Arquivo para 'Dirty Projectors'

Feb 18 2010

Lollapalooza e suas possíveis principais atrações

Por Neto

6 meses antes de sua realização, o festival Lollapalooza já agita o mercado americano de shows – e cogitações de bandas já pipocam por vários jornais. A Paste Magazine, por meio da publicação The Chicago Tribune, revelou que o festival já negocia apresentações de Lady Gaga, Green Day, Soundgarden e, respirem fundo, Arcade Fire E Strokes.

O jornal da cidade de Chicago – onde é realizado o festival – também dá como certa a inclusão de bandas como The XX, Yeasayer, Dirty Projectors, Hot Chip e Cut Copy no line-up do Lollapalloza 2010.

E aí, Perry Farrell, nós brasileiros ganharemos ou não nossa versão nacional do festival?

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Jan 11 2010

Customizando seu All Star no Goiânia Noise

Já faz um tempinho que rolou o Goiânia Noise, né? Lááá no final de novembro, o evento levou à capital goiana uma penca de artistas legais, passando pelos brasileiros do Black Drawing Chalks, Móveis Coloniais de Acaju e MQN até os gringos do Dirty Projectors – deixando escapar, por pouco, o pessoal do Supersuckers, que cancelou a apresentação em cima da hora. Mas você deve saber que não é só de música que se faz um festival (não nesse caso, pelo menos).

Além de sessões estrondosas de rock, rolou toda uma vibe artística por lá. Cortesia da Converse, que montou um mini-ateliê dentro do festival onde o público (ou, melhor dizendo, os vencedores de uma certa promoção) pôde criar all-star customizados e FOR FREE. No vídeo da campanha você confere o pessoal botando a mão na massa (o nome da campanha é Hands On, ou seja, eles não estão de brinks) e montando uma porção de tênis ali, na hora, out of nothing. No background,”Don’t Take My Beer”, do Black Drawing Chalks. Olha aí:

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Dec 22 2009

Os 15 melhores discos internacionais de 2009, por Alex Correa

O Neto começou o trabalho de listar álbuns e mais álbuns ontem, então continuo hoje. Segue:

15. Yeah Yeah Yeahs – It’s Blitz!

Três anos depois do lançamento-estouro de Fever To Tell, o Yeah Yeah Yeahs surpreendeu ao aparecer com um disco marcado pela presença de sintetizadores e com muito pouco da essência garage que, até então, havia marcado a carreira do grupo de Karen O. Com It’s Blitz, o som dosnova-iorquinos continuou delicioso, mas perdeu as origens que sempre deram destaque ao trio.

Escute: “Zero” e “Heads Will Roll”.

14. Juliette and the New Romantiques – Terra Incognita

Com nova banda, a atriz Juliette Lewis radicalizou ainda mais ao lançar Terra Incognita, disco com uma pegada progressiva que os Licks jamais a deixaram experimentar. Com a produção de Omar Rodríguez-Lopez, um dos fundadores do The Mars Volta, Lewis conseguiu alcançar um público que, por muito tempo, não acreditou no potencial musical de rostinhos conhecidos de Hollywood.

Escute: “Terra Incognita” e “All Is For Good”.

13. The Big Pink – A Brief History of Love

Apontado como um dos hypes de 2009 no ano passado, The Big Pink acabou não conquistando muitos fãs – pelo menos no Brasil – quando A Brief History of Love caiu na internet. Mesmo assim, o shoegaze moderno e convidativo (mas pouco inovador) da dupla serve como uma luva em dias chuvosos, noites obscuras e momentos introspectivos em geral.

Escute: “Too Young To Love” e “Dominos”.

12. The Gossip – Music For Men

Foi um barbudo estranho o contratado para cuidar da produção de Music For Men, com a proposta de sair da semi-mesmice que o Gossip provocou ao lançar três discos com poucas diferenças entre si. O barbudo em questão é ninguém menos que Rick Rubin, que teve a idéia de masterizar o disco em um volume acima dos padrões, gerando algumas distorções. Mesmo assim, as tendências punk do grupo conseguiram assumir uma forma mais digerível ao longo do disco – ou, se assim preferirem, mais pop. Aprovado.

Escute: “Heavy Cross” e “Spare Me From The Mold“.

11. Weezer – Raditude

Rivers Cuomo errou ao tentar, em 2007 e 2008, surpreender o público com dois discos solo. Mas, pra nossa sorte, algumas das músicas de pouco efeito de Cuomo acabaram por se tornar hits em potencial quando regravadas por todo o Weezer em Raditude, mais bem sucedido que o também recente Red Album. As canções são tão cativantes que até mamãe já canta junto.

Escute: “(If You’re Wondering if I Want You To) I Want You To” e “The Girl Got Hot”.

10. Sonic Youth – The Eternal

Quem ainda não se apaixonou pelo Sonic Youth só pode ter perdido todas as apresentações do grupo em terras tupiniquins (em 2000, 2005 e em 2009, no Planeta Terra Festival). Ver Kim Gordon exalando energia ao lado de seus quatro parceiros ao vivo é a prova real de que cada minuto de The Eternal precisa ser ouvido com atenção. A terceira idade já pode estar chegando pra eles, mas The Eternal não poderia soar mais juvenil e experimental.

Escute: “Sacred Trickster” e “Antenna”.

9. Kid CuDi – Man On The Moon: The End of The Day

Existem poucos artistas que, assim como Kanye West, tentam salvar o hip-hop de músicas fúteis e videoclipes com mulheres suadas e carros possantes – e Kid CuDi, com certeza, é um deles. Em seu primeiro disco, a aposta da BBC mesclou o ritmo das ruas, o electro das boates e o som dos adolescentes descolados. Destaque para os arranjos instrumentais do Ratatat, que deveriam ser mais frequentes.

Escute: “Pursuit of Happiness (feat. Ratatat and MGMT)” e “Make Her Say (feat. Kanye West and Common)”.

8. Kasabian – The West Rider Pauper Lunatic Asylum

É provável que o Kasabian seja uma das melhores bandas de rock da atualidade, título que, depois de Kasabian e Empire, ficou ainda mais consistente como lançamento de The West Rider Pauper Lunatic Asylum. Misturando suas vozes com menos frequência do que no último trabalho, Tom Meighan e Sergio Pizzorno ficaram mais obscuros, sentimentais e cativantes nesse novo registro.

Escute: “Fire” e “Vlad The Impaler”.

7. Dirty Projectors – Bitte Orca

No Brasil, pelo menos, o Dirty Projectors nunca recebeu tanto destaque quanto em Bitte Orca – e não é pra menos. O oitavo disco capitaneado por Dave Longstreth flerta mais com o pop do que seus antecessores, fazendo com que guitarras desafinadas e vozes não muito potentes sejam aceitas com mais facilidade pelo público. A produção é fina e limpa, enquanto as fofíssimas Angel Deradoorian e Amber Coffman dão o clima cute das composições.

Escute: “Cannibal Resource” e “Stillness Is The Move”.

6. The XX – The XX

Uma das melhores coisas que aprendemos em 2009 foi que um grupo de adolescentes recém-saídos do colégio não só pode fazer música, mas também consegue atingir uma maturidade sonora surpreendente e inspiradora logo em seu primeiro disco. Em pouco tempo de carreira, o The XX pode ter perdido um membro, mas ganhou o respeito de meio mundo. Introspecção e talento são com eles mesmos.

Escute: “Crystalised” e “Heart Skipped Beat”.

5. Arctic Monkeys – Humbug

Três anos e dois álbuns depois de seu debut, os Monkeys atingiram um nível de reconhecimento que garotos de Sheffield jamais imaginariam. Humbug prova que todas as fichas creditadas ao indie rock moleque da turma de Turner valeram a pena e que, hoje, refletem na criação de rock de gente grande. Uma salva de palmas para Josh Homme, que produziu o trabalho.

Escute: “Crying Lightning” e “Pretty Visitors”.

4. Florence and the Machine – Lungs

É verdade que a cena indie européia já está saturada de mocinhas com vozeirão de cantoras históricas, mas Florence Welsh conseguiu – e honrou – o espaço que conseguiu com seu álbum de estréia. Sua voz, ao invés de ficar em evidência, compartilha o plano de um apoteótico instrumental com piano, rock e orquestrações, já que egocentrismo feminino é muito last week.

Escute: “You’ve Got The Love” e “Kiss With a Fist”.

3. Phoenix – Wolfgang Amadeus Phoenix

A referência à música clássica pára em seu título, já que Wolfgang Amadeus Phoenix é, basicamente, uma das melhores crias da mistura de rock e sintetizadores da atualidade. Soando como garotos de escola, os caras do Phoenix (que já somam dez anos de carreira) fabricaram dez hits que descem bem em qualquer balada, pré-balada, pós-balada ou até mesmo quando você não tem planos para o final de semana.

Escute: “1901″ e “Lasso”.

2. Animal Collective – Merriweather Post Pavillion

Pode-se dizer que, depois do Radiohead e dos Strokes, o Animal Collective foi um dos grupos que mais influenciaram a criação de uma nova geração de músicos nessa década. Merriweather Post Pavillion veio para fechar com chave de ouro os anos 2000, inundado pelo experimentalismo rápido e inteligente que dominou toda a carreira dos caras. Ame-o ou odeie-o.

Escute: “My Girls” e “Brother Sport”.

1. Franz Ferdinand – Tonight: Franz Ferdinand

Um dos lançamentos mais esperados do ano veio cedo, em janeiro , então não faltou tempo para que todos nós ouvíssemos músicas como “Ulysses” e “No You Girls” centenas de vezes, sem enjoar. Em Tonight, o Franz Ferdinand teve a manha de compilar músicas que soam muito diferentes entre si, passando pelo indie rock de “Turn It On” até o momento psicodélico de “Lucid Dreams”. Um disco pra vida toda.

Escute: “No You Girls” e “Ulysses”.

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Dec 17 2009

Qual foi o melhor festival musical do ano?

O ano praticamente acabou mas as listas de melhores do ano não param. Em um futuro muito próximo, inclusive, o Move vai soltar alguns rankings de melhores discos de 2009 – mas, enquanto eles não aparecem, a gente quer saber de vocês: Qual foi o melhor festival musical do ano? Antes de linkar pra enquete, fazemos uma rápida retrospectiva do que aconteceu de melhor nas terras tupiniquins. Olha aí:

Just a Fest na Praça da Apoteose e na Chácara do Jockey: Radiohead, Kraftwerk e Los Hermanos – 20 (RJ) e 22 (SP) de março.

Just a Fest

Planeta Terra Festival no Playcenter, São Paulo: Iggy Pop, The Ting Tings, Sonic Youth, Primal Scream, Patrick Wolf, Maxïmo Park, Metronomy,  Móveis Coloniais de Acaju, Macaco Bong, Copacabana Club, EX!, N.A.S.A., Anthony Rother e Etienne de Crécy – 7 de novembro.

Festival Planeta Terra

Maquinária Festival na Chácara do Jockey: Faith No More, Evanescence, Panic at the Disco, Deftones, Jane’s Addiction, Sepultura, Dir En Grey, Danko Jones, Nação Zumbi, Duff McKagan, Maldita, Silicon Fly, Terceira Edição, Comodoro e Volantes – 7 e 8 de novembro.

Maquinária Festival

Festival Indie Rock no Via Funchal e na Fundição Progresso: Gogol Bordello, Super Furry Animals, El Mató a un Policía Motorizado e Holger (os dois últimos tocaram apenas no Rio de Janeiro) – 10 (SP) e 13 (RJ) de novembro.

Festival Indie Rock

Goiânia Noise Festival: Dirty Projectors, Móveis Coloniais de Acaju, MQN, Hermeto Pascoal, Violins, Black Drawing Chalks, Walverdes, Volver, Vivendo do Ócio, Devotos, The Name, Jorge Mautner, Porcas Borboletas, Siba + Roberto Corrêa e Mugo – de 25 a 29 de novembro.

Goiânia Noise Festival

Agora sim! Lembrou dos melhores do ano? Então dá um pulo na enquete pra dizer qual foi seu preferido – e, se o seu favorito não foi listado, não hesite em deixar um comentário na outra página para computarmos o seu voto. O resultado sai no final de janeiro.

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Dec 04 2009

Dirty Projectors no Clash Club, SP – 02.12.09

Em uma Clash calorosa e semi-vazia, o espetáculo começa. A competente banda Holger abre a noite com entusiasmo, se divertindo bastante e trançando pelo palco. Esforços ignorados pela apática plateia, que se encostava pelas paredes da casa, demonstrando nada além da expressão blasé característica dos seguidores do hype, negando até mesmo os insistentes pedidos da banda por palmas. Mas nada abateu o quinteto, que seguia bailando entre os instrumentos, encenando coreografias e criando um ambiente que poderia muito bem ser visto em um videoclipe de Born Ruffians ou Vampire Weekend.

holger

A ansiedade agora tomava conta. O show já estava atrasado em meia hora e os técnicos aparentemente ainda tentavam regularizar o sistema de som. Mas a imprevisibilidade é intrínseca aos Dirty Projectors e, sutilmente, dois integrantes sobem ao palco. Enquanto Dave Longstreth dedilhava em sua guitarra os primeiros acordes da serena “Two Doves”, Angel sentava-se em uma banqueta e preparava-se para entoar com sua voz, deveras, angelical, os belíssimos versos da canção. A plateia já não era a mesma, se outrora se mostrava indiferente, agora se desmanchava com a beleza da composição e em ovação recebia o restante da banda e seus primeiros sorrisos. A festa continuou com as harmoniosas “Cannibal Resource” e “Remade Horizon”, destacando a impressionante capacidade vocal do trio feminino.

Após piadas e trocadilhos de um Dave bem humorado e esbanjando simpatia, segue-se um jam pesado e cheio de barulho. Distorções, vozes ecoando, ressonando, melodias orgânicas, batidas fortes e cruas criam uma sobreposição de camadas e texturas inconcebíveis e inacreditavelmente harmoniosas. Amber, Angel e Haley enchem o local, suas vozes já não são simples fonemas, mas instrumentos complexos e inspirados.

dirty projectors

Os mais atentos observaram as caretas bizarras do baterista

Carismático e modesto, Longstreth ainda encontra fôlego para acanhar os presentes: “We feel a little bit awkward playing here in Brazil.. I mean, you guys can do anything! Brazil is the most musical country in the world! That’s what we can do and we feel very grateful to be playing here.”
(ai, para, vai! hihi)
Realmente é muito fácil orquestrar uma guitarra como ele. not.

O show continua com um combo matador: “No Intention”, a famosa “Stillness is the Move” e “Usueful Chamber”, esta última com direito a um toque esquizofrênico que fez todos chacoalharem ao coro de Bitte orca, orca bitte! Nem o mais blasé resistiu. Uma verdadeira catarse.

O maestro da noite agradeceu o público, a banda e quase mata alguns do coração dizendo que este seria o último show deles… (pausa interminável)… em 2009. (ufa!)

Eles deixam o palco, mas o reverberar da mágica guitarra branca entregava um encore, e assim foi. Voltaram para explodir a Clash com “Temecula Sunrise” e recolher os cacos com a linda “Knotty Pine” da coletânea “Dark Was The Night”. Aposto que David Byrne daria tudo para poder acompanhá-los nesse show. Emocionada, a banda agradece novamente e diz que espera poder tocar novamente no Brasil em breve. Nós também.

dirty projectors

PS: Interessante destacar que, avessa aos péssimos costumes tupiniquins de separar a banda do público por gorilas alfabetizados, a Clash trouxe a grade para junto do palco, permitindo aquela intimidade maior, como deve ter mesmo um show deste porte.

Texto: Gustavo Bresler
Fotos: Diego Maia

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Nov 25 2009

Ingressos aqui: Holger e Dirty Projectors tocam em São Paulo em 2/12

[UPDATE] Promo encerrada, pessoal. Desculpem o atraso! A ganhadora do par de ingressos foi a sortuda Juliana Alves, que poderá levar um acompanhante para o incrível show do Dirty Projectors, amanhã, no Clash Club, em SP. Cheque seu email, ok, Juliana? Parabéns e bom show! [/UPDATE]

Se tem uma banda que me surpreendeu em 2009, foi o Dirty Projectors. Bitte Orca é uma das maiores maravilhas que saíram dos Estados Unidos no ano e não há dúvidas de que ouví-lo ao vivo é uma puta sensação.

Dave Longstreth, frontman do grupo, traz sua trupe (que, ao todo, conta com sete integrantes) ao Brasil no final do mês para três shows que, já adianto, vão ser memoráveis: O primeiro no Goiânia Noise Festival, nesse sábado (28), um outro no Rio de Janeiro logo em seguida e, fechando a turnê, uma apresentação dupla no Clash Club, em São Paulo, com os garotos do Holger, em 2 de dezembro.

dirty projectors + holger

Here’s the thing: O Clash liberou um par de ingressos pra noite de quarta-feira e a gente vai sortear pra vocês. Vai funcionar assim, ó, no esquema que sempre usamos: Vocês deixam seus nomezinhos completos aqui no post até às 13:30 dessa terça-feira, 1/12, e vamos pegar algum dos participantes de forma randômica e presentá-lo com dois tickets pro Dirty Projectors + Holger. DVNO, como diria o Justice.

Valendo!

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Nov 19 2009

Ganhe um tênis Converse personalizado no Goiânia Noise

Por Neto

Você já sabe que a edição de 2009 do Goiânia Noise vai ser imperdível, certo? Afinal de contas, não é todo dia que se tem um festival cujo line-up conta com nomes como Black Drawing Chalks, Supersuckers, Móveis, MQN e, talvez a principal atração do evento, os norte-americanos do Dirty Projectors.

hands-on-promo

E que tal andar pelos espaços do festival com um tênis da Converse? Sim, eu sei que você provavelmente já iria com o seu par sujo e velho que tá no fundo do guarda-roupas, mas o que eu quero dizer é: que tal andar pelos shows fodásticos do Goiânia Noise com um par da Converse customizado por você? Gostou da idéia, né? Pois bem, durante o festival, é só você ir no espaço Hands On Converse – um ateliê onde os vencedores da promoção (falo sobre ela ali embaixo) irão inventar estampas sobre tudo o que vier em suas cabeças e, de quebra, ainda levarão um par do nosso inseparável companheiro de lona pra casa.

Pra saber como participar da promoção e tentar ser um dos felizardos, basta clicar no Blog Oficial da Converse All Star e seguir as instruções. Fácil, fácil. E ah, se não conseguir ter a oportunidade de “tunar” seu tênis ao vivo, passe no espaço Hands On mesmo assim e pegue alguns brindes exclusivos feitos à mão. Corre lá!

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Oct 29 2009

Goiânia Noise leva dezenas de bandas ao cerrado

Por Neto

GN

Finalmente foi divulgado o line-up da 15ª edição do Goiânia Noise – provavelmente o maior festival de música alternativa do país.

Serão 5 dias de muito rock espalhado pela capital goiana e que terão inúmeras atrações internacionais e nacionais.

Começando na quarta-feira, dia 25 de novembro, o festival se alonga até o domingo (29). No meio disso tudo, a galera poderá curtir os americanos do Supersuckers, MQN, Guizo (banda chilena), Móveis Coloniais de Acaju, Vivendo do Ócio, Cassin & Barbária e ainda, fechando a noite do sábado, Black Drawing Chalks (com participação do ex-Forgotten Boys Chuck Hipholito) seguidos da banda americana Dirty Projectors!

Para conferir a programação detalhada do evento, incluindo preços e horários dos shows, é só ir no site oficial do festival.

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Oct 15 2009

Holger e Dirty Projectors tocam no Clash Club em dezembro

A essa altura, você já deve ter ficado sabendo que o Dirty Projectors será uma das atrações do Goiânia Noise Festival, que acontece entre 25 e 28 de novembro e também tem Walverdes, MQN, Móveis Coloniais de Acaju e mais uma dúzia de bandas no line-up.

Björk & Dirty Projectors

Björk & Dirty Projectors

A novidade é que, conforme já apontavam os boatos, o Dirty Projectors vai esticar sua passagem pelo Brasil até São Paulo, onde toca no Clash Club em 2 de dezembro. A abertura do show fica por conta do paulistano Holger, que está no liro de ouro da crítica e de produtores brasileiros há meses. Os ingressos devem começar a ser vendidos nas próximas semanas no Ticket Brasil por R$60. Fiquem de olho porque a gente vai sortear uns tickets por aqui.

O Clash também recebe o americano Supersuckers, headliner do Goiânia Noise, em uma outra data.

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Sep 29 2009

“When The World Comes To An End”, nova do Dirty Projectors

Ao contrário do que pensei no primeiro momento, “When The World Comes To An End” não é nenhuma das inéditas lançadas pelo Dirty Projectors no EP de Temecula Sunrise, do início de setembro, mas também é bem nova. O grupo apareceu com ela na noite de ontem no programa de programa de Jimmy Fallon e parece ter agradado o apresentador:

Vale lembrar que o grupo tem passagem confirmada pelo Brasil no final de novembro/início de dezembro. Aviso quando mais informações vazarem.

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Sep 18 2009

Dirty Projectors vem ao Brasil em novembro

Mas parece que a apresentação não vai rolar no Festival Planeta Terra. Lúcio Ribeiro contou, via Popload, que o Dirty Projectors está no line-up do Goânia Noise, que acontece no final de novembro. Os donos de um dos melhores discos do ano (o Bitte Orca, lembra?) também devem esticar a turnê brasileira até São Paulo, na versão paulistana do evento. A data da segunda apresentação seria 2 de dezembro, mas ainda não apareceu um comunicado oficial. Lembra que o Lívio falou pra produção do evento se ligar? Então…

E o RJ Noise, vai rolar? Cof.

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Aug 17 2009

Dirty Projectors lançará duas inéditas em setembro

dirty projectors

A Domino, selo do Dirty Projectors, anunciou em seu site que a banda fará lançamento de novo material em setembro, mais especificamente no dia 8. Como de praxe, algumas faixas gravadas nas sessões de seu último álbum, Bitte Orca, não entraram pro disco, mas vão conseguir ver a luz do dia. Ao menos é isso que se espera no próximo EP Temecula Sunrise, que, além da própria música e da excelente ‘Cannibal Resource’, vai hospedar duas inéditas: ‘Emblem of the World’ e ‘Ascending Melody’. A capa ainda não saiu, pena. TERRA, TRAZ OS CARAS PRO BRASIL, PÔ!

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Jul 02 2009

Dirty Projectors – Bitte Orca

“É clara a evolução de Dave Longstreth como produtor logo na primeira execução de Bitte Orca. O músico parece mais maduro do que em Rise Above, de 2007, cedendo a maiores manifestações de música eletrônica e elaborando melhor os arranjos vocais, que soam mais harmoniosos e redondos, tirando proveito máximo da dupla de vocalistas que a banda ganhou.

Ao fazer rock de vanguarda como sexteto, o Dirty Projectors esbarra na complexidade de uma grande orquestra. Bitte Orca é um mix do indie pop do Of Montreal, de experimentalismo eletrônico garimpado do Animal Collective e de rock com tempero de afro-beat, emprestado do Vampire Weekend – não por coincidência Ezra Koenig, vocalista do VW, já foi um dos Projectors. A mistura desce deslizando pelos tímpanos e, como uma boa banda do Brooklyn, o Dirty não falha na tentativa de ferver a indiezada.”

E é assim que começa a minha primeira resenha para o RRAURL. Dá pra ler na íntegra aqui.

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