#FicaDica: Cupin

E aí? E o ano está começando, então vamos já mostrar uma banda nova para vocês sim? O Cupin é um duo paulista formado por Pedro Luce e Paulo Suriani, que lançou em outubro de 2016 seu primeiro disco homônimo.

“Começamos em 2012 tocando juntos na minha garagem, só guitarra e bateria, e nas madrugadas ficávamos no estúdio em que o Luce trabalhava desenvolvendo as ideias. Depois, em 2015, quando decidimos gravar com a ajuda do Freak e do Nico Paoliello, as ideias viraram músicas, as músicas viraram um álbum. O projeto cresceu, muita gente legal participou e estamos aqui agora felizes”, conta Paulo.

O single em questão, que foi o que chamou atenção para a banda foi “Eu quero é te ver dançando”, que também é o nome de uma festa que a banda organiza lá no Z Carniceria. Inclusive, neste sábado, dia 7, haverá mais uma edição com o Cupin e a Manallu. Assista o videoclipe abaixo. A canção também tem a participação da cantora Luiza Lian. Já o disco, além de Luiza conta com participações de Irina Neblina (Garotas Suecas), Stephan Feitsma (Inky), André Bruni (Mel Azul), Antonio Carvalho (Mel Azul), Gustavo Prandini (Mel Azul), Matheus Prado (Projeto Coisa Fina, Garotas Suecas) e Isabela Fernadez (Pure).

A música tem uma pegada eletrônica, batuques, uma pegada carnavalesca e ainda flertes com o pagode. Não é não? “Na nossa cabeça não tínhamos nenhuma relação mais direta com o carnaval. Mas pensando agora acho que a gente explorou sim alguns elementos carnavalescos: o ritmo tem a ver, a letra é um convite pra dançar e o coro das meninas, em certo grau, dá uma sensação de comunhão. São coisas que a gente identifica com festa e principalmente com carnaval mesmo. Talvez seja isso”, explica Paulo.

Outra música que chamou atenção foi “Inara”. Vai dizer que você xóvem não lembra do Salgadinho cantando com aquela cara de sofrimento: “Inaraííííí!“. Obviamente esta é apenas uma analogia que a repórter tosca fez, mas tive que perguntar de onde nasceu a “Inara” do Cupin.

“Apesar de sermos fãs dessa música, tem outro motivo pro nome. Difícil explicar assim, mas vou tentar: na terceira parte da musica, a guitarra entra fazendo uma levada muito presente na música brasileira. O som dessa levada remete à palavra “Inara”. Tem que pensar o “Inara” como uma onomatopéia do som da guitarra base nessa última parte. Será que deu pra entender?”, revela Paulo. Entendeu?

Agora é só ouvir!

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