Clipe: Glasvegas – Euphoria, Take My Hand
Com data de lançamento previsto para 4 de abril de 2011, o álbum Euphoric \\\ Heartbreak ///, do Glasvegas, nos brinda com a música – e agora com o videoclipe – “Euphoria, Take My Hand”. Belo registro:
Com data de lançamento previsto para 4 de abril de 2011, o álbum Euphoric \\\ Heartbreak ///, do Glasvegas, nos brinda com a música – e agora com o videoclipe – “Euphoria, Take My Hand”. Belo registro:

O download só está disponível para países europeus, mas é possível ouvir “The World Is Yours”, nova música dos escoceses do Glasvegas em streaming logo na sequência:
Também é possível ver/escutar o trailer de ‘EUPHORIC /// HEARTBREAK \\\’, o próximo trabalho de estúdio da banda, que será lançado no dia 4 de abril.
[via]
Amanda Palmer e a luta por pêlos pubianos em “Map of Tasmania” – Teco Apple, 14 de janeiro
[Watch] James Blake – “The Wilhelm Scream” (Live at Maida Vale) – Some Kind of Awesome, 14 de janeiro
[Watch] PJ Harvey – “The Words That Maketh Murder” (Video) – Some Kind of Awesome, 14 de janeiro
Glasvegas announce new album release date and tracklisting – NME, 14 de janeiro
Fleet Foxes’ new album has been completed and mastered – One Thirty BPM, 14 de janeiro
The Sounds sign with SideOneDummy, announce new album – Consequence Of Sound, 13 de janeiro
Aguenta esperar? The XX no Rock in Rio 2011 - Popload, 13 de janeiro
Como o Arctic Monkeys salvou o rock – Scream & Yell, 12 de janeiro
The Horrors: ‘Portishead’s Geoff Barrow told us to produce our own album’ – NME, 12 de janeiro
Coldplay: ‘We’re still trying to deliver our album masterpiece’ – NME, 12 de janeiro
Okkervil River new album gets title, release date – One Thirty BPM, 11 de janeiro
White Lies: Nine Inch Nails Influenced Our New Album – Gigwise, 11 de janeiro
Supergrass Singer Gaz Coombes Reveals All About Debut Solo Album – Spinner, 10 de janeiro
[Listen] Cold War Kids – “Bulldozer” – Some Kind Of Awesome, 10 de janeiro
Hear three new tracks from PJ Harvey’s Let England Shake – Consequence Of Sound, 10 de janeiro
Esses dias foram uma loucura: bem no meio do feriado de Páscoa, fui tocar na MyHouse (tipo a música do LCD Soundsystem, sabe?), uma festa super legal na Pista 3, no Rio, enquanto nossa galera fechava os últimos preparativos para a Delicious Jukebox 2, que contece no dia 17 desse mês, em São Paulo. Por isso, acabamos atrasando em 24 horas o nosso tradicional “A gente não postou, mas você precisa saber”, mas aí vai:
Me, My Brother and David Bowie, 1971 - Flickr
50 Awesome Music Movies – NME
LCD Soundsystem divulga teaser do clipe de “Drunk Girls” – Rolling Stone, 5 de abril
The National – “Afraid Of Everyone” & “Conversation 16″ Live Video – Stereogum, 5 de abril
Daniel Johnston Criticizes Documentary, Says He’s Doing Fine – Prefix, 5 de abril
Pato Fu anuncia novo álbum – Rock ‘n’ Beats, 5 de abril
Peter Hook tocará álbum de estreia do Joy Division na íntegra em show – Rolling Stone, 5 de abril
O lineup do Lollapalooza, uma letra por dia - Brainstorm9, 5 de abril
Sonic Youth’s Thurston Moore to Lecture Young Children About Noise - Pitchfork, 5 de abril
Bob Dylan é proibido de se apresentar na China – G1, 4 de abril
[New] Band Of Horses – Factory – We All Want Someone To Shout For, 3 de abril
Entrevista com a banda Quarto Negro – Rock ‘n’ Beats, 3 de abril
Midnight Juggernauts fará apresentação única em SP – Rolling Stone, 3 de abril
Erykah Badu é autuada por ficar nua na rua para vídeo – G1, 3 de abril
Bandas bancam turnês internacionais com shows em bares e hospedagem camarada - R7, 3 de abril
Novas do Beck, Liars, St. Vincent e Os Mutantes - Bloody Pop, 2 de abril
Hot Chip Tease New Side Project – Pitchfork, 1 de abril
Urbanaque Sessions Vol. 01 e 02 – Urbanaque, 1 de abril
Muse brincando de 1º de abril – MTV, 1 de abril
Foo Fighters’ Taylor Hawkins announces UK gig and solo album release - NME, 1 de abril
Oasis ganha coletânea em junho – Rolling Stone, 1 de abril
Two Door Cinema Club x Twelves – Trabalho Sujo, 31 de março
Robert Plant fará turnê com nova banda nos Estados Unidos – Terra, 30 de março
Glasvegas drummer Caroline McKay leaves the band – NME, 30 de março
Feist Plays Mustachioed Bandit Cowboy in Web Video – Pitchfork, 30 de março
Listen To 4 New Songs from Sia - Pretty Much Amazing, 29 de março
Gruff Rhys, do Super Furry Animals, grava com Tony da Gatorra – Noize, 29 de março

Na foto: Elbow, que ganhou o Mercury Prize de 2008
O meu motivo para acordar cedo durante essa semana era descobrir os indicados para o Mercury Prize antes de todo mundo, mas o plano não rolou. Hoje, 21 de julho, saiu – finalmente – a lista de quem concorre ao prêmio mais concorrido da música britânica. Ó só:
Florence and the Machine, com Lungs: A cantora é talentosíssima, tem uma voz muito característica e, em meio a tanto blues, R&B e electro-pop surgindo de artistas semelhantes, resolveu fazer rock. Merece o prêmio por sair do óbvio. Tem resenha aqui.
Kasabian, com West Ryder Pauper Lunatic Asylum: Banda preciosa que atingiu um ótimo resultado em seu terceiro álbum, lançado há alguns meses e que chegou em primeiro no ranking britânico. Com as faixas fortes ‘Fire’ e ‘Vlad the Impaler’, o disco te pega de jeito (ui) nas primeiras execuções, mas a sensação de quero mais não dura muito. O maior erro aqui foi do vocalista Tom Meighan, que deixou o cabelo crescer, mas isso não vem ao caso. Resenha aqui.
Friendly Fires, com o álbum homônimo: Na primeira vez, achei morno. Só em janeiro de 2009 comecei a dar valor ao trio inglês, que precisava de um pouco mais de atenção – e nada mais. O electro-rock já tinha um ar de samba antes mesmo de ‘Kiss of Life’ aparecer (pra tirar a prova, a batida de ‘In The Hospital‘ é perfeita – já reparou a semelhança com ‘É Bom Para o Moral‘?). Lá no fundo, todas as suas músicas têm uma vibe brasileira escondida na percussão. Já se faz vitorioso antes mesmo de uma indicação ao Mercury.
La Roux, de La Roux: Ok, vou falar a verdade: Não dá pra imaginar qual foi o critério que fez esse disco parar no Mercury Prize. Assim, não vou dizer que o álbum é ruim – nesse exato minuto, estou ouvindo ‘In For The Kill’, inclusive - mas essa brincadeira de tentar imitar a Madonna já chegou longe demais.
Bat for Lashes, com Two Suns: Bat For Lashes é, na verdade, uma cantora solo. “Solo”, porque ao vivo Natasha Khan tem toda uma banda de apoio. Seu segundo disco, lançado em abril, foi supervalorizado pela imprensa, acho eu, mas isso significa que Khan tem – mais uma vez – boas chances de ganhar. Em 2007, o debut Fur and Gold também chegou ao Mercury, mas não deu o troféu à cantora. No ano seguinte, Natasha perdeu dois Brits. Já tá na hora de sair por cima, né?
Glasvegas, também com um álbum de mesmo nome: Fazia tempo que eu não via uma banda estreando e indo parar tão rápido em um pré-mainstream. É claro que isso acontece com frequência, vide Marina and the Diamonds, mas o Glasvegas entrou com tudo depois de ganhar um 9 da NME. O sucesso com os críticos denuncia a possível vitória, mesmo sendo um álbum meio passado – quando a cerimônia de premiação acontecer, o disco já terá um ano de idade.
The Invisible, que, adivinha, também tem um álbum homônimo: The Invisible é o nome da banda. E do disco. Sabe aquela banda que se esforça muito para conseguir chegar em um determinado tipo de som? Então, isso é The Invisible. O esforço parece ser tão grande que as músicas ficam mornas, sintéticas demais, mesmo sendo tão comparada ao Intimacy do Bloc Party.
The Horrors, com Primary Colours: Parece que Primary Colours é o álbum do ano. Ou quase isso. É um post-punk para indies que, até onde eu sei (e isso é bem pouco), tem belas influências de Echo & The Bunnymen. Acho que eles chegaram a cair nesse negócio de Joy Division do século XXI, mas não se abateram muito. Se o White Lies não vingou, The Horrors pode fazer o trabalho para os dois.
Lisa Hannigan, com Sea Sew: Lisa fez sua carreira, basicamente, pegando carona na música dos outros. Desde 2001, foram covers, backing vocals, participações em tributos e muitas parcerias com Damien Rice que levaram o som da moça para frente, até que, no ano passado, saiu seu primeiro disco solo: Sea Sew. A história é boa, mas o folk soa despretensioso demais para merecer um Mercury – a menos que o júri mude seus critérios de avaliação.
Sweet Billy Pilgrim, com Twice Born Men: Que coisa linda é ‘Kalypso‘, música do segundo disco do trio Sweet Billy Pilgrim, que faz um esboço do que seria o Iron & Wine se apostasse num diferencial. A faixa começa calma, com cordas, até chegar num refrão explosivo, mesmo sendo muito discreto. Não é meu preferido, mas a vitória deles em um Mercury Prize da vida seria compreensível.
Led Bib, com Sensible Shoes: Led Bib é tão indie, mas tão indie, que não tem nem uma página no Wikipédia. Poucos shows marcados na agenda do MySpace, muita modéstia em sua descrição: “Algumas pessoas gostam da gente, talvez você também goste”. Calhou dos jurados do Mercury amarem o som do quinteto de jazz, que não tem vocais. Já faz dez anos que um artista instrumental não ganha o prêmio: O último foi Talvin Singh, um músico de “Asian Underground”. Se os caras ganharem, vão ter que mandar a ver num discurso improvisado – e improviso está longe de ser um problema pra quem ganha a vida com jazz.
Speech Debelle, com Speeche Therapy: Debelle ainda é adolescente e virou dona de um hip-hop juvenil, cru e – acredite – doce. Se Dizzie Rascal já saiu vencedor do Mercury, não é impossível a menina ser motivo de orgulho para a mãe. Mas é improvável.
O vencedor do Mercury Prize 2009 será escolhido pelo júri no dia 8 de setembro, em Londres, durante a cerimônia. E aí, quem é seu favorito?