O começo do Rock in Rio 4 e algumas impressões gerais
Acreditar no Rock in Rio parecia uma questão mais de se entusiasmar por um evento do que pela música. Penerando a escalação, quase todo mundo consegue encontrar ao menos uma banda boa de se ver, mas para um festival grande era esperado mais: atrações diversificadas, uma ou outra banda que não tocou no Brasil e menos chorumelas como headliners.
Deixando isso de lado, adentrar na Cidade do Rock impressiona. A estrutura montada para os sete dias de evento é enorme. Um palco principal (Palco Mundo) servido com oito torres de som te põe na pilha pra ver aquilo tudo funcionando – e, claro, bate uma lamentação se você não encontrou um show promissor no line-up. Um shopping center construído nas beiradas da Cidade cumpre a promessa quanto a variedade de serviços, assim como guarda suas bizarrices. Qual a utilidade de um estande do ECAD? Ok, é fácil ignorar, e a simpática loja de LPs (com promoções verdadeiras!) ficava ao lado.



Móveis brincando de roda com a galera na pista.














