Polysom, única fábrica de vinis da América Latina, volta a funcionar nesse mês

Desativada há pouco mais de dois anos, a Polysom, que mudou a realidade da indústria musical na América Latina, está prestes a voltar a funcionar. Depois de vencer uma série de problemas técnicos e financeiros, a única fábrica de vinis da região “volta a operar normalmente a partir de janeiro, atendendo gravadoras e selos do Brasil e da América Latina”, de acordo com comunicado enviado à imprensa.

Segundo João Augusto, um dos novos proprietários da fábrica, “proteção ambiental, qualidade, luta contra a pirataria e segurança do trabalho” são as quatro bandeiras levantadas pela empresa, que afirma produzir vinis com a mesma qualidade da Bill Smith, uma das maiores fábricas de bolachas dos Estados Unidos.

A Polysom renasceu das cinzas (no sentido figurado, claro, porque nada pegou fogo) do mesmo prédio que era usado por ela anos atrás, em Belford Roxo, no Rio de Janeiro. A primeira leva de vinis feitos no Brasil conta com álbuns de Fernanda Takai, Pitty, Cachorro Grande e Nação Zumbi.