6 abr 2012

Franz Ferdinand vem ao Brasil para tocar de graça no Cultura Inglesa Festival

Por  @21:18

Depois de anunciar We Have Band, The Horrors e parte de sua programação, o Cultura Inglesa Festival acerta em cheio trazendo o grande Franz Ferdinand.  Os rumores que apontavam para o quarteto escocês já eram grandes. E quem cravou a informação foi o Line Up Brasil.

A banda chega ao país para tocar DE GRAÇA no Parque da Independência, no dia 27 de maio. Quatro dias depois, ela chega à Espanha, como uma das principais atrações do Primavera Sound.

Mais informações no site do festival.

[UPDATE] E agora, quem confirma é o próprio evento! E aí, vai perder?

20 dez 2011

Clipe: LCD Soundsystem – Live Alone (Franz Ferdinand Cover)

Por  @12:53

No começo desse ano, o LCD Soundsystem gravou um cover de “Live Alone”, do Franz Ferdinand, faixa que fez parte do Franz Ferdinand Covers EP, lançado pela Domino Records, no qual alguns artistas amigos da banda gravaram faixas do disco Tonight: Franz Ferdinand, de 2009. O EP fez parte do Record Store Day, e também teve a participação de Debbie Harry (Blondie), Peaches, ESG e Stephin Merrit (Magnetic Fields). Agora, o cover ganhou um clipe, com direção de Gabriel Pulecio, que você confere aqui em baixo.

4 nov 2011

Guitarrista do Franz Ferdinand diz que a banda irá se reunir novamente em 2012

Por  @15:40

Desde 2009 sem dar sinais significativos de vida, o Franz Ferdinand deve voltar à tona em 2012. A informação veio do guitarrista Nick McCarthy, que disse que depois de um período sabático, o quarteto inglês irá se reunir novamente – e da junção, provavelmente um novo álbum deve aparecer.

Por enquanto, é isso. E que o sucessor de Tonight seja tão divertido quanto o disco que nos deu, por exemplo, “Turn It On”:

[via]

6 jan 2011

Richard Ashcroft e Alex Kapranos no verão argentino?

Por  @10:45

Vai estar na terra de nossos hermanos no começo de fevereiro? Então uma boa pedida pode ser um possível show acústico – e gratuito – de Richard Ashcroft, ex-líder do The Verve. A informação vem do site chileno POTQ.

Aparentemente, o cantor britânico se apresenta em Pinamar, cidade que fica na província de Buenos Aires, no dia 4 de fevereiro. A session de Ashcroft seria acústica e, possivelmente, teria faixas do Verve, de sua carreira solo e também do fiasco United Nations Of Sound, projeto que o quase-quarentão liderou no ano passado. E o Brasil? Será que entra nessa?

Informações também citam Alex Kapranos como outra atração do verão argentino. O homem à frente do Franz Ferdinand deve fazer um DJ set em Mar Del Plata, no final de janeiro. Este sim podia esticar a viagem até nossas terras. Mais informações aqui, via @franzbr.

19 set 2010

A gente não postou, mas você precisa saber

Por  @23:00

Amy Winehouse: ‘Mark Ronson Is Dead To Me’ - Gigwise, 19 de setembro

[Watch] Mark Ronson & The Business INTL – “Somebody To Love Me” w/Boy George, Andrew Wyatt and MNDR (Later Live With… Jools Holland)Some Kind of Awesome, 18 de setembro

[VIDEO] Of Montreal do Michael Jackson covers medleyYou Ain’t No Picasso, 18 de setembro

New Black Lips Album to be Released this WinterOne Thirty BPM, 17 de setembro

Fleet Foxes Finish Recording Second AlbumGigwise, 17 de setembro

New Badly Drawn Boy Video, Directed by Sam Mason:…TwentyFourBit, 16 de setembro

[new] Cee-Lo – I Want YouWe All Want Someone to Shout For, 16 de setembro

Weezer, “Memories” (Live On Leno) (Video)Prefix, 16 de setembro

Lady Gaga Beats Oasis To Set New Guinness World RecordGigwise, 16 de setembro

Duffy To Release Second Album ‘Endlessly’ In November16 de setembro

Les Sins, o projeto disco do Toro Y MoiBloody Pop, 16 de setembro

DJ Cremoso libera remix tecnobrega de “Take Me Out”, do Franz FerdinandRock ‘n’ Beats, 15 de setembro

Queens Of The Stone Age to reissue debut album with three unreleased songs – NME, 15 de setembro

Radio Dept. Smash the Government on New SongPitchfork, 15 de setembro

Matt & Kim Share Album Cover, TracklistPitchfork, 15 de setembro

Neon Indian – “I Really Didn’t Need You Anyway”Stereogum, 15 de setembro

The Morning Benders, “Ram On” (Paul McCartney Cover)Prefix, 15 de setembro

Weezer start work on ‘Hurley’ follow-upNME, 14 de setembro

Download: Garotas Suecas, Lestics e RocknovaScream & Yell, 15 de setembro

O universo indie pop de Darwin Deez em “Constellations”Teco Apple, 15 de setembro

PJ Harvey Preps Album for Early 2011TwentyFourBit, 15 de setembro

Nova do Warpaint – “Undertow”Bloody Pop, 15 de setembro

Video: Spoon Cover Jay Reatard’s “No Time”Pitchfork, 14 de setembro

New Gang of Four Album After 15 Years - Spin, 13 de setembro

2 ago 2010

A gente não postou, mas você precisa saber

Por  @1:41

Esgotado 1º lote do Planeta Terra 2010Vírgula, 01 de agosto

Yeasayer – O.N.E. (Teen Daze Remix)WAWSTSF, 31 de julho

Morrissey to Sing at Katy Perry’s Wedding?Spin, 30 de julho

Mutantes e Rage Against the Machine no palco do SWUSWU, 30 de julho

Liam fala sobre influências da Beady Eye e descarta volta do OasisOasis News, 29 de julho

Franz Ferdinand: “never stop writing”BBC 6 Music News, 29 de julho

Kanye West scraps ‘Good Ass Job’ album title for forthcoming LPNME, 29 de julho

[new] Jens Lekman – The End Of The World Is Bigger Than LoveWAWSTSF, 29 de julho

The Roots – “The Fire” (Feat. John Legend) VideoStereogum, 28 de julho

No Ar: Soko, uns suecos, um Recife, um cineasta japonês cool e um animal que não existe maisPopload, 28 de julho

[video] Zane Lowe interviews Win Butler of Arcade FireWAWSTSF, 28 de julho

Klaxons alucinógenoPopload, 27 de julho

Yeah Yeah Yeahs Release Concert FilmPitchfork, 27 de julho

Caribou “Sun” (Video)Prefix, 27 de julho

SWU abre as portas para as bandas independentesRock n’ Beats, 26 de julho

Interpol: ‘We’re not afraid of working on new music without Carlos D’NME, 26 de julho

Listen: Grinderman: “Heathen Child”Pitchfork, 26 de julho

New Robyn Video: “Hang With Me”Pitchfork, 26 de julho

Echo & The Bunnymen apresenta em SP na íntegra o clássico Ocean RainVírgula, 26 de julho

MGMT “It’s Working” (Live On Ferguson) (Video)Prefix, 26 de julho

14 jul 2010

Carla Lamarca’s Jukebox (Fashion TV Brasil)

Por  @16:06

Vai falar que você não se lembra de quando Carla Lamarca (@CarlaLamarca) comandava o Disk e o Jornal da MTV? Fã confessa deste bom rock que nos move diariamente, Carla já posou com o Kiss, entrevistou bandas como Oasis, Franz Ferdinand e New Order e, atualmente, toma conta do programa FTV Mag, do canal Fashion TV Brasil. No meio de tanta correria, a paulistana achou um tempinho pra conversar um pouco com a gente:

E o hype? – o que você tem escutado de novidade?
Chief. Uma banda americana que ainda vai lançar o primeiro álbum agora em agosto. Gosto muito do single “Night & Day” e tô louca pra ouvir o disco!

Good Times Bad Times – qual banda/artista sempre esteve ao seu lado, fazendo, por mais piegas que isso possa soar, a “trilha sonora de sua vida”?
Cara, Kings of Leon. Essa é uma banda que, desde que apareceu, eu ouço com bastante frequência e que nunca sumiu do meu iPod.

Do the D.A.N.C.E. – o que não pode faltar na hora de soltar a franga na pista?
Música boa é primordial. Então, já partindo desse princípio, Gossip é minha favorita.

E aquele show inesquecível? Qual foi?
Foi Killers, no Coachella do ano passado. Teve fogos de artifício, Brandon fazendo caras e bocas, muita firula e eu adorei!

Você não vale nada mas eu gosto de você – todo mundo tem um guilty pleasure, vai. Aquela banda que você só escuta quando não tem ninguém por perto e, por garantia, com fones de ouvido.
Hahahaha. Kesha. Adoro “Tik Tok”!

13 mai 2010

Diego Maia’s Jukebox (R7)

Por  @18:11

Ele é editor de blogs e mídias sociais do portal R7. Pra você que não conhece Diego Maia (@diegomaia), tá perdendo um dos melhores perfis de twitter pra quem curte música, cinema, notícias e cultura pop em geral. O cara já foi repórter da Editora Abril e ainda colabora com as revistas Rolling Stone Brasil e Movie. Com tanta bagagem, ele se dispôs a bater um papo com o Move e falou sobre as bandas que rondaram sua adolescência, seus hypes favoritos e aquela música que ele sempre escuta, mas até hoje não tinha contado pra ninguém:

E o hype? – o que você tem escutado de novidade?
Descobri Local Natives há pouco. Boa banda! Lançaram um belo disco no fim de 2009/começo de 2010, o Gorilla Manor. Surfer Blood é outra nova favorita, “Swim” é das grandes pequenas músicas do ano. Também tem Beach House (Teen Dream é meu disco favorito de 2010, até agora), jj, Titus Andronicus… Enfim, a escalação toda do Pitchfork Festival, haha. Podem me chamar de hipster, ligo não.

Good Times Bad Times – qual banda/artista sempre esteve ao seu lado, fazendo, por mais piegas que isso possa soar, a “trilha sonora de sua vida”?
Foo Fighters meio que norteou minha adolescência. Ouço incansavelmente desde os 12 anos. Tenho todos os CDs em casa, apesar de, hoje, só ouvir o The Colour and The Shape. Mesma coisa com Queens of The Stone Age. O Rated R foi o primeiro disco que importei na vida, teve um impacto absurdo. Pearl Jam, Nirvana, Soundgarden e toda a patota grunge também foram muito presentes (era isso que a gente conseguia ouvir no interior de São Paulo nos anos 90 – descontando uma até hoje inexplicável invasão de metal melódico que rolou no fim da década). E Elliott Smith também teve – e ainda tem muita – importância pra mim. O “Figure 8″ é álbum pra vida toda (Roger Waters discordaria!).

Do the D.A.N.C.E. – o que não pode faltar na hora de soltar a franga na pista?
As boas do Michael Jackson, do Prince, da Madonna. Franz Ferdinand animou muitas festas de faculdade, sempre funciona. LCD Soundsystem é favorita do coração, me faz soltar a franga mesmo com “New York I Love You But You’re Bringing Me Down”, então não conta. Paulista/sulista emulando funk carioca também é divertido. Ah! Não vou citar Lady Gaga (que é legal, nada contra) porque, sejamos sinceros, alguém ainda aguenta “Poker Face”, “Bad Romance” ou “Telephone”?

E aquele show inesquecível? Qual foi?
O do Franz Ferdinand, no Circo Voador, em fevereiro de 2006, o primeiro show deles no Brasil. Todo mundo que esteve lá diz que o show foi histórico, marcante, inigualável e, bem, foi mesmo. Banda e público admirados um com o outro, calor absurdo, som do Circo bem calibrado, boa companhia. Não tem como um show de rock ser melhor do que aquilo. Espero tirar esse show do topo da lista este ano, no entanto. :)

Você não vale nada mas eu gosto de você – todo mundo tem um guilty pleasure, vai. Aquela banda que, quando começa a tocar no computador, você desabilita o last.fm o mais rápido que pode.
Roxette: “It Must Have Been Love” (e, quando quero disfarçar, digo que o Per Gessle é um puta guitarrista!)

8 abr 2010

Arthur Teixeira’s Jukebox (Volantes)

Por  @16:34

Na linha de frente do quinteto Volantes está o vocalista Arthur Teixeira, cuja voz é um dos pontos mais marcantes do som dos gaúchos. Depois de uma minitemporada de shows no estado de São Paulo e um no Rio de Janeiro, a banda voltou para as longínquas terras do sul – e foi de lá que Arthur conversou um pouquinho com a gente sobre bandas marcantes, dançantes, a vida, o universo e tudo mais:

Good Times Bad Times – qual banda/artista sempre esteve ao seu lado, como trilha sonora de sua vida, tanto nos momentos ruins quanto nos bons?
Acho que até pela versatilidade dos discos, o R.E.M. esteve comigo em todas as bad e nos momentos de sol também. Não posso deixar de citar também o Kevin Shields, com a trilha de Lost in Translation.

E o hype? O que você tem escutado de novidade?
Essa semana o hype aqui em casa está rolando no Begin Here, do Zombies, que eu não tinha. De mais novinho, estou sacando o A Place to Bury Strangers e o solo do Jónsi.

O Volantes está pra lançar um single novo em breve, em vinil. O que vocês já podem contar sobre o material?
Posso contar que as gravações ficaram grandes, com peso. Escolhemos músicas que têm uma ótima resposta nos shows, mas que ainda não haviam sido bem gravadas. As pessoas já estavam cobrando pra ter essas músicas.

Do the D.A.N.C.E. – o que não pode faltar na hora de soltar a franga na pista?
Pulp, New Order, Franz, Justice, Strokes e muita, mas muuuita caipirinha.

Você não vale nada mas eu gosto de você – todo mundo tem um guilty pleasure, vai. Aquela banda que, quando começa a tocar no computador, você desabilita o last.fm o mais rápido que pode.
Hahahahaha. Jamais desabilitaria o last.fm por isso. Gosto de provocar. É praticamente um dever da minha profissão. Me pilho muito no segundo e terceiro disco do Roxette, até o single How Do You Do!, de 1992.

30 mar 2010

Franz Ferdinand no Marina Hall, em Brasília – 21.03.10

Por  @14:55

A expectativa para quem vai assistir a um show do Franz Ferdinand é sempre alta. Argumentos para defender a tese de que “O Franz é a melhor banda de indie rock ao vivo” nunca faltaram – e uma turnê como essa, pós Tonight Franz Ferdinand, só realimentou todo esse saudosismo.

O Marina Hall, espaço que sediou o show do Franz em Brasília, não estava lotado. Centenas de fãs se amontoaram à frente do palco, mas os interessados em dançar ou apreciar o espetáculo de longe contavam com um vão espaçoso no fundo do salão.

Era essa a situação do Marina Hall desde a rápida e carismática apresentação do The Pro, a banda de abertura. Não tinha como não se deixar contagiar pela empolgação dos brasilienses no palco, que conduziram um show repleto de referências e saudações ao Franz, conquistando, sem dúvida, visibilidade e público certo para futuras apresentações pelo país.

O show da noite começa com toleráveis 20 minutos de atraso e logo de início desenterra “Auf Achse”, canção histórica do primeiro disco dos escoceses. Aliás, tendo em vista o propósito da turnê de promoção do Tonight, foi curioso perceber que, das 20 músicas que integraram o setlist, 9 vinham do álbum de estréia da banda (Franz Ferdinand, lançado em 2004) – dele, só “Cheating On You” e “Come On Home” ficaram de fora.

Um Kapranos radiante conduz a apresentação quase sem pausas. “No You Girls” foi a segunda da noite. A resposta dos fãs vinha de duas formas: se não era o coro dos mais obcecados na parte de frente da platéia, eram as dancinhas empolgadas dos que se acomodaram ao redor do salão que lançavam estímulos à banda no palco. Em sequência, “What She Came For” e “Take Me Out”, para muitos o combo da noite, foram entoadas como hinos – tanto pelo Franz quanto pelos fãs. “Ulysses” e “Turn It On”, que também vieram juntas no set, finalizaram a primeira parte da apresentação, hora ou outra interrompidas por um caloroso e improvisado “Vamos fazer barulho, Brasil”, de Kapranos. Aquele era o Franz demonstrando o seu poder avassalador de transformar shows em festas intimistas – a de Brasília acompanhada de uma histeria coletiva que, por um momento, parecia não ter fim.

Mas é imediatamente antes do encore que o show chega ao seu ápice. Antes de sair, todos os integrantes deixam seus instrumentos e posicionam tambores de bateria na frente do palco. Eis que uma rápida melodia de percussão, com sons tímidos de sintetizadores ao fundo, começa a tomar conta do salão.

Entregues aos tambores como se aquele fosse o último movimento da noite, o Franz Ferdinand se mostra uma banda tão potente quanto sinérgica. A sintonia musical e a forma como os quatro conduzem as baquetas, numa pegada visceral e constante, também motivou uma resposta dupla da platéia: parte dos presentes não encontraram reação e permaneceram boquiabertos; a outra parte pulava e dançava como se não houvesse amanhã. Nada de microfones, mas os mais atentos conseguiram ouvir os gritos naturais de Kapranos, que após uns sete minutos incansáveis de bateria, joga as baquetas para o ar, declama um cansado “Obrigado” e sai de palco com seus parceiros.

O retorno é rápido. A primeira música pós-encore é “Jacqueline”, momento em que não era preciso olhar muito longe para ver fãs imersos em lágrimas. “Michael”, “Darts of Pleasure” e “40 Feet” dão o tom de festa para o fim que se aproxima com os mais de sete minutos de “Lucid Dreams” – que, ao vivo, são memoráveis. A música passa por todas as suas nuances de forma primorosa e é executada com cuidado, numa perfeição técnica que chega a incomodar de tão improvável (para o fim de uma apresentação).

E demonstrando ainda mais apreço a percussão, a noite de fato termina com Paul Thomson disparando o seu solo retumbante de bateria. É o típico momento que ecoa na cabeça horas depois do show e faz lembrar do que te apontaram quando você pensava em comprar o ingresso: ok, o Franz Ferdinand talvez seja o responsável pela melhor performance ao vivo da história deste novo rock.

Hick Duarte é fotógrafo e estudante de Jornalismo em Uberlândia, Minas Gerais. Por lá integra o núcleo de comunicação do Coletivo Goma – Cultura em Movimento e mantém o website Fiesta Intruders. Viaja pelo país cobrindo os principais festivais de música independente e é responsável por um blog totalmente dedicado ao indie nacional no Portal MTV, o Indiescópio.

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