Holger na gringa, em fotos

Foi em setembro, quando finalmente pariu o Sunga, que o Holger começou a segunda etapa da sua carreira. O lançamento do disco de estreia fez os caras embarcarem em uma turnê norte-americana que foi de New York a Montreal em questão de dias.

Junto com os Holgers, o Titi se jogou na viagem como tour manager e fotografou os highlights da passagem pela gringa. Se liga:

Foram tiradas no Brooklyn, numa prainha que tinha ali, com uma galera assistindo ao pôr-do-sol. Foi emocionante (exceto para o Arthur) ver Manhattan pela primeira vez na vida. Foi nesse momento ali. Ficamos horas ali, sonhando atravessar a ponte, o Pepe ficou o dia todo, igual criança, pedindo para subir no Empire State, e ficamos também horas refletindo em qual prédio o King Kong tinha subido, hehehe

No estacionamento da nossa van, também no Brooklyn! A van era genial, só rolava K7, e o motorista (James) era muito parceiro (tem uma banda que parece Weezer, o Phoenix já ensaiou no estúdio dele, e todos achavam que ele era meu irmão)

Essas duas são no Arlene’s Grocery, dia 25/09. Tem um vídeo no youtube que resume o clima desse show.

Show no cake shop, dia 24! Foi incrível… Abrimos para o Garotas Suecas, conquistamos americanos, japoneses, e etc! Muita gente dançando… Mas estávamos muito cansados, tinhamos viajado a madrugada inteira e passamos o dia na correria de outras coisas pré-show. Mesmo assim, a festa foi longe!

Literalmente estamos no topo do mundo. depois que a gente viu NY de cima, a tour passou a se chamar, oficialmente, “if i can make it here”. Antes de chegar em NY, rolava uma puta preocupação, um friozinho na barriga normal, mas a gente sempre terminava de falar sobre “preocupações” com a célebre frase do Sinatra. Depois dos dois shows e de subir no Empire State pra celebrar, ficamos certos de que “we can make it anywhere”. E o lance de “i want to wake in the city that never sleeps” se transformou em algo do tipo, “we never sleep in this city”. E, realmente, foram quatro dias sem dormir para aproveitar ao máximo tudo que a cidade tinha !=D

Chegando em Montreal, a vibe mudou totalmente. Da euforia e da babação pela cidade, ao sentimento de “estamos em casa” – e a banda realmente estava. Segunda vez no Pop Montreal, deu pra mostrar a popularidade da banda por lá. Três vezes reconhecidos na rua! “Are you from Holger? From Brazil, no?” Yeaaaaaah

O bom de Montreal organizar um evento desse porte é que a cidade propicia caminhadas, andar de bicicleta, assistir a vários shows em vários lugares diferentes e poder ir a pé de uma para outro, encontrando gente interessante no caminho. Sempre movidos a Puttine, comida oficial da Holger no Canadá. Rolou até campeonato de Puttine e o Pepe recebeu o Troféu Puttine 2010, por ter comido o maior antes de todo mundo. hahahaha

Agradecimentos: Dago Donato, Guilherme Toledo (o Diza), Roger Paul Mason e seus amigos, James Downes, Hoof & The Heel, Garotas Suecas, Alex Pasternark e seus homemates, Pat Jordache, Oasis e seus falafels picantes, metrô de Nova York, Bob Esponja, aos energéticos, Quinn, Robyn, que me deu um cartaz e eu não liguei no dia seguinte, atendentes da Preloved, Tobias do backline, Drew da mesa de som, vizinhos malucos de Toronto, KFC, ao policial de Montpellier que avisou que a luz da van tinha queimado, ao border officer do Canadá que foi um amor com a gente, ao border officer dos EUA que mostrou o lado negro da força a gente mostrou o rosa, Jarritos, Bixis, Jen Brown, Jeff Tweedy, Sundelles, Thais Leon e sua casa dos sonhos, Beaver, o Tim, o Da Silva canadense, o Tafa, os japoneses, o fã doidão brasileiro de Montreal, o Alan e sua namorada pelo banquete, às bikes alugadas, ao Bagle e sua exelência, A Vãve (melhor van do mundo), Route 89 e seus mooses, aos ursos que não vimos em Vermont, e a você que está lendo tudo isso.

  • Titi

    Na correria, faltou agradecer a Shannon Garland e a Nive Nielsen!

  • Shannon é luz!

  • Dany

    Eles definitivamente não são bons!