Rosanne Machado’s Jukebox (Rosie and Me)

Vocalista de uma das bandas mais promissoras do (indie)folk nacional, Rosanne Machado esbanja doçura ao cantar sobre a vida, idas e vindas, amores e sapatos polidos no EP Bird and Whale. Pra quem não viu, já até postamos a estreia “videoclíptica” do Rosie and Me (@rosieandme_) aqui, com a linda “Bonfires“. Pra você que já conhece e quer saber – e ver – mais, dê um pulo no Urbanaque, onde o Bruno Dias postou resenha, fotos e vídeos do show que os curitibanos fizeram em São Paulo no último fim de semana, no Estúdio Emme. Mas calma. Antes disso, pare por uns minutinhos e leia a mini-entrevista que fizemos com a frontwoman do Rosie and Me:

E o hype? – o que você tem escutado de novidade?
O que mais tem chamado atenção é o Gregory Alan Isakov, que já cantou com a Brandi Carlile e Born Ruffians, que já são mais conhecidos por aí.

Good Times Bad Times – qual banda/artista sempre esteve ao seu lado, fazendo, por mais piegas que isso possa soar, a “trilha sonora de sua vida”?
The Weepies e Stars. Duas bandas que, em qualquer época, conseguem dar um soco no estômago de qualquer um que se envolva nas letras e na música. São bandas que me emocionam de verdade, no sentido mais piegas da expressão. Haha!

Do the D.A.N.C.E. – o que não pode faltar na hora de soltar a franga na pista?
Olha, eu não sou nenhum Napoleon Dynamite na hora de enfrentar a pista, mas quando toca Berndsen, Metronomy ou Cut Copy, fica difícil não virar um copo de margarita e bater os pés naquela levada desajeitada.

Quais são os planos de dominação mundial do Rosie & Me? Um disco completo, talvez? Vocês já têm músicas suficientes pra fazer um LP?
Um disco completo sem dúvida é a próxima meta da banda. Temos várias músicas novas e nada gravado, então pensei em liberar uma compilação de demos no próximo mês, só para que o pessoal tenha uma noção do que está por vir.

Você não vale nada mas eu gosto de você – todo mundo tem um guilty pleasure, vai. Aquela banda que você só escuta quando não tem ninguém por perto e, por garantia, com fones de ouvido.
Tenho um CD do Jimmy Eat World em casa junto com um da Dido. Acho que se encaixam na catogria pelo fato de o primeiro ser algo bem “garoto punk do centro” e o segundo aquilo “oi, Dawson’s Creek”. São coisas que se destacam de longe no meu Last.fm e que não hesito em “scrobellar”.

  • Não vejo a hora dessa banda vir a Porto Alegre \o/

  • Flavia

    aguardando ansiosamente o show no Sesc Consolação 🙂

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