10 abr 2012

Veja a apresentação completa de Florence and the Machine para o MTV Unplugged

Por  @14:53

Depois de dar um gostinho de como seria seu Unplugged MTV, Florence Welch e sua Machine agora estão em streaming completo do novo trabalho da cantora.

Toda diva – e aparentemente mega tímida -, Florence contou com uma pomposa equipe de apoio, que inclui corais, backing vocals, harpas, violões de doze cordas. O repertório, composto por onze faixas, passeia pelos dois álbuns já lançados pelo Florence and the Machine, acrescido de dois covers: “Try a Little Tenderness”, de Otis Redding, e “Jackson”, música de Johnny Cash e June Carter, com a participação de Josh Homme.

2 abr 2012

Escute “Jackson”, de Johnny Cash e June Carter, nas vozes de Florence e Josh Homme

Por  @15:11

“Jackson” faz parte do MTV Unplugged da Florence and the Machine. A faixa, originalmente de Johnny Cash e June Carter, foi executada com a adição de Josh Homme, líder do Queens of the Stone Age, nos vocais masculinos. E o áudio do resultado foi divulgado há pouco pela cantora em sua conta no YouTube:

O acústico da cantora sai em sua forma completa no próximo dia 10.

8 nov 2011

Mark Lanegan anuncia novo álbum de inéditas para fevereiro de 2012

Por  @9:34

Mark Lanegan acaba de anunciar seu próximo disco de inéditas para 6 de feveiro de 2012, pela 4AD. O álbum se chama Blue Funeral e foi gravado no estúdio caseiro de Alain Johannes, em Hollywood. Será o primeiro lançamento solo do cantor desde Bubblegum, de 2004. Além do próprio Johannes, Jack Irons também marca presença nas gravações, como músico de apoio, enquanto Greg Dulli e Josh Homme fazem as honras como convidados.

Vale ressaltar que durante esses 7 anos sem lançar disco solo, Mark Lanegan não ficou parado. Ele trabalhou e gravou com Greg Dulli no Gutter Twins, com Josh Homme no Queens Of the Stone Age, com o duo de música eletrônia The Soulsavers e a ex-Belle and Sebastian Isobel Campbell. A turnê de divulgação do novo disco já possui algumas datas marcadas pela Europa. Confira o roteiro logo abaixo. Por aqui, ficamos no aguardo, ao som de Revival. Bom dia.

Fevereiro

28th – GRONINGEN, NL – Oosterpoort
29th – AMSTERDAM, NL – Paradiso

Março

1st – EINDHOVEN, NL – Effenaar
2nd – ANTWERP, BE – Trix
4th – BRISTOL, UK – Academy
5th – MANCHESTER, UK – Academy 2
7th – DUBLIN, IE – Academy
8th – BELFAST, NI – Mandela Hall
9th – GLASGOW, UK – ABC
10th – LEEDS, UK – Cockpit
12th – BIRMINGHAM, UK – Library
13th – LONDON, UK – Shepherds Bush Empire
14th – COLOGNE, DE – Gloria
15th – HAMBURG, DE – Gruenspan
17th – COPENHAGEN, DK – Amager Bio
18th – BERLIN, DE – Columbia Club
19th – WARSAW, PL – Proxima
20th – PRAGUE, CZ – Lucerna Music Hall
22nd – VIENNA, AT – Arena
24th – BOLOGNA, IT – Estragon
25th – MILAN, IT – Alcatraz
27th – BILBAO, ES – Kafé Antzokia
28th – SANTIAGO, ES – Sala Capitol
30th – PORTO, PT – Hard Club
31st – LISBON, PT – TMN ao Vivo

Abril

1st – MADRID, ES – Sala Kapital
2nd – BARCELONA, ES – Sala Bikini

Mark Lanegan News

5 set 2011

Festa grunge: os 20 anos do Pearl Jam

Por  @1:08

Enquanto a capa da Ilustrada do domingo celebrou os 20 anos do “Nevermind”, que faz aniversário dia 24 deste mês, outra facção grunge também celebrou seus 20 anos este fim de semana.

O Pearl Jam para comemorar seu aniversário montou uma festa com Mudhoney, Queens Of The Stone Age, Strokes e mais outras bandas em Alpine Valley.

Havia a promessa de surpresas. E elas aconteceram. Chris Cornell apareceu durante o bis do show do Pearl Jam no sábado e promoveu um breve retorno do Temple of Dog tocando três músicas do grupo e uma do Mother Love Bone durante o bis.

Fora isso teve Eddie Vedder com Strokes, Julian Casablancas com o Pearl Jam, Josh Homme com o Pearl Jam, entre outras coisas ótimas. E isso foi só no sábado. Olha os vídeos de algums momentos especiais e o set list completo da apresentação do Pearl Jam:

22 mar 2011

Novo disco do Arctic Monkeys terá participação de Josh Homme

Por  @15:26

Aos desavisados: Suck It And See, quarto álbum inédito do Arctic Monkeys já está pronto – e esperando para ser lançado no dia 6 de junho. A espera pode ser amenizada com “Brick By Brick” e “Piledriver Waltz“, presente no EP solo de Alex Turner para o filme Submarine. O vocalista da banda, aliás, revelou detalhes importantes sobre o novo trabalho do quarteto de Sheffield em entrevista recente ao The Independent.

Entre algumas novidades, o líder dos Monkeys disse que Josh Homme participou SIM de Suck It And See. Mas infelizmente, o produtor de Humbug dá as caras somente para fazer backing vocals em algumas faixas. Bem, melhor que nada, né? Enquanto isso, a produção geral, como você já deve saber, ficou por conta de James Ford, parceiro das antigas dos caras.

Outra relevação interessante foi saber que a versão de “Piledriver Waltz” contida no futuro lançamento do grupo é uma versão diferente da que está no Submarine EP – ela virá com a presença de toda a banda. Ou seja, se você não gostou do clima ameno e pueril dessa nova empreitada de Alex, se prepare, porque deve vir uma faixa mais pesada por aí. Pena que só descobriremos daqui 2 meses e pouco.

[via]

18 mar 2011

Vigilante no SXSW: QOTSA, Yuck, James Blake e mais

Por  @19:38

Continuando a parceria de divulgar a viagem e a cobertura do selo Vigilante lá no South by Southwest, em Austin, agora os enviados ao festival, Rafael Ramos e Fábio Silveira, contam como foram as apresentações do Queens of The Stone Age, James Blake, Yuck, Pulled Apart By Horses, Smith Westers e Okkervil River. É pra fazer você economizar cada centavo a partir de hoje e agendar viagem para o Texas pra pegar a edição 2012 do SXSW.

Não dá pra ficar melhor que isso: Queens of the Stone Age!

Então foi assim: uma das maiores bandas de rock da atualidade toca num clube pequeno no SXSW para 700 pessoas. Já seria um clássico por si só, mas o Queens Of The Stone Age aproveitou essa doce oportunidade para tocar na íntegra o primeiro disco e depois mandar mais 40 minutos de hits deliciosos. Primeiro ponto importante, o som do PA: alto, perfeito, melhor que nos discos. Alto mesmo, ensurdecedor.

De perto, fica bem fácil ver a execução da banda e seus equipamentos “trintage” fervendo. Josh Homme sola confortavelmente, curtindo o momento. Detalhe: anunciou que estava de ressaca e virava uma garrafa de vodka com goladas de um búfalo. Josh perguntava o tempo todo, “Are you having fun?”. O público, formado essencialmente por fãs doentes, não deixou a peteca cair, fazendo a banda corresponder com excelência. Hoje tem Strokes num parque gigantesco e TV On The Radio no Stubb’s, que, pra mim, é o clube mais charmoso da cidade.

Texto publicado originalmente no site da Vigilante

Yuck e sua formação peculiar

Enquanto uma parte do Vigilante enfrentava a concorridíssima fila para assistir ao Queens of the Stone Age em um canto da cidade, a outra metade corria para acompanhar showcases de algumas das mais interessantes e promissoras bandas que se apresentam no SXSW este ano. E, na verdade, bastou enfrentar uma única fila para assistir a 3 delas, num belo line-up montado pelo Time Out North America.

E a noite começou com o Yuck, banda inglesa formada por 2 membros remanescentes do Cajun Dance Party, uma das maiores apostas da gravadora XL há 2 anos e autores de um dos maiores hits que o mundo não descobriu. Nesta nova formação – com referências um pouco aparentes demais ao Sonic Youth – o ótimo guitarrista Max Bloom ganhou mais espaço e guia todas as músicas brilhantemente. No repertório, belas baladas e algumas outras boas canções. Banda pra se acompanhar com atenção!

Em seguida, James Blake, o novo artista mais hypado do momento (ou confundi com o Vaccines?), subiu ao palco, acompanhado apenas de um guitarrista e um baterista. Não precisava de mais. Se você se apaixonou ou se indiferença foi a sua resposta às gravações de estúdio dele não importa. Ao vivo, você vai se render. O show conectou toda a audiência, levou às lágrimas alguns, mobilizou todos. É impossível não se emocionar com o baile de graves que dançam sob a linda voz de Blake. Hoje ele se apresenta numa igreja. Tem tudo para ser um dos grandes shows do ano.

Ainda estupefatos com a curta apresentação, o público assistiu em seguida aos aguardados Smith Westerns, cujo Dye It Blonde foi um dos primeiros belos álbuns de 2011. De cara, ao subirem no palco, a primeira dúvida que cruza a cabeça é se eles não têm que acordar cedo pra escola amanhã: poderiam ser facilmente confundidos com uma banda adolescente de garagem. E talvez tenha sido isso, ou a potente beleza do show de Blake ou as altíssimas guitarras do Yuck, mas as ótimas canções do grupo ainda não parecem inteiramente azeitadas ao vivo. Os timbres de guitarra que permeiam o disco não foram alcançados pela banda e o resultado é uma massa sonora, que ainda que executada com esforço por eles, revela uma ponta de inexperiência que não se demonstrava em estúdio. Ainda assim, o show teve seus bons momentos e foi a oportunidade de ver uma boa banda em crescente ao vivo.

A noite terminou com uma corrida ao Red 7, um delicioso inferninho, onde estava para acontecer um show do Okkervil River. Para quem não conhece, a banda ganhou atenção em 2005 quando lançou a pequena obra-prima “Black Sheep Boy“. Desde então, na linha de artistas como The National e The Hold Steady, que conquistam grande apelo de imprensa antes do público, eles só vêm crescendo. E com casa lotada, o grupo, natural de Austin, realizou uma apresentação impressionante, comandando uma espécie de catarse coletiva que só podia acontecer em um espaço como aquele. O setlist impecável foi executado com a precisão de um Wilco e a potência de um Foo Fighters. O líder e vocalista Will Sheff chegou a pedir desculpas pela sua guitarra ter ficado um pouco alta demais em determinado momento. O público não se chateou nem um pouco. Basta dizer que se tem um show ao qual fez todo o sentido assistir no Texas foi o do Okkervil River. E que eles são de fato uma das bandas mais importantes dos EUA no momento.

Para encerrar, na noite anterior, após o Foo Fighters, o Vigilante teve tempo ainda para acompanhar mais um show. Também muito jovens, os ingleses do Pulled Apart by Horses fizeram um set DESTRUIDOR no Latitude 30, aqui em Austin. A banda era uma dica da Spin e o pequeno clube estava lotado, derretendo. Imagine juntar o DNA do Black Sabbath com o do Black Flag somado a tendências progressivas e levadas pula-pula bem sujas. Tipo o Rage Against the Machine virado no cão. Não, você não consegue imaginar, tem que ver. Foi um dos sets mais quentes que vimos de uma banda nova nos últimos tempos e uma das melhores interações banda/platéia também. O guitarrista preferia fazer seus solos sujos e atonais (à la Sonic Youth mesmo) sendo carregado em mosh pela platéia e o vocalista preferia cantar os refrões gritados (GRITADOS!) montando em cima de alguma vítima na beirada do palco. Inquietos? Talvez. Na real, o palco ali era pequeno pra essa enorme banda.

Tudo bem que a gente gosta de falar que essa música ou aquela banda é a trilha sonora do fim do mundo. Mas essa aqui, era mesmo.

Texto publicado originalmente no site da Vigilante

15 out 2010

SWU: a catarse barulhenta do QOTSA e a fofura indie do Pixies

Por  @16:51

Minhas atenções e expectativas no SWU estavam todas concentradas no último dia de festival, segundona pré-feriado, que contou com a trinca de shows iniciada com competência pelo Incubus e fechada com maestria pelo Pixies. Entre os dois, estava o grande Queens of the Stone Age e sua distorção no talo, ensurdecendo completamente a Pista Premium (sinceramente, não sei como estava o som nos outros setores da Maeda) e saindo consagrado do SWU.

Josh Homme e seus asseclas atrasaram por quase 1 hora a subida ao palco. O problema alegado pela produção, que só deu uma satisfação cerca de 40 minutos após o atraso, foi um delay técnico – e de fato, durante a apresentação, ouviam-se alguns chiados vindos dos instrumentos e do microfone do líder do QOTSA. Mas a euforia era tanta que os problemas e o atraso passaram praticamente despercebidos. Ainda mais quando se abre um show com “Feel Good Hit Of Summer” e “The Lost Art Of Keeping A Secret”. Depois disso, o jogo estava praticamente ganho.

Entre simpáticas intervenções com a plateia, Josh comandava uma das mais pesadas apresentações do festival – havia momentos em que o som ficava mais alto até que Cavalera Conspiracy e Avenged Sevenfold, principalmente por conta do baixo imponente de Michael Shuman, que, junto com Joey Castillo esmurrando seus pratos e caixas, faziam a parede ideal para que as guitarras distorcidas tomassem conta dos ouvidos – e sorrisos – de cada um. Quem estava ali sabe o quão surreal e intenso foi gritar a plenos pulmões “Go With The Flow” e “No One Knows”, entre outros clássicos do stoner rock.

Com a incrível “Misfit Love” deixada de fora por causa do atraso, o QOTSA fechou seu set com pouco mais de uma hora de duração, no qual não faltou testosterona, graves no volume máximo, hits cantados fervorosamente e uma espera de muitos anos compensada por uma banda que se saiu tão bem no palco, que nem um showzaço do Pixies foi capaz de apagar o rastro de euforia, rock n’ roll e satisfação deixados no Palco Ar.

E foi com a quase impossível missão de suceder a catarse roqueira proporcionada pelo Queens que Frank Black, Kim Deal, Joey Santiago e Dave Lovering ocuparam seus lugares no Palco Água, para fazer o que viria a ser um ótimo show com 24 (!) músicas (alguém sabe se teve alguma apresentação com mais músicas?). A média de idade entre os presentes era visivelmente contrastante com a molecada que esperava o Linkin Park a poucos metros dali. Dava gosto ver os tiozinhos pulando loucamente enquanto um só-um-pouquinho-acima-do-peso Frank Black, ou Black Francis, abria a maratona com o hit “Bone Machine”. E os anos 90 e parte da história do rock alternativo iam passando diante dos presentes – nessa hora, o frio já não incomodava e tudo o que valia a pena era tentar adivinhar qual seria a próxima música. E assim vieram “Gouge Away”, “Hey”, “Dig For Fire”, “La La Love You” e, obviamente, “Here Comes Your Man”, numa versão um tanto quanto preguiçosa.

21 números e a banda se despedia. Anh? Como assim? Ainda falta A música. E ela veio – num bis que ainda contou com a explosiva “Planet Of Sound” e “Gigantic”, cantada com entusiasmo por Kim Deal, “Where Is My Mind?” apareceu e só o que se via na plateia eram braços para cima, abraços de felicidade e a sensação de que não teria Linkin Park e Tiesto o suficiente pra superar tudo aquilo – e nem precisava. Com dois shows, em sequência, como Queens of the Stone Age e Pixies, o SWU acabava ali, com a impressão de que, pelo menos em matéria de shows, o festival se saiu bem.

Agora, é trabalho – e obrigação – dos organizadores e produção correrem atrás dos inúmeros erros e equívocos cometidos na primeira edição do festival. O SWU 2011, pra ser de um fato um movimento que visa à sustentabilidade, precisar melhorar – e muito – sua logística, produção, equipe organizadora, alimentação, transporte, etc. Reconhecer os equívocos e tentar melhorá-los é o primeiro passo para uma segunda edição com menos falhas – e potencial para isso, a Fazenda Maeda e o próprio SWU mostraram que tem. Só falta consciência e bom senso para não ter, como única opção de alimentação na madrugada fria de Itu, pizza de calabresa crua. Por 8 reais. Isso sim diminui a empolgação até de uma dobradinha de QOTSA + Pixies.

Fotos: Carol Zaine

7 jul 2010

Josh Homme já tem planos para o novo disco do Queens of the Stone Age, que pode vir ao Brasil ainda em 2010

Por  @23:42

O dia começou melhor do que o esperado para os fãs de Queens of the Stone Age. Quem estava ligado no Twitter viu o boato de que a banda pode vir ao Brasil se espalhar rapidamente. O Rock Magro, blog do portal Nagulha, conta a história detalhadamente. Resumindo, o jornalista José Flávio Jr., que já trabalhou nos principais veículos musicais do país, escutou de “um passarinho” que Josh Homme e banda tocam em um “desses festivais do segundo semestre em São Paulo”. Uma apresentação no Rio também estaria em negociação. Agora vocês imaginam a loucura que o QOTSA não ia aprontar num fechamento de Planeta Terra, por exemplo! Já acendi uma vela e pedi pra minha mãe rezar para que essa vinda se confirme logo.

Enquanto isso, Homme falou com a Rolling Stone gringa sobre alguns planos para o futuro. Como já contamos aqui, uma edição especial de Rated R está sendo finalizada para ser lançada em comemoração aos seus 10 anos. Aproveitando a nostalgia de revisitar suas obras, Josh contou que a banda também tem pensado em tocar discos inteiros ao vivo:

Falamos sobre como gostamos quando o Cheap Trick tocou seus três primeiros álbuns, e a gente pensou em fazer cinco noites para cada disco. Estamos discutindo – depois de algumas doses, mas estamos discutindo.

Não vou nem me dar ao trabalho de pensar em assistir a um show completo, de cabo a rabo, do Songs For The Deaf. Na verdade, prestei mais atenção quando Josh comentou sobre o próximo trabalho inédito do Queens:

Já tenho ideias, com certeza. Vai ser sobre sacudir os quadris. A música irá além daquele estranho e adorável caminho do Era Vulgaris.

O sexto disco de estúdio da banda, se as expectativas de Josh Homme não forem contrariadas, sai do forno lá pelo meio de 2011. Até lá, coloque “Turnin’ On The Screw” pra tocar aí, vai:

7 mai 2010

Rated R, do Queens Of The Stone Age, ganhará reedição com faixas extras

Por  @15:23

Em entrevista ao site da NME, Josh Homme deu uma notícia que deve deixar os fãs de Queens Of The Stone Age animados. Não, infelizmente não é nada sobre um novo disco. Na verdade, é bem o contrário: de acordo com o líder da banda, o cultuado disco que o grupo lançou em 2000, Rated R, irá ganhar uma reedição em 2010.

Como diferenciais no novo pacote, os fãs podem esperar por algumas B-sides e faixas ao vivo – provavelmente algum show que a banda fez no tradicional Reading Festival, no qual Josh e cia. se apresentaram novamente no mês de agosto. Alguém aí vai? Sim? Me leva? Não? Ok.

Enfim, o discaço – que tem como faixa de abertura a porrada “Feel Good Hit Of Summer“, uma das melhores do grupo – ainda não tem um dia de lançamento definido, mas o vocalista e guitarrista do Them Crooked Vultures (baterista do Eagles Of Death Metal, e por aí vai…) aponta para uma possível data em julho próximo. Enquanto isso, mate a saudade:

22 abr 2010

Josh Homme participa de show do Arctic Monkeys na Califórnia

Por  @15:51

Se tem uma coisa que eu tava esperando há um tempo em relação ao Arctic Monkeys era um show da banda com a participação de Josh Homme. E isso finalmente aconteceu (já aconteceu antes? Não que eu tenha ouvido falar).

O produtor de um dos melhores discos de 2009 subiu ao palco no último dia 18, durante apresentação dos Monkeys na Califórnia. Além de batucar uma meia-lua na perna durante a excelente “Dance Little Liar”, Josh também entoou gritinhos e backing vocals durante a música:

Além disso, o quarteto de Sheffield mais o líder do Queens of The Stone Age ainda mandaram a pesada “Pretty Visitors”, cujo refrão contou com a ajuda de Alain Johannes, guitarrista que acompanha o Them Crooked Vultures. Coisa fina, ó:

[via]