1 abr 2014

Queremos abre crowdfunding para levar a banda Au Revoir Simone ao Rio de Janeiro e Fortaleza

Por  @17:43

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O ótimo trio nova-iorquino Au Revoir Simone já está com passagens compradas para trazer seu dream-indie-pop ruidoso até o Brasil. A primeira data fechada para ver as meninas do Brooklyn é dentro do Popload Gig, no dia 11 de maio. Mas, antes, o Queremos quer armar outras duas apresentações da banda.

Com o álbum Move In Spectrums recém-adicionado à sua discografia, o grupo também está cotado para tocar no Rio de Janeiro e em Fortaleza. A movimentação para financiar a ida até a Cidade Maravilhosa já começou. Por aqui, você pode ajudar o Queremos a fechar o Au Revoir Simone na capital carioca no dia 8 de maio. O crowdfunding rola até a próxima semana. Já a capital do Ceará está de olho na data aberta dois dias depois. A performance aconteceria no Órbita Bar. Dá pra contribuir para a empreitada até o dia 15 de abril.

Abaixo, você assiste ao divertido clipe de “Crazy”.

1 abr 2014

Ouça “Hey Mr. Grey”, nova música de Bob Mould

Por  @14:12

mould

Dois minutos. Esse é o tempo do qual Bob Mould precisa para disparar sua nova música. A veloz e intensa “Hey Mr. Grey” foi lançada hoje e faz parte da divulgação do próximo álbum de Mould. Beauty & Ruin sucede Silver Age, de 2012, no dia 3 de junho, quando ganhará lançamento pela Merge Records. Ouça a prévia do trabalho logo abaixo.

1 abr 2014

Jack White anuncia seu novo disco, “Lazaretto”, e libera a inédita “High Ball Stepper”

Por  @14:04

lazaretto

Finalmente, o dono do topo da nossa lista de melhores lançamentos internacionais de 2012 irá ganhar um sucessor. Depois de Blunderbuss, Jack White anuncia sua volta com Lazaretto, seu segundo álbum solo de estúdio. O lançamento foi marcada para 9 e 10 de junho, via Third Man Records, obviamente.

“High Ball Stepper” é a primeira inédita a ser mostrada por White. A faixa, divulgada junto com o anúncio do disco, é instrumental e passeia pelos típicos solos tortos e agudos e aquelas distorções rasgadas, que são especialidades do músico. Conheça a novidade a seguir.

1 abr 2014

Na OLX, você anuncia gratuitamente, se desapega do que não usa mais e ainda faz uma grana extra

Por  @10:57

olx

Ir em todos os festivais e não perder nenhum show, conseguir pegar aquela turnê imperdível do seu disco favorito ou até mesmo produzir e lançar o EP de estreia da sua banda!

Se algum desses itens está na sua lista dos sonhos, mas falta grana, a solução pode estar na OLX, empresa global de classificados online e a maior do Brasil. No site da OLX, você se desapega de coisas que não usa mais e que só ocupam lugar na sua casa. O processo é simples: desapegou, vendeu. E você pode anunciar o que quiser de forma gratuita!

O Move testou o aplicativo e, em poucos minutos, nossa oferta já estava no ar, com fotos e informações sobre o produto. No caso, resolvemos passar pra frente um box sensacional que já cansou de tocar no nosso DVD. White Stripes ao vivo no Reino Unido + Franz Ferdinand no Japão, tudo gravado por volta dos áureos anos de 2005 e 2006. Como já tínhamos decorado o show até de trás pra frente, decidimos que era hora de deixar algum leitor nosso também se encantar com o poderio ao vivo de Jack White, Alex Kapranos e suas turmas.

Confira por aqui nossa oferta.

Viu como é fácil? Em poucos cliques, você anuncia na OLX gratuitamente, ganha uma enorme visibilidade em todas as plataformas online, se desfaz do que já não usa mais e ainda faz uma grana pra planejar suas próximas viagens, compras, investimentos ou o que quiser fazer.

Com a OLX, desapegou, vendeu. Experimente você também e conte depois aqui pra gente como foi sua experiência.

1 abr 2014

O carioca Cícero fez show em Fortaleza no sábado (29) e bateu um papo com o Move; leia a entrevista

Por  @9:55

cícero

Fotos: Adnayara Medeiros e Gabrielle Tavares

No último sábado, 29, o cantor Cícero fez um show memorável em Fortaleza. Levando mais de quinhentas pessoas ao House Of Sensations, o carioca tocou músicas de seus dois álbuns e foi surpreendido por um público que cantou, dançou e se emocionou. “Eu sabia que ia ser assim, só não imaginava que seria TÃO assim”, disse o cantor em meio aos aplausos. A beleza da interação dele com o público, as pessoas que cantavam abraçadas umas às outras e o coro que se manteve alto em todas as canções tornaram a noite ainda mais mágica. Antes de sua apresentação, Cícero respondeu algumas perguntas feitas pelo Move. Veja como foi o papo a seguir:

Move That Jukebox: Você é formado em Direito. Quando e por que decidiu investir na música?
Cícero: Quando eu terminei a faculdade em 2008, a banda (Alice) acabou junto. Então, era escolher continuar com a advocacia ou investir na música – e eu acabei ficando com a música.

Quando você disponibilizou Canções de Apartamento para download, você imaginou que teria uma repercussão tão grande?
Não. Eu coloquei na Internet porque foi um disco que eu fiz em casa, sem muita produção e porque era o jeito mais fácil de divulgar. Colocar um disco no iTunes, por exemplo, requer muita burocracia.

Quais são suas influências musicais?
Tom Jobim é uma das maiores, assim como Beatles. Como eu era DJ em festas no Rio de Janeiro, eu tinha contato com muita música, mas um disco que marcou minha vida foi o Nevermind, do Nirvana.

Em Canções de Apartamento, diferentemente de alguns artistas que utilizam figuras de linguagem para abordar sentimentos, principalmente em canções de amor, você constrói um cenário muito palpável, através de detalhes minimalistas. Como foi o processo de criação dessas músicas?
Observando cenários. Como eu estava dentro do apartamento a maior parte do tempo, eu o observava e acabei transformando isso em músicas que deixavam o ambiente palpável. Sábado foi mais urbano. Porém, eu sempre busco tornar o álbum identificável pra quem escuta. Senão, é só uma coisa abstrata que não se comunica. Não sou muito fantasioso em composições – eu toco o tempo inteiro. Faço e depois vejo se aquilo interessa. É natural e cotidiano, não tenho a hora de tocar. Eu sempre estou tocando. Eu toco e vou lavar a louça, depois toco mais um pouco (risos).

sábado

Quando observamos as capas de seus dois álbuns, a diferença já é perceptível. Você pensou nisso pra ajudar a criar a atmosfera de cada um deles?
Sim. Na verdade, as músicas não andam sozinhas. A obra é pensada como um todo. A capa ajuda você a entender o arranjo, que ajuda você a entender a letra, que ajuda você a entender o que está sendo dito no disco. Quanto mais você puder amarrar tudo numa coisa só, mais fácil é para os ouvintes pegarem aquilo como um livro, para eles interagirem com isso.

Sábado foi um álbum que dividiu opiniões, tanto da crítica como de seus fãs. Você esperava isso?
Não, porque no Canções de Apartamento eu não imaginava a quantidade de pessoas que conheciam meu trabalho, até porque eu não fiz tantos shows. Então, quando eu lancei Sábado, ele dividiu opiniões de fãs que eu nem sabia que tinha. Pra mim, eu estava continuando uma narrativa que comecei na sexta, continuei no sábado e vou adiante. As pessoas estavam tão apegadas ao Canções (e eu nem sabia) que isso ocasionou em um choque de momentos. Algumas pessoas ainda não estavam dispostas a entrar no momento Sábado. Só que eu não penso nos discos com essa cronologia imediata. Daqui cinco anos, terá cinco discos pra você escolher qual ouvir naquele dia. Se tiver cinco discos iguais, é desinteressante. O artista acaba se tornando um funcionário público dele mesmo ou às vezes fica só estético. E eu estava querendo abrir as portas da estética ou do protocolo, fazendo algo diferente do esperado.

Li que você tem vontade de lançar um livro de poemas. Você musicaliza alguns deles?
Sim. Em Canções, algumas músicas eram poemas, como “Cecília e os Balões”. Em Sábado, também. Eu pretendo parar daqui algum tempo e me focar na criação de um livro, porque isso requer muita concentração.

Você tem feito alguns shows fora do país. Como está sendo essa experiência?
Ótima. Portugal é foda. Lá as pessoas tem uma identificação com harmonia, melodia e com a letra, porque é o “mesmo idioma” e eu acho demais. Fui tocar em um festival e descobri um público grande que eu nem sabia que tinha. Agora estou voltando pra tocar nesse festival novamente porque é assim que estou fazendo. Estou produzindo discos e esperando que exista interesse em lugares e que esse interesse seja suficientemente grande para me levar a tocar. Você acaba criando relações com as cidades e isso continua pela vida inteira.

Você ainda acompanha o cenário musical mais underground do Rio de Janeiro?
O Rio de Janeiro não tem um cenário musical tangível porque você tem pessoas fazendo todos os tipos de música com os mais variados tamanhos de público e ocupando as mesmas casas de show. É uma cidade gigantesca com umas cinco casas. Então, todos os tipos musicais acabam ocupando os mesmos lugares. A cena acaba se tornando um circuito, mais do que uma unidade de música, e eu sou mais um dessa cena com vários artistas e tipos de público.

Você tem algum ritual que faz antes de entrar no palco?
Eu bebo um pouco. E… Só isso mesmo (risos).

Você é muito assediado nas ruas ou ainda pode assistir a um filme no anonimato ou coisa assim?
Eu posso sim. Eventualmente alguém me para na rua, mas sempre de forma respeitosa. Nunca é nada invasivo.

31 mar 2014

Kaiser Chiefs – Education, Education, Education & War

Por  @23:49

Kaiser Chiefs - Education, Education, Education & War

Não há muita saída ao Kaiser Chiefs. Lançou um fraco e decepcionante disco (ou seriam dois?) após seu terceiro LP, e assim ficou com a difícil missão de soltar algo relevante novamente, como prova de que ainda mereça nossa atenção. Analisando sua carreira, além das ótimas apresentações ao vivo – ótimas mesmo – a banda estreou com um álbum fantástico e altamente divertido, tentou a sorte num segundo disco bem bacana, mas menos marcante, e lançou um terceiro regular e com o grande pecado de ser esquecível. Após isso, se atrapalhou toda com uma grande quantidade de inexpressivas faixas que formaram o registro The Future Is Medieval e, consequentemente/estranhamente, veio Start the Revolution Without M – quase ou nada se salva neste(s).

Como ouvir Education, Education, Education & War, novo álbum dos ingleses, com alguma empolgação? Tente pelo seguinte motivo: a banda economiza com um trabalho em 10 faixas e aposta em saídas mais pop, com menos agitação e menos “punk”. Apesar de estar longe de ser um dos momentos interessantes do grupo e, vez ou outra, se distanciar de sua vertente mais aprazível, pode nos pegar em alguns momentos de bons refrões. A proposta que mais agrada não se parece muito com a daquela banda que conhecemos há quase dez anos, mas ao menos se faz, ainda que não um registro necessário, um trabalho válido e natural na reconstrução da carreira que atuou com personalidade na cena do rock inglês da última década.

31 mar 2014

Clipe: Fernanda Takai & Samuel Rosa – Pra Curar Essa Dor (Heal The Pain)

Por  @22:37

Fernanda Takai e Samuel Rosa

Na Medida do Impossível, recém-lançado disco de Fernanda Takai, ganhou mais um clipe. Gravado no estúdio do Pato Fu (com participações de John operando a mesa de som), o vídeo mostra cenas da gravação da música “Pra Curar Essa Dor”, que conta com a participação de Samuel Rosa, do Skank, nos vocais.

A música é uma versão de “Heal The Pain”, de George Michael. Parece estranho, mas funciona bem. Fernanda é uma cantora que se dá bem cantando com SILVA, Gaby Amarantos, Padre Fábio de Melo e Dance of Days (sério, ela já gravou com todos eles).

“Pra Curar Essa Dor” é uma dessas típicas baladas que tem tudo pra tocar muito nas rádios. Pop redondinho, perfeitinho e super bem produzido.