Review: Planeta Terra Festival 2011

Eis que mais um a Planeta Terra finda abalando a nação indie brasileira. Mas abalando mesmo. Os comentários, logo na saída do Playcenter, eram radicalmente divididos. Em resumo, gente que saiu do show mais marcante da vida versus gente que saiu frustrada com a turma de Julian, indie que largou o Beady Eye pra curtir a montanha russa, Beady Eye que quase largou o indie que o assistia sentado no chão, atrações em quem ninguém botava fé e fizeram valer o ingresso, nomes brasileiros superando as expectativas com mais força do que nomes internacionais. Mas muito além dos shows, o consenso (se é que ele existe) pareceu pairar sobre a questão da organização, que continua fazendo do Planeta Terra o festival nacional mais legal, divertido e respeitoso com o seu público. Ainda que musicalmente mais marcante em edições anteriores.
A equipe do Move compareceu em peso ao Playcenter (inclusive um dia antes, quando ele estava sendo transformado para o festival) e resolveu respeitar a diversidade de opiniões que vem tanto do público quanto da imprensa. Assim, cada um dos colaboradores desse blog registraram as suas impressões individualmente, de forma a compôr um review mais geral e abrangente do Planeta Terra. Vamos nessa?






É fato que o Goldfrapp sempre teve um pezinho na dance music. Apesar do duo também mostrar muito de sua sensibilidade, os ritmos e agitos desses britânicos são sempre contagiantes. E agora, de uma forma bem diferente das músicas do último álbum, o Seventh Tree (2008), Allison Goldfrapp e Will Gregory nos botam pra dançar e… go disco!


















