Mario Bross’ Jukebox (Wry)

Com mais de uma década de existência, o Wry se destaca na cena alternativa brasileira (e gringa também) com músicas que misturam bem shoegaze com pop e noise rock. O vocalista da banda (@wry), o simpático Mario Bross, falou um pouco com o Move e citou algumas de suas influências e seus gostos musicais:

mário bross - wry

E o hype? – o que você tem escutado de novidade?
Tenho escutado muito o Exploding Head, do A Place to Bury Strangers, e o Primary Colours, do The Horrors.

Good Times Bad Times – qual banda/artista sempre esteve ao seu lado, como trilha sonora de sua vida?
My Bloody Valentine

Do the D.A.N.C.E. – o que não pode faltar na hora de soltar a franga na pista?
Não pode faltar The Cure, não pode faltar Interpol, Madonna e nem TV on the Radio.

E aquela banda clássica que não sai do seu mp3 player?
Meu clássico é U2, sem dúvidas. Minha irmã me “ensinou” a gostar dos irlandes quando eu era criancinha, em 85, e até hoje acompanho e já os vi algumas vezes.

Você não vale nada mas eu gosto de você – todo mundo tem um guilty pleasure, vai. Aquela banda que, quando começa a tocar no computador, você desabilita o last.fm o mais rápido que pode.
Adoro Sugababes, tenho CD delas e também adoro umas power ballads de filmes americanos dos anos 90, que às vezes aos domingos coloco pra dar um clima de feriado e nostalgia.

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