2 ago 2009

Clipe: Gossip – Love long distance

Por  @19:15

O novo single do Gossip é a ótima e dançante “Love Long Distance”, uma das minhas preferidas do último disco da banda, Music For Men.

A música acaba de ganhar um clipe bem divertido, com aqueles teclados que são tocados como guitarras, galera com rosto de balão e muitos, mas muitos patins. Sim, iguais àqueles das mocinhas do Carrefour.

De onde diabos deve ter surgida a interessante idéia de fazer balões gigantes no lugar dos rostos das pessoas, hein? Não. Não vale falar que foi do corpitcho esbelto da Beth Ditto, ok?

26 jul 2009

miniviews: Gossip, La Roux e Alexisonfire

Por  @16:22

Bem, ontem eu escrevi um texto inteiro sobre o novo disco do Mew pra postá-lo e, quando apertei o botão “Publish”, o texto, e tudo nele contido, simplesmente SUMIU! Tudinho! Foram segundos apreensivos nos quais eu me controlei para não jogar o computador pela janela. Enfim, o disco, chamado…wait for it… (/howimetyourmother) No more stories/ Are told today/ I’m sorry/ They washed away/ No more stories/ The world is grey/ I’m tired/ Let’s wash away (é sério), é um bom lançamento do trio dinamarquês e irá agradar, com certeza, quem gostou do EP, comentado por mim há menos de um mês. O disco completo pode ser baixado na comunidade de downloads do MTJ!.

Enfim, como a preguiça e a revolta me impediram de tentar reescrever a resenha do Mew, vou postar aqui três pequenas resenhas que eu escrevi pro Why So Pop?, falando sobre alguns discos que não foram mencionados aqui no blog, certo?

gossip

Music for men, quarto do disco do Gossip, é, pra mim, uma das boas surpresas deste ano de 2009, até agora. Digo “pra mim” porque não conhecia praticamente nada da banda, a não ser o hit “Standing in the way of control“. Como não posso fazer paralelos com trabalhos anteriores do trio americano, vou comentar Music isoladamente. E nada seria mais fácil que isso. Na verdade, ouvi-lo seria mais fácil. Sério. Um disco divertido, sem firulas, com a melhor mistura de punk/garage/groove/dance/pop que tem por aí (até porque eu não consigo me lembrar de muitas bandas fazendo um som com tanta mistura e tanta pegada). O melhor exemplo dessa inusitada variação de estilos combinados é o primeiro single, “Heavy Cross“, que mistura um esperto riff de guitarra com a marcante voz da cantora Beth Ditto. O garage/punk se mostra mais presente na feroz “8th Wonder” enquanto a veia pop/dance do grupo brilha em “Love Long Distance”. Boa pedida pra quem tá procurando músicas divertidas, “fáceis” e agitadas.

la roux

Um dos mais esperados discos de electro-indie-synth-pop (?!?!) do ano era o debut do duo britânico La Roux. O álbum, homônimo, já chega cheio de hits em potencial, começando pelos três singles já lançados: “In for the kill“, que abre o disco de forma bastante promissora com sintetizadores e teclados se revezando pela atenção do ouvinte com a doce voz da vocalista Elly Jackson; “Quicksand” e “Bulletproof” também já ganharam clipes e seguem na mesma linha de synthpop divertido pra dançar! Mas o mérito do disco é ser constante em sua proposta e não ser bom apenas nos singles, mas em praticamente todas as 11 músicas que figuram no álbum, entre elas, “Colourless colour”, “Cover my eyes”, “Reflections are protection” e “I’m not your toy”. Pra quem gosta de Little Boots e Lily Allen (na fase It’s not me It’s you), La Roux é sugestão garantida.

aof

Finalizando (e mudando COMPLETAMENTE o rumo da sonoridade sugerida no post até agora), eis o novo disco do Alexisonfire, banda cuja carreira solo do guitarra Dallas Green foi retratada, em parte, por mim, aqui. Old Crows/ Young Cardinals, lançado há pouco mais de um mês, já começa com a primeira música tendo o seguinte refrão “We are not the kids we used to be!“. A frase só reforça o fato de que, quem espera pelos vocais gritados e ininteligíveis sempre presentes no começo da carreira da banda vai se decepcionar. Mas calma, eles (ainda) estão lá, mais tímidos e raros mas ainda assim enchendo de peso o som de uma das melhores bandas de post-hardcore existentes por aí. No entando, já aviso que não sou um grande conhecedor da banda, mas arrisco dizer que Old Crows é uma continuação natural do fantástico Crisis, de 2006. Uma pena que o novo e quarto disco do quinteto canadense não seja tão inspirado quanto seu antecessor, o que não significa que ele seja ruim, veja bem. Há ótimos momentos como “Born and raised”, “The northern”, “Midnight regulations”, além da dupla de músicas que dá nome ao cd, “Old crows” e “Young cardinals”.

10 jul 2008

Mais atrações na conta do Tim Festival

Por  @11:56

O tempo vai passando, e a nossa curiosidade vai sendo saciada pouco a pouco. Diversas especulações feitas em relação ao Tim Festival se confirmaram oficialmente ontem, em matéria da Folha de São Paulo. Além de Gossip e Klaxons, fecharam com o Tim três bandas norte-americanas: Gogol Bordello, MGMT e The National. Além dessas bandas, as jazzistas Carla Bley e Esperanza Spalding também foram confirmadas. Para terminar (por enquanto) o cantor e compositor Paul Weller também está confirmado.

O caldeirão étnico do Gogol Bordello: no Brasil em outubro

Até agora, a soma das atrações confirmadas está em 10, acrescentando-se às citadas acima Sonny Rollins e Stacey Kent. Ufa.

Desconfio que esse não é o line-up final, mas está bem bom até agora, inferior ao do ano passado, mas respeitável. Chegou a hora dos organizadores do Tim se redimirem com seu público, visto que a edição do ano passado foi marcada por gafes enormes como o preço da água e o atraso dos shows.

Autor: Cédric Fanti

Fonte: Folha Online