2 jul 2008

Mesmo depois de morto, Ian Curtis não tem sossego

Por Neto Rodrigues @17:10

Joy Division: Ian é o segundo, da esquerda para a direita

Ian fazia parte do histórico grupo Joy Divison quando se enforcou com uma gravata, nos anos 80.

Desde então, dezenas de coletâneas, livros e documentários foram lançados por aqueles que tinham como objetivo preservar a memória do legado do músico – os últimos que receberam grande destaque foram o filme ‘Control’ e o documentário ‘Joy Division’, que estão sendo projetados em diversos cinemas brasileiros.

O corpo do músico foi enterrado no cemitério inglês de Macclesfield, onde já está a quase 30 anos. Nessa madrugada (1-2), alguém que definitivamente não tem respeito algum pelo legado de Curtis (ou algum fanático que queria uma lembrança em seu quarto) roubou a lápide que ficava sobre o túmulo do músico – e não se tem pistas de quem cometeu tal crime.

Na pedra estava escrita a mensagem “Love Will Tear Us Apart”, título de uma das músicas de maior sucesso do Joy Division. Em entrevista aos jornais locais, a polícia admitiu que a falta de câmeras de segurança no local tornará a investigação ainda mais complicada. A lápide era visita por uma grande quantidade de fãs, amigos e familiares de Ian todos os anos.

Autor: Alex Correa

Fontes: Exclaim / BBC

Existem 6 comentários sobre este post.

Comentários

alex correa 2 jul 2008

acho que ele precisa morrer de novo pra conseguir paz.

Iago 2 jul 2008

Sério, como vocês conseguem saber tantas coisas sobre tantas coisas?!
Eu pesquiso, pequiso, me informo.. e nem um vigésimo eu sei!

thaís 3 jul 2008

cara, isso porque o joy division teve pouquíssimo tempo de duração e nem chegou a fazer turnê.
tsc tsc.

Mariana 3 jul 2008

Eu já tinha lido em outro site essa notícia, Joy Division é uma das melhores bandas que já ouvi na vida, nem culpo a pessoa que roubou a lápide, eu faria o mesmo, hahahaha, brincadeira.

thaís 3 jul 2008

ok. agora eu notei que meu comentário pode ser mal interpretado: não que o joy division não seja tudo isso. eu acho que é tudo isso e mais.
eu quis falar a respeito dessa devoção, essa comoção toda, sendo que eles duraram tão pouco tempo. quer dizer, se eles tivessem durado mais, imagina a loucura que seria?

capiroto 4 jul 2008

thaís,
você já parou para pensar que talvez a pouca duração e o fim “no auge” sejam os principais catalisadores para tamanha “devoção” e “comoção toda”?
e, vale ressaltar, eles não chegaram a realizar a turnê AMERICANA.