Indo em encontro a todas minhas expectativas com relação a um quarto disco, membros do Arctic Monkeys revelaram que podem repetir a dose e chamar novamente Josh Homme para produzir o próximo trabalho da banda: “Nós adoraríamos trabalhar com ele novamente. Nos divertimos muito [na primeira vez]. Depende. Quando estivermos prontos para gravar novamente, ele talvez também esteja, mas você sabe como é, ele é um homem muito ocupado e muito procurado”, revelou o baterista Matt Helders a BBC Radio 6 Music.
Sobre a vontade de voltar aos estúdios, Matt acrescenta: “É estimulante estar no estúdio. É a parte que mais gostamos. Claro que sair em turnê é fantástico, então eu não teria um sem o outro, mas acho que já estamos prontos para voltar”. E ainda teve declaração até do sempre calado baixista dos Monkeys, Nick O’Malley, que aproveitou a chance para dar alguma dica da possível sonoridade do sucessor de Humbug:
Temos falado sobre algumas ideias, como, por exemplo, fazê-lo [soar] bem rápido. Quem sabe? Definitivamente o vento está favorável, então quem sabe?
Com uma turnê pelos EUA marcada pra abril, a banda só terá tempo para pensar em voltar ao estúdio depois das datas dos shows norte-americanos. E nada de Brasil, por enquanto. Infelizmente.
Depois de “Crying Lightning” e “Cornerstone”, o Arctic Monkeys revelou que o terceiro single de Humbug será faixa de abertura do CD, “My Propeller”.
A data de lançamento está agendada para o dia 22 de março e o single será disponibilizado em duas versões: a de 7’’, com apenas uma B-side, e a versão de 10’’, que contará com 3 músicas que não entraram na mixagem final do último disco da banda.
A versão simples do single terá a faixa “Joining The Dots” como complemento – a música também estará na versão mais completa de “My Propeller”, que ainda virá com as B-sides “The Afternoon’s Hat” e “Don’t Forget Whose Legs You’re On” (que nome ótimo!).
E o vídeo do novo single? Será que podemos esperar por algo à la “Cornerstone”? Como fã, espero que não, mas não seria de todo mal, já que não é sempre que conseguimos mais de 100 comentários em um único post (/interesseiro).
Arctic Monkeys rumo ao topo do mundo (/groupie)! O famoso quarteto de Sheffield fez um de seus maiores shows em arenas fechadas na noite do último dia 17. A performance, vista por milhares de felizardos, aconteceu na Wembley Arena, em Londres, e teve como base do setlist o disco Humbug, obviamente.
Começando com a ótima “Dance little liar”, a banda passeou por todo seu repertório e incluiu 8 músicas de seu novo disco no show – apenas “Fire and the thud” (heresia!) e “Dangerous animals” (heresia! [2]) ficaram de fora. O grupo incluiu até o b-side chatinho “Skectchead” no set – num total de 20 músicas. “Secret door” era executada enquanto pedaços de papel caiam sobre uma platéia que recebia com empolgação todos os hits disparados pelos Monkeys. A performance, que poderia muito bem virar um DVD, foi precedida por um sempre animado Eagles of Death Metal destilando seu rock n’ roll dançante.
Não vejo a hora de os boatos da próxima vinda dos pupilos de Josh Homme ao país começarem, ainda mais com um show baseado em um dos melhores discos do ano.
Tinha falado aqui que, com o single de “Cornerstone“, o Arctic Monkeys também soltaria três b-sides que ficaram de fora de Humbug. São elas: “Catapult”, “Sketchead” e “Fright Lined Dining Room”.
Das três, a mais interessante é a primeira citada – uma composição de Alex Turner e que teve como co-criador Josh Homme, um dos produtores do álbum. A música começa com uma levada à la The Last Shadow Puppets e desemboca em um ótimo refrão que nos faz perguntar como “Catapult” não entrou no lugar de músicas medianas como, por exemplo, “Pretty visitors” ou “The jeweller’s hands”.
Para baixar o single completo, é só clicar neste link, disponibilizado pela comunidade ||RCD||.
Vocalista de uma das bandas preferidas aqui da casa, Victor Rocha (flickr.com/victorjam) é o frontman do Black Drawing Chalks (@blackdrawing) – banda goiana que…bem, você já os conhece, certo? Dispensa apresentações.
Para os pecadores que ainda não são familiarizados com a mistura de stoner com rock n’ roll do quarteto, basta ir no Trama Virtual e baixar o primeiro disco da banda completo. Já no Myspace dos caras é possível escutar o segundo trabalho, o excelente Life is a big holiday for us.
Foto: @hickduarte
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E o hype? – o que você tem escutado de novidade?
O novo CD do Arctic Monkeys, Humbug (“Crying Lightning” é uma das músicas mais lindas que ouvi recentemente); The Dead Weather (banda do Jack White com a linda vocalista do The Kills), só timbres fodas!!!
O último CD do Eagles of Death Metal, Heart On (“Anything ‘Cept The Truth”, essa música é pra ouvir na estrada), só letras safadinhas!!!! PJ Harvey – pra mim a melhor cantora do universo, seu último disco solo, White Chalks, é bem lento, mas é maravilhoso.
Good Times Bad Times – qual banda/artista sempre esteve ao seu lado, como trilha sonora de sua vida, tanto nos momentos ruins quanto nos bons? Queens of the Stone Age! Músicas como “Autopilot” e “Long slow goodbye”, são ótimas para momentos mais relax! Mas, ao mesmo tempo, eles possuem as melhores canções pra quebrar tudo!!!! “Millionaire”, “Quick at the Pointless”, “Six Shooter”…e por aí vai! Uma das bandas com discografia mais invejável, não deu uma fora!
Do the D.A.N.C.E. – o que não pode faltar na hora de soltar a franga na pista?
Ixe, tem coisa boa demais – o próprio Justice fez um remix de MGMT, da música “Electric Feel”, que eu choquei! Entrou pra minha discotecagem. Hahahha!
“DVNO” do Justice, também – que música foda, viu. Vale conferir o clipe, aula de design!
E um Cansei de Ser Sexy não faz mal a ninguém! Hehehe.
Toca Raul – não importa a hora nem o lugar, clássico é classico (e vice-versa). Led Zeppelin – When The Levee Breaks. Dá mais onda que qualquer droga. Hahaha!
Você não vale nada mas eu gosto de você – todo mundo tem um guilty pleasure, vai. Aquela banda que você só escuta quando não tem absolutamente NINGUÉM por perto e, por garantia, só com fones de ouvido. Duran Duran, apesar de que não rola vergonha da minha parte, mas sempre rolam piadinhas dos amigos! Ah, os caras tem altos hits, vai!!!
Minha reação quando vi o vídeo? A mesma que o Twitter do site Arctic Monkeys Br (que, aliás, foi o responsável por espalhar o link do vídeo): “É sério esse clipe? o_o”
Aparentemente, sim! É sério.
Não entendeu a indignação ainda? Bem, digamos que o vídeo de “Crying Lightning” se transforma numa obra-prima depois do vídeo que você está prester a assistir:
Na página do vídeo no Youtube aparecem os seguintes dizeres: “Official Video – Arctic Monkeys – Cornerstone. Released on Monday 16th November 2009 via Domino Records. Directed by Richard Ayaode”
Anunciamos aqui que o novo single do Arctic Monkeys, “Cornerstone”, será lançado no dia 16 de novembro. Porém, pouco mais de um mês antes de tal data, a banda revelou como será a capa do sucessor de “Crying Lightning”:
Dia 16 de novembro é o dia do lançamento oficial do novo single do Arctic Monkeys. A música escolhida será a linda “Cornerstone“, sétima faixa de Humbug.
Até aí nenhuma novidade, certo? Só que junto com a música principal também serão lançadas 3 b-sides. Sim! Três! São elas: “Catapult”, “Fright lined dining room” e “Sketchead”.
“Cornerstone” não ganhará um CD próprio – as músicas serão todas disponíveis para download e serão lançadas também nos formatos de single de 10 e 7 polegadas (seja lá o que isso quer dizer).
Existem certas músicas que só começam a despertar o interesse e a apreciação do ouvinte com o passar do tempo. Uma delas (pelo menos comigo aconteceu isso) é “Cornerstone”, que está no novo disco do Arctic Monkeys. Uma linda e simples balada que pode passar despercebida diante de todo o tom soturno que ronda Humbug mas que não pode, de forma alguma, ser menosprezada diante do restante do álbum. Já vi muitos comentários, aliás, elegendo-a como a melhor faixa do novo trabalho dos Monkeys.
A música – produzida por James Ford – foi a escolhida pela banda para ser apresentada na última quarta-feira (23), ao vivo no programa americano The Late Show with Craig Ferguson:
P.S.: 1) Será este o novo single da banda? Clipe a caminho? 2) Impressão minha ou o Matt tá com um bigodinho hitleriano e o Josh Ashton com orelhas à la Dumbo?
Há umas semanas, a Veja publicou uma coluna sobre o Humbug, novo disco do Arctic Monkeys (via @netorodrigues), e agora foi a vez da Época falar sobre o álbum. A matéria, que teve duas páginas, conta sobre o processo de criação e dedica um parágrafo a falar (muito bem) da essência do trabalho.
Como a edição da revista já deve parar de circular amanhã, juntei o material em um arquivo e fiz upload no mediafire. Aproveitem!
Na última segunda-feira (17), o conceituadíssimo programa de Zane Lowe na Radio 1 da BBC recebeu o Arctic Monkeys para uma intimista apresentação nos estúdios da rádio.
A banda tocou 2 músicas do novo disco, Humbug, e mais uma de cada um dos dois primeiros álbuns. O quarteto britânico, que lançou oficialmente, também na segunda-feira, o single “Crying Lightning”, ganhou um integrante em suas recentes apresentações ao vivo: John Ashton, roadie da banda, toca piano, guitarra e faz eventuais backing vocals. Isso que é “subir de cargo”, hein?
Você também pode assistir os vídeos de “505” e “The view from the afternoon“. E pra quem quiser ouvir o programa de Zane Lowe na íntegra – o que inclui uma entrevista com os Monkeys – é só clicar aqui.
3 anos após explodir a cabeça de muitos adolescentes com as guitarras urgentes de Whatever People Say I Am, That’s What I’m Not e 2 anos depois de passar com louvor pela prova do segundo disco, lançando o excelente Favourite Worst Nightmare, o quarteto mais ilustre de Sheffield volta a ser um dos assuntos mais comentados em 10 entre cada 10 blogs musicais. O motivo, obviamente, é o terceiro disco da banda, Humbug.
Um fato que teve maior repercussão do que a própria banda lançando um disco novo, foi a escolha dos produtores pra essa nova empreitada. Além de James Ford, companheiro de outrora dos Monkeys, a banda também resolveu chamar a cabeça pensante por trás do Queens of the Stone Age, Josh Homme. Era tudo que faltava pra aumentar a expectativa dos fãs e até dos não-fãs, que também ficaram curiosos pra ver o resultado dessa parceira promissora.
Pra quem esperava encontrar mais da energia juvenil de Whatever, se decepcionou. O Arctic Monkeys de Humbug é indiscutivelmente diferente da banda que gravou o fenômeno de vendas de 2006. E pra quem esperava uma banda britânica com o peso do stoner rock americano, também se decepcionou. Humbug soa como uma das possíveis direções que a banda poderia ter tomado depois de seu segundo disco, que ainda continha elementos do primeiro mas que já indicava uma possível mudança de sonoridade (vide “505″, “Do me a favour” e “If you were there, beware”). Sonoridade essa que a banda resolveu assumir de vez e se deu muito bem, criando todo um clima mais soturno que o costumeiro e com um quê de psicodelismo e guitarras pesadas nas horas certas.
O disco começa com “My propeller” e demora alguns segundos até acostumarmos com a voz arrastada e sombria de Alex Turner. “Crying Lightning” vem em seguida e mostra que, além de ser o primeiro single do disco, ela é o grande destaque de Humbug e um dos melhores trabalhos que a banda já fez. Espremida entre as duas músicas mais pesadas do álbum, as excelentes “Dangerous Animals” e “Potion Approaching”, está “Secret Door”, que é, junto com “Cornerstone”, o “raio de sol” (na falta de outra denominação mais apropriada) de Humbug. As duas faixas se encaixariam muito bem no segundo disco dos Monkeys – o que não é surpresa, já que as faixas são as duas únicas produzidos por James Ford, membro do Simian Mobile Disco e um dos produtores de Favourite Worst Nightmare.
A algo sexy “Fire And The Thud” é outro destaque. Nela, é perceptível a influência de Josh Homme, dando um tom mais viajado à música e deixando-a com cara de “Desert Sessions”, projeto paralelo de Homme. O disco ainda conta com as ótimas “Dance Little Liar”, onde se destacam os belos trabalhos vocais e a poderosa “Pretty Visitors”, com riff inicial que pode até nos remeter vagamente ao debut da banda. Humbug tem como faixa derradeira “The Jeweller’s Hands”, que, apesar de não se destacar tanto, também não compromete o incrível trabalho geral.
Sem querer comparar a qualidade dos trabalhos, mas a situação em si, vale lembrar que o Arctic Monkeys segue o mesmo caminho de grandes britânicas que mudaram suas sonoridades no terceiro disco: Oasis e seu exagerado Be Here Now, Radiohead e o clássico OK Computer e, mais recentemente, Franz Ferdinand em Tonight e Kasabian com The West Ryder Pauper Lunatic Asylum. Depois da novidade do primeiro disco e da temida maldição do segundo, onde a banda realmente prova se o debut foi sorte ou competência, o artista, num terceiro trabalho, se sente mais livre e confiante pra se arriscar em outros caminhos onde a vitória não é tão garantida e a coragem, aliada à criatividade, é mais que essencial. Bem, torçamos então para que o Arctic Monkeys sempre se sinta como se estivesse fazendo o terceiro disco e nos brinde com mais novidades interessantíssimas como Humbug.
Hoje foi transmitido na TV, com exclusividade, o clipe de ‘Crying Lightning’, primeiro single do Humbug, e o vídeo já caiu na web. Mas o que a gente assiste não é nada bom. Não bastassem os novos penteados de Alex Turner e Jamie Cook, que tapam quase todo o rosto dos caras, os efeitos especiais utilizados são tão ruins, mas tão ruins, que te fazem querer fechar o YouTube antes mesmo do último minuto do clipe. Eu acho que, a partir de agora, passo a gostar um pouco menos da música, até. Tá achando que exagerei? Espera só até ver o cenário fajuto e os monkeys gigantes:
Em 14 de agosto Humbug ganha seu primeiro lançamento, que acontece no Japão. O disco conta com 10 faixas: sete delas foram produzidas pelo stoner Josh Homme, enquanto as outras três têm a assinatura de James Ford, que trabalhou no segundo álbum da banda.
Finalmente a versão de estúdio de “Crying Lightning”, do Arctic Monkeys, foi mostrada ao mundo. O primeiro single do aguardado Humbug foi tocado hoje na rádio da BBC, dentro do programa do Zane Lowe.
clique na foto para baixar o single
Com quase nenhuma diferença da já rodada versão ao vivo que circulava por aí, a excelente faixa produzida por Josh Homme traz o quarteto de Sheffield envolto em quase 4 minutos de uma climática um tanto quanto sombria e com uma linha de baixo bem arranjada e executada, além das letras nonsense, como de costume.
O single será lançado fisicamente na segunda quinzena de agosto, mas já estará disponível digitalmente no iTunes a partir da meia-noite desta terça-feira, dia 7.
IRRAAAAA. Como bom fã que sou, dei um pulo de alegria quando li sobre o novo single do Arctic Monkeys. Sério. A música que vai preceder o lançamento de Humbug é ‘Crying Lightning’, que já vinha agradando que a assistia ao vivo. No dia 6 de julho Zane Lowe toca a versão de estúdio dela na BBC Radio 1, o que significa que a partir daí já teremos como baixá-la. O lançamento físico acontece beeeem depois, em 17 de agosto. A capa é lindíssima:
Lembrando que a música já está no YouTube desde o início do ano, gravada de um show muito bom na Austrália. Já foram mais de 80 mil execuções:
No Reino Unido, Humbug será lançado na semana seguinte de Crying Lightning, no dia 24 de agosto.
Depois de muito suspense, parece que a notícia já é certa: Sir Paul McCartney vem mesmo ao Brasil em 2010. A nota de quase-confirmação saiu no Radar On-Line, onde também se diz que Paul passará apenas por Brasília (em comemoração ao cinquentenário da capital) e São Paulo em abril do ano que vem. Os shows farão parte da última grande turnê do Beatle, que terá seu setor tupiniquim produzido por Luiz Oscar Niemeyer, o mesmo que trouxe Radiohead e Kraftwerk ao país em março.
Se você tem boa memória, se lembrará que Niemeyer também havia deixado o Rio de Janeiro de lado na turnê brasileira do Radiohead, apenas incluindo a capital fluminense no circuito por insistência da própria banda. Será que McCartney também vai dar um empurrão no produtor para agradar os cariocas?
Curioso é que a notícia da apresentação veio a tona justo na semana em que Paul completava seus 67 anos. Quem ganhou o presente fomos nós.
Os fãs de Arctic Monkeys também podem vislumbrar uma oportunidade de ver a banda no país por uma segunda vez em 2010. Segundo Paulo Terron, que entrevistou o baterista Matt Helders nessa última semana, a turnê do próximo álbum está com um buraco que pode ser tapado com apresentações na América do Sul. A entrevista completa estará na edição de julho da Rolling Stone. É muita notícia boa pra um post só, deus.