19 set 2010

A gente não postou, mas você precisa saber

Por  @23:00

Amy Winehouse: ‘Mark Ronson Is Dead To Me’ - Gigwise, 19 de setembro

[Watch] Mark Ronson & The Business INTL – “Somebody To Love Me” w/Boy George, Andrew Wyatt and MNDR (Later Live With… Jools Holland)Some Kind of Awesome, 18 de setembro

[VIDEO] Of Montreal do Michael Jackson covers medleyYou Ain’t No Picasso, 18 de setembro

New Black Lips Album to be Released this WinterOne Thirty BPM, 17 de setembro

Fleet Foxes Finish Recording Second AlbumGigwise, 17 de setembro

New Badly Drawn Boy Video, Directed by Sam Mason:…TwentyFourBit, 16 de setembro

[new] Cee-Lo – I Want YouWe All Want Someone to Shout For, 16 de setembro

Weezer, “Memories” (Live On Leno) (Video)Prefix, 16 de setembro

Lady Gaga Beats Oasis To Set New Guinness World RecordGigwise, 16 de setembro

Duffy To Release Second Album ‘Endlessly’ In November16 de setembro

Les Sins, o projeto disco do Toro Y MoiBloody Pop, 16 de setembro

DJ Cremoso libera remix tecnobrega de “Take Me Out”, do Franz FerdinandRock ‘n’ Beats, 15 de setembro

Queens Of The Stone Age to reissue debut album with three unreleased songs – NME, 15 de setembro

Radio Dept. Smash the Government on New SongPitchfork, 15 de setembro

Matt & Kim Share Album Cover, TracklistPitchfork, 15 de setembro

Neon Indian – “I Really Didn’t Need You Anyway”Stereogum, 15 de setembro

The Morning Benders, “Ram On” (Paul McCartney Cover)Prefix, 15 de setembro

Weezer start work on ‘Hurley’ follow-upNME, 14 de setembro

Download: Garotas Suecas, Lestics e RocknovaScream & Yell, 15 de setembro

O universo indie pop de Darwin Deez em “Constellations”Teco Apple, 15 de setembro

PJ Harvey Preps Album for Early 2011TwentyFourBit, 15 de setembro

Nova do Warpaint – “Undertow”Bloody Pop, 15 de setembro

Video: Spoon Cover Jay Reatard’s “No Time”Pitchfork, 14 de setembro

New Gang of Four Album After 15 Years - Spin, 13 de setembro

17 jan 2010

A gente não postou, mas você precisa saber

Por  @23:47

Integrante do Gorillaz fala sobre novo álbum no TwitterTerra Música, 16 de janeiro

WHY?’s Josiah Wolf preps solo albumPitchfork, 15 de janeiro

Filme do Blur será lançado em DVD em fevereiroTerra Música, 15 de janeiro

Julian Casablancas covers Kings of Leon and Alicia Keys in New YorkSpinner, 15 de janeiro

Suede reunion line-up confirmedNME, 15 de janeiro

Festival Alto Verão traz cena independente para tocar no Auditório IbirapueraTiago Agostini, 14 de janeiro

Is This It? é realmente importante?Scream & Yell, 14 de janeiro

Coldplay processado, novamente, por plágioDrop Music, 14 de janeiro

James Murphy says 2010 LCD Soundsystem album will be band’s lastNME, 14 de janeiro

Duffy starts on Rockferry follow-up, works with father of Strokes’ Albert Hammond JrSpinner, 14 de janeiro

O João Brasil fez um mashup do Felipe Dylon metaleiro X O maior trapézio de CuritibaTwitter, 13 de janeiro

O melhor site para baixar raridades do Franz FerdinandTwitter, 12 de janeiro

Mark Lanegan participa do novo disco do UNKLE, Where Did The Night Fall, previsto para marçoBillboard, 12 de janeiro

23 dez 2009

PRS For Music divulga lista das músicas mais tocadas em 2009

Por  @13:42

“Poker Face”? Não, não. “Halo” ou “Single Ladies”? Que nada. De acordo com a PRS For Music, a música mais tocada de 2009 foi, surpreendentemente, “Sweet About Me”, da cantora Gabriella Cilmi.

A música, uma balada com agradáveis pitadas de soul e reggae, foi a escolhida tendo em base arrecadação de royalties, execuções em TVs, rádios, internet e por aí vai. A autora da faixa, Gabriella Cilmi, é uma cantora australiana de apenas 18 anos – e que tinha 17 quando “Sweet About Me” foi lançada.

A empresa responsável pela contabilização dos critérios de escolha não só soltou o nome da música mais tocada do ano como também divulgou uma lista das 10 faixas mais executadas em 2009:

01 – Gabriella Cilmi – Sweet About Me
02 – Coldplay – Viva La Vida
03 – Moloko – The Time is Now
04 – Duffy – Mercy
05 – Take That – Shine
06 – Girls Aloud – The Promise
07 – Jordin Sparks – No Air
08 – The Script – The Man who Can’t be Moved
09 – Take That – Greatest Day
10 – Jennifer Hudson – Spotlight

13 out 2008

O que aconteceu no Q Awards?

Por  @20:08

Nessa segunda-feira (6), aconteceu na Inglaterra mais uma edição do Q Awards, a premiação da revista britânica Q. Essa foi sua oitava edição que, como a maioria das outras, entregou os prêmios para as músicas, vídeos e bandas mais previsíveis – e merecedoras.

O Coldplay de Chris Martin saiu de cabeça erguida, levando dois títulos para casa: O de melhor álbum, por Viva La Vida or Dearh and All His Friends (2008), e o de melhor banda da atualidade. Certamente vale ressaltar que nunca na história do Q Awards um grupo ou artista foi o vencedor de duas “categorias-chefes” na mesma edição.

Coldplay

A cantora Duffy, aquela que é um tipo de Amy Winehouse mais saudável, foi eleita a artista revelação do ano. A recém-formada adulta lançou seu álbum de estréia em março de 2008, e até agora já ganhou inúmeros discos de ouro e platina. O sucesso de Rockferry foi tão estarrecedor que deu ao trabalho uma versão dupla, o que aumentou ainda mais o número de vendas. No Q, os artistas só dependem no amor dos fãs para ganhar, tornando tudo uma questão de popularidade – quem é mais clicado, vence.

Entretando, o sucesso e talento de Duffy não foram suficientes para desbancar Keane do prêmio de melhor música. Spiralling, que havia sido disponibilizado para download cerca de um mês antes das aberturas das votações, ganhou de forma limpa e digna. Nem I Kissed a Girl de Kate Perry, um dos maiores hits pop do ano, foi capaz de tirar a vitória do trio inglês. O Vampire Weekend, que esteve perto de ganhar nessa categoria, parece ter ficado satisfeitíssimo com a escolha de A-Punk como melhor vídeo do ano. Nota-se que houve um fuzuê danado em torno da escolha de A-Punk como melhor clipe e, se você foi um desses fuzueiros, analise com atenção todos os candidatos: That’s Not My Name, Ready For The Floor, Violet Hill e Happiness. Vídeos ótimos, mas convenhamos, A-Punk tem algo a mais. Já o The Ting Tings não parece ter tido a mesma sorte dos nova-iorquinos e, mesmo com três indicações (Melhor Vídeo e Melhor Música com That’s Not My Name e Banda Revelação), voltou para Manchester de mãos abanando.

O que realmente deu gosto de ver foi Massive Attack ganhando o prêmio de inovação. Não que eu seja o maior fã da banda – pra falar a verdade, estou bem longe disso -, mas acontece que essa é uma das poucas categorias que são analisadas por jurados realmente capacitados. Desde sua criação, o trip-hop de ataque massivo do grupo foi misturado à vozes de David Bowie, Madonna, Sinéad O’Connor e muitos outros cantores, o que valeu diversas notas em jornais e revistas de todo o mundo. O próximo álbum dos britânicos inovadores tem previsão de lançamento para 2009, com a participação do grupo Elbow e canções com “almas góticas”.

Bloc Party tocou – e não fez playback

O The Last Shadow Puppets de Alex Turner e Miles Kane, que em pouco tempo de existência já garantiu um prêmio no MOJO, foi eleito como grupo revelação. Também pudera, a participação de James Ford e Owen Pallett na gravação do único álbum da banda fez dele um marco histórico na carreira de todos os envolvidos.

As únicas surpresas de toda a noite foram por parte dos eleitos para “Melhor Banda da Atualidade” e “Melhor Show”. Da primeira, nós já falamos logo no início desse artigo: Coldplay ganhou, sendo considerado melhor banda que Metallica, Oasis, Kings of Leon e Muse. Na segunda, foram deixados para trás The Verve, Kings of Leon (mais uma vez), Rage Against The Machine e Nick Cave & The Bad Seeds. Sim! Por mais imprevisível que pareça (imprevisível, não injusto), o melhor show da atualidade – segundo votos do público – é o do Kaiser Chiefs. Considere isso uma última chamada para o Festival Planeta Terra.

Por Alex Correa

6 mai 2008

Coachella 2008 Parte 3

Por  @15:26

Começa o terceiro e último dia de festividades em Indio, que conta com atrações que vão desde Simian Mobile Disco até I’m From Barcelona, passando por Does It Offend You, Yeah? e Metric :

O último dia do Coachella quebrou tudo. Se faltou algo de intenso ou maluco em qualquer momento dos dois primeitos dias – a gente achou o púlbico americano calminho demais – tudo foi compensado no domingo, especialmente nos últimos shows da tenda eletrônica Sahara.

Quebrou tudo mesmo. Com direito até à manifestação política do ator Sean Penn. Penn subiu na tenda Gobi por volta das 14 horas para reunir pessoas que estariam interessadas em viajar até Nova Orleans para protestos contra o governo Bush. Ele lembrou o seguinte:

“Durante aquela maravilhosa celebração havia crianças sendo estupradas civis morrendo e populações assassinadas .Não deveríamos todos poder sentir as boas sensações de um show de rock?”.

 

 

Vamos às atrações:

Duffy

Veja o que o Rraurl disse sobre o show da Duffy, a nova revelação da música galesa (q):

Duffy fez um show fofo, nada mais. A voz dela realmente impressiona, mas, descontando a excelente Mercy” (executada com maestria tanto pela jovem cantora quanto por sua banda de apoio) a falta de presença de palco, o sotaque caipirão americano e a seqüência de baladinhas amenas no calor do deserto convenceram apenas os fãs mais afoitos e o público, digamos, mais velho.

Vendo alguns vídeos do show da Duffy, encontrei uma tenda Mojave relativamente vazia para o hype que a moça tem sofrido. Pouquíssimos vídeos do show foram disponibilizados no YouTube. Repare na falta de público bem no começo de um dos vídeos. Mas isso é o de menos, ela canta pra caralho e tem uma voz meio sessentista e nostálgica. Gostei dela. Mais do que a Adele diga-se de passagem. Deixo a seguir o vídeo do hit ‘Mercy’ com a melhor qualidade que achei (sim, os vídeos oficiais fazem falta).

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=_9H9LAftLsE&hl=en]

Gogol Bordello

Tá aí um dos shows que eu tenho MUITA vontade de ver, o do Gogol Bordello. Se apenas nos vídeos já me dá vontade de sair dançando a tarantella, imagine ao vivo. Conhecidos pelas performances explosivas, o GB é uma das atrações que supostamente desembarcariam por aqui no segundo semestre. Tomara que sim.

Grata mistura de punk rock com música, hmm, cigana, foi perfeito para a quantidade de freaks que enchia o gramado do Coachella Stage no fim da tarde – danças circulares, vinho tinto morno bebido no gargalo, etnias diversas e transes coletivos, em músicas poderosas. O vocalista Eugene Hutz dança, pula, grita e ocupa o palco todo como um Iggy Pop dos Balcãs.

Os links dos vídeos de Wonderlust King e Start Wearing Purple de 2008 e Think Locally, Fuck Globally de 2007.

Roger Waters

Sim, o tiozão do rock também deu as caras no Coachella. Se apresentando no palco principal, o formador do Pink Floyd deu um show de psicodelia. Pirotecnia, telões gigantescos e até um porco inflável com as inscrições “Don’t Be Led To the Slaughter” (não seja conduzido ao abate de animais, em bom português). Classicão.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=N4urg65m5oc&hl=en]

Tentei achar o vídeo mais compacto do show (o mais popular tem 9 partes) e achei esse, que é razoável.

Aqui você encontra o vídeo do porco voador, que foi solto após o término do show e os organizadores do evento ofereceram 10.000 dólares para quem o devolvesse. Dizem por aí que o porco tem alguma relação com o candidato à presidência dos EUA Barack Obama. E ironicamente, o inflável levantou vôo bem na música ”Pigs On The Wing”.

Justice

Para fechar com chave de ouro, a dupla mais falada da música eletrônica atual. Sim, os franceses do Justice, quem mais seriam?

O Rraurl disse o seguinte sobre o show de encerramento do festival:

A impressão, bem no meio da tenda, era de que umas 20 mil pessoas entraram numa mesma inimaginável apoteose de som e luz, uma onda de energia que fazia punhos serem erguidos como num show de metal pós-moderno para berrar “KILL, KILL, KILL, KILL”.

Admiro demaais o Gaspard Augé e o Xavier de Rosnay por criarem músicas ousadas, nos limites da modernidade atual em que a mistura de estilos confunde um pouco as coisas. Eles conseguem fazer com que o electro se misture com o rock de um jeito tão uniforme e disforme ao mesmo tempo que fica lindo. Posso até ser morto após dizer isso, mas prefiro eles ao Daft Punk, mesmo sabendo que o Justice foi completamente influenciado pelos conterrâneos.

Encerro aqui a jornada com o Justice tocando o famoso remix da música ‘We Are Your Friends’, do Simian, que no show foi mash-upado com Atlantis to Interzone do Klaxons.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=7xnN_6Oj5xg&hl=en]

 

Até mais Cochella, até o ano que vem. E me espere que em breve eu estarei aí.