Arquivo para 'Móveis Coloniais de Acaju'

Mar 16 2010

Móveis Coloniais estreia projeto de covers tocando Flaming Lips

Por Neto

Outras bandas deveriam seguir a interessante ideia do Móveis Coloniais de Acaju: a banda acabou de postar em seu Twitter o primeiro vídeo de uma série em que, uma vez por mês, o super grupo de Brasília mostrará aos fãs uma performance em estúdio de um cover – e cada edição a música a ser tocada será sugerida por um dos integrantes.

“Do You Realize?”, do clááássico de 2002 Yoshimi Battles The Pink Robots, disco lançado pelos americanos do The Flaming Lips, foi a música escolhida para inaugurar o “espaço para experimentações, arranjos, releituras e afins” proposto pela turma da feijoada búlgara. A faixa foi meio que uma escolha conjunta entre o vocalista Beto e Ofuji, produtor do Móveis, como você pode ler no texto postado no blog do grupo.

Sem mais delongas, fiquem agora com Móveis Coloniais de Acaju fazendo cover de The Flaming Lips:

Já tô curioso pra saber qual será a próxima. Eu sugiro algo como RX Bandits ou The Mars Volta. E vocês?

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Feb 12 2010

Fonografando #1: o indie nacional no centro das atenções

A música independente nacional pode estar vivendo o seu auge. A cada dia que passa, bandas brasileiras estão entendendo melhor a lógica da produção independente, sem contar que um circuito de coletivos e festivais têm favorecido a projeção de novidades musicais de todo canto do país a todo momento.

A coluna Fonografando promete trazer ao trazer ao leitor do Move that Jukebox! o que está rolando de mais novo e interessante nesse crescente universo do independente nacional.  As atualizações ficarão por minha conta e acontecerão semanalmente, toda sexta-feira.

Fim das apresentações, hora de fonografar.

O folião do Móveis Coloniais de Acaju – O seu carnaval acaba de ficar um pouco mais legal. Os Móveis divulgaram ontem eu seu site oficial uma versão carnavalesca para “Adeus”, música que introduz o C_mpl_te, aclamado segundo disco da banda. A ideia, que parece ter surgido de uma brincadeira no programa Lobão ao Mar, da MTV, ganhou até um vídeo promocional, gravado nos estúdios da Trama. Confere aí:

É claro que a divulgação do Adeus de Carnaval obedeceu à lei do download gratuito, que o Móveis Coloniais de Acaju sabiamente defende desde o seu primeiro lançamento – então clique aqui e baixe agora.

Nevilton é a banda da vez no Compacto.Rec – Falando em download gratuito, o Nevilton, power trio paranaense apontado por n blogs como uma das maiores promessas para o indie nacional em 2010, finalmente lançou o seu primeiro EP. E não podia ter começado melhor: Pressuposto vem com o selo Fora do Eixo Discos e é a bola da vez no Compacto.Rec, plataforma de lançamento do Circuito Fora do Eixo que já colocou oficialmente na rede produções de bandas como Madame Sattan, Porcas Borboletas e Johnnny Suxxx and the Fucking Boys. Pressuposto está recheado de cinco músicas que traduzem o que conhecemos como indie rock da forma mais brasileira possível.

Acesse o site do Compacto.Rec faça a festa.

O maior festival em rede da América Latina – No começo do post, falei que a música independente nacional pode estar vivendo o seu auge e isso deve estar acontecendo porque fevereiro é mês de Grito Rock. Mais de 70 cidades espalhadas pelo Brasil, Argentina, Uruguai e Bolívia organizam edições locais do festival, cuja idéia original vem do Espaço Cubo, de Cuiabá (MT). O site oficial do Grito Rock traz informações sobre o que rolou e ainda vai rolar em todo o país. De Rio Branco, no Acre, a Santa Maria, no Rio Grande do Sul, a música independente circula feito água – isso quer dizer que você não tem desculpa. Cheque a mega agenda do festival e vá pro rock.

Superguidis em alta – O Move já anunciou há umas duas semanas, mas esta coluna precisa reforçar. Não fosse o bom humor está entre o que de melhor o indie brazuca nos apresentou em 2010. Vindos do sul e com quase oito anos de estrada, o Superguidis tem tudo para explodir neste ano. São quatro caras loucos por Pavement e Sonic Youth mostrando que, em tempo de sintetizadores e firulas mais, o (indie) rock de garagem continuará nos proporcionando boas surpresas por um bom tempo.

O primeiro post do Fonografando termina aqui e sexta que vem tem mais. Aguardamos o seu feedback via comentários!

Hick Duarte é fotógrafo e estudante de Jornalismo em Uberlândia, Minas Gerais. Por lá integra o núcleo de comunicação do Coletivo Goma – Cultura em Movimento e mantém o website Fiesta Intruders. Viaja pelo país cobrindo os principais festivais de música independente e é responsável por um blog totalmente dedicado à música independente nacional no Portal MTV, o Indiescópio. Um pouco mais além disso está no www.hickduarte.net

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Feb 12 2010

Móveis Coloniais de Acaju fala sobre seu primeiro DVD, que sai ainda no primeiro semestre

O Móveis vai lançar um DVD. Talvez você saiba, talvez não, mas a informação é mais que relevante: Em 22 e 23 de janeiro, os brasilienses deixaram sua marca no Festival Alto Verão, no Auditório Ibirapuera, e vão colher bons frutos de lá. Com dois dias de material registrado em vídeo, a banda promete lançar seu primeiro registro ao vivo ainda no primeiro semestre, entre maio em junho, em parceria com a Trama. As imagens também vão render um especial no Canal Brasil, uma das peças primordiais para a realização do DVD.

Foto de Geraldo Lazzari

Se a idéia de assistir a um DVD do Móveis Coloniais de Acaju gravado em um auditório (sabe, cadeiras!) te faz ter calafrios, fique tranquilo:  Segundo Beto Mejía, flautista do grupo, não vai faltar energia nas imagens. “Quem quis dançar, levantou e dançou nos corredores e na frente do palco, quem quis assistir o espetáculo mais confortavelmente, continuou sentado. Todo mundo saiu ganhando”, explica Beto, que também ressalta a qualidade técnica do local: “Lá se tem uma estrutura impressionante”.

Os registros funcionam como “um retrato do que o grupo fez nesses últimos três anos”, de acordo com Mejía. Por isso, o setlist não carrega nenhuma revolução, balanceando bem as músicas de Idem (2005) e C_mpl_te (2008), carregando, ainda, “Mergulha e Voa”, composta pela banda para o Projeto TAMAR, e “Glory Box”, um cover de Portishead. A direção do DVD ficou por conta de Marco Altberg, diretor e roteirista de cinema.

Com apenas dois shows agendados para fevereiro, o Móveis passa pela edição fluminense do Grito Rock e, no mês que vem, toca em Curitiba. A agenda fica assim:

Niterói (RJ) – Festival Grito Rock – 25 de fevereiro
Rio de Janeiro (RJ) – Festival Grito Rock – 26 de fevereiro
Curitiba (PR) – Jacobina Bar – 6 de março
Santa Bárbara (SP) – Virada Cultural Paulista – 22 de maio
São Carlos (SP) – Virada Cultural Paulista – 23 de maio

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Jan 11 2010

Customizando seu All Star no Goiânia Noise

Já faz um tempinho que rolou o Goiânia Noise, né? Lááá no final de novembro, o evento levou à capital goiana uma penca de artistas legais, passando pelos brasileiros do Black Drawing Chalks, Móveis Coloniais de Acaju e MQN até os gringos do Dirty Projectors – deixando escapar, por pouco, o pessoal do Supersuckers, que cancelou a apresentação em cima da hora. Mas você deve saber que não é só de música que se faz um festival (não nesse caso, pelo menos).

Além de sessões estrondosas de rock, rolou toda uma vibe artística por lá. Cortesia da Converse, que montou um mini-ateliê dentro do festival onde o público (ou, melhor dizendo, os vencedores de uma certa promoção) pôde criar all-star customizados e FOR FREE. No vídeo da campanha você confere o pessoal botando a mão na massa (o nome da campanha é Hands On, ou seja, eles não estão de brinks) e montando uma porção de tênis ali, na hora, out of nothing. No background,”Don’t Take My Beer”, do Black Drawing Chalks. Olha aí:

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Dec 24 2009

Os 10 melhores discos nacionais de 2009

Antes de começar, vou relembrar a frase de um colega blogueiro: “Nunca uma lista, seja ela qual for, vai agradar a todo mundo”. É por isso que, pela segunda vez na semana, encaminhamos você pra esse post antes de sair nos apedrejando. E vale ressaltar que a lista destaca apenas álbuns completos, EPs não entram na disputa. Agora, o que interessa:


10. Céu – Vagarosa

Sem as vinhetinhas incômodas de seu primeiro álbum, Céu aparece em Vagarosa fazendo menos questão de exibir o samba que a apresentou ao mundo em 2007. O caminho foi o mesmo tomado por Cibelle, que se jogou no tropicalismo enquanto sua colega surpreende com claras referências ao dub. Se a Música Popular Brasileira está renascendo, pode-se dizer que Céu é um dos principais propulsores desse movimento.

Escute: “Bubuia” e “Cangote”.

9. Pullovers – Tudo Que Eu Sempre Sonhei

Mais brasileiros do que nunca, os Pullovers entraram em um mundo novo para Tudo Que Eu Sempre Sonhei: Pela primeira vez na carreira da banda, um disco seria composto apenas por canções em português. A voz de Luiz Venâncio, mais madura, experimenta pela primeira vez a perfeita homogeneidade com o rock ‘n’ cello ‘n’ piano do sexteto. Dá pra lembrar dos Hermanos, até.

Escute: “Tudo Que Eu Sempre Sonhei” e “O Que Dará o Salgueiro?”.

8. Poléxia – A Força do Hábito

Há um corte em A Força do Hábito que faz o disco soar como o resultado da união de dois EPs distintos: O primeiro deles (“O Capa Dura” – “Hedonismo de Um Matador”) tem guitarras fortes, programações eletrônicas e uma pegada agitada e dançante, enquanto o segundo (“O Inimigo” – “A Balada da Contramão”) abandona os sintetizadores e se orgulha de ares mais acústicos, misturando Pato Fu, Ludov, Anacrônica e Sabonetes em um único registro. A banda acabou, mas o legado continua.

Escute: “O Capa Dura” e “Cá Entre Nós (com Vanessa Krongold)”.

7. Numismata – Chorume

É provável que, atualmente, o Numismata tenha uns dos melhores letristas do Brasil – e, obviamente, não é só isso que traz o grupo paulistano a essa posição. Com convidados de destaque em seu segundo disco, como Kassin, Tatá Aeroplano e Luiz Melodia, os rapazes misturam carnaval (“A Vida Como Ela É”), cabaré (“Vira-Latas”) e flertam com o electro (“Prejuízo”), tudo com a constante presença de guitarras. Dá até orgulho.

Escute: “Todo Céu e Essas Pequenas Coisas” e “O Inferno e Um Pouco Mais (com Kassin)”.

6. Ecos Falsos – Quase

Menos depressivo-agressivo que na época de Descartável Longa Vida (frases como “Eu só sou sentimental quando eu me fodo” e “o meu coração nunca vai ver a luz do dia” viraram passado), o Ecos Falsos voltou com canções grudentas, mais limpas e, em alguns casos, que não poderiam se identificar mais com os perfis de grandes rádios. Destaque para os sintetizadores, sempre em alta.

Escute: “O Boi” e “Spam do Amor”.

5. Zémaria – The Space Ahead

Passando pelo mesmo processo de europeização do CSS, o Zémaria abriu mão do ar brasileiro de 11 Trax e apareceu no meio do ano com o incrível The Space Ahead, inspirado nos grupos de synthpop que brilham por lá. O disco carrega nove músicas potentes que soam bem nos headphones, no hometheater da sala de estar, nas caixinhas podres do seu notebook e, principalmente, nas noites de sexta-feira. Um álbum que precisa ser descoberto pelos brasileiros.

Escute: “Hit do Porto” e “Any Distance”.

4. Pública – Como Num Filme Sem Um Fim

Em Como Num Filme Sem Um Fim, o Pública se esquiva do rótulo de “banda de rock gaúcho” e faz músicas quase universais, que poderiam ser produzidas tanto em Porto Alegre quanto em, sei lá, Recife. Lançado digitalmente no final de 2008, o álbum foi relançado em formato físico no início desse ano, o que lhe dá total direito de aparecer na lista de Melhores de 2009. Pra quem ta cansado do hype do rock regional.

Escute: “Casa das Armas” e “Casa Abandonada”.

3. Móveis Coloniais de Acaju – C_mpl_te

C_mpl_te pode ser incrível por mostrar a perfeita sintonia de nove pessoas com gostos musicais divergentes, por não deixar seus 1001 elementos se atropelarem entre si e, claro, por ser a casa de 12 deliciosas músicas – mas, acima de tudo, C_mpl_te é incrível justamente por ser incrível sem repetir um acorde de Idem (2005), que já exibia a receita certa do sucesso. Um baita passo para a consagração dos brasilienses.

Escute: “Adeus” e “Sem Palavras”.

2. Banda Gentileza – Banda Gentileza

Origem? Curitiba, berço de grandes talentos musicais dos anos 2000. Produção? Plínio Profeta, que guarda um troféu do Grammy Latino em sua estante. Nem os mais inexperientes dos músicos teriam a ousadia de jogar fora tantos benefícios, e foi dessa forma que a Banda Gentileza deu origem a um disco de “valsambolerockaipira”eficiente, rápido e jovial. Um dos melhores representantes dessa nova safra.

Escute: “Coracion” e “Pseudo Eu”.

1. Black Drawing Chalks – Life Is a Big Holiday For Us

Se o stoner rock andava em baixa no Brasil, o Black Drawing Chalks saiu de Goiânia para fazer o barulho que a cena independente precisava. Recebendo mais destaque do que em seu debut, o BDC mostrou ao Brasil que o stoner ainda tem espaço – e muito. Agradando o público de diversas tribos, o boom do quarteto provou que o gênero ainda pode se popularizar em grandes escalas no Brasil. E que não deve demorar.

Escute: “My Favorite Way” e “My Radio”.

Leia também:

Os 15 melhores discos internacionais de 2009, por Alex Correa;

Os 15 melhores discos internacionais de 2009, por Neto Rodrigues.

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Dec 17 2009

Qual foi o melhor festival musical do ano?

O ano praticamente acabou mas as listas de melhores do ano não param. Em um futuro muito próximo, inclusive, o Move vai soltar alguns rankings de melhores discos de 2009 – mas, enquanto eles não aparecem, a gente quer saber de vocês: Qual foi o melhor festival musical do ano? Antes de linkar pra enquete, fazemos uma rápida retrospectiva do que aconteceu de melhor nas terras tupiniquins. Olha aí:

Just a Fest na Praça da Apoteose e na Chácara do Jockey: Radiohead, Kraftwerk e Los Hermanos – 20 (RJ) e 22 (SP) de março.

Just a Fest

Planeta Terra Festival no Playcenter, São Paulo: Iggy Pop, The Ting Tings, Sonic Youth, Primal Scream, Patrick Wolf, Maxïmo Park, Metronomy,  Móveis Coloniais de Acaju, Macaco Bong, Copacabana Club, EX!, N.A.S.A., Anthony Rother e Etienne de Crécy – 7 de novembro.

Festival Planeta Terra

Maquinária Festival na Chácara do Jockey: Faith No More, Evanescence, Panic at the Disco, Deftones, Jane’s Addiction, Sepultura, Dir En Grey, Danko Jones, Nação Zumbi, Duff McKagan, Maldita, Silicon Fly, Terceira Edição, Comodoro e Volantes – 7 e 8 de novembro.

Maquinária Festival

Festival Indie Rock no Via Funchal e na Fundição Progresso: Gogol Bordello, Super Furry Animals, El Mató a un Policía Motorizado e Holger (os dois últimos tocaram apenas no Rio de Janeiro) – 10 (SP) e 13 (RJ) de novembro.

Festival Indie Rock

Goiânia Noise Festival: Dirty Projectors, Móveis Coloniais de Acaju, MQN, Hermeto Pascoal, Violins, Black Drawing Chalks, Walverdes, Volver, Vivendo do Ócio, Devotos, The Name, Jorge Mautner, Porcas Borboletas, Siba + Roberto Corrêa e Mugo – de 25 a 29 de novembro.

Goiânia Noise Festival

Agora sim! Lembrou dos melhores do ano? Então dá um pulo na enquete pra dizer qual foi seu preferido – e, se o seu favorito não foi listado, não hesite em deixar um comentário na outra página para computarmos o seu voto. O resultado sai no final de janeiro.

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Dec 10 2009

Forgotten Boys participa do projeto “10 horas no estúdio” com nova formação

Por Neto

Depois do excelente Stand by the D.A.N.C.E., os paulistanos do Forgotten Boys lançaram no ano passado o irregular e apático Louva-a-deus – desde então, a banda vem sofrendo constantes baixas. A principal foi o abandono do guitarrista e por vezes vocalista Chuck Hipollitho. Para substituí-lo, o trio remanescente contratou um tecladista e um percussionista. Como muitos fãs já previam, a percussão não se encaixou muito bem no rock n’ roll direto que o Forgotten Boys faz e foi logo dispensada.

FB

A fim de dar um novo gás à banda, Gustavo Rivera e cia. chamaram o guitarrista Dionísio Dazul e, com essa nova formação – que ainda inclui o tecladista Paulo Kishimoto -, participam nesta sexta-feira (11) do projeto “10 horas no estúdio“, capitaneado pela Trama.

O esquema é o seguinte: a partir das 10 horas da manhã, todos que quiserem poderão assistir à gravação “ao vivo e sem cortes” – de acordo com a assessoria da gravadora – de uma faixa inédita que a banda fará no período de 10 horas. Ou seja, até às 8 da noite, o Forgotten Boys estará sob os olhares atentos dos fãs ligados na TV Trama e, no final da gravação, o quinteto terá concebido uma música exclusiva e recém composta, chamada “Draw the line”.

Lá em setembro, o Móveis Coloniais de Acaju participou do projeto e um resumo da participação dos brasilienses pode ser visto na página da TramaRadiola no Youtube.

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Dec 04 2009

Júpiter Maçã faz shows gratuitos em Recife, São Paulo e Porto Alegre

Nesse domingo, dia 6 de dezembro, Júpiter Maçã abre uma bateria de shows gratuitos espalhados por diversos lugares do Brasil. É nessa data que Júpiter toca no Festival Cena Independente, em São Paulo, dividindo o palco com um pessoal que esse blog adora, como Macaco Bong e Garotas Suecas.

O show seguinte acontece láááá em Recife, na Feira Musical Brasil, que mistura sessões de cinema, palestras (o Bruno Nogueira, do Pop Up!, é um dos palestrantes, inclusive) e, claro, shows über fodas: Além de Macaco Bong e o próprio Júpiter, também tocam Móveis Coloniais de Acaju, Nação Zumbi, Kassin, Cidadão Instigado e os imperdíveis (not) Fresno e Strike. O evento vai de 9 a 12 de dezembro e será hospedado pelo Marco Zero – a entrada, vale lembrar, é franca.

Fechado a mini-tour di grátiz, Júpiter Maçã faz uma passagem rápida por sua terra natal, Porto Alegre, pra comemorar o aniversário da Oi FM na Usina do Gasômetro, no dia 12. Nesse meio tempo, Júpiter também toca em Erechim (RS, 11), Novo Hamburgo (RS, 15) e Concórdia (SC, 24). Todas as informações no MySpace. Ah, e também tá rolando no YouTube uma versão ao vivo de uma inédita do cara, “Cerebral Sex”. Olha aí:

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Nov 25 2009

Autoramas despluga as guitarras

Por Neto

Autoramas

Depois de lançar discos completos como os últimos do Móveis Coloniais de Acaju e do CSS para download gratuito em seu site, o projeto Álbum Virtual, da Trama, traz agora o novo trabalho do Autoramas.

MTV Apresenta: Autoramas Desplugado traz o trio carioca relembrando sua carreira em 15 músicas – nesta conta ainda estão inclusos alguns covers e também participações especiais como as de Frejat e Érika Martins.

A tracklist do álbum acústico ficou assim:
1. Gente Boa
2. Rei da Implicância
3. Hotel CErvantes
4. Muito Mais
5. Samba-rock do Bacalhau
6. I Saw You Saying
7. Sonhador
8. A História da Vida de Cada Um
9. Copersucar
10. Música de Amor
11. Galera do Fundão
12. A 300 Km/h
13. Jogos Olímpicos
14. Eu Vou Vivendo
15. Eu Mereço

Pra quem se interessou, é só clicar no player abaixo, fazer um cadastro rapidinho e baixar o CD completo gratuitamente:

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Nov 19 2009

Ganhe um tênis Converse personalizado no Goiânia Noise

Por Neto

Você já sabe que a edição de 2009 do Goiânia Noise vai ser imperdível, certo? Afinal de contas, não é todo dia que se tem um festival cujo line-up conta com nomes como Black Drawing Chalks, Supersuckers, Móveis, MQN e, talvez a principal atração do evento, os norte-americanos do Dirty Projectors.

hands-on-promo

E que tal andar pelos espaços do festival com um tênis da Converse? Sim, eu sei que você provavelmente já iria com o seu par sujo e velho que tá no fundo do guarda-roupas, mas o que eu quero dizer é: que tal andar pelos shows fodásticos do Goiânia Noise com um par da Converse customizado por você? Gostou da idéia, né? Pois bem, durante o festival, é só você ir no espaço Hands On Converse – um ateliê onde os vencedores da promoção (falo sobre ela ali embaixo) irão inventar estampas sobre tudo o que vier em suas cabeças e, de quebra, ainda levarão um par do nosso inseparável companheiro de lona pra casa.

Pra saber como participar da promoção e tentar ser um dos felizardos, basta clicar no Blog Oficial da Converse All Star e seguir as instruções. Fácil, fácil. E ah, se não conseguir ter a oportunidade de “tunar” seu tênis ao vivo, passe no espaço Hands On mesmo assim e pegue alguns brindes exclusivos feitos à mão. Corre lá!

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Nov 17 2009

Esdras and Beto’s Jukebox (Móveis Coloniais de Acaju)

Por Neto

Jukebox Weekly dessa semana não só conta com a participação da banda com um dos melhores shows do Brasil como também conta com respostas de dois membros do Móveis Coloniais de Acaju (@moveis) para as nossas perguntinhas usuais.

São eles: Esdras Nogueira, um dos saxofonistas da super-banda, e Beto Mejía – responsável pela flauta transversal nas músicas do grupo brasiliense.

móveis coloniais de acaju

Good Times Bad Times – qual banda/artista sempre esteve ao lado de vocês, como trilha sonora de suas vidas, tanto nos momentos ruins quanto nos bons?
Beto – Beatles ; Beach Boys; Tom jobim.

Esdras – Pixinguinha e Hermeto.

E o hype? – o que vocês tem escutado de novidade?

BetoHarlem Shakes – ótima banda americana; O novo disco do Phoenix; Uma banda canadense chamada Gentleman Reg; O novo do Animal Collective; Danger Mouse and the Sparklehouse; The Asteroids Galaxy Tour; O novo da Céu; O novo do Ronei Jorge e os Ladrões de Bicicleta e Maia Hirasawa.

EsdrasPomplamoose. Conheci há pouco tempo. Músicas e vídeos bem legais.

Do the D.A.N.C.E. – o que não pode faltar na hora de soltar a franga na pista?

Beto – Putz, coisas dos balcãs são bem legais. Tem umas coisas boas do Balkan Beat Box. Tava meio na moda isso, né? Curto a vibe dos mashups, tem coisas bacanas, também. Ah, claro, Michael Jackson talvez seja a resposta na lata!

Esdras – Tecnobrega é a vibe da franga louca total. Tem o FIRME, versão de “Beat It dos” Karinha, de Belém. À disposição no nosso site. Recomendo.

Quais são os ingredientes ideais para uma deliciosa feijoada búlgara?
Beto – Música de qualquer lugar do mundo temperada com música de qualquer lugar do mundo. Sem frescura mesmo, o que soar bem aos ouvidos tá valendo!

Esdras – Eu gosto com muita pimenta e todas as sobras.

Você não vale nada mas eu gosto de você – todo mundo tem um guilty pleasure, vai. Aquela banda que você só escuta quando não tem absolutamente NINGUÉM por perto e, por garantia, só com fones de ouvido.
Beto – Rapaz, não tenho isso, não. Legião Urbana, talvez!

Esdras – Laura Pausini é bom pra treinar o italiano e emociona.

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Nov 11 2009

Festival Planeta Terra ‘09 – Móveis Coloniais de Acaju (Parte 2/9)

Chegamos no Playcenter pouco depois do final do show do Macaco Bong que, de acordo com quem estava lá para contar a história, abriu o Festival Planeta Terra com a aprovação dos presentes. Naquele momento, a lotação do Main Stage, responsável por receber o show, denunciava que não fomos os únicos a perder a apresentação instrumental da turma de Cuiabá: Não mais de 300 pessoas estavam ali, com cara de deleite pelo show dos cuiabanos e de prontidão para o show da banda que viria em seguida: O Móveis Coloniais de Acaju.

A big band brasiliense subiu ao palco com sua típica animação e, logo de cara, se deparou com uma dúzia de fãs de Sonic Youth que reservavam seus lugares na grade com determinação – e que, até o show da trupe de Kim Gordon, fizeram questão de não tirar a expressão apática de seus rostos. Mesmo assim, “apatia” foi um substantivo que passou longe da presença de palco dos rapazes que, ao final do show, haviam atraído mais de mil pessoas até o palco principal do evento.

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O setlist padrão do grupo foi encurtado para se adaptar aos horários do festival mas não perdeu a solidez, embora fosse notável a falta de grandes composições do primeiro álbum da banda (Idem, 2005), como “Perca Peso”, “Seria o Rolex?” e “Menina-moça”. Oito das doze músicas de C_mpl_te, lançado ainda em 2009, apareceram ao longo da apresentação – e, me redimindo com o disco, todas elas acabam propagando a mesma energia de “Esquilo Não Samba” e “Aluga-se-vende”, que representam Idem na nova empreitada do grupo.

Mesmo com o sol forte durante toda a tarde, ninguém hesitou em dançar ao som do show do caras, que fizeram até os mais alheios ao ska remexerem durante toda a apresentação. Fica na memória a animação de André, showman completo que era acompanhado com fervor por todos os membros da banda; Os sons fortes do metais que, por vezes, foram bradados por dois ou mais integrantes em um único instrumento e a palhinha de “Glory Box”, do Portishead, que sincronizou o trip hop ao som festivo do Móveis. Também fica inesquecível a clássica roda de “Copacabana”, que fechou o show com 1/3 do grupo no meio do público e, claro, fica a vontade de rever a banda em uma casa menor, mais intimista, onde a conexão dos caras com os fãs fique ainda mais latente. I can hardly wait.

móveis

Setlist – Móveis Coloniais de Acaju:

O Tempo
Falso Retrato (U-hu)
Descomplica
Esquilo Não Samba
Cheia de Manha
Bem Natural
Sem Palavras
Cão Guia
Indiferença
Aluga-se-vende
Copacabana

Leia também: Planeta Terra ‘09 – Maximo Park

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Nov 03 2009

Tupinambox 2: O retorno! 5 discos nacionais autografados para sorteio!

Por Neto

tupinambox

Depois do ótimo sucesso gerado pela primeira edição do Tupinambox, o Move conseguiu reunir mais 5 discos autografados de grandes nomes do rock independente nacional e vai sortear todos em um único pacote, para um único sortudo leitor de nosso blog.

tupinambox 2

-> Tá afim de ganhar o CD do Júpiter Maçã? Pois Uma tarde na fruteira está no nosso pacotão! O vídeo de “Modern kid“, uma das músicas do cantor, concorreu ao prêmio de “Videoclipe do ano” no VMB ‘09.

-> E o C_mpl_te, dos brasilienses do Móveis Coloniais de Acaju? Temos ele autografado, sim! O grupo da feijoada búlgara foi indicado nas categorias de “Melhor show” e “Rock alternativo”, no VMB ‘09.

-> Ah, tem também o rock n’ roll extrovertido do Rockz, com seu álbum A tão sonhada bicicleta.

-> O EP Dinossauros, do Garotas Suecas, também entrou na festa. Com “Codinome Dinamite” e mais 4 músicas explosivas! A banda foi indicada ao VMB ‘09 na categoria “Revelação”.

-> Tudo o que sempre sonhei, lançado pelos paulistanos do Pullovers, é um dos mais interessantes trabalhos nacionais do ano – e é o quinto disco da nossa promo.

Como eu participo?!?!

Será nos mesmos moldes de nossas promoções anteriores – via Twitter:

1) Siga a gente: @movethatjukebox. (Por favor, Twitters desbloqueados, galerinha.)
2) Tuite a seguinte frase: Dessa vez eu boto fé que ganho a promo do @movethatjukebox! Quero os discos autografados do Tupinambox 2: http://migre.me/aBoH
3) Espere até a próxima terça-feira (10), que é quando sortearemos, via sorteie.me, o nome do felizardo(a). Se em 24 horas não recebermos uma resposta do ganhador(a), realizaremos um novo sorteio.
4) Boa sorte! Go! Go!

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Nov 02 2009

A gente não postou, mas você precisa saber (26/10 – 2/11)

Enquete: Planeta Terra ou Maquinária?Poll Daddy, 2 de novembro

Latest Weezer WTF Collaborations: Gossip Girl star, Adam LabertPitchfork, 2 de novembro

“Quase”, disco novo do Ecos Falsos, já tá na rede - Twitter, 1 de novembro

Mostra de Andy Warhol chega ao Brasil em marçoRolling Stone BR, 1 de novembro

Novo do Spoon em janeiroBloody Pop, 31 de outubro

Vazou a nova do Paul McCartney!With Lasers!, 30 de outubro

Hipsters: Superficialidade ou atitude?mycool, 30 de outubro

Calango 2009: CoberturaPop up!, 30 de outubro

Yeasayer release free downloadNME, 30 de outubro

Patrick Wolf to Lecture at OxfordPitchfork, 30 de outubro

Os 50 melhores álbuns de 2009 pela Q Magazinemycool, 30 de outubro

New Video: No Age – Losing FeelingGorilla Vs. Bear, 29 de outubro

Por que o PopMata morreu?PopMata, 29 de outubro

Júpiter Maçã entrevista Wander WildnerMTV Brasil, 28 de outubro

Festival Universitário MTV terá The Walkmen, Móveis e bandas cariocasBloody Pop, 28 de outubro

Lightspeed Champion to release comeback single “Marlene”NME, 27 de outubro

Dark Was The Night project raises £400.000 for charityNME, 26 de outubro

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Oct 29 2009

Goiânia Noise leva dezenas de bandas ao cerrado

Por Neto

GN

Finalmente foi divulgado o line-up da 15ª edição do Goiânia Noise – provavelmente o maior festival de música alternativa do país.

Serão 5 dias de muito rock espalhado pela capital goiana e que terão inúmeras atrações internacionais e nacionais.

Começando na quarta-feira, dia 25 de novembro, o festival se alonga até o domingo (29). No meio disso tudo, a galera poderá curtir os americanos do Supersuckers, MQN, Guizo (banda chilena), Móveis Coloniais de Acaju, Vivendo do Ócio, Cassin & Barbária e ainda, fechando a noite do sábado, Black Drawing Chalks (com participação do ex-Forgotten Boys Chuck Hipholito) seguidos da banda americana Dirty Projectors!

Para conferir a programação detalhada do evento, incluindo preços e horários dos shows, é só ir no site oficial do festival.

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Oct 15 2009

Holger e Dirty Projectors tocam no Clash Club em dezembro

A essa altura, você já deve ter ficado sabendo que o Dirty Projectors será uma das atrações do Goiânia Noise Festival, que acontece entre 25 e 28 de novembro e também tem Walverdes, MQN, Móveis Coloniais de Acaju e mais uma dúzia de bandas no line-up.

Björk & Dirty Projectors

Björk & Dirty Projectors

A novidade é que, conforme já apontavam os boatos, o Dirty Projectors vai esticar sua passagem pelo Brasil até São Paulo, onde toca no Clash Club em 2 de dezembro. A abertura do show fica por conta do paulistano Holger, que está no liro de ouro da crítica e de produtores brasileiros há meses. Os ingressos devem começar a ser vendidos nas próximas semanas no Ticket Brasil por R$60. Fiquem de olho porque a gente vai sortear uns tickets por aqui.

O Clash também recebe o americano Supersuckers, headliner do Goiânia Noise, em uma outra data.

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Sep 22 2009

Até agora, qual foi o melhor disco nacional lançado em 2009?

A questão estourou logo que saiu no Twitter (@movethatjukebox, segue?): Até agora, qual foi o melhor disco nacional do ano? Na lista estão Banda Gentileza, Móveis Coloniais de Acaju, Céu, Black Drawing Chalks, Pullovers e muitos outros. Eu sei, pode ser cedo demais para fazer a pergunta – afinal, bandas promissoras como Mombojó, Ecos Falsos e Ronei Jorge e os Ladrões de Bicicleta estão para lançar seus novos trabalhos até a virada do ano – mas a curiosidade fala mais alto. Afinal, se já tem gente querendo decidir qual é o melhor disco da década, eu estou no meu direito.

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E aí, o que você acha? LET US KNOW! VOTE!

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Sep 21 2009

André Gonzales, do Móveis, participa de revival do Legião Urbana no Porão do Rock

Já haviam circulado pela web muitas especulações sobre um possível show surpresa do Legião Urbana no Porão do Rock e, para a alegria dos presentes, a apresentação realmente aconteceu. De bico no festival brasiliense, Marcelo Bonfá e Dado Villa-Lobos subiram ao palco do Porão nesse domingo contando com um grande time de convidados especiais, já que a carência de um vocalista era clara. Quem apareceu para comandar o revival logo na primeira música do setlist foi André Gonzales, o frontman do Móveis Coloniais de Acaju, que levou o público ao delírio em “Tempo Perdido”. A gravação é podre, mas o áudio tá ok:

Juan Casanova, Sebastián Teysera, Herbert Vianna, Toni Platão e Felipe Seabra também homenageram o Legião nas oito músicas tocadas. Ouvi dizer que o chão ficou escorregadio de tanto que o povo chorou. Não é pra menos, né?

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Sep 07 2009

Lovefoxxx com Mallu Magalhães no VMB – Móveis também deve se apresentar

O Video Music Brasil acontece no primeiro dia de outubro e já tem a apresentação do Franz Ferdinand confirmada. A banda, ao contrário do que parecia, não deve fazer uma turnê brasileira em 2009, mas a aparição no prêmio da MTV seria, supostamente, para anunciar um conjunto de shows para 2010.

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Foto: Chris Hughes / Vice

Quem traz mais notícias sobre a cerimônia é Paulo Terron, da Rolling Stone/With Lasers!, que contou que Lovefoxxx e Mallu Magalhães (artista do ano?) – pessoas completamente opostas, exceto pelas genitálias – anunciarão juntas o vencedor de alguma das categorias da noite.

Ainda segundo o jornalista, os brasilienses do Móveis Coloniais de Acaju estão sendo cogitados para tocar no evento. A banda concorre nas categorias Rock Alternativo e Melhor Show.

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Sep 04 2009

Clipe: Móveis Coloniais de Acaju – Cheia de Manha

Se a música já era ótima, tudo fica muito mais divertido em um karaokê gay (haha) e furreca:

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Aug 29 2009

Trote do Móveis Coloniais de Acaju X mau humor da Época

A história é a seguinte: Há muuuito tempo, quando surgiu com um nome bem exótico, o Móveis Coloniais de Acajuque você já conhece – começou a caçar uma explicação para o título excêntrico. Não achou. Por isso, foi criada e espalhada a “Revolta do Acaju”, que teria acontecido na Ilha do Bananal, em Tocantins, em 1813, como uma possível explicação para o nome do grupo. A falsa história (porque “estória” é meio feio) foi repassada por blogs, sites, programas de TV e revistas de circulação nacional, sempre com o status de verídica.

moveiscoloniaisdeacaju

Foto: La Cumbuca

Incomodada com o trote e se gabando de um péssimo humor, a Época investigou a história e constatou, depois de conversas com historiadores, Esdras Nogueira (membro), David Nogueira (suposto primo de Esdras) e Leonardo Bursztyn (ex-membro), que a revolta foi, na verdade, uma invenção do grupo. A matéria completa está no site da revista. Vale destacar aqui o último parágrafo do texto:

O trote da banda Móveis Coloniais de Acaju é desrespeitoso com os índios javaés, da Ilha do Bananal e do Estado de Tocantins, que têm uma história rica, que merece ser tratada com seriedade. Poderia ter sido apenas uma brincadeira de mau gosto. Mas seus integrantes se aferraram à mentira, mesmo tendo sido confrontados à verdade. Eles se divertiram com a farsa durante muito tempo, mas, como disse Bursztyn, “já estava na hora” de a verdade ser conhecida. David Nogueira, se realmente for mestre de história, mostrou pouco caso com a matéria que estuda ao compactuar com uma fraude e dizer a ÉPOCA que haveria “referências” indicando a real ocorrência da tal Revolta do Acaju. Na era da internet, trotes como esse acabam virando “fato”. Muitos jovens estão acostumados a tomar como verdadeiro tudo o que leem na internet. Pelo bem de seus fãs, a Móveis Coloniais de Acaju faria bem em ressalvar no seu site que a história que contam é fictícia, agora que a brincadeira foi esclarecida.

Andrea Fontenelle e Livia Deodato, autores da reportagem, não me parecem ter a mente tão aberta quanto o nome da coluna propõe. Sei lá, acho que o “trote grosseiro” não teve a intenção de ferir os sentimentos dos índios javaés, até porque – sem querer subestimar o sucesso dos Móveis – imagino que eles não tenham o hábito de ouvir ou ler sobre Ska brasiliense. Pra fazer ainda mais graça da situação, estão rolando no twitter as hashtags #revoltadoacaju e #euacredito. Achei engraçado.

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Aug 25 2009

Planeta Terra confirma 3 atrações

Por Neto

O Planeta Terra Festival confirmou nesta terça-feira (25), 3 atrações pro evento que acontecerá dia 7 de novembro, no Playcenter.

Além das bandas nacionais Macaco Bong e Móveis Coloniais de Acaju, o festival deu como certa a vinda da sensacional banda escocesa Primal Scream.

PS

O anúncio de hoje foi o primeiro feito pela acessoria do festival que, em suas edições anteriores, primou pela qualidade e diversidade de suas atrações. Só nos resta saber se a edição deste ano terá fôlego (e dinheiro) pra competir com seu concorrente direto, o Maquinaria.

Entre atrações nacionais e internacionais, o festival terá mais de 10 atrações e a meia-entrada custará R$ 70,00. Outras atrações “de peso” estão sendo cotadas para formar o line-up, entre elas estão Yeah Yeah Yeahs e The Ting Tings.

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Jun 07 2009

Vídeo: Móveis Coloniais de Acaju – Glory Box ao vivo (Portishead)

Puta que pariu, perdi mais um show do Móveis no Circo Voador.

Nesse último sábado, dia 6, os brasilienses da big band Móveis Coloniais de Acaju fizeram uma outra apresentação no Circo Voador, Rio de Janeiro, como parte da turnê de seu novo disco, C_mpl_te (ou Complete, se preferir). No setlist, um cover de Glory Box, que fez todo mundo pular (!) ao som de Portishead. Vê aí:

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May 04 2009

Segundo disco do Móveis QUASE saindo

O Bloody Pop cantou que, finalmente, o novo disco do Móveis Colonais de Acaju vai ser lançado pelo Álbum Virtual no dia 8 desse mês, sexta-feira. O projeto é encabeçado pelo selo Trama que, com o apoio de grandes empresas como a Volkswagen e a VR Seguros, lança discos para download de graça desde o ano passado, quando estreou com um álbum ao vivo do Tom Zé.

O site também disponibiliza o encarte completo do disco, que pode ser folheado virtualmente – e esse é um dos maiores baratos de baixar por lá, bonitinho e sem violar direitos autorais. O disco, intitulado C_MPL_TE, foi resenhado na última edição da Rolling Stone e ganhou três de cinco estrelas, uma ótima média.

Na página oficial da banda, dá para baixar duas inéditas e ouvir prévias ao vivo das novas faixas. Só pra aumentar a ansiedade.

Gravação ao vivo de ‘Adeus’, primeira faixa do disco

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Jul 27 2008

Entrevista: Móveis Coloniais de Acaju

Por Gabriel

Com dez anos de carreira e milhares de cópias vendidas no seu primeiro disco, Móveis Coloniais de Acaju já é destaque em Brasília e dispensa apresentações. Além de proporcionar boa música e ser reconhecida no cenário alternativo brasileiro, a banda também se apresenta ao lado de grandes nomes internacionais, consolidando-se como um dos principais nomes brasileiros da atualidade.

Depois de tantos anos na estrada, eles se preparam agora para o gravação do segundo disco, com produção a cargo de Carlos Eduardo Miranda. Antes disso, apresentam-se no festival belgo Pukkelpop, ao lado de Sigur Rós e The Killers.

Para saber mais sobre essa feijoada búlgara, disco novo, porão do rock e espectativas para o Pukkelpop, confira abaixo a entrevista realizada com Paulo e Esdras, saxofonistas do grupo.

Como vocês reuniram essa “feijoada búlgara” humana que é o Móveis? E nesse tempo todo, nunca rolou briga?

Esdras: A Feijoada veio da mistura, aconteceu naturalmente de nos encontrarmos e pintar a afinidade musical, se não fosse pela música acho que nunca nos trombaríamos, somos muito diferentes. Briga rola, mas o amor é maior.

Paulo: Não muitas [brigas], geralmente rola morte mesmo, inclusive tem alguns corpos escondidos por ai!

Na lista de influências da banda constam nomes como Elvis Costello, Franz Ferdinand e Jorge Ben. Além desses, o que os integrantes gostam de ouvir?

Esdras: Eu gosto muito de música brasileira instrumental, choro, Hamilton de Holanda, tem os Chicos, coisas de sopro, e as bandas que a gente conhece na estrada, Pata de Elefante, Los Hermanos, Ronei Jorge, Proto, cada um chega com um disco diferente por ensaio, é quase isso.. Descontrolados..

Paulo: Eu adoro Nelson Gonçalves.

Qual é a sensação de ver uma grande platéia cantando suas músicas?

Esdras: É a melhor possível, mais que lindo.

Paulo: É o sonho de qualquer artista, exceto BBB’s.

O sucesso em Brasília é inquestionável. Qual a principal diferença entre o público brasiliense e do restante do país, se é que existe?

Esdras: Aqui estamos literalmente em casa, nossa família vai aos nossos shows por aqui, isso é uma grande motivação, começamos por aqui, crescemos aqui né? MAs em todos os lugares os shows tem sido bem maneiros..

Paulo: Cada um tem sua característica, mas em geral o carinho é o mesmo.

Em agosto vocês tocam no festival belga Pukkelpop, junto com The Killers, Bloc Party, Sigur rós e muitos outros. Como rolou o convite para o Móveis e quais são as expectativas da banda para esse show?

Paulo: Cara, foi atrás de uma apresentação da Abrafin [Associação Brasileiras de Festivais Independentes].

Esdras: O produtor do Pukkel nos chamou depois de assistir nosso show em Goiânia. Simples né? é até engraçado, como as coisas acontecem.

No mesmo mês, a banda promoverá 3 dias de Móveis Convida, com 10 diferentes bandas. Como é o processo de escolha das bandas que irão participar do evento? Exitem planos de extender o Móveis Convida para outros estados brasileiros?

Esdras: Pode ser né? Por enquanto estamos pensando em crescer o festival em Brasília. O Convida é nossa menina dos olhos, as bandas a gente que escolhe, por afinidade sonora, geralmente temos uma grande Jam Session nos finais, é uma maravilha..

Paulo: Sempre nosso plano é conquistar o mundo, inclusive outras galaxias também.

Ano passado vocês lançaram um EP ao lado de Gabriel Thomaz (guitarrista do Autoramas), chamado ‘Vai Thomaz do Acaju’. Agora no mês que vem vocês se apresentam no Porão do Rock ao lado do músico. Quais são as diferenças do ‘Vai Thomaz do Acaju’ para o Móveis, além da presença de mais um músico?

Esdras: É uma homenagem à música de Brasília que a gente gosta de escutar, sempre perguntam por Capital, Legião, Plebe, a gente respeita e até curte, mas não era fà como de Little Quail, Maskavo roots, Raimundos., Além do Gabriel, nesse show teremos o Pinduca(guita), Txotxa(batera), MArcelo Vourakis(voz), da primeira formação do Maskavo Roots, aquele disco é demais! e Rafinha( guita do Bois de Gerião). Vai ser uma farra boa..

Paulo: Acho que tentamos fazer uma coisa mais sedimentada e com características mais próximas das outras bandas tocadas no vinil [O Vai Tomaz No Acaju foi lançado apenas em vinil] com pitadas movelísticas.

A roda de Copacabana é um dos pontos fortes do show. De onde surgiu a idéia de realizá-la?

Paulo: O Esdras explica.

Esdras: A gente tava tocando em Goiânia, num show muito vazio, tínhamos terminado de comprar nossos mic com transmissores e resolvemos descer ali naquela hora. Colou, hoje é um dos pontos altos do show..

Belo Horizonte – 11 de Abril

O contato da banda com o público é muito intenso. Além do laboratório de testes que são os shows, alguns integrantes chegam até a interagir com os fãs por meio do orkut. Como isso interfere no processo de criação?

Esdras: A gente participa com o público do show, tem que ser natural. É tudo uma troca de boas vibes né?

Paulo: É sempre bom saber a opinião de quem gosta e até de quem não gosta… você já viu o “eu odeio móveis” no orkut? Muito bom… (risos)

O produtor do segundo disco de vocês, Carlos Eduardo Miranda, é conhecido como um dos melhores do país. Como está sendo trabalhar com ele e a quantas anda o disco novo? Já estão pensando em um nome ou mês de lançamento?

Esdras: Deve sair no final do ano, com ele a vibe é boa e natural. Ele é bom mesmo, tem ajudado bastante a gente nesse processo. Ainda não temos um nome para o disco, alguma sugestão? (risos)

Paulo: Bom papo, boas músicas e bons pratos: só podemos esperar coisas boas.

Autor: Gabriel Zorzo

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