19 dez 2012

Os Melhores Discos Nacionais de 2012

Por  @15:20

Depois de listar as 20 melhores músicas que surgiram em nossas terras durante 2012, nada mais justo que catalogar os grandes lançamentos de discos e EPs do ano. Se sentir falta de algum nome, grite nos comentários – mas educadamente, por favor. Bora?

20) Sexy Fi – Nunca Te Vi De Boa

Fruto da extinta Nancy, o grupo brasiliense balançou 2012 com seu disco de estreia – que tem, aliás, um dos melhores nomes do ano. Desde a belíssima e longa “Pequeno Dicionário Das Ruas” até o fechamento do álbum, com o improvável mantra a capella “Togetherness”, o grupo esbanja versatilidade. Tendo a capital federal como “paisagem”, a Sexy Fi passeia por estilos diversos, arranca experimentações louváveis e entrega um álbum inacreditavelmente redondo. Aqui, o rock se (con)funde com tonalidades sombrias e orquestrações pontuais, em sonoridades jazzy e majoritariamente acinzentadas – que, de alguma forma, se contrastam, ironicamente, com o título do disco, fazendo com que o mesmo não exprima lá muito sentido ao fim do último sussurro da vocalista Camila Zamith. Ainda bem. - Neto Rodrigues

19) Ana Cañas – Volta

Ana Cañas passou um longo período longe do palco e dos estúdios, mas compensou sua ausência com um álbum de 16 faixas. A cantora parece mais livre que nos álbuns anteriores e explora como nunca sua potência vocal. Para diversificar o repertório ainda incluiu um cover de Edith Piaf e a canção “Rock and Roll”, do Led Zeppelin. – Gregório Fonseca

18) Jair Naves – E Você Se Sente Numa Cela Escura, Planejando A Sua Fuga, Cavando O Chão Com As Próprias Unhas

Falar sobre a qualidade de letrista de Jair Naves pode parecer chato e repetitivo. Mas é difícil deixar este comentário de lado. Composições corajosas e sinceras são a marca principal do músico e de seus trabalhos. “E você se sente numa cela escura…” não é diferente. Como se não bastasse a porrada que é o punk rock de Naves, ele ainda vem acompanhado da segunda porrada: suas belas letras. - Victor Caputo

17) Clarice Falcão – Clarice Falcão EP

A atriz Clarice Falcão decidiu postar suas composições no Youtube, cantando e tocando violão. Com quase 6 milhões de visualizações, virou webhit e reuniu algumas faixas em um belo EP. A voz doce e as melodias assobiáveis contrastam com o humor ácido das letras e cativam qualquer ouvinte. – Gregório Fonseca

16) Caetano Veloso – Abraçaço

A nova música deve, ou ao menos deveria, sempre buscar novas formas de surpreender. Caetano Veloso, no alto de seus 70 anos, coloca muita gente jovem no chinelo. Inova mais, experimenta mais e cria versos que são capazes de refletir a cultura pop ou fazer críticas sociais. Boa parte dos clássicos da MPB ficaram como inspirações no passado. Já Caetano mostra que ainda pode inspirar com composições novas e atuais. – Victor Caputo

15) BNegão & Seletores de Frequência – Sintoniza Lá

Foram nove longos anos entre os dois álbuns de BNegão & Os Seletores de Frequência. Enxugando Gelo foi lançado em 2003 e somente agora Sintoniza Lá vem dar continuidade ao ótimo trabalho do carioca. O disco continua com o mix de soul, funk e o que mais você quiser colocar. Tudo isso em um ótimo estilo Tim Maia do século XXI. – Victor Caputo

14) Otto – The Moon 1111

Após “acordar certa manhã de sonhos intranquilos” em 2009, Otto deu uma nova guinada em sua carreira e lançou um ambicioso disco. The Moon 1111 coloca no mesmo caldeirão um tema sobre DP (ou dupla penetração) e um cover de Odair José. O músico experimenta diferentes sonoridades ao longo do álbum, que deve ser ouvido com calma para ser decifrado. – Gregório Fonseca

13) Violins – Violins

O Violins tem mantido um ritmo acelerado de lançamentos: praticamente um disco por ano. Interessante que ainda assim eles consigam produzir canções marcantes. O novo álbum traz grandes momentos, como as duas primeiras faixas, “A Questão do Chão” e “Nenhum Johnny Depp”. As músicas seguintes mostram um Violins um pouco mais sereno que o de costume e formam um conjunto bom o suficiente para colocá-los na lista de melhores do ano. – Gregório Fonseca

12) Supercordas – A Mágica Deriva Dos Elefantes

Melhor a cada audição, o segundo LP dos cariocas do Supercordas não se contenta só a ficar melhor – ele se dedica a gerar novas experiências. A adorável psicodelia dos arranjos sobre as fáceis melodias é o básico dessa receita. Com temas originais e viagens que vão do lo-fi para o folk e para a música caipira, a banda se firma (mais uma vez) como uma das mais interessantes do cenário nacional – foram seis anos afastados e era preciso mostrar trabalho. E “só” mostraram um trabalho indispensável para quem passou por 2012. - Iberê Borges

11) Rosie and Me – Arrow of My Ways

Depois do lançamento deste ótimo primeiro disco veio a má notícia: a banda anunciou que estava parando as atividades por tempo indeterminado. Arrows Of My Way mostra uma maturidade maior da banda, se comparado com o EP Bird and Whale, de 2011. A comparação entre eles nos faz imaginar o que mais poderia acontecer em um segundo álbum. – Victor Caputo

10) Onagra Claudique – A Hora e Vez de Onagra Claudique

Bastaram 12 minutos para que a dupla Onagra Claudique, formada pelos músicos Roger Valença e Diego Scalada, entrasse no Top 10 de lançamentos nacionais do ano. Em seu primeiro EP, o duo vai de Kings of Convenience (“Mais Cinco Minutos”) a uma proto-marchinha-indie (“Papo Lampinho”) em um pulo – e consegue soar incrivelmente empolgante e convincente. Completa a lista de A Hora e Vez de Onagra Claudique a belíssima “Umwelt”, que, apesar, do nome, conta com letra em português, cantada com sensibilidade e esmero. Se essa pequena amostra já foi a hora e a vez do grupo recém-formado, mal dá pra esperar pelo que vem por aí. – Neto Rodrigues

09) Bonde do Role – Tropicalbacanal

A mudança na formação da banda também fez (muito) bem para a sonoridade do Bonde do Role. Do infernal – no mau sentido – pastiche de funk carioca com zoeiras mil da estreia, lançada em 2007, o grupo evoluiu para o divertido e rico, musicalmente falando, Tropicalbacanal. Depois de anos garimpando sebos e vasculhando o passado e o underground de vários estilos, Gorky, Pedro e Laura aparecem reformulados e atirando para todos os lados – aqui, no bom sentido. Heavy baile, riffs de rockabilly e blues, axé, punk, forró e electro. Os ouvidos mais atentos irão perceber incursões por todos esses caminhos, além de alguns desvios rumo às sacanagens das quais um bacanal que se preze não pode abrir mão. - Neto Rodrigues

08) Céu – Caravana Sereia Bloom

Sai Vagarosa, de 2009, e chega Caravana Sereia Bloom. Sai o clima mais devagar, que o próprio nome do álbum anterior sugeria, entra um trabalho mais animado e festivo. A introspecção diminui e vem a exaltação. Mas o que continua é a Céu e sua voz, que é uma das mais suaves e doces da música brasileira. – Victor Caputo

07) Banda Uó – Motel

Até pouco tempo atrás, seria impensável uma banda tocando eletrobrega ou sertanejo conquistar o público fã de rock alternativo. O maior mérito da Banda Uó foi quebrar a barreira entre os ouvintes indies e os ritmos regionais brasileiros. Seu primeiro passo foi um EP com versões. Com vantagem após o final do primeiro tempo, a Banda Uó lançou um disco autoral ousado, desbocado e extremamente divertido. – Gregório Fonseca

06) Curumin – Arrocha

O terceiro álbum solo de Curumin — que de índigena tem apenas o apelido — foi totalmente gravado na casa do músico. Em geral, as faixas do álbum são curtas: só metade das 12 músicas passam dos dois minutos. “Hoje em dia, com a coisa dos MP3 players, se a música não diz logo para que veio, a pessoa já pula a faixa”, disse Curumin em entrevista. Arrocha funciona bem e o músico mostra a que veio da primeira à última música. – Victor Caputo

05) Holger – Ilhabela

O teste do segundo disco para o Holger foi o momento de testar e aplicar todas as influências que fazem a cabeça dos integrantes no momento. Seja do movimento Avalanche Tropical que eles tanto adoram, seja de Pepeu, Lulu, Gil, Paralamas ou de El Guincho – tudo foi válido. Com letras em português, suingue e muito calor, o Holger chega o mais perto até então do pop. Ainda não dá pra carregar um carnaval num trio elétrico, mas pode fazer seu verão ficar bem mais interessante (mesmo quando não for verão “de verdade”). – Iberê Borges

04) Cambriana – House of Tolerance

Não é qualquer lançamento de fevereiro que consegue se sustentar heroicamente e se destacar dentro da avalanche de novidades que apareceram durante o ano. Sem mostrar sinal algum de cansaço ou mal envelhecimento, o álbum de estreia da Cambriana ainda refrescará ouvidos fadigados por muito tempo – e tal êxito se deve às influências de primeira de Luis Calil, líder da armada goiana. Com originalidade exemplar, ele lapida bem as referências e absorve timbres e arranjos para entregar belíssimas composiões, como a estupenda e sombria “Safe Rock”, a convidativa “Big Fish”, a grizzlybeariana “Swell” e, é claro, o hit “The Sad Facts”, carro-chefe do trabalho e um dos destaques do ano – assim como o disco que a abriga. – Neto Rodrigues

03) Black Drawing Chalks – No Dust Stuck On You

Depois de se esbaldar em riffs cavalares de stoner rock nos seus primeiros trabalhos, o Black Drawing Chalks resolveu abrir o leque de influências pra ver aonde poderia chegar. O resultado, impresso em 15 temas robustos, de tirar o fôlego, mostra que o grupo conseguiu se virar bem longe de seu habitat incial, outrora formado por rock pesado, cerveja e mulheres. A comprovação vem na forma de flertadas sonoras com o grunge (“Walking By”), com o rock n’ roll (“I’ve Got Your Flavor”) e até com momentos mais dançantes (“Street Rider”). Por não soar repetitivo dentro um estilo em que a armadilha parece quase inevitável, nada mais justo que Black Drawing Chalks abrindo o caminho do pódio dos melhores álbuns nacionais de 2012. – Neto Rodrigues

02) Bidê ou Balde – Eles São Assim. E Assim Por Diante.

Mesmo após oito anos de silêncio (quando o assunto é lançamento de álbuns), o Bidê ou Balde conseguiu demonstrar que não perdeu a manha: com um punhado de boas canções, algumas divertidas, outras belas baladas, Eles São Assim. E Assim Por Diante. preenche o vazio deixado com esse tempo de ausência da banda e de outras do power-pop nacional, como Video Hits e Wonkavision. Arranjos caprichados (mais elaborados que os até então apresentados), letras espertas e um balde de diversão pra despejar na cabeça. Obrigado por voltar, BoB. A gente estava precisando disso. – Iberê Borges

01) SILVA – Claridão

O Brasil esperava há um tempo por um lançamento do calibre estético de Claridão, do SILVA. Um disco nacional que flertasse com a música eletrônica experimental, soando mais carismático do que “cabeçudo”, posicionando-se fora da zona de conforto da tal neo-mpb. O multiinstrumentista capixaba Lúcio Silva Souza apareceu meio que de repente, entregando tudo isso e muito mais. Claridão é o encontro autêntico – e muito bem produzido – entre a chamada “música avançada” e a música regional nacional. SILVA absorve referências de nomes como Rustie, The xx e Kanye West para criar um produto descaradamente brasileiro, de background instrumental raro e ápices tão inusitados quanto frequentes. Obrigado por “2012″, Lúcio. - Hick Duarte

Existem 44 comentários sobre este post.

Comentários

Robert Litig 19 dez 2012

O Disco do Thiago Pethit não esta na lista? confirma Produção?

Eduardo Pepe 19 dez 2012

Cadê Gaby Amarantos, Felipe Cordeiro, Tulipa Ruiz e Lucas Santtana? Eles mereciam aparecerna lista. Mas adorei ver a Banda Uó, a Céu, Jair Naves e o Bondê. Além do mais, vocês me fizeram querer conhecer essa Clarice Falcão, já ouvir falar muito dela, mas nunca parei para ouvir as músicas dela.

Eduardo Pepe 19 dez 2012

Robert, o disco do pethit é legal e tal, mas não dá para ficar entre 20.

André Luis 19 dez 2012

Se existisse uma lista das piores listas, esta estaria em primeiro lugar. Banda Uó melhor que Caetano? O disco podre do Violins? Bonde do Rolê (quem são eles mesmo?) e Sexy Fi lá atrás? Não é a toa que o MOVE perdeu a credibilidade e deixou de ser um dos melhores sites de música para virar isso. Saudade de quando vocês eram relevantes :/

Vanessa G. Ferreira 19 dez 2012

Cambriana é demais. Não consigo parar de ouvir esse disco. *-*

cristiano radins 19 dez 2012

Tulipa Ruiz é uma ausência sentida; a menina nos entregou uma jóia rara com seu incrível timbre de voz,que se fortalece a cada nova conferida.Thiago Pethit é um disco que provoca encantamento;outro destaque fica com Macaco Bong,com sua fúria desmedida.

lucas ribeiro 19 dez 2012

banda uó não deveria nem existir

Eduardo Cesar 19 dez 2012

WTF? Uma lista que inclui o EP da Clarice Falcão e o Rosie and Me, mas falta com Thiago Pethit e Tulipa Ruiz não é uma lista séria.

brenner 19 dez 2012

adorei ver a banda uó, BDR, céu mas quanto ao jair naves e ao otto prefiro lucas santanna e tulipa ruiz não ouvi todos os discos acima mas gostei bastante da lista

maira 19 dez 2012

bonde do role? banda uo? holger? silva em primeiro? credo!

sexy fi merecia estar mais a frente mesmo

e faltou wado….

maira 19 dez 2012

ah nao o do wado eh final de 11
kkkkkk
bjs

Dani 19 dez 2012

SILVA em primeiro! merecido!

Fernanda M. 19 dez 2012

Adorei a matéria! Foi absolutamente fora de clichês sem evocar qualquer tipo de pedantismo que hj (bizarramente) aparece nas pessoas que dizem gostar, e seguir, música nacional.
Comentários na brevidade da nossa preguiça. (rs)
E muita democracia. Não conheço um monte e gostei de ver a diversidade de estilos.
razaram.

Pedro 19 dez 2012

Concordo com Silva, Céu, Banda Uó, Caetano, Curumin e Otto. Senti falta de Tulipa, Pethit, Gui Amabis e Gaby Amarantos.

Rafa B. 19 dez 2012

Como pode Tulipa Ruiz, Lucas Santtana e Thiago Pethit ficarem fora de alguma lista que elenque os melhores discos nacionais de 2012?! Prefiro acreditar que tenha sido um lapso a um erro. E eu ainda colocaria os discos da Alice Caymmi e da Gaby Amarantos na lista; mas, vá lá, essas últimas escolhas minhas até poderiam ser questionadas…

cris braun 19 dez 2012

Senti falta de mim, rs !! Mas achei a lista massa !

Flavio 19 dez 2012

Vish, faltou mt a Gaby Amarantos. ‘-’

Elisa Maia 19 dez 2012

Pecado não estarem nessa lista Tulipa Ruiz, Wado, Thiago Pethit, Macaco Bong, Bambas Dois!!!

Vinicio 19 dez 2012

Banda Uó, Bonde do Rolê e Holger(decepção) não deviam estar na lista, todos são albums mais ou menos, nada que mereça estar num top 20

Thiago Leal 19 dez 2012

Legalzinha a lista, deu pra dar uma conhecida no youtube de alguns discos que eu não tinha ouvido. Eu não gosto do disco do SILVA mas compreendo colocar ele em primeirão hehe se bem que acho que o disco do Cambriiana foi a maior surpresa do ano

Raphael 19 dez 2012

Gostei da lista, parabéns, mas acho que faltou “boa parte de mim vai embora” do Vanguart.

Iberê Borges 19 dez 2012

Raphael, o do Vanguart é de 2011. Se não, eu colocaria. =]

Alexandre Lacerda 20 dez 2012

Concordo com Bidê e Holger. Mas o melhor disco de 2012 foi: Quase Coaduvante – Cartas para a próxima estação.

Marília 20 dez 2012

UMA LISTA DE MELHORES DO ANO SEM TULIPA, THIAGO PETHIT E LUCAS SANTANA NÃO PODE SER LEVADA A SERIO!

Maria 20 dez 2012

MANO, cadê O Terno e Tulipa Ruiz??
Juro, Clarice Falcão?

:(

Andreas Moreira 20 dez 2012

Essa lista é muito patética a começar pela Banda UÓ e essa tentativa patética do Cool modinha do caralho da galera Hipster.Dessa Lista só salvo Abraçaço,Sitoniza-lá,Arrocha e Caravan Sereia Bloom!!!

Black Drawling Chalks,Anas Canas,Jair Naves e Bidê ou Balde não ouvi os discos recentes então não vou opinar!!!

E do Otto não é tão só é meio Meia-Boca.Já o do superestima Silva é mega chato e o do Bonde do Rolê só não é mais vergonhoso que as apresentações ao vivo!!!!!

Gustavo Schmidt 20 dez 2012

Oi? Cade a Tulipa?

Andre 20 dez 2012

Quando cheguei ao ultimo cd o questionamento imediato foi, cade Tulipa Ruiz e Gaby Amarantos?

Andreas Moreira 20 dez 2012

O disco da Tulipa Ruiz é bacaninha.Já o da Gabi Amarantos é horrível tirando Xirley que é razoável mas a versão original do Zé Cafofinho e Suas Correntes é muito melhor o disco em si é péssimo.Pra ouvir Gaby escuto Pepe Moreno que pelo menos da pra rir!!!

Paulo Tothy 20 dez 2012

sem tulipa, lucas santtana, gui amabis… vocês esqueceram de colocar, só pode, né?

Paulo 20 dez 2012

Senti falta da Tulipa e da Gabi, mas o SILVA em primeiro foi merecidíssimo. A melhor novidade da MPB em anos, conseguiu inovar musicalmente sem ser pedante. 2012, ano Silva! Que venham mais discos como esse.

J Eduardo Dantas 20 dez 2012

Não quero dar uma de hater, turma…

… mas de fato: cadê Tulipa, Lucas Santanna e Thiago Petit? E eu ainda adicionaria o disco da Nina Becker e do Marcelo Callado, Gambito Budapeste… sério mermo.

Daniel 20 dez 2012

Faltou Wado e Camelo.

Luan 20 dez 2012

CADÊ TULIPA GENTE? FALA SÉRIO!

Edson Coutinho 21 dez 2012

Não é possível… como vcs não colocaram o disco do Thiago Pethit? Vcs tão sacanagem, só pode.

Henrique Vital 21 dez 2012

A lista é relativa, as posições são decididas pelo gosto dos redatores. Acho Silva uma bela bosta, mas se os caras piram no disco dele, que coloquem em primeiro lugar.

Tha 23 dez 2012

Quatro são daqui de Goiânia. fico feliz demais!! gostei da lista :) claro que faltam alguns, sim, mas sempre faltam hahaha

Leocádia Joana 26 dez 2012

Molho Negro
Cena Indeependente 07
Banda Uó

Roberto 26 dez 2012

realmente senti falta do Trabalhos Carnivoros – do Gui Amabis e principalmente -O Deus Que Devasta do Lucas Santtanna

Claudio Barros Filho 2 jan 2013

Sou suspeito ao falar de SILVA porque eu não parei de escuta-lo! Só acho injusto não colocarem o Cícero!

leonardo 4 jan 2013

putz, não é possível, só eu acho essa tulipa muito ruim?

[...] 2012 dans une rédaction argumentée de 1300 mots à partir de cette liste-ci et cette liste-là, gagne le droit de m’accompagner la prochaine que je vais [...]

Isadora 10 jan 2013

A só de Supercordas estar por aí já valeu. Num concordo com um monte de banda modinha que num tem qualidade estarem aí, mas Supercordas sim.

Humberto Firmo 1 mar 2013

O primeiro disco solo de Lirinha (ex-cordel) L I R A,
com participações de: Otto, Luisa Maita, Fernando Catatau, merecia aparecer na lista.