesmo, e claro que fazem sentido as comparações com U2! Pergunta: será que a Alessandra ouviu POP? Porque Numb é do Zooropa e, sim, POP é conceitual, a diferença é que é um bom disco (irregular, mas ainda assim bom). Será que o conceito de Mylo Xyloto (não sei o que é pior, se o título ou a capa homenageando a Xuxa) está resumido em Princess of China?

  • Rafaella

    Amei o cd de cabo a rabo, e o uhhh é marca do chris martim não tem pq nao ter!!! AMEI TUDO!! OUÇO TOODOS OS DIAS!!

  • Gosto muito da banda, para se ter uma ideia tenho todas as versões do Mylo Xyoto(Importada, Deluxe a do Brasil,com camiseta e até vinil).
    O fato de gostar da banda não quer dizer que tudo seja bom, o Codplay já foi melhor e o CD não me surpreendeu totalmente, mas é bom.Porém fica difícil inventar algo totalente novo hoje e no ano de 2011 com tanta coisa fazendo sucesso a toa, podemos considerar esse CD como um execelente álbum!!!!

  • JoseRenan

    É como uma leitura, a primeira é superficial. Acredito que se ouvir mais umas 2 vezes o “espírito” das músicas fiquem mais evidentes.

  • Emerson jose

    PQP…puro lixo esse Nissin Miojo… serio depois do X e Y essa banda só fez porcaria, as musicas todas sem nexo, sem graça, quando um Album é bom de verdade só basta escuta-lo uma vez para perceber isso, e naum procurar motivo para gostar, escutando um bocado de vezes… Acho que o melhor lancamento de 2011 foi o MUSICA PARA CGURRASCO de Seu Jorge.

  • Carlos

    Eu acho muito estranho esse caminho que o Coldplay tá tomou. Quando eles lançaram o X&Y, aqui e ali se via alguém perguntando “Porquê o Coldplay ainda tem q existir?”. Na época eu achei um pouco maldoso, excessivo, mas hoje quem faz essa pergunta sou eu. Talvez seja só incompreensão da minha parte, já q o rock não representa mais vanguarda de nada, tá virando um gueto espremido no cantinho do universo fonográfico, e eles tem todo o direito de querer pular fora disso. Daí eles darem essa guinada pra uma sonoridade mais sintética, mais limpa, mais palatável, com menos guitarra, algo parecido com o som que o fã médio de música pop curte hj (Lady Gaga, Black Eyed Peas, Maroon 5). A participação de Rihanna é sintomática nesse sentido.

    Não tô entrando em juizo de valor aqui, vai que esse é mesmo o caminho mais inteligente a se tomar, a tendência normal, que vai levá-los a um patamar de popularidade impensável pra uma banda que seja o mínimo séria hj em dia.. Mas em mim não bateu.