Na entrevista que fizemos recentemente com o Holger, o quinteto paulistano falou sobre suas influências e sobre como deve soar o esperado sucessor de Sunga, disco de estreia da banda, lançado em 2010.
Ainda sem uma data de lançamento definida, o disco já está em fase de pós-produção e deve chegar aos nossos ouvidos em agosto. A dica é da Avalanche Tropical, do qual o próprio Holger faz parte e que também cravou o nome do segundo álbum do grupo: Ilhabela. De quebra, ainda dá pra ouvir trechos improvisados de uma nova faixa, ainda sem nome, mas que estará na tracklist do novo trabalho.
Um ano e meio se passou desde o último disco do Holger. Sunga posicionou os cinco garotos de São Paulo como uma das novidades mais autênticas e efervescentes da música brasileira nos últimos anos. Uma dezena de shows, uma centena de novas descobertas sonoras e 34 mil quilômetros rodados em turnê depois, o Holger é outra banda. Vestiu de vez a camisa verde e amarela, passou a compôr em português, deixou de querer ser o Pavement brasileiro e voltou a escutar axé – não num contexto tosco, debochado, ou coisa parecida.
Em entrevista ao Move That Jukebox, quatro dos cinco caras falaram sobre o processo de criação e gravação do novo álbum, que viagens de carro e experiências praianas foram fundamentais para o novo trabalho e que “o melhor grupo indie é aquele que surge sem a pretensão de ser propriamente indie”. Além de escancarar uma certa falta de afinidade com o Foster the People.
A entrevista abaixo aconteceu na varanda da casa do Pata, vocalista do Holger, enquanto o Move ouvia com exclusividade à versão demo do próximo disco, que será lançado em agosto deste ano. É a primeira vez que a banda fala abertamente sobre o novo trabalho após o término das gravações, nos estúdios da Trama. É também a segunda entrevista deste blog com o Holger – a primeira foi em setembro de 2010, dois meses antes do Sunga. Uma avalanche de coisas mudaram desde então – mas os anseios, a ginga e o espírito de moleque tropical do grupo continuam exatamente os mesmos.
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Não dá pra começar a entrevista sendo menos direto: o que vocês querem com o disco novo?
Pata: A gente só quer ser livre. Estamos nos arriscando de várias formas, trabalhando com um monte de gente diferente, caminhando pra lados que a gente nunca imaginou antes. Esse disco chega junto com um novo contexto pro Holger, nós mudamos pra caramba como pessoas e como músicos desde então e o Sunga não é exatamente o trabalho mais coerente com que a gente tá vivendo como banda agora…
Um aguardado lançamento da nova música eletrônica nacional acaba de dar as caras. O Killer on the Dancefloor, projeto formado pelos paulistanos Phillip A. e Fatu, apresentou hoje o seu primeiro álbum. Criminal traz 10 faixas eletrizantes, produzidas pelo próprio duo junto a Ali Disco B, que escancaram todas as referências musicais do KOTD – da disco music ao hip hop, passando pelo pop, electro e indie rock.
Mais do que uma obra fonográfica, o trabalho soa como uma agradável reunião musical entre amigos. Phillip e Fatu não economizaram nas colaborações para as faixas e trazem em Criminal participações especiais de Ale (ex-Copacabana Club), Thiago Pethit, MC C4bal, Holger, Turbo Trio, Fabrizio Martinelli, Dada Attack, entre outros nomes. Os destaques? Além da conhecida “Gringo Oba Oba”, música que fecha o disco e figurou entre as primeiras produções autorais do Killer on the Dancefloor, “I Feel so Strange” conta com os vocais de Pata (do Holger) e carrega aquela aura dançante de poolparty ensolarada, fatal para as pistas.
“Criminal” já pode ser comprado pelo iTunes e Beatbort, mas também está disponível para audição na íntegra no soundcloud promocional dos garotos:
Ficou na pilha de ver o Killer on the Dancefloor ao vivo? Além da apresentação confirmada no segundo dia (8/4) do Lollapalooza Brasil, eles também tocam em Santos, São Paulo, Brasília, Caxias do Sul e Guarujá nos próximos meses. Confira a agenda completa.
[UPDATE] Raphael e Sofia levaram essa! Parabéns, gente! Entratei em contato por e-mail. Bom show! =) [/UPDATE]
O chapa Guilherme, da banda Inky, e a Fê Fernandes, do Some Community, armam nessa quinta-feira a primeira edição da Minha Festa, que contará sempre com DJ sets antenados e shows pra fazer todo mundo dançar. Vamo nessa?
A festa rola a partir das 22h, na casa Na Mata Café e contará com o imperdível show do Holger, banda mais que recomendada e já de casa aqui no Move. Tá a fim de levar um VIP e ir curtir a noite na faixa?
Então comente neste post (não esqueça de deixar seu e-mail) citando qual é a sua música favorita do Holger. Dois participantes levarão um VIP cada. Você até o meio-dia de quinta-feira pra tentar a sorte. Valendo!
UPDATE: Segue a relação dos ganhadores dos VIPs em cada cidade.
São Paulo: André Motta Vieira e Felipe Rocha Rio de Janeiro: Paloma A. Monteiro e Paula Pereira Curitiba: Juliana Anverce e Elis Regina Pontel
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Uma turma criativa de músicos, DJs e produtores nacionais está prestes a invadir as capitais Rio de Janeiro, São Paulo e Curitiba nos próximos fins de semana. A Avalanche Tropical, de quem já falamos um bocado aqui, se lança na sua primeira turnê pelo Brasil entre os dias 28/7 e 4/8 – e você, seja de onde for, não pode perder. Principalmente agora que tem VIPs do Move na jogada.
Taí o Sunga, um dos melhores discos nacionais do ano, ainda rendendo bons frutos. O Holger acaba de ser presenteado com um remix curioso do DJ Chernobyl para a sétima faixa de seu disco de estreia, “Beaver”.
Não é de hoje que Chernobyl vem dando amostras de sua aproximação a um movimento que ele mesmo chamou de “baile balkan”. Há quatro meses, inclusive, o cara lançou uma mixtape chamada Gypsy Kafussu, que compila em trinta e oito minutos uma mistura dançante de música cigana e funk carioca.
O remix do DJ Chernobyl para “Beaver” é uma produção autêntica e divertida, alinhada à crescente tendência de valorização de ritmos regionais espalhados pelo mundo. Prestando atenção na faixa, você vai identificar samba, som do morro carioca, som do leste europeu. E talvez não pare por aí. Dê o play e faça o download no embed abaixo:
Faltam menos de duas semanas pro Jukebox Festival e o Move já tá quase chorando mega pilhado de tanta ansiedade! Se você não sabe do que eu to falando, por onde você andou nessas últimas semanas? Nos dias 01 e 02 de julho, o nosso querido blog junta seus artistas nacionais favoritos em um único festival no Estúdio Emme, em SP, e os ingressos já estão à venda!
Enquanto o festival não chega, armamos um esquenta na Funhouse, sobradinho que despertou o lado baladeiro do Move. Então faz assim: no dia 25 de junho, apareça na Fun pra se preparar para o festival de música nacional mais legal do ano! Até porque durante a noite vão rolar uns sorteios e concurso pra quem quer passar o final de semana seguinte no Jukebox Festival, então tá aí mais um motivo pra não perder!
Serviço: Delicious Jukebox – Esquenta do Jukebox Festival
Com Holger DJ Set, Marçal Righi (Move That Jukebox), Radioviernes DJ Set, Hatchets DJ Set, Ivan Sabian (Delicious)
Sábado, 25 de junho, a partir das 23h
Funhouse – Rua Bela Cintra, 567 – São Paulo, SP
Mulheres: R$15 na porta, R$10 nalista ou R$50 de consumação
Homens: R$20 na porta, R$15 na lista ou R$50 de consumação
Quer ter noção do showzaço que você verá no Jukebox Festival quando o Holger subir no palco? Amanhã, a partir das 17h, os chapas do Showlivre vão mostrar uma prévia da intensidade que geralmente toma conta da apresentação do quinteto paulistano. Quem já viu, sabe como é.
Para quem ainda não conhece o Estúdio Showlivre, é um projeto bem legal em que o pessoal do Showlivre recebe bandas em seu estúdio para tocar seu som e trocar uma ideia, tudo isso transmitido ao vivo pelo site deles. Amanhã vai rolar a edição especial, sobre o Jukebox Festival! Além da presença do Holger, também estaremos por lá conversando com a banda e falando sobre nosso festival. Para assistir, é só ir no site do Showlivre.
Estão rolando duas promos no site do Showlivre: uma pra você ir lá no estúdio amanhã ver a gravação de perto e outra para ganhar um lindo passaporte para ir aos dois dias de Jukebox Festival! Participe lá e acompanhe amanhã a prévia de tudo que o Holger tem pra mostrar no palco do Estúdio Emme dia 01/07!
Com o posto de uma das principais atrações do Jukebox Festival, o Holger tá lançando, aos poucos, um projeto que consta, basicamente, em convidar bandas amigas pra fazerem covers das faixas do querido Sunga, estreia do quinteto paulistano e um dos destaques de 2010. Quem começou a história foi o Database, se lembra?
Agora, a banda divulga, com exclusividade aqui no Move, mais duas novidades. A primeira vem carimbo internacional: a cantora Keri Florence subverteu toda a irreverência holgeriana e deu uma roupagem completamente diferente à faixa “No Brakes”, abertura do debut dos caras. O refrão por vezes maçante e as guitarras agudas dão lugar a vocais delicados, multiplicados e ecoados – que são devidamente acompanhados por violão. E só.
Nesta linda sexta-feira, temos mais novidades sobre o Jukebox Festival pra vocês. O festival está tomando forma e todos os dias surgem coisas legais nos bastidores. Estamos bem animados e esperamos que todos entrem no espírito também, pra essa festa sair linda como a gente planeja. Estamos fechando a contratação das últimas atrações e na semana que vem devemos anunciar mais coisa boa por aí – juntamente com a apresentação do nosso querido patrocinador, que vai garantir os BONS DRINK. Teremos também algo bem interessante para os leitores que curtem fazer seu som. Enquanto isso, vamos coroar o começo do fim de semana apresentando mais três atrações. Pra aumentar ainda mais o barulho que Bidê ou Balde, Apanhador Só e Zemaria já fariam, ainda teremos:
Holger
Foto: Fernanda Cirelli
Nossos parceiros de longa data não podiam ficar de fora do primeiro grande projeto do Move That Jukebox. Quem já assistiu a um show deles sabe que é pura diversão. Com muita cerveja, fica melhor ainda.