6 mar 2012

Ouça “Criminal”, o álbum de estreia da dupla Killer on the Dancefloor

Por  @1:05

Um aguardado lançamento da nova música eletrônica nacional acaba de dar as caras. O Killer on the Dancefloor, projeto formado pelos  paulistanos Phillip A. e Fatu, apresentou hoje o seu primeiro álbum. Criminal traz 10 faixas eletrizantes, produzidas pelo próprio duo junto a Ali Disco B, que escancaram todas as referências musicais do KOTD – da disco music ao hip hop, passando pelo pop, electro e indie rock.

Mais do que uma obra fonográfica, o trabalho soa como uma agradável reunião musical entre amigos. Phillip e Fatu não economizaram nas colaborações para as faixas e trazem em Criminal participações especiais de Ale (ex-Copacabana Club), Thiago Pethit, MC C4bal, Holger, Turbo Trio, Fabrizio Martinelli, Dada Attack, entre outros nomes. Os destaques? Além da conhecida “Gringo Oba Oba”, música que fecha o disco e figurou entre as primeiras produções autorais do Killer on the Dancefloor, “I Feel so Strange” conta com os vocais de Pata (do Holger) e carrega aquela aura dançante de poolparty ensolarada, fatal para as pistas.

“Criminal” já pode ser comprado pelo iTunes e Beatbort, mas também está disponível para audição na íntegra no soundcloud promocional dos garotos:

Ficou na pilha de ver o Killer on the Dancefloor ao vivo? Além da apresentação confirmada no segundo dia (8/4) do Lollapalooza Brasil, eles também tocam em Santos, São Paulo, Brasília, Caxias do Sul e Guarujá nos próximos meses. Confira a agenda completa.

20 jul 2011

Copacabana Club – Tropical Splash

Por  @21:40

Quatro anos após a formação da banda, finalmente foi lançado Tropical Splash, o primeiro álbum do Copacabana Club. Das 13 canções, quatro já haviam sido gravadas no EP King of the Night e boa parte das restantes já era conhecida por quem acompanhava a banda nos shows e nas redes sociais. Talvez por isso, o disco não traga muitos ares de novidade, afinal ele já era esperado há um bom tempo.

A sequência inicial é matadora: “Mrs. Melody” é uma abertura inspirada, “Sounds Like Confusion” tem um refrão marcante e “Sex Sex Sex” é daquelas músicas pra te deixar sem ar. A balada “Darling”, com cara de baile dos anos 80,  mostra a banda em águas diferentes das que eles costumam navegar, mas o resultado agrada.

O maior sucesso da banda, “Just Do It”, aparece em uma nova versão, mas sem perder suas características de hit para as pistas de dança e para as rádios. É uma música absolutamente irresistível e já é um clássico do indie rock tupiniquim.

O ponto baixo do disco, no entanto, são as outras canções que já haviam sido gravadas anteriormente no primeiro EP da banda. Não que elas sejam ruins, muito pelo contrário. Mas embora as novas versões tenham um som muito mais limpo e mais trabalhado, as versões originais são superiores às gravadas em Tropical Splash.

As referências ao Brasil nos nomes da banda e do álbum (“Copacabana” e “Tropical”) e o fato de cantarem em inglês indicam que a música é feita pra exportação – o que não chega a ser um problema. O Copacabana Club tem um estilo universal e já fez diversos shows no exterior. Tudo isso sem deixar de ser um orgulho nacional.

27 jun 2011

Clipe: Copacabana Club – Backyard

Por  @22:02

No pique de divulgação de seu recém-lançado debut, uma das estreias mais aguardadas do indie nacional nos últimos anos, o querido Copacabana Club acaba de lançar o clipe para a dançante “Backyard”. Abusando da fotografia p&b, o Copas montou abrigo no meio de uma floresta pra gravar o registro, que até tem lá uma histórinha por trás, mas que passa batida durante os 5 minutos de vídeo. O legal mesmo é ver a banda tocando a décima faixa de Tropical Splash:

20 jun 2011

Copacabana Club lança o álbum “Tropical Splash” em São Paulo

Por  @19:55

O Copacabana Club tirou a semana pra divulgar o seu primeiro álbum na capital paulista. Após uma sexta agitada com um show abrindo para o Jota Quest no Credicard Hall e outro no Studio SP, a banda agitou o sábado (18/06/2011) do Lions Nightclub na festa de lançamento oficial de Tropical Splash. O show, curto mas intenso, foi seguido de um DJ-set da própria banda que segurou os fãs até altas horas da madrugada.

O palco baixo (cerca de 20 cm de altura) não tinha espaço para todos os integrantes e a vocalista Caca V cantou no chão. Melhor para os fãs que estavam lá perto, mas pior para boa parte dos presentes, que tinham uma visibilidade bem ruim do grupo.

13 jun 2011

Ouça o primeiro álbum do Copacabana Club na íntegra

Por  @10:05

Hoje, dia 13 de junho, é o dia do lançamento oficial de Tropical Splash, o primeiro álbum do Copacabana Club. Cada faixa do debut dos curitibanos teve seus primeiros 1:50 liberados pela Bulldozer Media (produtora londrina que também agencia o MIXHELL e o The Twelves lá fora) na semana passada e agora elas aparecem em versão completa no soundcloud oficial do Copacabana.

31 mai 2011

Urban Music Festival: impressões gerais

Por  @13:33
foto: Fabiano Cerchiari/UOL

Em plena tarde de domingo, o Anhembi recebeu o Urban Music Festival com a missão de conseguir dar conta de um festival sem a presença de Cee-Lo Green, um dos grandes nomes anunciados no line-up oficial. Performances bem desconhecidas iniciaram o evento, e tanto o palco Street quanto palco Urban viram nomes como Anjo dos Becos, Kaka Mendes, Live Delu, Rock Roots Revolution (surpreendente!) e Copacabana Club passarem pelo tablado.

foto: Fabiano Cerchiari/UOL

A noite começou com o antigo Technotronic, mostrando muita força de vontade em resgatar aqueles hinos da dance music dos anos noventa. Foi um show divertido, com muitos hits pra lá de manjados que, ao vivo, soam muito bem. Em seguida, foi a vez do respeitado DJ King, que esbanjou talento e competência dirigindo as pick ups, mas já nesse número veio o primeiro momento de confusão no festival, em que o DJ simplesmente trocou de palco no meio do show, para compensar o atraso de Ja Rule – que, até então, não tinha chegado ao Anhembi. Emicida então sobe ao palco e de imediato manda um recado pra galera, criticando a postura de Cee-Lo Green, que cancelou sua apresentação sem mais nem menos – demonstrando total falta de respeito para com o público brasileiro. No mais, bom som, rap nacional representado com uma ajudinha da turma do Instituto, que deu uma força extra para o nosso querido rapper.

foto: Fabiano Cerchiari/UOL

Fechando a noite, John Legend e o The Roots levaram o público à loucura, com um repertório que teve como base o álbum Wake Up!, aliado a canções próprias, como “Ordinary People” (John Legend) e “The Seed 2.0″ (The Roots).

fotos: Fabiano Cerchiari/UOL

No final, ficou a nítida impressão de que o baixo público presente não ficou satisfeito com a estrutura e a (des)organização do festival que, pra fechar com “chave de ouro”, ainda teve um Ja Rule se recusando a tocar para as poucas centenas de pessoas que insistiram em ficar até o final, mesmo com o atraso de seu show.

24 mai 2011

Concorra a um par de ingressos para o Urban Music Festival, domingo, em São Paulo

Por  @13:05

PROMO ENCERRADA! E, de acordo com o Sorteie.me, quem vai, de graça e acompanhado, ao Urban Music Festival é a @marianatxl. Parabéns! Cheque suas DMs no Twitter, ok? Aos que não vão ver o NÃO SHOW do Cee Lo Green não ganharam, dá um pulo no Ingresso Rápido e compre suas entradas pra ver o The Roots. Nos encontramos por lá. :)

No próximo domingo, em São Paulo, rola o esperado Urban Music Festival, que vai reunir, num mesmo dia e lugar, nomes como Copacabana Club, Emicida, Cee Lo Green, John Legend e The Roots. Os ingressos estão à venda no Ingresso Rápido. Mas se você tiver naquela pindaíba de fim de mês e só vai conseguir entrar na Arena Anhembi por um milagre, fique calmo que temos um anunciado a fazer.

30 mar 2011

Shows no Brasil: The Cure, Laura Marling, Jamie Cullum e mais

Por  @12:14

O Destak de hoje avisa: The Cure entrará em turnê pela América do Sul em setembro e outubro próximos. Brasil, Argentina e Chile são destinos certos da banda de Robert Smith, cujo disco mais recente é de 2008. Mais detalhes, como cidades, preços, locais e datas ainda serão divulgados em breve.

Já o festival quase-sempre-coxinha Natura Nós divulgou as atrações de sua edição de 2011, que acontecerá, diferentemente dos anos anteriores, no primeiro semestre. Dá uma olhada na mistureba suspeita que vai rolar no fim de semana de 21 e 22 de maio, na Chácara do Jóquei:

E aí, animado? Será que pelo menos rola show da Laura Marling solo? Pegando carona no fim de maio, ainda tem o Urban Music Festival, que trará, por enquanto, shows de Cee Lo Green, John Legend, The Roots, Emicida, Technotronic (!), Copacabana Club e Afrika Bambaata, entre outros. Especula-se que o Primal Scream também se juntará ao elenco, com seu show do seminal Screamadelica tocado na íntegra! Esse eu não perco.

Já dá pra comprar ingressos para o Urban Music. Pelo Peixe Urbano (sim!), você consegue entradas, de acordo com o Último Segundo, por 50 reais, através da campanha “Ingresso Justo – Show para Todos”. Mas, aparentemente, a oferta acaba já no próximo dia 4. Mais informações no site.

1 fev 2011

Música boa, público animado e ansiedade antecipada pro M/E/C/A 2012

Por  @4:16

Sair do interior de Minas Gerais pra passar dois dias no sul do país “só” pra ir a um festival de música com bandas não lá muito conhecidas não era uma ideia das mais práticas – ainda mais sendo a primeira edição do M/E/C/A/Festival. Mas com boa organização, som de qualidade, público interessado – e interessante -, e bandas escolhidas a dedo pra se encaixarem como luvas na proposta e programação do evento, o calendário brasileiro acaba de ganhar uma ótima opção para seus verões – e que faz compensar toda a correria de um bate-e-volta de fim de semana pra quem mora longe do litoral gaúcho.

Era uma tarde das quentes em Xangri-Lá, cidade litorânea a 130km de Porto Alegre, quando o Wannabe Jalva, provalmente se apresentando pela primeira vez para a maioria dos ali presentes, subiu ao palco – e com apenas 3 músicas oficialmente lançadas, mandou um set encorpado, curto e lotado de váriações rítmicas que despertaram a atenção do tímido pessoal que começava a chegar ao M/E/C/A/Festival. As influências passeavam com velocidade impressionante entre Arctic Monkeys, Passion Pit, Yeasayer e Holger. Com o sol ainda batendo forte nos wayfarers facilmente avistados, a banda se despediu sob aplausos e deixou a sensação de que, daqui um ano quem sabe, ela pode estar entre as atrações que fecham o festival – e potencial pra isso não falta.

Foto por Hick Duarte

Com muita gente ainda dispersa pelo local, sentada na grama e curtindo uma Heineken gelada, os curitibanos do Rosie And Me empunharam seus instrumentos e surpreenderam praticamente 100% das pessoas que não os conheciam. Bastava uma simples olhada ao redor pra perceber que grande parte dos narizes desconfiados apontavam pro palco, mirando aquela mistura fofa de folk e pop. Se a surpresa – e o sorriso – já era evidente no rosto de muita gente, encantada com melodias suaves e com a timidez quase que ensaiada da vocalista Rosanne Machado, veio um dos momentos mais improváveis e memoráveis da noite: “Ready For The Floor”, hit electro rock do Hot Chip, foi submetido a uma mudança na qual os sintetizadores foram substituidos por violões e banjo! Junto com o Wannabe Jalva, tá aí mais uma banda que leva boa parte das minhas fichas no quesito “Aposta Nacional 2011″.

Foto por Hick Duarte

Depois de duas apresentações de “aquecimento de luxo”, era a hora da indiezada que já começava a lotar o local soltar o gogó. O Copacabana Club entrou com vários hits na manga – e não teve dó de descartá-los durante sua apresentação, que ainda contou com músicas inéditas e que virão no debut da banda, intitulado Tropical Splash. Divertido, animado, rápido e com todo o mundo entoando “Just Do It”, maior sucesso dos curitibanos. Esse foi – como esperado – o Copas, que ainda teve sua vocalista, Caca V, fazendo DJ set cheio de altos e baixos no domingo, na plataforma de Atlântica, como parte do M/E/C/A Land.

Foto por Hick Duarte

Finalmente, era hora de um dos shows mais comentados de 2010 mostrar que era tudo isso, de fato. Vindo lá da Irlanda, o trio – e quarteto quando ao vivo – Two Door Cinema Club chegou chutando a porta (não literamente, gente), falou (bem) pouco, tocou muito e saiu ovacionado pelo lotado Indie Stage – merecidamente. Com músicas que fazem geral dançar há mais de um ano nas baladinhas indies, a banda enfileirou hits certeiros com confiança e precisão de gente grande.

Foto por Hick Duarte

No setlist, baseado total e obviamente no debut Tourist History, ainda couberam faixas que ficaram de fora da estreia, como o ótimo b-side “Costume Party”. Mandando um de seus hinos (hehe) logo de cara, “Undercover Martyn”, o TDCC soube segurar toda a apresentação, que culminou em um uníssono nos refrões de “I Can Talk” daqueles quem fazem você se lembrar e se perguntar: “Quando vai ter isso de novo?” Showzaço!

Com a cabeça ainda atordoada e tentando registrar o que tinha sido o show anterior, veio o Vampire Weekend pra fechar com responsa o line-up caprichado de bandas do festival. Ezra Koening, destaque óbvio e líder do quarteto novaiorquino, era só sorrisos e nem parecia se importar que sua banda, debutando em solo nacional, era headliner de um festival que também fazia sua estreia naquela noite. Com um batera fundamental e que se sacolejava como se não houvesse amanhã, o Vampire superou expectativas e não desperdiçou sequer um minuto enquanto era alvo dos holofotes e das várias câmeras e celulares que o miravam a todo momento.

Foto por Mahê Ferreira

O set não trouxe surpresas – e nem caberiam. Quem foi ao festival queria cantar com todas as forças “Cousins”, “A Punk”, “Oxford Comma”, “Run”, “White Sky”, “Cape Cod Kwassa Kwassa” e “One (Blake’s Got A New Face)” (essa última, com execução primorosa da banda e participação massiva do público, vale reforçar). Bem, se teve alguém que foi e não cantou, pelo menos deve ter saído de lá um pouco surdo pelo barulho dos gritos, que não cessaram até o último acorde tocado pelo Vampire Weekend.

Foto por Mahê Ferreira

Sobre a organização, não presenciei grandes problemas. A comida era boa e estava sempre quente. Quando ia comprar cerveja, não pegava praticamente nenhuma fila – apesar de que, a certa altura, a bebida tinha acabado e, quando chegou mais, levou alguns minutos até gelar bem. O fluxo no banheiro era tranquilo e não houveram grandes atrasos nos shows, só uma pequena confusão no line-up pós-bandas, que teve o eficiente The Twelves discotecando em horário diferente do previsto. Mas nada que tire pontos do evento. MUITO pelo contrário. De volta pra casa, depois de algumas horas de viagem, a sensação é compensadora e só resta uma dúvida: demora muito pro M/E/C/A/Festival 2012?

17 jan 2011

Ganhe ingressos para o M/E/C/A/Festival, que terá nomes como Two Door Cinema Club e Vampire Weekend

Por  @23:09

[UPDATE] Antes de tudo, valeu demais por terem participado do sorteio, pessoas! E os sortudos que vão levar um par de ingressos cada para o M/E/C/A/Festival são: @luoca, @luancarvalhoo, @jessicambf e @kakimba. O link do sorteio está aqui. Parabéns e chequem suas DMs, ok? Quem não levou essa, FICA LIGADO! Deve rolar um sorteio-relâmpago pra mais dois pares de entradas a qualquer momento no nosso Twitter. [/UPDATE]

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Janeiro geralmente é o mês em que o pessoal gosta de ir à praia curtir aquele sol na cara, torrando tudo o que vê pela frente, e aquela areia maldita, da qual você vai se lembrar por pelo menos um mês depois de ter voltado pra casa. Bem, só que nesse finalzinho do primeiro mês de 2011, até os maiores não simpatizantes do mar terão um motivo mega boga pra aparecer na Plataforma de Atlântida, que fica na cidade litorânea de Xangri-Lá, pertinho de Porto Alegre.

Não faz ideia do que é o M/E/C/A/Festival? Calma que a gente explica: durate os dias 28, 29 e 30 de janeiro, acontecerão vários shows incríveis – e inéditos no país -, exposições de fotografia e atividades relacionadas ao surfe, skate e por aí vai. O que você precisa saber é que, no sábado (29), vai rolar, a partir das 5 da tarde, o seguinte line-up no Indie Stage da estrutura que será montada: discotecagens de Lúcio Ribeiro e The Twelves, além de apresentações dos queridos Wannabe Jalva, Rosie and Me e Copacabana Club. Quer mais? Então segura que Two Door Cinema Club e Vampire Weekend farão seus debuts em palcos nacionais no M/E/C/A/. O som ainda continua no Club Stage, que tem como atração principal a dupla inglesa Layo & Bushwacka. A programação completa tá toda explicada aqui.

Os irlandeses do Two Door Cinema Club cortando o cabelo antes de virem para o Brasil

Já foi convencido de que você não terá programa melhor pra fazer no fim de semana mencionado? Pois então trate de se programar, porque o 1° lote de ingressos já é história. O segundo já está à venda, tendo cada entrada custando 70 reais. Mas e se você ganhasse uma entrada? Aliás, e se você ganhasse um par de ingressos? Já facilitava um pouco a vida, certo? Então se liga nas instruções, porque o Move, como parceiro oficial do festival, vai colocar pra dentro do festival, na faixa, alguns de nossos queridos leitores.

Seguinte, siga o @movethatjukebox e tuite:

Me comprometo a fazer essa dancinha http://migre.me/3GJQR se eu ganhar ingresso do @movethatjukebox pro @mecafestival: http://kingo.to/r11

Pelo Sorteie.me, iremos pegar o nome de QUATRO sortudos que irão levar UM PAR de ingressos cada. Obviamente, o resto dos custos é por sua conta, né, seu folgado. Se serve de consolo, no site do festival você encontra guias completinhos de “Como chegar” e “Onde ficar” – além de todas as outras informações das quais você possa precisar.

Enfim, tuite logo, porque a promo acaba nessa quinta-feira, ao meio-dia. Boa sorte pra todo mundo e a gente se encontra na praia gaúcha daqui uns dias.