25 out 2010

A gente não postou, mas você precisa saber

Por  @13:33

Kings of Leon bate recordes com novo disco – Rolling Stone Brasil, 25 de outubro

Iron & Wine’s Sam Beam reveals his ‘pop’ fourth album – NME, 24 de outubro

Watch: Kanye West’s 35-minute film Runaway – One Thirty BPM, 23 de outubro

[Listen] Hadouken! – “Oxygen” – Some Kind Of Awesome, 23 de outubro

Video: Local Natives: “Who Knows Who Cares” – Pitchfork, 21 de outubro

Full details of Daft Punk’s Tron Legacy OST deluxe edition featuring awesome glow-in-the-dark poster – One Thirty BPM, 21 de outubro

Flaming Lips, Blitzen Trapper, Cymbals Eat Guitars Sign On for Guided by Voices Tribute Album – TwentyFourBit, 21 de outubro

U2 recruit Danger Mouse to produce new album – NME, 21 de outubro

Weezer’s Rivers Cuomo: ‘We Were Really Miserable’ – Spin, 20 de outubro

Best Coast Talks Weezer Collaboration – Paste Magazine, 20 de outubro

Modest Mouse to Reissue Album, EP – Paste Magazine, 20 de outubro

Paul Weller not sure if Noel Gallagher will be on ‘avant-garde’ new album – NME, 20 de outubro

Smashing Pumpkins Announce New ‘Teargarden’ EP – Spin, 20 de outubro

Hear Another Two Unreleased Weezer Tracks – Pitchfork, 20 de outubro

Keith Richards ‘Ready’ For New Rolling Stones Album And Tour – Gigwise, 20 de outubro

[Listen] The Black Keys – “Next Girl” iTunes Session – Some Kind Of Awesome, 19 de outubro

[Listen x Download] Gruff Rhys – “Shark Ridden Waters” – Some Kind Of Awesome, 19 de outubro

Show de Paul McCartney em São Paulo será transmitido pela TV – Rolling Stone Brasil, 19 de outubro

Memórias de uma fila para o Paul McCartney – Popload, 19 de outubro

Hear Cee-Lo’s New Single: “Old Fashioned” – TwentyFourBit, 19 de outubro

Brandon Flowers – “On The Floor” (Unplugged In Tahoe) Video – Stereogum, 18 de outubro

Cold War Kids – “Royal Blue” – Stereogum, 18 de outubro

Beastie Boys releasing Hot Sauce Committee Part 2 in Spring – One Thirty BPM, 18 de outubro

27 jan 2010

Hadouken! – For The Masses

Por  @16:07

Cansativo. Se fosse necessário definir For The Masses, segundo álbum do Hadouken!, em apenas uma palavra, eu escolheria essa sem pensar duas vezes. E não relaciono isso à idéia de “música para as massas” proposta no título do disco – até porque, convenhamos, nenhuma das faixas do trabalho passam perto da catchyness dos rodados Black Eyed Peas ou Madonna -, mas pela estrutura melódica pesada e extra-uniforme criada ao longo de todas as músicas presentes.

Em seu novo disco, o único acerto do quinteto inglês foi a criação de uma atmosfera de suspense e expectativa criada em torno de “Rebirth”, faixa de abertura do trabalho. No entanto, a auto-estima gerada pela mistura de vocais clássicos, música eletrônica e rock denso vai parar no lixo em poucos minutos.

Da introdução até “Lost”, as dez músicas do CD se mantêm na mesma linha, usando uma fórmula repetitiva, friamente calculada e pouco orgânica – caminho perfeito para chegar à completa exaustão do ouvinte. O fato de TODAS as faixas terem cerca de quatro minutos de duração também não colabora. Os vocais de hip-hop simulados por James Smith, garoto branquelo que lidera a banda, mal chegam perto de remeter aos Beastie Boys, nova-iorquinos que começaram a onda de “garotos brancos também podem ser rappers”.

“M.A.D.”, single que ganhou status de carro-chefe de For The Masses, é uma das piores músicas do ano e, como se não bastasse, ainda repete tudo o que o Hadouken! já havia exibido em Music For An Accelerated Culture, debut de 2008. Com pouca eficiência, o grindie – estilo considerado a união dos elementos de uma banda de rock com sintetizadores, samplers, teclados e MCs -, que deveria ser mágico, acaba indo pro saco. Shame on them.

9 set 2009

Nova faixa do Hadouken! disponível para download

Por  @16:43

O Hadouken!, banda inglesa que despontou em 2008 com o lançamento de Music For An Accelerated Culture, está prestes a lançar seu segundo álbum. Eu achava a banda bem legal, mas “M.A.D.”, a nova música, parece ser uma repetição de tudo que já ouvimos deles. A faixa está disponível para download no site oficial do grupo. O clipe que fizeram é como um remake de “Stress”, do Justice, mas substituindo a gangue bad ass por uma versão cinza  e malvada do Jerry:

23 set 2008

Hadouken! – Music For An Accelerated Culture

Por  @23:13

O debut deles saiu em maio, mas como pouco foi dito por aqui, estou fazendo esta crítica um tanto atrasada, mas antes tarde do que nunca.

A banda com um dos nomes mais criativos que eu conheço, o Hadouken! já tinha feito sua fama mundialmente através de EPs e singles lançados no ano passado. Com bases eletrônicas agressivas e músicas meio cantadas, meio faladas pela voz forte e rouca de James Smith, e contando com uma ajudinha da NME, eles estavam com tudo.

Só que em novembro de 2007 eles deixaram os fãs desconfiados, com o lançamento de mais um single acompanhado de um vídeo, da música ‘Leap Of Faith’. A pose e o som de banda emo adolescente fizeram muitos ficarem com medo de que o Hadouken! tinha mudado, que a galera que só estava afim de festejar havia mudado de rumo, e que vinha por aí um álbum inteiro de Leap of Faiths.

Felizmente a gangue do Ryu aceitou bem as críticas e lançou este ano ‘Music For An Accelerated Culture’, recheado de hits dançantes, atingindo as expectativas que foram criadas em torno dele. Inteligentemente, eles preferiram abrir mão de algumas músicas já lançadas, que talvez sejam melhores que certas faixas do álbum. Seria previsível demais utilizar todas as músicas dos EPs. Não seria um álbum, seria um EP expandido.

O debut já se inicia com uma das melhores músicas, ‘Get Smashed Gate Crash’, como um cartão de visitas da banda, gritando em alto e bom tom: “Let’s get this party started!”. É é isso que se vê ao longo de (quase) todo o disco, muita festa. Quase todo, pois algumas músicas mais melódicas, como ‘Driving Nowhere’ quebram um pouco o clima, mas sem afetar a qualidade do àlbum.

O ponto fraco foi ter deixado de fora uma das melhores músicas da banda, a que nomeou este blog, ‘Dance Lessons’ (Mo-mo-move that ass!). Porém o Hadouken! conseguiu fazer um ótimo primeiro disco, pregando a diversão e a festa, como Smith entoa em ‘Liquid Lives’: “Drink! Smoke! Fuck! Fight!”. Meia lua pra frente e soco na tristeza!

Autor: Marçal Righi