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	<title>Move That Jukebox &#187; Cola-Cola PARC</title>
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		<title>Coca-Cola reúne adolescentes e enrugados em festival de Porto Alegre</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Jun 2009 18:08:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alex Correa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Cola-Cola PARC]]></category>
		<category><![CDATA[Copacabana Club]]></category>
		<category><![CDATA[matt and kim]]></category>
		<category><![CDATA[no age]]></category>
		<category><![CDATA[Vanguart]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>Texto: Fernando Corrêa e Ana Luiza Bazerque</em></p>
<p style="text-align: center;"><em>Foto: <a href="http://www.flickr.com/photos/cocacolaparc/">Coca-Cola PARC</a> <a href="http://www.flickr.com/photos/tomatemaravilha/"></a></em></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-5720" title="cocacola" src="http://movethatjukebox.com/wp-content/uploads/2009/06/cocacola.jpg" alt="cocacola" width="567" height="378" /></p>
<p style="text-align: justify;">Coca-Cola Parc</p>
<p style="text-align: justify;">Porto Alegre, 5 a 7 de Junho</p>
<p style="text-align: justify;">O Coca-Cola PARC reuniu, ao longo de três dias, programação para todos que tivessem um mínimo de curiosidade por música pop, de pré-adolescentes a velhos fãs de rock, de gente que só queria curtir o embalo hype do electro a pensadores do mercado independente. Além de shows muito bacanas, um ciclo de palestras sobre música levou produtores e envolvidos com o mercado fonográfico ao auditório do Museu Iberê Camargo, de frete para o Lago Guaíba, cartão postal de Porto Alegre. A produção trouxe gente de peso como o músico e produtor Benjamin Taubkin, o presidente da MTV Brasil, Zé Wilson, e o produtor Carlos Eduardo Miranda. Cada sessão relacionava música a outros temas, como tecnologia, economia, sociedade e internet. Ao contrário do que se poderia temer, cada um dos participantes soube trazer, dentro de seus conhecimentos, propostas para o novo mercado em transição da música. Como é o caso do Espaço Cubo, criado na cidade de Cuiabá, que desenvolveu uma série de estratégias visando o desenvolvimento do mercado cultural no Mato Grosso, onde a cena independente era inexistente na década de 1980. Após os debates, a melhor coisa a se fazer era curtir os shows que rolaram no Circuito Noturno: o californiano No Age, o nova-iorquino Matt and Kim, o cuiabano Vanguart e o curitibano Copacabana Club foram alguns dos grupos que, na sexta feira à noite, ocuparam diversos bares da cidade.</p>
<p style="text-align: justify;">O som do <strong>No Age</strong> é rápido, tosco e direto. Randy Randall toca guitarra como um adolescente, Dean Spunt canta com um ar niilista, um tanto geek, enquanto espanca sua bateria. O som transita entre o Descendents, o Black Flag e o indie rock. Por pouco tempo, já que o show explosivo dos caras não durou muito mais que meia hora.</p>
<p style="text-align: justify;">Donos de músicas bacanas, de veia punk pulsante por trás da estética eletrônica dos teclados, não é a veia musical, no entanto, que impulsiona a performance dos nova-iorquinos <strong>Matt and Kim</strong>. É a alegria, tão intensa nos sorrisos constantes da dupla, que faz do show deles uma experiência tão empolgante. Ao fim dos curtos 40 minutos em que enfileiram canções como o hit “Yeah Yeah” e a contagiante “Daylight”, ainda sobrou muita energia. No melhor estilo “free hugs”, a paz e amor cool do Brooklyn acolhe a todos em abraços calorosos. Antes do fim com gosto de prematuro, Kim surfou em cima do público ao som do riff clássico de Sweet child o mine.</p>
<p style="text-align: justify;">Foram seguidos pelo <strong>Copacabana Club</strong>. Enquanto fãs do CSS podem implicar com a performance inspirada em Lovefoxxx da vocalista Caca V, basta tomar isso como uma característica positiva e o show se torna uma surpressa muito boa. O que falta no CSS e sobra no Copacabana? Uma pegada brasileira escondida por trás do som super contemporâneo do quinteto. Por vezes lembra mais Jorge Ben, noutras, mais soul, e muita gente nem deve se dar conta disso. Intencional ou não, a caracterísitca torna o som dançante mais acessível aos ouvidos menos habituados ao electro rock.</p>
<p style="text-align: justify;">O <strong>Vanguart</strong>, representante folk do festival, fez uma apresentação grandiosa num palco diminuto. Cada vez que uma canção era executada, era entoada como fosse um hino. Se destacaram “Cachaça” e “Robert”, que tiveram a participação de Arthur de Faria na gaita, “O Mar”, obra prima de Dorival Caymmi e, como jamais poderia faltar, a fina ironia de “Semáforo”. Sem contar o encerramento primoroso com um cover de “Dig a Pony”, dos Beatles. Talvez a estrela do PARC tenha sido o palco Underage, voltado para o público de 12 a 18 anos. A galera de espinha na cara pôde conferir bandas de renome daqui e de fora, como Pitty, Cachorro Grande, os franceses The Teenagers e os ingleses The View. Foi música demais.</p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>Texto: Fernando Corrêa e Ana Luiza Bazerque</em></p>
<p style="text-align: center;"><em>Foto: <a href="http://www.flickr.com/photos/cocacolaparc/">Coca-Cola PARC</a> <a href="http://www.flickr.com/photos/tomatemaravilha/"></a></em></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-5720" title="cocacola" src="http://movethatjukebox.com/wp-content/uploads/2009/06/cocacola.jpg" alt="cocacola" width="567" height="378" /></p>
<p style="text-align: justify;">Coca-Cola Parc</p>
<p style="text-align: justify;">Porto Alegre, 5 a 7 de Junho</p>
<p style="text-align: justify;">O Coca-Cola PARC reuniu, ao longo de três dias, programação para todos que tivessem um mínimo de curiosidade por música pop, de pré-adolescentes a velhos fãs de rock, de gente que só queria curtir o embalo hype do electro a pensadores do mercado independente. Além de shows muito bacanas, um ciclo de palestras sobre música levou produtores e envolvidos com o mercado fonográfico ao auditório do Museu Iberê Camargo, de frete para o Lago Guaíba, cartão postal de Porto Alegre. A produção trouxe gente de peso como o músico e produtor Benjamin Taubkin, o presidente da MTV Brasil, Zé Wilson, e o produtor Carlos Eduardo Miranda. Cada sessão relacionava música a outros temas, como tecnologia, economia, sociedade e internet. Ao contrário do que se poderia temer, cada um dos participantes soube trazer, dentro de seus conhecimentos, propostas para o novo mercado em transição da música. Como é o caso do Espaço Cubo, criado na cidade de Cuiabá, que desenvolveu uma série de estratégias visando o desenvolvimento do mercado cultural no Mato Grosso, onde a cena independente era inexistente na década de 1980. Após os debates, a melhor coisa a se fazer era curtir os shows que rolaram no Circuito Noturno: o californiano No Age, o nova-iorquino Matt and Kim, o cuiabano Vanguart e o curitibano Copacabana Club foram alguns dos grupos que, na sexta feira à noite, ocuparam diversos bares da cidade.</p>
<p style="text-align: justify;">O som do <strong>No Age</strong> é rápido, tosco e direto. Randy Randall toca guitarra como um adolescente, Dean Spunt canta com um ar niilista, um tanto geek, enquanto espanca sua bateria. O som transita entre o Descendents, o Black Flag e o indie rock. Por pouco tempo, já que o show explosivo dos caras não durou muito mais que meia hora.</p>
<p style="text-align: justify;">Donos de músicas bacanas, de veia punk pulsante por trás da estética eletrônica dos teclados, não é a veia musical, no entanto, que impulsiona a performance dos nova-iorquinos <strong>Matt and Kim</strong>. É a alegria, tão intensa nos sorrisos constantes da dupla, que faz do show deles uma experiência tão empolgante. Ao fim dos curtos 40 minutos em que enfileiram canções como o hit “Yeah Yeah” e a contagiante “Daylight”, ainda sobrou muita energia. No melhor estilo “free hugs”, a paz e amor cool do Brooklyn acolhe a todos em abraços calorosos. Antes do fim com gosto de prematuro, Kim surfou em cima do público ao som do riff clássico de Sweet child o mine.</p>
<p style="text-align: justify;">Foram seguidos pelo <strong>Copacabana Club</strong>. Enquanto fãs do CSS podem implicar com a performance inspirada em Lovefoxxx da vocalista Caca V, basta tomar isso como uma característica positiva e o show se torna uma surpressa muito boa. O que falta no CSS e sobra no Copacabana? Uma pegada brasileira escondida por trás do som super contemporâneo do quinteto. Por vezes lembra mais Jorge Ben, noutras, mais soul, e muita gente nem deve se dar conta disso. Intencional ou não, a caracterísitca torna o som dançante mais acessível aos ouvidos menos habituados ao electro rock.</p>
<p style="text-align: justify;">O <strong>Vanguart</strong>, representante folk do festival, fez uma apresentação grandiosa num palco diminuto. Cada vez que uma canção era executada, era entoada como fosse um hino. Se destacaram “Cachaça” e “Robert”, que tiveram a participação de Arthur de Faria na gaita, “O Mar”, obra prima de Dorival Caymmi e, como jamais poderia faltar, a fina ironia de “Semáforo”. Sem contar o encerramento primoroso com um cover de “Dig a Pony”, dos Beatles. Talvez a estrela do PARC tenha sido o palco Underage, voltado para o público de 12 a 18 anos. A galera de espinha na cara pôde conferir bandas de renome daqui e de fora, como Pitty, Cachorro Grande, os franceses The Teenagers e os ingleses The View. Foi música demais.</p>
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