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	<title>Move That Jukebox &#187; menos é mais</title>
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		<title>Júlia Says &#8211; Menos é Mais EP</title>
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		<pubDate>Thu, 28 May 2009 19:06:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alex Correa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[júlia says]]></category>
		<category><![CDATA[menos é mais]]></category>
		<category><![CDATA[resenhas]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O nome feminino engana: <a href="http://www.myspace.com/juliadisse"><strong>Julia Says</strong></a> é um projeto comandado por uma dupla de homens barbados e bem formados, os pernambucanos Anthony Diego e Pauliño, que deram conta de fazer um dos melhores lançamentos nacionais do ano &#8211; e falo isso antes mesmo do primeiro semestre acabar. Está em dúvida se o momento é para electro-rock, violão ou sotaque nordestino? Então é só botar o EP <em>Menos é Mais</em> para tocar e ficar despreocupado.</p>
<p style="text-align: justify;">A arte de <em>Menos é Mais</em> sugere que você está para ouvir o trabalho de mais um duo de voz e violão sem muita inovação, mas as aparências enganam pela segunda vez. &#8216;Hey, Man!&#8217; abre o disco e te faz dar um pulo da cadeira, tamanha é a surpresa que vem de carona na essência inédita da dupla. Os sintetizadores com guitarras pesadas formam uma boa bagagem eletrônica e, de repente, uma espécie de electro-hip-rock te faz esquecer do violão que Pauliño carrega na capa do EP.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://movethatjukebox.com/wp-content/uploads/2009/05/menos-e-mais.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5294" title="menos-e-mais" src="http://movethatjukebox.com/wp-content/uploads/2009/05/menos-e-mais.jpg" alt="menos-e-mais" width="300" height="300" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">As guitarras continuam muito expressivas em &#8216;Salto Alto&#8217;, faixa levada na base das rimas, percussão e, ao mesmo tempo, muita &#8220;música de computador&#8221;. &#8216;Cá&#8217;, apontada no Last.fm como a mais ouvida do Júlia Says na última semana, relaxa o ouvinte remetendo-o ao Death Cab For Cutie em algum momento. Sem hesitar em cambalear por diversos gêneros, Júlia cita Gorillaz, Nação Zumbi, Rage Against The Machine e até Amy Winehouse como influência no MySpace, mas a maior fonte de inspiração do grupo-de-dois parece ser um livro de Pedro Veludo, que narra a história de uma menina que queria escrever uma história evitando clichês e frases prontas: Júlia, personificação una de Pauliño e Anthony.</p>
<p style="text-align: justify;">Na música que dá nome ao disco, voltamos a ouvir o quê de RATM existente no projeto, associado à vibração de (quase) qualquer banda de electro que vier à sua cabeça. &#8216;Conceitual&#8217;, uma música certeira para a pista, segue no mesmo rítmo,  mas tem seus altíssimos níveis de adrenalina sanados por &#8216;Intro Mental&#8217;, última faixa do disco que resgata o pandeiro coadjuvante em todo o resto da obra.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Menos é Mais</em> é altamente instintivo, instigante, incomum e, escapando dos &#8220;ins&#8221;, extremamente versátil, perfeito para o dia de chuva que apareceu hoje em São Paulo ou para a tarde ensolarada que faz na serra carioca.</p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O nome feminino engana: <a href="http://www.myspace.com/juliadisse"><strong>Julia Says</strong></a> é um projeto comandado por uma dupla de homens barbados e bem formados, os pernambucanos Anthony Diego e Pauliño, que deram conta de fazer um dos melhores lançamentos nacionais do ano &#8211; e falo isso antes mesmo do primeiro semestre acabar. Está em dúvida se o momento é para electro-rock, violão ou sotaque nordestino? Então é só botar o EP <em>Menos é Mais</em> para tocar e ficar despreocupado.</p>
<p style="text-align: justify;">A arte de <em>Menos é Mais</em> sugere que você está para ouvir o trabalho de mais um duo de voz e violão sem muita inovação, mas as aparências enganam pela segunda vez. &#8216;Hey, Man!&#8217; abre o disco e te faz dar um pulo da cadeira, tamanha é a surpresa que vem de carona na essência inédita da dupla. Os sintetizadores com guitarras pesadas formam uma boa bagagem eletrônica e, de repente, uma espécie de electro-hip-rock te faz esquecer do violão que Pauliño carrega na capa do EP.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://movethatjukebox.com/wp-content/uploads/2009/05/menos-e-mais.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5294" title="menos-e-mais" src="http://movethatjukebox.com/wp-content/uploads/2009/05/menos-e-mais.jpg" alt="menos-e-mais" width="300" height="300" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">As guitarras continuam muito expressivas em &#8216;Salto Alto&#8217;, faixa levada na base das rimas, percussão e, ao mesmo tempo, muita &#8220;música de computador&#8221;. &#8216;Cá&#8217;, apontada no Last.fm como a mais ouvida do Júlia Says na última semana, relaxa o ouvinte remetendo-o ao Death Cab For Cutie em algum momento. Sem hesitar em cambalear por diversos gêneros, Júlia cita Gorillaz, Nação Zumbi, Rage Against The Machine e até Amy Winehouse como influência no MySpace, mas a maior fonte de inspiração do grupo-de-dois parece ser um livro de Pedro Veludo, que narra a história de uma menina que queria escrever uma história evitando clichês e frases prontas: Júlia, personificação una de Pauliño e Anthony.</p>
<p style="text-align: justify;">Na música que dá nome ao disco, voltamos a ouvir o quê de RATM existente no projeto, associado à vibração de (quase) qualquer banda de electro que vier à sua cabeça. &#8216;Conceitual&#8217;, uma música certeira para a pista, segue no mesmo rítmo,  mas tem seus altíssimos níveis de adrenalina sanados por &#8216;Intro Mental&#8217;, última faixa do disco que resgata o pandeiro coadjuvante em todo o resto da obra.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Menos é Mais</em> é altamente instintivo, instigante, incomum e, escapando dos &#8220;ins&#8221;, extremamente versátil, perfeito para o dia de chuva que apareceu hoje em São Paulo ou para a tarde ensolarada que faz na serra carioca.</p>
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