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	<title>Move That Jukebox &#187; cross</title>
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		<title>Justice com música nova, &#8220;Beginning Of The End&#8221;</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Jan 2010 03:08:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Neto Rodrigues</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Justice]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-10195  aligncenter" title="justice" src="http://movethatjukebox.com/wp-content/uploads/2010/01/justice.jpg" alt="" width="530" height="360" /></p>
<p style="text-align: justify;">Quanto tempo, hein, <strong>Justice</strong>? Calma, galera. Nada de datas, tracklists ou capas do segundo e esperadíssimo disco da dupla francesa. Por enquanto, &#8220;só&#8221; foi divulgada essa música nova, que é bem&#8230;Justice.</p>
<p style="text-align: justify;">Bem, enquanto detalhes de um possível sucessor de <em>Cross</em>, de 2007, não chegam, fiquem com o novo &#8211; e bem bom &#8211; single do Justice, chamado &#8220;Beginning Of The End&#8221;:</p>
<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="400" height="52" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="flashvars" value="audio_duration=3:06&amp;external_url=http://movethatjukebox.com/wp-content/uploads/2010/01/Justice-Beginning-of-the-end.mp3" /><param name="src" value="http://www.odeo.com/flash/audio_player_standard_gray.swf" /><param name="wmode" value="transparent" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="400" height="52" src="http://www.odeo.com/flash/audio_player_standard_gray.swf" wmode="transparent" flashvars="audio_duration=3:06&amp;external_url=http://movethatjukebox.com/wp-content/uploads/2010/01/Justice-Beginning-of-the-end.mp3"></embed></object></p>
<p><a href="http://movethatjukebox.com/wp-content/uploads/2010/01/Justice-Beginning-of-the-end.mp3" target="_blank">Pra baixar</a>.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>[UPDATE]</strong> Gente, tá rolando boatos de que a faixa pode ser fake. Cheque os comentários que o leitor Fulano deu alguns esclarecimentos sobre isso. <strong>[/UPDATE]</strong></p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-10195  aligncenter" title="justice" src="http://movethatjukebox.com/wp-content/uploads/2010/01/justice.jpg" alt="" width="530" height="360" /></p>
<p style="text-align: justify;">Quanto tempo, hein, <strong>Justice</strong>? Calma, galera. Nada de datas, tracklists ou capas do segundo e esperadíssimo disco da dupla francesa. Por enquanto, &#8220;só&#8221; foi divulgada essa música nova, que é bem&#8230;Justice.</p>
<p style="text-align: justify;">Bem, enquanto detalhes de um possível sucessor de <em>Cross</em>, de 2007, não chegam, fiquem com o novo &#8211; e bem bom &#8211; single do Justice, chamado &#8220;Beginning Of The End&#8221;:</p>
<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="400" height="52" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="flashvars" value="audio_duration=3:06&amp;external_url=http://movethatjukebox.com/wp-content/uploads/2010/01/Justice-Beginning-of-the-end.mp3" /><param name="src" value="http://www.odeo.com/flash/audio_player_standard_gray.swf" /><param name="wmode" value="transparent" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="400" height="52" src="http://www.odeo.com/flash/audio_player_standard_gray.swf" wmode="transparent" flashvars="audio_duration=3:06&amp;external_url=http://movethatjukebox.com/wp-content/uploads/2010/01/Justice-Beginning-of-the-end.mp3"></embed></object></p>
<p><a href="http://movethatjukebox.com/wp-content/uploads/2010/01/Justice-Beginning-of-the-end.mp3" target="_blank">Pra baixar</a>.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>[UPDATE]</strong> Gente, tá rolando boatos de que a faixa pode ser fake. Cheque os comentários que o leitor Fulano deu alguns esclarecimentos sobre isso. <strong>[/UPDATE]</strong></p>
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		<title>E a noite foi de electro no Rio de Janeiro</title>
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		<comments>http://movethatjukebox.com/mixhell-justice-the_twelves-rio/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 28 Sep 2008 21:04:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Neto Rodrigues</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[circo voador]]></category>
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		<category><![CDATA[Justice]]></category>
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		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
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		<category><![CDATA[The Twelves]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Rio de Janeiro, sexta-feira 26 &#8211; Circo Voador. O show do duo francês Justice, atração principal da noite, só foi começar efetivamente na primeira hora do dia 27. Mas vamos começar pelas bordas.</p>
<p style="text-align:justify;">A noite de música &#8211; que não demorou muito para se tornar madrugada &#8211; começou com o <strong>Mixhell</strong>. Nome desconhecido para muitos, mas que conta com um dos mais famosos músicos brasileiros: <strong>Iggor Cavalera</strong>. Iggor, por sua vez, conta com a sua esposa e excelente DJ/produtora <strong>Laima Leyton</strong> e, juntos, fazem uma mistura da dançante música eletrônica com o som quente e pesado da bateria. Mixhell&#8230; um show para se guardar na memória e conferir de perto sempre que possível. A apresentação surpreendeu a maior parte do público, inclusive a esse moribundo que lhes escreve nesse exato momento.</p>
<p style="text-align:center;"><img class="alignnone size-full wp-image-2237" title="mixhell" src="http://movethatjukebox.files.wordpress.com/2008/09/mixhell.jpg" alt="" width="383" height="251" /></p>
<p style="text-align:justify;">Proporcionalmente à troca de Cavalera entre bateria e sintetizadores, a sonoridade do DJ set de abertura esquentava e esfriava. Enquanto a bateria esteve ativa, o Mixhell mostrou à seu [novo] público um electro-metal pouco comum mas demasiadamente conveniente. Já quando os laços matrimoniais uniam o sorridente casal na mesa de som, o resultado era extremamente variado. Até o funk carioca e o hype <strong>MGMT</strong> chegou ao duo, que incluiu <em>Kids</em> em seu set.</p>
<p style="text-align:justify;">A tenda &#8211; que é como a de um circo de verdade &#8211; começou a encher depois da meia-noite, conforme os equipamentos do Justice apareciam no palco. O público, que até então estava muito disperso,  deu início a um tumulto enquanto as vinte e quatro caixas de som iam sendo armazenadas ao lado da incandescente cruz justiceira, símbolo que virou a logomarca do álbum <strong><em>Cross</em></strong>, único do grupo.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Gaspard Augé</strong> e <strong>Xavier de Rosnay</strong> (vulgos Justice) só deram o ar de sua graça quando a madrugada já havia começado, repetindo o que disse no início desse texto. Quem estava com a cara no palco (expressão que aqui também vale no sentido literal, já que o Circo Voador não tem o corredor de divisão entre o palco e a pista) mal pôde reparar a chegada dos rapazes por trás de suas altas parafernálias, e logo tratou de arrumar um espaço um pouco mais atrás, onde se tinha uma melhor visão do palco.</p>
<p style="text-align:justify;">Era previsível que <em>Genesis </em>abriria o setlist, mas a sensação que se tem quando isso de fato acontece não é nada óbvia. Euforia, insanidade e muito, mas muito prazer. Entretanto, um dos momentos de pico do show só viria mais tarde, sucedendo Phantom, quando pode-se ouvir a primeira ordem que mandava, expressamente, que todos fizessem A dança. Em uma versão prolongada, remixada e não-inédita pra quem já consultava o YouTube ou sites de Torrent para amenizar a ansiedade pré-show, <em>D.A.N.C.E</em>. deu início a uma sequência fenomenal que se manteria até os últimos minutos do pré-bis, passando por<em> DVNO</em>, <em>Stress</em>, <em>Waters of Nazareth</em>, remixes de remexer o esqueleto (como os de <em>The Fallen</em> e <em>Skitzo Dancer</em>, originalmente do <strong>Franz Ferdinand</strong> e <strong>Scenario Rock</strong>) e fazendo as pessoas menos animadas e de mais idade do mezanino deixarem o espírito da electromusic dominar seus corpos.</p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-2236" title="justice" src="http://movethatjukebox.files.wordpress.com/2008/09/justice.jpg" alt="" width="395" height="203" /></p>
<p style="text-align:justify;"><em>The Party</em> (ou <em>TTHHEE PPAARRTTYY</em>) não ficou de fora, obviamente, e ganhou mais glitter em sua sonoridade do que na sua versão de estúdio, aquela que foi lançada em 2007, no †. (Falando em glitter, alguém reparou no quão IN está o Glam? Não acharia estranho se o <strong>Ziggy Stardust</strong> brotasse no meio da platéia&#8230;) <em>We Are Your Friends</em> marcou o segundo ápice de todo o show, que teria atingido um estado de pico ainda mais alto se não fosse pelo desgaste do povo, que deu [quase] tudo de si nas músicas anteriores. A cruz, no centro do palco, apagava e acendia conforme o som mandava. O coro do público dedicado &#8211; e esgoelado &#8211; ficou ainda mais assustador quando nada mais do que o silêncio saia do palco do Justice, num período de forte integração entre os anônimos da pista e os ídolos franceses do palco. Esse, inclusive, foi o único momento da madrugada em que integração foi sinônimo de cantoria. Na maior parte do duradouro e proveitoso setlist francês, a comunicação banda-público foi feita exclusivamente com o uso de gestos (os da cruz, por exemplo) pelo mais solto e bigodudo Gaspard. Quem esperava pouco feedback da parte de Xavier, se surpreendeu &#8211; e muito. O show terminou com o mais novo dando sua cabeça para as pessoas mais adiantadas fizessem praticamente o que quisessem com ela &#8211; felizmente, elas se limitaram ao toque. Ainda mais cedo, o rapaz se deixou abraçar enquanto passava-se por uma estátua, e divertiu-se ajudando o segurança local a empurrar o público invasor para seu devido lugar.</p>
<p style="text-align:center;">[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=stRtm6l829o]</p>
<p style="text-align:center;"><em>D.A.N.C.E.</em></p>
<p style="text-align:justify;">No bis, que foi pedido com pouca animação, veio uma versão mais calma de <em>We Are Your Friends</em>, que dessa vez foi tocada apenas com o auxílio de um teclado &#8211; logo, sem aquele sample super legal de Klaxons. E, fechando com chave de ouro a passagem do duo pela cidade maravilhosa, vieram dois remixes imperdíveis: O primeiro, da menos conhecida <em>NY Excuse</em> (<strong>Soulwax</strong>), se rendeu ao low-fi com o <em>plus</em> de uma percussão dominante. Em seguida, o que veio foi <em>Master Of Puppets</em>, do <strong>Metallica</strong>, remixada com um conhecido &#8220;Let&#8217;s get this party started right&#8221;, que agradou os metaleiros e criou até uma daquelas rodas de socos e empurra-empurra, marca oficial de shows de heavy metal.</p>
<p style="text-align:justify;">A banda havia ido embora sob uma grotesca ovação, e uma parte daqueles que pagaram merecidos 80 reais para conferir um pedacinho da França de perto já havia ido embora quando o <strong>The Twelves</strong>, que foi promovida de banda de abertura à banda de despedida, entrou no palco. Pouca luz, equipamento mais do que básico: Isso talvez importasse, se os rapazes de Niterói não fossem tão bons no que fazem. Logo nos primeiros minutos de sua apresentação, o Twelves conquistou um bom público, que acabou por adiar a volta para casa para conferir o que o terceiro duo da rodada tinha para oferecer à madrugada carioca de electro.</p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-2238" title="twelves" src="http://movethatjukebox.files.wordpress.com/2008/09/twelves.jpg" alt="" width="390" height="270" /></p>
<p style="text-align:justify;">Logo no início do set saiu um remix de <em>Reckoner</em>, do <strong>Radiohead</strong>, das caixas de som do Circo. Não era nem o início. Quem achou que o Justice traiu o movimento <strong>[Daft] Punk</strong> por excluir o remix de <em>Human After All</em> de seu setlist, sentiu-se mais do que satisfeito ao ouvir <em>Voyager</em>, <em>Around The World</em>, <em>Revolution 909</em> e <em>Digital Love</em> enquanto o 12s fechava a madrugada. A voz relaxada do <strong>Black Kid Owen Holmes</strong> não ficou de fora, e a batida remixada do hit <em>I&#8217;m Not Gonna Teach Your Boyfriend How To Dance With You</em> fez a galera exausta continuar de pé. Enquanto eu fazia uma visita ao mezanino, avistei um bocado de gente agradecendo e elogiando aos montes os talentosos niteroienses. Digno.</p>
<p style="text-align:right;"><em>Autor: Alex Correa</em></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Rio de Janeiro, sexta-feira 26 &#8211; Circo Voador. O show do duo francês Justice, atração principal da noite, só foi começar efetivamente na primeira hora do dia 27. Mas vamos começar pelas bordas.</p>
<p style="text-align:justify;">A noite de música &#8211; que não demorou muito para se tornar madrugada &#8211; começou com o <strong>Mixhell</strong>. Nome desconhecido para muitos, mas que conta com um dos mais famosos músicos brasileiros: <strong>Iggor Cavalera</strong>. Iggor, por sua vez, conta com a sua esposa e excelente DJ/produtora <strong>Laima Leyton</strong> e, juntos, fazem uma mistura da dançante música eletrônica com o som quente e pesado da bateria. Mixhell&#8230; um show para se guardar na memória e conferir de perto sempre que possível. A apresentação surpreendeu a maior parte do público, inclusive a esse moribundo que lhes escreve nesse exato momento.</p>
<p style="text-align:center;"><img class="alignnone size-full wp-image-2237" title="mixhell" src="http://movethatjukebox.files.wordpress.com/2008/09/mixhell.jpg" alt="" width="383" height="251" /></p>
<p style="text-align:justify;">Proporcionalmente à troca de Cavalera entre bateria e sintetizadores, a sonoridade do DJ set de abertura esquentava e esfriava. Enquanto a bateria esteve ativa, o Mixhell mostrou à seu [novo] público um electro-metal pouco comum mas demasiadamente conveniente. Já quando os laços matrimoniais uniam o sorridente casal na mesa de som, o resultado era extremamente variado. Até o funk carioca e o hype <strong>MGMT</strong> chegou ao duo, que incluiu <em>Kids</em> em seu set.</p>
<p style="text-align:justify;">A tenda &#8211; que é como a de um circo de verdade &#8211; começou a encher depois da meia-noite, conforme os equipamentos do Justice apareciam no palco. O público, que até então estava muito disperso,  deu início a um tumulto enquanto as vinte e quatro caixas de som iam sendo armazenadas ao lado da incandescente cruz justiceira, símbolo que virou a logomarca do álbum <strong><em>Cross</em></strong>, único do grupo.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Gaspard Augé</strong> e <strong>Xavier de Rosnay</strong> (vulgos Justice) só deram o ar de sua graça quando a madrugada já havia começado, repetindo o que disse no início desse texto. Quem estava com a cara no palco (expressão que aqui também vale no sentido literal, já que o Circo Voador não tem o corredor de divisão entre o palco e a pista) mal pôde reparar a chegada dos rapazes por trás de suas altas parafernálias, e logo tratou de arrumar um espaço um pouco mais atrás, onde se tinha uma melhor visão do palco.</p>
<p style="text-align:justify;">Era previsível que <em>Genesis </em>abriria o setlist, mas a sensação que se tem quando isso de fato acontece não é nada óbvia. Euforia, insanidade e muito, mas muito prazer. Entretanto, um dos momentos de pico do show só viria mais tarde, sucedendo Phantom, quando pode-se ouvir a primeira ordem que mandava, expressamente, que todos fizessem A dança. Em uma versão prolongada, remixada e não-inédita pra quem já consultava o YouTube ou sites de Torrent para amenizar a ansiedade pré-show, <em>D.A.N.C.E</em>. deu início a uma sequência fenomenal que se manteria até os últimos minutos do pré-bis, passando por<em> DVNO</em>, <em>Stress</em>, <em>Waters of Nazareth</em>, remixes de remexer o esqueleto (como os de <em>The Fallen</em> e <em>Skitzo Dancer</em>, originalmente do <strong>Franz Ferdinand</strong> e <strong>Scenario Rock</strong>) e fazendo as pessoas menos animadas e de mais idade do mezanino deixarem o espírito da electromusic dominar seus corpos.</p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-2236" title="justice" src="http://movethatjukebox.files.wordpress.com/2008/09/justice.jpg" alt="" width="395" height="203" /></p>
<p style="text-align:justify;"><em>The Party</em> (ou <em>TTHHEE PPAARRTTYY</em>) não ficou de fora, obviamente, e ganhou mais glitter em sua sonoridade do que na sua versão de estúdio, aquela que foi lançada em 2007, no †. (Falando em glitter, alguém reparou no quão IN está o Glam? Não acharia estranho se o <strong>Ziggy Stardust</strong> brotasse no meio da platéia&#8230;) <em>We Are Your Friends</em> marcou o segundo ápice de todo o show, que teria atingido um estado de pico ainda mais alto se não fosse pelo desgaste do povo, que deu [quase] tudo de si nas músicas anteriores. A cruz, no centro do palco, apagava e acendia conforme o som mandava. O coro do público dedicado &#8211; e esgoelado &#8211; ficou ainda mais assustador quando nada mais do que o silêncio saia do palco do Justice, num período de forte integração entre os anônimos da pista e os ídolos franceses do palco. Esse, inclusive, foi o único momento da madrugada em que integração foi sinônimo de cantoria. Na maior parte do duradouro e proveitoso setlist francês, a comunicação banda-público foi feita exclusivamente com o uso de gestos (os da cruz, por exemplo) pelo mais solto e bigodudo Gaspard. Quem esperava pouco feedback da parte de Xavier, se surpreendeu &#8211; e muito. O show terminou com o mais novo dando sua cabeça para as pessoas mais adiantadas fizessem praticamente o que quisessem com ela &#8211; felizmente, elas se limitaram ao toque. Ainda mais cedo, o rapaz se deixou abraçar enquanto passava-se por uma estátua, e divertiu-se ajudando o segurança local a empurrar o público invasor para seu devido lugar.</p>
<p style="text-align:center;">[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=stRtm6l829o]</p>
<p style="text-align:center;"><em>D.A.N.C.E.</em></p>
<p style="text-align:justify;">No bis, que foi pedido com pouca animação, veio uma versão mais calma de <em>We Are Your Friends</em>, que dessa vez foi tocada apenas com o auxílio de um teclado &#8211; logo, sem aquele sample super legal de Klaxons. E, fechando com chave de ouro a passagem do duo pela cidade maravilhosa, vieram dois remixes imperdíveis: O primeiro, da menos conhecida <em>NY Excuse</em> (<strong>Soulwax</strong>), se rendeu ao low-fi com o <em>plus</em> de uma percussão dominante. Em seguida, o que veio foi <em>Master Of Puppets</em>, do <strong>Metallica</strong>, remixada com um conhecido &#8220;Let&#8217;s get this party started right&#8221;, que agradou os metaleiros e criou até uma daquelas rodas de socos e empurra-empurra, marca oficial de shows de heavy metal.</p>
<p style="text-align:justify;">A banda havia ido embora sob uma grotesca ovação, e uma parte daqueles que pagaram merecidos 80 reais para conferir um pedacinho da França de perto já havia ido embora quando o <strong>The Twelves</strong>, que foi promovida de banda de abertura à banda de despedida, entrou no palco. Pouca luz, equipamento mais do que básico: Isso talvez importasse, se os rapazes de Niterói não fossem tão bons no que fazem. Logo nos primeiros minutos de sua apresentação, o Twelves conquistou um bom público, que acabou por adiar a volta para casa para conferir o que o terceiro duo da rodada tinha para oferecer à madrugada carioca de electro.</p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-2238" title="twelves" src="http://movethatjukebox.files.wordpress.com/2008/09/twelves.jpg" alt="" width="390" height="270" /></p>
<p style="text-align:justify;">Logo no início do set saiu um remix de <em>Reckoner</em>, do <strong>Radiohead</strong>, das caixas de som do Circo. Não era nem o início. Quem achou que o Justice traiu o movimento <strong>[Daft] Punk</strong> por excluir o remix de <em>Human After All</em> de seu setlist, sentiu-se mais do que satisfeito ao ouvir <em>Voyager</em>, <em>Around The World</em>, <em>Revolution 909</em> e <em>Digital Love</em> enquanto o 12s fechava a madrugada. A voz relaxada do <strong>Black Kid Owen Holmes</strong> não ficou de fora, e a batida remixada do hit <em>I&#8217;m Not Gonna Teach Your Boyfriend How To Dance With You</em> fez a galera exausta continuar de pé. Enquanto eu fazia uma visita ao mezanino, avistei um bocado de gente agradecendo e elogiando aos montes os talentosos niteroienses. Digno.</p>
<p style="text-align:right;"><em>Autor: Alex Correa</em></p>
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