Gustavo Riviera’s Jukebox (Forgotten Boys)

Há pouco mais de uma decada à frente do Forgotten Boys (@forgotten_boys), o guitarrista e vocalista da banda paulistana se prepara para lançar, provavelmente ainda em 2010, o quarto disco de inéditas do grupo. O Livio já deu a dica e, agora, resta aos fãs esperar pelo sucessor de Louva-A-Deus, que será o primeiro trabalho a contar com os 2 novos integrantes: o guitarrista Dionísio Dazul e o tecladista Paulo Kishimoto. Enquanto as companheiras de “You Draw The Line” não saem, Gustavo Riviera conversou um pouquinho com a gente:

Gustavo Riviera, o segundo da direita pra esquerda

E o hype? O que você tem escutado de novidade?
Pouca coisa hype, tenho escutado bastante Pharoah Sanders. Às vezes, uma música ou outra me chama atenção enquanto estou escutando rádio, tipo LCD Soundsystem, e tem também Animal Collective, TV On The Radio. Algumas coisas não tão hype, como Don Cavalli, o novo do Gil Scott-Heron…

Good Times Bad Times – qual banda/artista sempre esteve ao seu lado, fazendo, por mais piegas que isso possa soar, a “trilha sonora de sua vida”?
MC5 e Bob Dylan.

Do the D.A.N.C.E. – o que não pode faltar na hora de soltar a franga na pista?
Ramones.

E aquele show inesquecível do Forgotten? Qual foi?
Cara, tem vários inesquecíveis. Dos últimos, foi abrindo pro Guns no Parque Antártica lotado e com um público que não foi lá pra nos ver, mas se animaram bastante com a gente. Um especial na Argentina, num lugar chamado V8, foi violento, junto com o Motosierra, há uns 4, 5 anos atrás.

Você não vale nada mas eu gosto de você – todo mundo tem um guilty pleasure, vai. Aquela banda que você só escuta quando não tem ninguém por perto e, por garantia, com fones de ouvido.
Nem escuto escondido, mas às vezes as pessoas torcem o nariz. Tem umas canções bem bonitas dos anos 60 que minha mãe me mostrou, especialmente uma banda chamada The Association.