18 set 2009

Dirty Projectors vem ao Brasil em novembro

Por  @17:53

Mas parece que a apresentação não vai rolar no Festival Planeta Terra. Lúcio Ribeiro contou, via Popload, que o Dirty Projectors está no line-up do Goânia Noise, que acontece no final de novembro. Os donos de um dos melhores discos do ano (o Bitte Orca, lembra?) também devem esticar a turnê brasileira até São Paulo, na versão paulistana do evento. A data da segunda apresentação seria 2 de dezembro, mas ainda não apareceu um comunicado oficial. Lembra que o Lívio falou pra produção do evento se ligar? Então…

E o RJ Noise, vai rolar? Cof.

17 ago 2009

Dirty Projectors lançará duas inéditas em setembro

Por  @17:30

dirty projectors

A Domino, selo do Dirty Projectors, anunciou em seu site que a banda fará lançamento de novo material em setembro, mais especificamente no dia 8. Como de praxe, algumas faixas gravadas nas sessões de seu último álbum, Bitte Orca, não entraram pro disco, mas vão conseguir ver a luz do dia. Ao menos é isso que se espera no próximo EP Temecula Sunrise, que, além da própria música e da excelente ‘Cannibal Resource’, vai hospedar duas inéditas: ‘Emblem of the World’ e ‘Ascending Melody’. A capa ainda não saiu, pena. TERRA, TRAZ OS CARAS PRO BRASIL, PÔ!

2 jul 2009

Dirty Projectors – Bitte Orca

Por  @18:26

“É clara a evolução de Dave Longstreth como produtor logo na primeira execução de Bitte Orca. O músico parece mais maduro do que em Rise Above, de 2007, cedendo a maiores manifestações de música eletrônica e elaborando melhor os arranjos vocais, que soam mais harmoniosos e redondos, tirando proveito máximo da dupla de vocalistas que a banda ganhou.

Ao fazer rock de vanguarda como sexteto, o Dirty Projectors esbarra na complexidade de uma grande orquestra. Bitte Orca é um mix do indie pop do Of Montreal, de experimentalismo eletrônico garimpado do Animal Collective e de rock com tempero de afro-beat, emprestado do Vampire Weekend – não por coincidência Ezra Koenig, vocalista do VW, já foi um dos Projectors. A mistura desce deslizando pelos tímpanos e, como uma boa banda do Brooklyn, o Dirty não falha na tentativa de ferver a indiezada.”

E é assim que começa a minha primeira resenha para o RRAURL. Dá pra ler na íntegra aqui.