Especial Dia da Música: Aloizio entre em nova fase com a REDE

Em destaque, Aloizio, do Aloizio e a Rede. Foto: Thais Mallon/Divulgação

O Dia da Música já está chegando e tem uma série de shows rolando pela cidade inteira! =) O nosso palco, que celebra os nossos dez anos no ar irá receber as bandas Falso Coral, Bratislava e Aloizio e a Rede, com quem conversamos sobre a nova fase na carreira. O Palco Move That Jukebox teve uma alteração de horário e vai começar às 16h, lá no Family Mob (Rua Sales Júnior, 296), é de graça e por isso, você pode ir correndo para outros palcos da cidade. Uma das nossas icas é ir lá no Palco Sê-la, que vai abrigar os shows das artistas Papisa, Anna Tréa e Camila Garófalo. Seleção feminina a gente apóis demais!

Voltando ao Aloizio e a Rede, conversamos com o vocalista da banda, Aloizio Michael sobre os detalhes do show e u pouquinho mais. Dá uma olhada e ele pede: “Vá de coração aberto”. Confira:

Move That Jukebox: Aloizio, você resolveu abandonar seu nome solo, para utilizar o “E a rede”, de onde veio isso? Vc deixou de ser artista solo. Como fica sua carreira agora?
Aloizio: Desde o início, este trabalho envolveu muitos amigos. Pedro, Samyr e Felipe toparam se envolver profundamente e o resultado do Esquina do Mundo (meu primeiro disco) é mérito deles também. Acabamos tratando “Aloizio” como uma banda, desde sempre. Mas como eu sou uma pessoa nômade, os shows acabaram envolvendo outras músicos, outras ideias e daí veio a necessidade de valorizar o trabalho destes outros artistas/músicos que somam ideias e sentimentos as minhas canções. As pessoas sempre saem dos shows falando da energia da banda e é isso que realmente importa. A REDE se inicia com Aloizio, Samyr, Pedro e Felipe e se expande por todos os artistas que se interessarem em subir no palco com a gente e fazer parte disso. Tudo de forma muito natural, sempre. A música é de todos e para todos, né?
Move That Jukebox: Você também já está preparando um disco novo certo? Como está o processo? O que podemos esperar? 
Aloizio: Eu estava muito afobado em fazer um novo disco desde o meio de 2016, mas resolvi que queria me aprofundar mais no meu processo como compositor e resolvi confiar mais na minha intuição e nas melodias que tocam na minha cabeça. Tudo muito mais profundo, improvisado e fluido. A pré-produção já começou e devemos ter um primeiro single antes de agosto. Continuamos com o mesmo time do Esquina do Mundo e teremos algumas boas participações.
Move That Jukebox: O show vai ser curtinho lá no Family Mob, apenas 40 minutos, então, nos diga o que você está pensando para o pessoal já ir se animando! 
 
Aloizio: Busquem conhecimento e cheguem de coração aberto. Nosso show acontece junto com a plateia.
 
Move That Jukebox: Cara, você sempre tem uma agenda super lotada de shows! Poucas bandas conseguem isso sem já estarem vamos dizer assim, muito bem absorvida pelo mercado, como por exemplo, o Ventre. Como isso é possível? 
 
Aloizio: A mágica sempre acontece no palco, então faço questão de tocar bastante. Minha banda tem uma agenda muito cheia por conta das outras gigs, mas pretendo tocar muito mais depois do lançamento do novo disco. Eu amo o Ventre. Eu queria tocar bateria igual a Larissa. Não tem motivo pra ficar se comparando com outros artistas, cada um está seguindo seu caminho.

Move That Jukebox: E que honra, hein? Entra na trilha sonora de um filme do José Eduardo Belmonte. Como foi isso? Você que mandou a música para ele?
 
Eu conheci o Bruno, editor do filme, durante as gravações do Esquina do Mundo em Los Angeles. Ele foi em alguns shows em São Paulo mas ficamos um tempo sem se falar. Um belo dia recebo um e-mail com o convite e fiquei MUITO feliz. Era um grande sonho escutar uma música minha numa sala de cinema e foi uma emoção nova. O resultado foi mais incrível quando o filme entrou para o catálogo do Netflix e naturalmente a música começou a receber mais plays no Youtube e Spotify.

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