Arquivo para 'Metric'

Sep 28 2009

Tiësto – Kaleidoscope

kaleidoscope

O trance nunca foi tão indie.

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Aug 06 2009

Clipe: Julian Plenti – Games for Days, com Emily Haines do Metric

Eu gostei do CD do Julian Plenti (a.k.a. Paul Banks), e você? Pra agradar os fãs ainda mais, o cara chocou um vídeo para a excelente ‘Games for Days’, que teve a participação de Emily Haines, vocalista do Metric, como atriz coadjuvante. As meninas (e alguns rapazes, né) vão soltar fogos vendo o Paul de bad boy. Repara na história:

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Aug 04 2009

Sigur Rós, Bloc Party, Metric e Calvin Harris estarão em álbum de trance

O DJ neerlandês Tiësto, um dos mais populares do trance, convidou diversos artistas para gravarem participações em seu novo álbum, Kaleidoscope, que tem lançamento programado para 20 de outubro. Entre os convidados estão Jónsi, do Sigur Rós, Kele Okereke, do Bloc Party, Calvin Harris, Tegan and Sara e Emily Hanes, vocalista do Metric e uma das mulheres mais poderosas do universo indie. O tracklist e as participações foram confirmadas pela Pitchfork:

01 Kaleidoscope [ft. Jónsi]
02 Escape Me [ft. CC Sheffield]
03 You Are My Diamond [ft. Kianna]
04 I Will Be Here [ft. Sneaky Sound System]
05 I Am Strong [ft. Priscilla Ahn]
06 Here on Earth [ft. Cary Brothers]
07 Always Near
08 It’s Not the Things You Say [ft. Kele Okereke]
09 Fresh Fruit
10 Century [ft. Calvin Harris]
11 Feel It in My Bones [ft. Tegan and Sara]
12 Who Wants to Be Alone [ft. Nelly Furtado]
13 LA Ride
14 Bend It Like You Don’t Care
15 Knock You Out [ft. Emily Haines]
16 Louder Than Boom
17 Surrounded by Light

Sem preconceitos, eu acho que vai sair algo foda dessas parcerias. E você?

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Apr 18 2009

The Twelves remixa La Roux e Metric

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De Niterói para o mundo, o The Twelves tem uma turnê confirmada na Austrália, com quase 10 apresentações espalhadas pelo país em maio.

Um pouco antes de embarcar na viagem, o duo fluminense preparou dois remixes que, como sempre, estão fantásticos. Um deles foi para o single ‘In For The Kill’, da estreante La Roux e, o outro, para ‘Help, I’m Alive’, que teve sua versão original lançada no último álbum do Metric. Ambos foram disponibilizados no MySpace da dupla.

Antes de fazer o check-in para o outro lado do mapa, o Twelves toca em Blumenau (hoje, 18/04), Belo Horizonte (20/04),  no Rio de Janeiro (24/04) e, finalizando, em São Paulo (28/04), na Crew. Vale conferir o set.

Alex Correa

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Mar 20 2009

Rapidinhas da manhã

 

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O novo álbum do Metric, Fantasies, pode ser ouvido no MySpace da banda. A partir do dia 30 as músicas estarão “oficialmente” disponíveis para dowload. O CD começa a ser vendido dia 27 de abril. 

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Regina Spektor também planeja o lançamento de novo álbum. Em junho, Car estará à venda (e provavelmente bem antes poderá ser baixado…).

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The Edge, guitarrista do U2, está atraindo antipatia dos seus vizinhos em Malibu. Proprietário de um terreno de 1.000 acres na cidade californiana, ele pretende construir cinco casas na área. Para os moradores da área, ele não está preocupado com questões ambientais, especialmente no que concerne à falta de água e erosão. O engraçado é que eles (os vizinhos) estão com medo de perderem a vista que têm de casa. Ah, tá. Questões ambientais, né? Sei… (melhor que isso, só os vizinhos reclamando do banheiro externo da casa de Bob Dylan. Dizem que o cheiro é insuportável)

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Eddie Vedder no Brasil :D

Eddie Vedder no Brasil :D

O vocalista do Pearl Jam, Eddie Vedder, declarou ao “The Sun” que, se Kurt Cobain ainda estivesse vivo, o líder do Nirvana iria gostar dele [Eddie]. No início da década de 1990, o Pearl Jam sofreu duras críticas de Cobain, mas os vocalistas teriam se reconciliado antes do suicídio de Kurt em 1994. Vedder disse, ainda, que o estúdio onde a banda ensaia é uma espécie de templo do rock, pois ali eles têm fotos do Kings of Leon, além da coleção de cartões de baseball e fotos de Johnny Ramone (amigo pessoal de Eddie, pra quem ele sempre dedica a música “Man of the Hour” nos shows). 

Se Eddie Vedder está se sentindo carente e precisa de um colinho, eu sei onde ele pode achar… ;)

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Na noite de ontem (19), em Londres, os Doves fizeram um show para a lotada platéia do HMV Forum. Eles tocaram 17 músicas, dentre as quais seis são do novo trabalho da banda, Kingdom of Rust, a ser lançado em 6 de abril.

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Kelly Clarkson desbancou o U2 do primeiro lugar da Billboard (como assim???). E tudo indica que ela vai para a segunda semana na posição. Nem tudo está perdido, porém: os Decemberists irão entrar no TOP 30. 

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Hoje os meninos só respiram Radiohead. Mas vou tentar manter o blog ativo, juro. :)

Bom show aos cariocas! 

Nádia Lapa

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Jun 30 2008

Shows internacionais do Motomix

Rolou neste sábado, dia 28/06 o MOTOMIX: THE ROKR FESTIVAL no Parque do Ibirapuera, São Paulo, e contou, como todos já sabem, com 3 atrações nacionais e outras 3 internacionais. Dois correspondentes do Move foram até o local conferir os shows, mas infelizmente nenhum conseguiu chegar em tempo de ver os ‘Novos Sons’. Aqui vão as nossas impressões:

Em um Ibirapuera comumente cheio nos fins de semana, porém longe do lotadérrimo (achei uma vaga fácil no estacionamento), cheguei ao recinto do MOTOMIX ao som de Does It Offed You, Yeah?. Obra dos DJs que tocaram nos intervalos, ótimas músicas que foram de Rapture a Interpol, além de M.I.A., Beastie Boys e Cut Copy. O lugar ainda estava razoavelmente vazio, peguei meu lugar na grade e não larguei mais. Após a montagem de toda a parafernalha, eis que entra o ex-VJ da MTV Edgar (nessa hora, a minha irmã quase surtou) usando uma camisa do Flaming Lips e anunciou a primeira atração internacional das três daquela noite: Fujiya & Miyagi.

- Fujiya & Miyagi

Vou confessar, resolvi conhecer o Fujiya dias antes do show. E sinceramente não me surpreendi muito com o Transparent Things. Mas o show dos caras provou que eu estava errado. Eles foram ótimos! Mesmo não conhecendo direito a banda nem as letras, me animei bastante. Eles começaram com a infalível Ankle Injuries, cujo clipe (aquele dos dados) foi mostrado o tempo todo durante o show e a repetição de ‘Fujiya, Miyagi, Fugiya, Miyagi…’ fez todo mundo cantar junto sem nem perceber. Após a segunda metade do show, as batidas eletrônicas foram substituídas por uma bateria acústica de verdade, o que deu um up na platéia. Aliás, a única coisa que não gostei neste show foi a platéia. Parece que a pseudo-síndrome de underground imperou no momento. O F&M conseguiu ser ovacionado por uma minoria e se contentaram com isso, mas a maioria das pessoas parecia estar de saco cheio. Até ai ok, mas não foi legal quando faltaram com respeito ao caras. Gritos de “Pula essa parte, vai!” e “Toca Edson e Hudson!” provocaram revolta nas pessoas que estavam apenas querendo se divertir. Enfim, o show foi ótimo. E eu até consegui ver a Ninja nos bastidores se alongando. Eu sabia que algo ótimo estava para vir.

- The Go! Team

Podem até me chamar de suspeito para falar do show. Confesso, sou meio tiete de The Go! Team, mas não tinha como não ter gostado deste show. Mesmo o som tendo falhado em algumas partes, isso foi o de menos. Durante a montagem dos instrumentos já deu um gostinho de ‘começa logo’, as características 2 baterias com Go escrito no bumbo de uma e Team na outra. Entra de novo o Edgar, desta vez fala um pouco da história da banda e como ela mistura hip-hop e indie rock (nesta parte ele foi um pouco vaiado, parece que as pessoas têm aversão à palavra indie rock falada em público). Entram todos e por último, Ninja. Nossa. Ninja.

Ninja negona black power who’s your daddy da quebrada pegaeu! Que energia! A primeira música já é de cara um hit do primeiro disco, a The Power Is On (essa é a que tem o sample de base mais legal, na minha opinião). Quando terminam, Ninja avisa avisa ao público que eles tocarão algumas músicas do Proof Of Youth e outras do Thunder Lightning Strike. Daí partem pra The Wrath Of Marcie, uma das minhas preferidas do disco novo. Neste momento alguns desanimados já começavam a dançar, outros fumavam um baseado ali no canto (outro ponto negativo do dia), mas a maioria olhava extasiada a energia de Ninja, pulando e cantando sem parar um segundo sequer. Quem também pulou bastante foi a guitarrista Kaori, com pulinhos bem…ahm, japoneses. Foi Kaori que acompanhou a também japonesa Chi em Fake ID (nesta Ninja assumiu as baquetas) e A Version Of Myself, esta última a mais baladinha de todas, b-side do Proof Of Youth.

 

Chega um tiozão loiro de camisa verde e bigodinho, o roadie da banda (seria pai do Ian Parton?), com um banjo na mão. Era Everyone’s a V.I.P. to Someone. Música linda, porém sem vocais. Em Flashlight Fight, o empolgado Ian Parton toca guitarra e gaita (quase perde o fôlego e derruba o suporte do microfone). Na música seguinte e provalvelmente a mais conhecida da banda, Ladyflash (sim, aquela do Simian Mobile Disco), Ninja disse que aquela era a hora de mostrar como éramos animados. Eu fiz o meu melhor, mas não funcionou muito com a maioria apática da platéia.

Ladies! Are you ready to shake some booty? Fellas! Are you ready to see some booties shakin’? This is Huddle Formation! A melhor música da noite. Não se todos sabem, mas nos shows, a Ninja muda (bastante) as letras. Portanto, o que era Standing on the board virou Bangin’ on the door. Já quase no fim, Ninja ensinou uma frase à platéia: DO IT, DO IT ALRIGHT! E assim foi, Doing It Right foi a penúltima tocada por eles e o público já estava muito cansado de tanto pular. Foi na última música que percebi que o público, uma vez apático, estava ganho. Quando anunciaram Keys To The City como a última música, a maioria ao meu redor gritou ‘aaahhh’, enquanto uma minoria de Metric fans gritavam ‘yes!’. O meu sonho de ver o The Go! Team ao vivo se realizou, em grande estilo, e com direito à pseudo-moonwalking de Ninja, a mesma pulando corda com o cabo do microfone, xilofones, flauta doce, banjos, gritinhos japoneses, um megafone de brinquedo, os guitarristas, bateiristas e o baixista enlouquecidos. Foi foda demais, e por esses motivos foi, de longe, o melhor show da minha vida.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=33wuJjvDo9g&hl=en]

- Metric:

Edgar entrou novamente, e após apresentar os DJs que estavam animando o povo nos intervalos entre os shows (o ótimo duo Killer On The Dancefloor), deu algumas informações desnecessárias e chamou a banda que veio para cá com o status de atração principal, Metric.

A banda entrou, Emily Haines linda, fazendo homens e mulheres babarem. Junto com ela, os grandões James Shaw, Josh Winstead e Joules Scott-Key, fazendo mulheres babarem. A partir daí o que se viu foi um show muito bom, mas pouco correspondido pela platéia. Dead Disco foi a primeira, e já mostrou o que estava por vir. Emily tomou conta dos teclados e sintetizadores, e pulando, cantando e falando com a platéia, chamou para si a responsabilidade de tornar aquele um grande show. E conseguiu.

O problema é que grande parte do público presente, ao invés de pular e cantar com a vocalista, simplesmente olhava para o palco, ou conversava, como se nada estivesse acontecendo lá na frente. Talvez a culpa disso tenha sido do ingresso grátis. Como ninguém tinha que pagar pra entrar, um monte de gente que nem sabia que bandas iam tocar, foi ao Ibirapuera. Um festival pago só atrai quem vai para realmente curtir as bandas, e o público conseqüentemente fica mais receptivo. A falta daquela massa cantando irritou até Emily Haines, que em certo momento disse: “Vamos cantar mais e bater menos palmas”. Mas não posso reclamar. Foi lindo ver Metric, The Go! Team e Fujiya & Miyagi sem pagar nada.

O show seguiu muito bem, com seus pontos mais altos em Poster Of A Girl, Combat Baby e Monster Hospital. Após esta última, a banda fez o tradicional sai-do-palco-e-volta, com direito a outra alfinetada de Emily: “Parece que vocês nem se importariam se a gente não voltasse”. A banda encerrou sua apresentação com uma versão acústica de ‘Live It Out’, com James e Emily no centro do palco, e os outros dois fazendo uma de backing vocal. Após os aplausos, a vocalista chamou Joules, o baterista, e pediu uma salva de palmas a ele, que fazia aniversário no dia. As palmas vieram, e eu, na empolgação, tentei puxar um ‘Happy birthday to you…’, sem sucesso. Emily ainda desceu do palco e distribuiu abraços ao longo da grade. O grande número de pessoas que rumava ao seu encontro e o modo como elas iam era algo como a Sheila Carvalho nua na frente de um pedreiro. Bom final para um bom show.

O Motomix saiu do jeito que a produção esperava, tudo na hora certa, a liberdade de ir como quiser e levar o que quiser foi respeitada, puderam ser vistos vários skatistas, patinadores, pais com filhos, pessoas com cachorros (quase pisei em alguns), enfim, diversas pessoas de estilos e idades diferentes curtindo os shows, os amigos, o que quisesse fazer. O Motomix conseguiu mostrar que dá pra fazer um ótimo festival sem precisar cobrar preços abusivos e desrespeitar o público (sabem do que eu falo).

Autores: Cédric Fanti e Marçal Righi

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Jun 22 2008

Entrevista: Metric

Feist, Broken Social Scene e Arcade Fire: Esses são, sem dúvida, uns dos nomes mais poderosos da cena indie canadense atual. Sem muita dificuldade, entre todo esse talento e fama, se pode encontrar a voz memoravelmente única de Emily Haines que, tanto nos palcos quanto nos estúdios, é acompanhada por seus igualmente talentosos colegas de trabalho. Você já deve ter sacado. Obviamente, falo de Metric – não da unidade de medida, mas de um conhecidíssimo grupo formado no finalzinho da década de 90 em Nova York, que logo emigrou para Toronto, onde conquistou ainda mais sucesso.

Além de gerar três excelentes discos – ‘Old World Underground’ (2003), ‘Live It Out’ (2005) e ‘Grow Up and Blow Away’ (2007) -, todo o trabalho do Metric já lhes rendeu indicações em premiações de grande peso, como o Juno Award e o Polaris Music Prize. A parte curiosa é que o maior prêmio que os canadenses já ganharam foi quando saíram do meio musical por alguns dias para atacar como astros do cinema em 2004, no filme ‘Clean’, que ganhou um título do festival de Cannes.

Emily, que muitos acreditam ser uma primeira versão da Karen O (Yeah Yeah Yeahs), além de chamar muita atenção por sua beleza, irreverência e por ter rock’n'roll correndo em seu sangue, também é bem conhecida pela falta de simpatia com a imprensa. Certa vez, quando um entrevistador pediu para que ela descrevesse sua banda, a resposta obtida foi bem pouco amigável, algo como “Esse não é o seu trabalho?” – e para não quebrar a rotina, as respostas dadas ao Move That Jukebox com seu parceiro James Shaw foram, aparentemente, as mais curtas possíveis. Abaixo você confere a entrevista com o grupo, que toca no Brasil no dia 28 de junho, no Motomix Festival, em São Paulo.

Muitas contradições aparecem quando falamos sobre o ano que debut não-oficial do Metric, ‘Grow Up and Blow Away’ (que foi relançado em 2007), foi lançado pela primeira vez. Na verdade, quando ele ganhou sua primeira versão?

Ele foi gravado em 1999 e 2000 mas nunca foi lançado. A gente demorou muitos anos pra comprar os direitos [do disco] para que pudéssemos finalmente dar a ele um lançamento de verdade. Isso aconteceu em 2007.

Podemos notar algumas pequenas modificações comparando as duas edições desse álbum: A ordem de seu tracklist mudou e duas canções, ‘Torture Me’ and ‘Fanfare’, não foram relançadas. Porque essas mudanças foram feitas?

Nós sentimos que elas eram necessárias.

Uma mulher nos vocais sempre chama a atenção de muitas pessoas, especialmente da imprensa, e isso, as vezes, pode deixar o resto da banda um pouco apagada. Você pode comentar sobre isso?

As pessoas acham necessário comentar no que é óbvio. Não acho que o resto da banda sinta-se apagada de forma alguma.

Em breve vocês estarão tocando aqui no Brasil, no Motomix, que também conta com The Go! Team e Fujiya & Miyagi. O Metric já teve oportunidade de encontrar essas bandas no palco?

Não, nunca antes, mas eu estou bem animada para encontrá-los!

O que vocês esperam do público brasileiro e o que esse público pode esperar de vocês?

Nós apareceremos e faremos o melhor show do Metric que pudermos e tentaremos fazer com que a multidão tenha um ótimo momento. Por alguma razão eu espero que o Brasil nos proporcione um ótimo momento também!

Esse festival tem entrada franca. Vocês tem experiência com shows gratuitos para o público?

Sim. Grátis é ótimo.

Falando ao jornal Estado de São Paulo, James Shaw classificou o próximo álbum do Metric como futurista, gigante, caro e emocional. O que você pode nos falar sobre esse novo disco? É possível tentar adivinhar uma data de lançamento?

A palavra era expansivo, e não caro [em inglês, uma letra varia entre essas duas palavras: expansive e expensive - o Estado de São Paulo traduziu, erroneamente, expansive como 'caro']. [O disco] é Metric sem medo de ser Metric. Não tenho certeza da data de lançamento, por enquanto.

Então, finalizando, você pode deixar alguma mensagem para seus fãs brasileiros?

Estamos muito animados para sermos bem recebidos no Brasil e na América do Sul. Ter a oportunidade de tocar onde muitas bandas jamais estiveram é tornar um sonho em realidade. Obrigado por seu convite.

E assim termina a tríplice de entrevistas do Motomix. Confira também as entrevistas com:

Fujiya & Miyagi | The Go! Team

Autor: Alex Correa

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Jun 19 2008

Metric realiza sonho vindo ao Brasil

Por Neto

Em entrevista ao Move That Jukebox, a banda canadense Metric – que toca em nosso país no próximo dia 28, no Motomix – falou sobre a viagem ao Brasil, comentou sobre seu CD (que não tem previsão de lançamento) e muito mais.

As respostas do grupo à nossas perguntas foram extremamente “nuas e cruas”, como diria mamãe. Entretanto, quando perguntamos sobre o show no Brasil que, como disse acima, acontece em breve, as palavras de Jimmy Shaw e Emily Haines definitivamente fluíram melhor. “Ter a oportunidade de tocar onde muitas bandas nunca estivaram é tornar um sonho em realidade”, disse Jimmy, comentando sobre a vinda ao Brasil.

Segundo a assessora da banda, os integrantes do Metric já estão no Brasil, e ficam aqui por mais algum tempo depois do show no Motomix.

A entrevista na íntegra vai ao ar, aqui no Move, no dia 22 de junho.

Autor: Alex Correa

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