7 set 2010

Clipe: The Ting Tings – Hands

Por Alex Correa @9:06

Você já escutou “Hands”, mas agora a música também tem clipe. As imagens denunciam a dica que o áudio já deixava: os Ting Tings e Calvin Harris, que produziu o single, andaram ouvindo muito Kraftwerk nesses últimos meses – talvez tenha até sido por isso que os caras foram parar em Berlin para gravar Kunst. Até peguei mais simpatia…

Esse player do twitvid (aliás… twitvid? SÉRIO?) é meio zoado, mas sempre dá pra recorrer ao YouTubeKunst sai ainda nesse ano.

[via]

21 dez 2009

A gente não postou, mas você precisa saber

Por Alex Correa @1:14

Led Zeppelin’s Jimmy Page Plans Return to stage in 2010Rolling Stone US, 18 de dezembro

FADER editada pelo Animal Collective - rraurl, 18 de dezembro

Rapper Kid Cudi bate em fã durante show e cancela participação em turnê de Lady GagaMTV Brasil, 18 de dezembro / Rolling Stone BR, 20 de dezembro

E esse cover acústico de “My Girls”, do Animal Collective?Twitter, 18 de dezembro

New indie rock christimas MP3 for 2009Stereogum, 17 de dezembro

Confirmado: Beyoncé vem ao BrasilRolling Stone BR, 17 de dezembro

Humaitá Pra Peixe será todo reformulado pra 2010O Globo, 17 de dezembro

Peter, Bjorn & John Cover “Summer Breeze”Stereogum, 17 de dezembro

The Horrors, MGMT, Vampire Weekend, Zach Condon, Mika e Adam Green em ensaio fotográfico da Vogueohnotheydidn’t, 16 de dezembro

Stone Temple Pilots Almost Finished With New Album - Rolling Stone US, 16 de dezembro

Kings of Leon vai tirar seis meses de fériasNoize, 15 de dezembro

Kraftwerk tem planos para novo discoRolling Stone BR, 13 de dezembro

Feist Covers Skip Spence for Beck’s Record Club - Pitchfork, 11 de dezembro

17 dez 2009

Qual foi o melhor festival musical do ano?

Por Alex Correa @13:25

O ano praticamente acabou mas as listas de melhores do ano não param. Em um futuro muito próximo, inclusive, o Move vai soltar alguns rankings de melhores discos de 2009 – mas, enquanto eles não aparecem, a gente quer saber de vocês: Qual foi o melhor festival musical do ano? Antes de linkar pra enquete, fazemos uma rápida retrospectiva do que aconteceu de melhor nas terras tupiniquins. Olha aí:

Just a Fest na Praça da Apoteose e na Chácara do Jockey: Radiohead, Kraftwerk e Los Hermanos – 20 (RJ) e 22 (SP) de março.

Just a Fest

Planeta Terra Festival no Playcenter, São Paulo: Iggy Pop, The Ting Tings, Sonic Youth, Primal Scream, Patrick Wolf, Maxïmo Park, Metronomy,  Móveis Coloniais de Acaju, Macaco Bong, Copacabana Club, EX!, N.A.S.A., Anthony Rother e Etienne de Crécy – 7 de novembro.

Festival Planeta Terra

Maquinária Festival na Chácara do Jockey: Faith No More, Evanescence, Panic at the Disco, Deftones, Jane’s Addiction, Sepultura, Dir En Grey, Danko Jones, Nação Zumbi, Duff McKagan, Maldita, Silicon Fly, Terceira Edição, Comodoro e Volantes – 7 e 8 de novembro.

Maquinária Festival

Festival Indie Rock no Via Funchal e na Fundição Progresso: Gogol Bordello, Super Furry Animals, El Mató a un Policía Motorizado e Holger (os dois últimos tocaram apenas no Rio de Janeiro) – 10 (SP) e 13 (RJ) de novembro.

Festival Indie Rock

Goiânia Noise Festival: Dirty Projectors, Móveis Coloniais de Acaju, MQN, Hermeto Pascoal, Violins, Black Drawing Chalks, Walverdes, Volver, Vivendo do Ócio, Devotos, The Name, Jorge Mautner, Porcas Borboletas, Siba + Roberto Corrêa e Mugo – de 25 a 29 de novembro.

Goiânia Noise Festival

Agora sim! Lembrou dos melhores do ano? Então dá um pulo na enquete pra dizer qual foi seu preferido – e, se o seu favorito não foi listado, não hesite em deixar um comentário na outra página para computarmos o seu voto. O resultado sai no final de janeiro.

19 out 2009

Mix That Jukebox #4

Por Alex Correa @18:08

mix that jukebox #4

(Download) Lado A:

1. Lenny Kravitz – Let Love Rule (Justice Remix)
Single – Nova York/Paris

2. Sea Wolf – The Violet Hour
New Moon Soundtrack – California

3. Numismata e Kassin – O Inferno e um Pouco Mais
Chorume – São Paulo, SP

4. Florence and the Machine vs. The XX – You’ve Got The Love
Single – Londres

5. Asobi Seksu – Transparence
Transparence EP – Nova York

6. Ronei Jorge e os Ladrões de Bicicleta – Aquela Dança
Frascos, Comprimidos, Compressas – Salvador, Bahia

7. Joe Lean and the Jing Jang Jong – One Women
Single – Londres

(Download) Lado B - Raridades, b-sides e live tracks de bandas que serviram (e servirão, possivelmente) de influência para gerações seguintes:

1. Klaxons – Hall of Records (2006)
Criando o termo  “new rave” (que mais tarde foi recusado pelos próprios), a banda estimulou uma série de novos artistas que seguiram suas mesmas vertentes. “Hall of Records” é b-side do single Magick.

2. Kraftwerk – Numbers (Live Remix at San Francisco) (2005)
Os alemães inauguraram os sintetizadores e espalharam a cultura de electro por todos os continentes. A música faz parte do live album Minimum-Maximum.

3. CSS e Supla – Fuck of Rock (2005)
Consagrando-se no exterior antes mesmo de se eternizar no Brasil, o CSS mostrou aos artistas brasileiros que é possível buscar uma nova forma de atingir o sucesso. Deu certo, afinal. “Fuck Off Rock” está no EP CSS SUXXX.

4. Radiohead – Gagging Order (2004)
Em 2007, com o In Rainbows, o Radiohead divulgou uma nova forma de distribuir música – o sistema pay-what-you-want. Além do mais, não é todo o dia que se encontra um Ok Computer por aí. A faixa escolhida é do COM LAG.

5. Chico Science e Nação Zumbi – Cidade (1994)
Em 1994 surgiu o Da Lama ao Caos, álbum que marcou o início do movimento manguebeat. “Cidade”, a única música não-rara da nossa mixtape, estava lá.

6. Los Hermanos – Lisbela (?)
Nossos hermanos mudaram a forma de se ouvir música no Brasil ao misturar MPB com pop-rock, samba com jazz, democratizando todos esses gêneros. Fenomenal, como a maioria de vocês já sabe. “Lisbela” foi originalmente escrita por Caetano Veloso e nunca foi lançada oficialmente.

7. The Beatles – Komm, Gib Mir Deine Hand (1964)
E precisa explicar o motivo do fab-four estar nessa mixtape? “Komm, Gib Mir Deine Hand” é a versão em alemão de “I Want To Hold Your Hand”, relançada em 2009 na coletânea Past Masters.

12 abr 2009

Dark Disko Republik – Düsseldorf EP

Por Alex Correa @16:25

albumart1Você já deve ter lido em diversos blogs – inclusive nesse aqui – muita gente achando que o Kraftwerk, pai do electro, precisa dar uma repaginada em sua forma de fazer música. Talvez você concorde, talvez não, mas isso pra mim já virou fato – embora ainda ache o som dos caras genuíno.

No Brasil, a revolução do Kraftwerk parece ter chegado com outro nome: Dark Disko Republik. Cheio de influências claríssimas dos papais alemães, os paulistas do DDR (não confundir com Dance Dance Revolution) usam a Alemanha como referência na hora de escolher sua maior inspiração, quando vão definir seu gênero musical (german pop, dizem eles) e, mais uma vez, na hora de intitular seus dois registros já lançados, 1984/Hey, Kids, Berlin Was Once Divided By a Wall!, de 2008, e Düsseldorf EP, lançado nesse mês.  A arte da capa de Düsseldorf, diga-se de passagem, parece retratar o ponto onde The Man-Machine, do Kraft, esbarra na modernidade dos dias atuais. Para dar uma folga ao germanismo, a língua escolhida para as composições foi o inglês, como tantos outros artistas brasileiros resolvem trabalhar.

O disco é bem introduzido com ‘Archers’, que começa com ar de trilha de filme de suspense e vai evoluindo até chegar em seu apogeu nos momentos finais, quando fica mais intensa e vibrante, como se tivessem lhe dado uma injeção de adrenalina. ‘Simple Harmonic Wave’ tem uma vibe Joy Division, usando toda a obscuridade que era usual para o grupo sessentista misturada a fase pós-Ian Curtis, incorporada pelo New Order. Eu diria, inclusive, que essa seria uma boa explicação para o nome da banda, que faz um mix de ‘Dark’ e ‘Disko’.

En contraste, as próximas duas músicas não têm nada de carrancudas. ‘Dance Performed Without Music’ e a longa ‘Contact’, que fecham o mini-álbum muitíssimo bem, têm o espírito mais up de Düsseldorf, que se mostra bastante energético em sua segunda metade.

Düsseldorf EP foi disponibilizado para download gratuito pela banda, no Rapidshare. De quebra, ainda dá para baixar o outro extended play do Dark Disko Republik nesse link. Se quiser testar antes de fazer o download, todas as oito músicas já lançadas pelo trio estão em streaming pelo MySpace. Você não pode ficar sem isso.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=rr4b7y4Np4A]

Alex Correa

25 mar 2009

Just…as they play your favourite song

Por Alex Correa @2:38

(Desculpem o atraso de dois dias da resenha, mas sabem como é, né? Moro bem longe de São Paulo e só tive condições de escrever agora…)

Acabei de dar play no bootleg que eu achei do show do Radiohead no último domingo, em São Paulo. Vamos ver se ele me traz a inspiração suficiente pra eu conseguir demonstrar no mínimo 10% do que foi realmente esse acontecimento histórico na vida de muita gente e… pootz!! Thom Yorke acabou de começar a cantar “15 step” e me deu uma arrepiada foda aqui agora (a música, veja bem). Vou tentar não me alongar muito porque todos já estão cansados de ler por ai sobre o show, certo?

Los Hermanos:
Como tinha de ser. Catarse para os xiitas (e cooooooomo tinha fã xiita por lá, meldels!), ótimo para os simpatizantes dos barbudos (tô incluso aí) e legal/ok para o resto. Gostei muito da sintonia que a banda apresentou depois de tanto tempo separada. E a barba do Camelo fica assustadora naquele telão gigante! A Mallu Magalhães deve ter um puta trabalho pra achar a boca daquele maluco.

Kraftwerk:
Antes das pedras, já vou avisando: eu sei de toda a importância histórica que a banda tem, já li algumas coisas sobre os “pais da música eletrônica” e tudo mais. Respeito, mas EU não gostei. No meu caso eu lembrei de uma ótima analogia: Apocalype Now – filme premiadíssimo e endeusado por todos mas que eu acho um pooooorre. Foi assim o show do Kraftwerk. Elogiado por todos, visualmente impecável (nesse aspecto eu concordo, claro), mas eu achei um show muito chato e não via a hora de acabar. “Gosto é igual nariz”, já dizia o outro.

Radiohead:
Eu esperava um show fantástico e inesquecível. Acho que todos presentes também, certo? Então, citando o Samuca L. Jackson em Pulp Fiction:
“I dare you, I double dare you, motherfucker!”
Eu desafio qualquer um que lá esteve a falar que o show não superou EM MUITO o esperado.

A abertura previsível de “15 Step” serviu para gritar à plenos pulmões:
“C************RALHO! ELES EXISTEM, MESMO! E EU TÔ AQUI!”
Logo em sequência veio uma das mais esperadas por mim: “There There”. Com Ed O’Brien e Jonny Greenwood tocando tambores, a música foi se estendendo lindamente até chegar no seu ápice, com Jonny, já munido de sua Telecaster, solando freneticamente enquanto a iluminação do palco mudava de um azul calmo pra um vermelho intenso. Surreal.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=9CC3MxbKKQ8]

“The National Anthem”, terceira do set, ganhou força e peso impressionantes ao vivo e botou a multidão pra se agitar com a pesada e marcante linha de baixo de Colin Greenwood e o voz inquieta de Thom. Depois veio “All I Need” e eu desafio novamente alguém a falar que não ficou emocionado com a perfeição e entrega da banda em sua performance. “Pyramid Song” teve a curiosa participação de um arco pra tocar violoncelo nas mãos de Jonny, à la Sigur Rós, tocando guitarra.

“Karma Police” (com seus acordes iniciais fazendo muita gente chorar de emoção), “Nude”, “Weird Fishes/Arpeggi”, “The Gloaming”, “Talk Show Host”  e “Optimistic” foram maravilhosas como deveriam ser. Na sequência Thom e Jonny subiram com seus violões e começaram o dedilhado da linda “Faust Arp”. Quer saber como é a sensação de estar diante de 30000 indievíduos pessoas cantarolando baixinho, quase em silêncio, a letra e você ainda ser capaz de escutar cada nota dedilhada no violão? Chega a ser assustador!

Foto - G1

O relato das duas próximas músicas é altamente questionável pois eu entrei em transe absoluto e só “acordei” 8 minutos depois com um sorriso bobo no rosto e o pensamento: “Morreria feliz agora, fácil…”.
“Jigsaw Falling Into Place” e “Idioteque”. Sim, em sequência. Minhas duas músicas favoritas da banda tocadas em sequência. “Jigsaw…” foi eleita por mim e por mais alguns amigos como a melhor do show. That’s it. “Idioteque” fez até o mais velho dos tiozões presentes (o Álvaro Pereira Júnior tava praticamente do meu lado. Não que ele fosse o mais velho, mas só citando a presença de alguém famoso, mesmo. Haha) sair do chão e/ou rir da crise epiléptica que Thom apresentava no palco enquanto milhares gritavam a letra meio nonsense dessa música que eu acredito ser uma das poucas unanimidades entre todos os fãs. Surreal [2]

“Climbing Up The Walls”, “Exit Music (For a Film)” e “Bodysnatchers” fecharam a primeira parte do show de forma incontestável. Vale mencionar a intensidade absurda que o clima soturno de “Climbing” provocou na Chácara do Jockey.

Na volta pro que seria o primeiro dos 3 bis (bises?), Thom tocou com competência “Videotape”. Mas nem me empolguei porque nem sou muito fã da dita cuja. A seguir, copiarei um relato da resenha que o Marcelo Costa escreveu sobre “Paranoid Android”, porque ninguém descreveu tão bem tal momento único:
…então os céus se abriram para “Paranoid Android”, um dos pontos altos de toda carreira do Radiohead. Ao final da canção, porém, o inusitado aconteceu. O público continuou fazendo a segunda voz (que na música é de Ed O’Brien) mesmo com a canção terminada, e Thom Yorke entrou no clima: pegou o violão e voltou a fazer a primeira voz entrelaçando-se com a platéia num daqueles momentos raros que valem uma vida. Emendou “Fake Plastic Trees” e todas as dúvidas se dissiparam antes mesmo do fim do primeiro bis: São Paulo estava assistindo à provável melhor apresentação do Radiohead nos últimos anos.“. Surreal [3]

Foto - G1

“Lucky” e “Reckoner” finalizaram de forma brilhante o primeiro bis. “House of Cards” abriu o segundo bis e em seguida veio “You and Whose Army?”, com uma curiosa câmera que parecia penetrar o olho de Thom Yorke enquanto esse “dava moral” pra brincadeira e começava a mexer de forma bem estranha engraçada a sobrancelha e o olho. E depois de surpreendentes versos de “True love waits”, “Everything in its right place” veio pra fechar o segundo bis, o set e, consequentemente, de acordo com os últimos shows da banda, aquele que já seria o melhor show da vida de muita gente, senão de todos ali presentes, certo?

Pois é, a banda saiu. Eu já tava me preparando pra encarar a multidão enfurecida na saída da Chácara com o sorriso mais largo que meu rosto já teve quando…
Colin, Phil, Ed, Thom e Jonny voltaram ao palco, pegaram seus instrumentos e Thom falou em alto e bom som: “Thanks, Brazil, for having us… (gritaria da multidão) …guess what this is… (mais gritaria)”
“When you were here before
Couldn’t look you in the eye
You’re just like an angel
Your skin makes me cry
You float like a feather
In a beautiful world
I wish I was special
So fucking special
But I’m a CREEP
I’m a weirdo
What the hell am I doing here?
I don’t belong here.”

Depois de 2 horas e 20 minutos de incredulidade, andar 1 hora pra uma direção escolhida aleatoreamente pra fora da Chácara, com os pés latejando e o estômago doendo só de ouvir falar em comida, parecia e era totalmente irrelevante, pois sabíamos que tinhamos acabado de presenciar algo histórico. Um show histórico. Um show que dificilmente o país verá igual. Um show que dificilmente a banda fará igual.

It WAS a glorious day…

Por Neto Rodrigues, que também publico esse texto no Why So Pop?

24 mar 2009

Rapidinhas da tarde

Por Alex Correa @18:36

O Radiohead se apresenta hoje em Buenos Aires, como parte do Quilmes Rock. O Kraftwerk novamente fará companhia aos ingleses. Iron Maiden e Kiss também tocarão no festival, que termina no dia 5.

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marilyn_manson-three

Marilyn Manson disponibilizará em seu site nesta sexta, dia 27, uma nova música. Ela se chama “We’re from America” e fará parte do próximo álbum do cantor, “The High End of Low”.

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O festival Ultra Music, em Miami, contará com dois DJ’s brasileiros. Os convidados são Ferris, de São Paulo, e Rodrigo Vieira, do Rio. Também se apresentarão no festival – que acontecerá nos dias 27 e 28 de março – Prodigy, Tiesto, Tiga, Infected Mushroom e Moby, entre outros.

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A primeira “caixa” com músicas do Neil Young começa a ser vendida em 2 de junho. Neil Young Archives, Vol. 1: 1963-1972  cobrirá toda a carreira do músico neste período. Não é só música que os fãs terão acesso ao adquiria a caixa: são fotos, cartas, vídeos e muito mais, segundo a assessoria de imprensa da Warner.

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Nick Hodgson, bateirista do Kaiser Chiefs, está colaborando com o novo álbum do Duran Duran. As gravações estão ocorrendo em Londres, e Hodgson ajudou na letra de três canções – duas das quais podem entrar na versão final do disco.

Nádia Lapa