Heineken Up On The Roof com Arnaldo Antunes (25.01.2016 – São Paulo)

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Se vocês acham que para mim foi fácil entrar no Heineken Up On The Roof, podem esquecer. Foram 1h15 de fila para poder subir até o ponto mais alto do edifício Mirante do Vale (Avenida Prestes Maia, 241), no centro de SP. Pela demora, acabei perdendo 20 minutos do show de Arnaldo Antunes, mas valeu a pena. O local está lindo! A produção organizou o espaço de uma maneira muito bonita e pensou em tudo, até mesmo na chuva. O palco fica numa parte descoberta e quem quisesse assistir ao show, tinha duas opções: ficar na chuva ou se esgueirar pelas marquises.

Para quem optou pela primeira opção, a dica era pegar um guarda-chuva personalizado pela Heineken. Os preços também não são tão pesados para uma balada. Um chop Heineken geladíssimo e servido por pessoas muito educadas sai por R$ 10, o mesmo para as cervejas long neck. Já o cardápio para quem quer fazer um lanchinho fica entre R$ 20 a R$ 25.  Eu.optei pelo hamburguimho. Três unidades saem por R$ 20, mas não sei se era pelo horário – meu lanche foi o último a sair da cozinha – eles deixaram a desejar. O primeira estava simplesmente delicioso. Pão tosdado e maionese perfeita, mas os outros… Uma pena!

Se você for daqueles que gosta de ir a lugares para ver e ser visto, digo, tem muita gente bonita para olhar e o pessoal é bem mais animado que outras festas que já presenciei. Outra coisa legal, é que todos têm acesso ao heliponto onde é possível ter uma visão panorâmica e muito bonita da cidade de São Paulo. E se tantos de vocês  reclamam de não conseguir colocar o nome na fila, saibam, a fila é maior do que os 180 que são anunciados no Facebook, ou seja, há mais chance de subir do que se imagina, mas só 180 pessoas sobem por vez. Tudo isso por medida de segurança. Pois no local cabem  de 300 a 500 pessoas com tranquilidade, mas com certeza o clima mais intimista, aquele de festa privada, que a Heineken adora, iria para o saco.

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Mas vamos falar do.show, Arnaldo Antunes estavá super inspirado naquele dia, aproveitou que o palco fica pertinho da galera e foi para o meio do público algumas vezes. E se juntou aos felizardos que estavam na chuva (sem proteção nenhuma mesmo) e dançou com o pessoal. Tocou tanto músicas do novo álbum Já É?, quanto canções antigas, como.”Vilarejo”, famosa na voz de Marisa Monte e “Inclassificáveis”, na de Ney Matogrosso e até canções da época dos Titãs.

As músicas do celebrado Iê iê iê (2009), também não ficaram de fora. “A Casa é  Sua”, “Envelhecer” , “Invejoso”  fizeram parte do set. Para os saudosos, ainda teve “Socorro”, “Velha Infância”, “Consumado” e “Passe em Casa”. A participção da cantora Mariana Aydar foi uma coisa meio, nem fede nem cheira. Muito bonita em um vestido azul e também simpática, cantou e só. No final, o bis, virou um “tris” e o show terminou com o “Pulso” (ainda pulsa) e Mariana ali, quase sem cantar. Um dos melhores shows que já do paulista.

*Fotos de divulgação

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