Dani Hasse’s Jukebox
Provavelmente você já deve ter visto os posteres de Dani Hasse por aí. Não? Certeza? Então já usou alguma das marcas pra qual ela já desenhou estampas (Coca-Cola, Hering, Colcci…). Negativo? Então sossega e dá uma olhada no Flickr da ilustradora/designer/ex-professora. Além de um talento que salta aos olhos, ela escolhe com extremo bom gosto os trabalhos dos quais quer fazer parte. Sobre isso, música e gatos, Dani Hasse bateu um papo rapidinho com a gente. Chegaê:

E o hype? – o que você tem escutado de novidade?
Olha, vou te contar que nunca fui tão nostálgica na minha vida. Tô ouvindo muita, muita coisa “velha” da minha adolescência. Deve ser a idade chegando. Mas dei uma cavucada aqui e tem algumas coisas novas sim: curti “Sunshine” aquela música das Rye Rye com a M.I.A.. Tô amando CEO do Eric Berglund, uma das metades do Tough Alliance (que amo também). Pop At Summer, Neverever e o novo do Math and Physics Club também entram na lista, porque tweepop NUNCA é demais
– E de um modo geral, tô curtindo muito os lançamentos da Slumberland Records, mas a maioria disso é hype só pra mim e mais uns 10 – eu acho…
Good Times Bad Times – qual banda/artista sempre esteve ao seu lado, fazendo, por mais piegas que isso possa soar, a “trilha sonora de sua vida”?
Definitivamente The Cure. O The Head on the Door foi o primeiro vinil que tive (roubado, mas vale né?) e posso dizer com toda a certeza desse mundo que eu poderia encaixar uma música deles em cada trecho esquisito, feliz, hilário, angustiante, inlove, nublado, colorido, doente, adolescente, empolgante, óbvio ou sem explicação da minha vida. E acho que isso vai ser até o fim. Amém.
Do the D.A.N.C.E. – o que não pode faltar na hora de soltar a franga na pista?
Não, não, nada de soltar a franga na pista por aqui. Em publico, só bato o pézinho e me faço de tímida. Em casa, pego a Ramona (minha gata) no colo e saímos pulando pelo sofá escutando qualquer coisa empolgante que esteja tocando no momento da possessão. Ramona gosta especialmente de Le Tigre para esses momentos.
Você é muito requisitada pra fazer artes de shows e festas. De qual banda você sonha em fazer um cartaz? Aproveitando, consegue escolher seu Top 3 de flyers favoritos?
Nossa, um dos meus objetivos de VIDA é fazer um pôster pro Wilco. Por favor, Jesus, me escute e me ajude a ser feliz! ![]()
E caramba, só 3? Desculpa, não quero parecer egocêntrica ou algo assim, mas amo meus posters que nem filho (ó o exageeeero): são poucos os que a gente ama menos – hahahaha – mas com certeza amo mais que 3. Então joguei os envelopes pra cima e os contemplados do meu favoritismo são: Rainbow Arábia, Invasão Sueca e Mark Lanegan.
Você não vale nada mas eu gosto de você – todo mundo tem um guilty pleasure, vai. Aquela banda que você só escuta quando não tem ninguém por perto e, por garantia, com fones de ouvido.
Ai juuuura? – suspiro – E a minha imagem como fica??? Tá, vamos lá. Tenho uns guiltys assumidos que falo mesmo, tipo A-HA e Ace of Base. Mas aí tem uma banda que, er, realmente, não sei como explicar. Juro, NÃO SEI PORQUE DIABOS eu gosto, porque eu sei que é fake, e pobre e AINDA POR CIMA PARECE COM U2 (O GRANDE HORROR DA HUMANIDADE). E eu tenho que falar mesmo? Ta, er, hummm… é… Killers. #prontofalei (mas em minha defesa, digo que acho que já estou superando esse equívoco). Agora vou sumir de vergonha. Tchau.



Depois de uma semana cheia de novidades, correria e alguns probleminhas, voltamos com nossa coluna semanal, a Jukebox Weekly. E como convidado, pegamos uma das pessoas mais inquietas e influentes do rock nacional independente: Thadeu Meneghini (@
O cara é fundador e editor do blog que dá nome a uma das baladas roqueiras (?) mais divertidas e antenadas deste Brasilzão. Junior Passini (@
Membro do clã “Dias Brothers”, Cirilo Dias (@











