Arquivo para 'Natalie Portman’s Shaved Head'

Feb 04 2009

NPSH com Lily Allen, inéditas do Klaxons, o filme do Animal Collective e o “Fala, Lúcio!”

oasis

Nosso colega Lúcio Ribeiro voltou a comentar sobre a vinda do Oasis para o Brasil e, segundo ele, estão sendo negociados shows da banda para abril e maio desse ano. Pra que não tem o hábito de ler o blog do jornalista, dei um crtl+paste em um dos parágrafos de seu último artigo:

Parece (vou repetir: Parece) que a Mondo Entretenimento ganhou a parada da T4F e está fechando o grupo inglês Oasis para shows no Brasil em abril e maio. Na lista de shows da banda em seu MySpace, é exatamente na segunda parte de abril e em maio todo que existe um buraco. Tem até um pré-contrato assinado e tudo, tipo jogador de futebol. Faltariam detalhes para o anúncio. Tipo o Oasis não achar de ir para o Japão. Começa a fazer algum sentido bizarro aquele show do Oasis em Belém que a gente ouviu falar há algumas semanas… Será?

Fiquem atentos: As fontes do Lúcio estão acertando cada vez mais.

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Quase junto com o vazamento de seu álbum, Lily Allen anunciou as primeiras datas da turnê americana de It’s Not Me, It’s You. Já são 15 datas confirmadas, começando em 1º de abril (e não é mentira, hoho), e a agenda não deve parar de crescer. Para a abertura dos shows foram escalados meus queridinhos do Natalie Portman’s Shaved Head, que deu uma entrevista ao Move That Jukebox! nos últimos dias.

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Na noite de ontem (3), o Klaxons fez mais um de seus tradicionais shows londrinos. As novidades na apresentação foram “Silver Forest” e “Imaginary”, músicas do próximo disco do grupo. Em outubro do ano passado, James Righton e cia. incluiram outras duas faixas inéditas em seu setlist: “Valley of Calm Trees” e “Moonhead”.

[youtube=http://youtube.com/watch?v=RuLOGMHsu5k]

Valley of Calm Trees @ Marina da Glória, RJ

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Recém-saído dos estúdios depois das sessões que deram origem ao Merriweather Post Pavilion, o vocalista do Animal Collective deu uma entrevista ao XFM na qual falou sobre um outro projeto da banda, que teve início há dois anos atrás. Enquanto trabalhavam no sucessor de Strawberry Jam, os membros do AC começaram a preparar um curta-metragem baseado em imagens abstratas e, provavelmente, bem psicodélicas – como de praxe. O filme está sendo produzido em uma parceria com o diretor e amigo Danny Perez e ganhará trilha sonora inédita que, segundo a banda, jamais será tocada em um de seus shows. Nenhuma previsão de lançamento foi dada.

Por Alex Correa

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Jan 29 2009

Entrevista: Natalie Portman’s Shaved Head

npsh

Atraindo boa parte de seus admiradores pelo caráter humorístico de seu nome, esse grupo de Washington te faz remexer ao som de Slow Motion Tag Team, Beard Lust, Hush Hush e de toda e qualquer faixa de seu primeiro – e único – disco, o Glistening Pleasure, lançado em meados de 2008. Com letras adolescentes e divertidas, o Natalie Portman’s Shaved Head já superou a fase da garagem e ultrapassa, cada vez mais, os espessos solos do cenário underground americano, ganhando certo destaque em terras tupiniquins com um electroclash dignissimo e recomendado expressamente pelos blogueiros mais descolados da cena.  Em 2009, o grupo faz suas primeiras turnês como headliners, e já ficou comprovado que esses jovens têm gás de sobra para agüentar a pressão que fica concentrada sobre tal cargo.

Usufruindo das vantagens que a internet tem a nos oferecer, conversei (naquele clima descontraído de sempre) com Luke Smith que, além de ser um dos vocalistas do grupo, ainda toca guitarra e teclado. É isso aí, povão: Natalie Portman’s Shaved Head de A a Z.

npsh1

Desde a formação da banda, vocês já devem ter respondido muitas perguntas sobre o nome que ela levou – e eu também não posso evitar perguntar sobre isso. Quando vocês optaram por nomear o grupo fazendo uma referência ao “penteado” de Natalie Portman em V for Vendetta, estavam tentando chamar mais atenção da mídia ou algo do tipo?

Não, nós definitivamente não tínhamos nada do tipo na cabeça… Nós nem sequer sabíamos de qual filme se tratava quando batizamos a banda. Tudo que tínhamos ouvido era que Natalie tinha raspado a cabeça pra interpretar algum personagem, e isso virou assunto no colégio durante o dia inteiro. Naquele dia estávamos fazendo um jogo na sala em que precisávamos de nomes para formar uns times, daí nós decidimos nos chamar “Natalie Portman’s Shaved Head”. As pessoas pareceram gostar, então nós resolvemos dar esse mesmo nome pra pequena banda que estávamos formando naquela hora. Naquele ponto, se tratava apenas de uma banda de piadas idiotas, mas aí nós progredimos e o nome ficou grudado!

Entendi. E depois da criação da banda, demorou muito para que o seu primeiro EP fosse lançado?

Gravar um EP era algo muito distante da nossa realidade naquele momento… Acho que demorou mais de um ano para lançarmos. A maioria das músicas que gravamos foi disponibilizada direto para download no MySpace para nosso amigos e tal. Até então, não existia demanda alguma para um EP de verdade, então só o fizemos para dizer que tínhamos lançado um. Queríamos algo para segurarmos em nossas mãos.

E quando vocês começaram a tocar ao vivo?

A Claire conseguiu nosso primeiro show na grande inauguração de um clube em Seattle. Acho que isso foi em dezembro de 2005. Como tinha uma penca de jornalistas lá, a gente foi meio que jogado instantaneamente sob os olhos do público de Seattle. No dia seguinte saíram uns três artigos sobre nós e ficamos completamente malucos com aquilo. Depois a gente se concentrou em terminar o colégio e tocar em pequenas festas e casas de shows quando éramos convidados. Chegamos a tocar com um cara chamado MC Vagina, que é completamente hilário…

(Risos). Nunca ouvi falar sobre esse MC.

É… Acho que ninguém jamais ouvirá. Era esse tipo de show que estávamos fazendo no começo. As pessoas queriam nos botar para tocar com um bando de coisa eletrônica, experimental e grosseira.

[youtube=http://br.youtube.com/watch?v=FDJc_l2Nf2I]

E quando foi que as pessoas começaram a perceber que vocês não faziam parte desse grupo de coisas eletrônicas, experimentais e grosseiras?

Deus, eu não tenho idéia. Talvez quando tocamos com o CSS em Seattle pela primeira vez?! Nós meio que ficamos amigos pela internet, então foi maravilhoso tocar com eles.

Esse com certeza foi um salto incrível.

Com certeza! Essa foi uma das maiores bandas para quem já abrimos. Os ingressos esgotaram e o local estava socado de gente. Um show completamente doido…

Seria ainda mais “doido” se vocês estendessem sua turnê com o CSS ao Brasil em 2009.

Sim! Isso seria incrível. Adorariamos faze-lo!

Em respostas de mensagens de Natal brasileiras, vocês diziam algo como “com sorte a gente vai se ver no Brasil em breve”. Existe algo sendo planejado?

(Risos). Ainda não, infelizmente. Nós ficamos surpresos com a quantidade de mensagens de gente do Brasil, então acho que seria legal descer aí eventualmente, mas nenhum plano mais concreto por enquanto. Ainda temos que ir à Europa! Sinto que vamos fazer uma penca de coisas em 2009…

As pessoas aqui estão quase vendendo suas almas para ver o CSS ao vivo mais uma vez.

(Risos). Eu ouvi dizer que há um tipo de rejeição começando. Adriano disse algo sobre os adolescentes brasileiros odiarem o CSS e nos odiarem também. Electro-rejeição?! Não sei…

Não tenha certeza disso. Na verdade ouve um episódio envolvendo uma sátira de bandas do gênero  (principalmente do próprio CSS) que deixou o Adriano realmente irritado…

(Risos). Ah! Eu definitivamente já vi (o vídeo) antes! Bem, tenho certeza que seria totalmente alucinante tocar aí de qualquer forma.

Então, voltando ao assunto… A gente pode perceber uma grande evolução na sonoridade da banda do Secret Crush EP para o Glistening Pleasure. Quem (ou o que) foi responsável por esse amadurecimento?

Bem, o Secret Crush foi montado bem rápido e nós não tínhamos idéia alguma do que estávamos fazendo. No Glistening Pleasure nós fomos mais a fundo e mapeamos o que queríamos fazer e como queríamos fazer. Queríamos fazê-lo digno e gravamos a maior parte dele da mesma forma. Éramos somente nós gravando em um porão usando meu laptop. Decidimos gravá-lo da melhor forma possível, daí trabalhamos em nossos vocais e tivemos o apoio de um produtor e de um excelente mixador. Com certeza esse processo levou tempo suficiente… Trabalhamos nele por quase um ano, mas porque ainda estávamos aprendendo enquanto íamos gravando, então acho que terminou bem para nossa primeira experiência.

Acho que isso significa que vocês soarão ainda melhores em um segundo álbum. Mas, ao mesmo tempo, me parece muito cedo para começar a pensar em material novo.

Não! Na verdade nós começamos a trabalhar nas primeiras fases de um próximo disco. Ainda é cedo, mas eu acho que ele vai ficar ótimo, de verdade. Vai ficar mais “badass” também.

[youtube=http://br.youtube.com/watch?v=rL3Xq1a8_wo]

Talvez essa seja uma pergunta meio injusta, mas entre CSS, Matt & Kim e The Go! Team, qual deles é a melhor companhia para uma turnê?

(Risos). Garoto… Vamos ver. A verdade é que todos são realmente legais. Essa última turnê foi insana. Ter quatro bandas tentando se encaixar no palco para fazer passagem de som e tudo mais parece muito, mas todo mundo foi super legal. Nós viramos amigos bem próximos de todos eles! Se eu tivesse que escolher entre um deles, acho que ficaria com o CSS, só porque ficamos ainda mais próximos deles. E eles sabem como se divertir! Acabo de me lembrar que em Boston nós encontramos a cabeça de uma galinha morta no chão e tiramos fotos com ela.

Me parece que esses after-shows são bebedeiras puras…

(Risos). A gente não estava ficando tão bêbado porque, na verdade, é meio ilegal sair bebendo por aí na nossa idade. De todos nós, o Shaun é o único que tem idade para beber, e as leis são muito especificas sobre isso. Mas você sabe, nós fazemos o que conseguimos. Somos bem punk rock.

Falando assim, vocês parecem ainda mais novos do que eu imaginava que fossem. De qualquer forma, suas músicas são completamente conectadas com essa juventude de vocês. Quem as compõe?

Eu componho bastante, mas Shaun e eu geralmente trabalhamos juntos nas letras. Nós simplesmente escrevemos sobre o que sabemos da vida. Se sentir novo, fresco. Sobre nossos amigos e nossos primeiros fios de barba… É mais genuino do que parece.

Falando sobre se sentir “novo e fresco”, a fama já está influenciando na sua vida, uhn… amorosa?

(Risos)…. Eu não sei se eu posso falar sobre isso. Certamente não deixa feridas, vamos pôr dessa forma. Mas eu diria que precisamos de um pouco mais de fama para entrar em um nível romântico mais alto. Precisamos estar nos encontrando com supermodelos e tudo mais…

Então eu acho que já estamos acabando. O que você pode me falar sobre seus planos para esse ano?

Existem alguns grandes planos pra 2009. Nós já temos praticamente o ano inteiro planejado (até onde se pode planejar nesse trabalho maluco). Um monte de coisas que eu ainda não posso falar sobre. Mas nós vamos tocar em vários lugares diferentes, espalhando o gospel do NPSH pelo mundo. Teremos algumas grandes turnês, e estamos particularmente animados para tocar no SXSW em Austin (Texas). Também teremos um clipe novo em breve!

Lançar esse tal segundo disco, fazer shows com algumas bandas em particular…

Ahhhh, ainda não posso falar quais são as bandas. Ainda não sei mais sobre esse segundo álbum. A gente vai gravar da forma que fluir, naturalmente. Provavelmente teremos músicas novas no ano que vem. Talvez um novo disco, quem sabe? Mas com certeza seremos headliners de algumas turnês. Estou animado para ver muita gente diferente em cidades diferentes. Todos os lugares têm uma vibe diferente, e todas as pessoas são divertidas e estranhas do seu jeito. É divertido explorar. E David, Liam e eu faremos 21 anos, então poderemos beber.

Aquele papo de “live fast and die young”… entendi.

(Risos) Pois é! As coisas vão ficar insanas. Punk Rock… vamos comprar umas jaquetas de couro e tudo mais.

Totalmente badass. Então é isso. Alguma mensagem para o Brasil?

Fiquem tranqüilos! Sejam pacientes, nós chegaremos ao Brasil o mais rápido possível! Temos procurando umas viagens para o Brasil, queremos explorar!

Por Alex Correa

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Dec 31 2008

Uma dose exagerada de informação

Hoje é quarta-feira, mas está quase tudo parado devido as férias de final de ano e, claro, à véspera de ano novo. Todos preparados para o réveillon? Eu estou e, para finalizar o ano bem, venho fazer um mega update sobre os acontecimentos dos últimos dias. Como se não bastasse a coletânea do Marçal…

Ah, antes de começarmos… Você já votou no Best Blogs Brazil? O Move That Jukebox! está entre os cinco primeiros em sua categoria, mas queremos ainda mais – e, para isso, contamos com você! Se inspirem na mobilização bonita que está acontecendo na comunidade do The Killers em prol do nosso brogui (e, se você for moderador de alguma outra comunidade, mobilize seu povo!). Agora vamos lá…

- O Blur andou se atualizando e reformou completamente sua página no MySpace, que agora conta com blogs recentes e agenda de shows atualizada. Vale lembrar que o grupo volta aos palcos em Julho com dois shows marcados (sendo que um deles já teve seus ingressos esgotados) e que, segundo o The Sun, estão confirmadíssimos para o Glastonbury ‘09. Mesmo com as atualizações, a tensão de saber quem são os misteriosos “special guests” não passa – uma situação semelhante à dos brasileiros em relação às bandas brasileiras que abrirão para Kraftwerk e Radiohead no Just a Fest, que acontece nos dias 20 e 21 de Março.

- Falando em Blur, o baixista Alex James falou ao The Mirror que ficaria surpreso se Amy Winehouse e Pete Doherty sobrevivessem até a virada do século. O curioso é que o próprio Alex, que já admitiu ter consumido cocaína em quantidades altíssimas, está vivíssimo até hoje com seus recém-comemorados quarenta anos. É mais ou menos aquele papo de cospir no prato em que comeu… ou não.

- Ah, emendando com o tópico de cima, o assistente do empresário de Amy deu uma declaração a um jornal local em que dizia que a cantora torrava cerca de 3,500 libras com drogas SEMANALMENTE. Além disso, Alex Haines ainda lembrou do momento bulímica de Wino contando que chegou a encontrar sua escova de dentes vo-mi-ta-da. Barbaridade, né? E o pior é que falavam que os dois tinham um caso, lembram?

- Sei que isso é desinteressante para a maioria de vocês, mas vale comentar que o Ladytron estará abrindo (mandem um “alô” pro meu gerundismo infame) para o bom e velho Depeche Mode láá na européia Península Balcânica em Maio. A gente nunca sabe quando um leitor jukeboxer vai dar uma passadinha por aquela região, não é verdade?

- Nomeado a personalidade do ano pelo MusiCares, o músico Neil Diamond receberá homenagens de Adele, Foo Fighters, Coldplay e de outros artistas em um concerto beneficente em fevereiro, coladinho com a cerimônia do Grammy. Com 67 anos, Neil segue os passos de outros grandes nomes como Bono Vox, Sting, Elton John, Quincy Jones e Pavarotti.

- Enquanto as apresentações brasileiras do Coldplay não são confirmadas, a banda divulga em seu site oficial algumas coisinhas para o Natal. Visitando Coldplay.com, você pode fazer o download gratuito de Viva La Vida remixada por Thin White Duke (a.k.a. Stuart Price, que já remixou Kasabian, New Order, Beck, The Killers, Madonna e uma penca de outros artistas) e conferir o quarteto usando gorros de papai noel e fazendo sua versão de Jinggle Bells com o ator Simon Pegg (ok que o vídeo não quer rodar no meu computador, mas ele está lá!). A performance natalina foi feita no O2 Arena, onde Chris Martin foi barrado durante alguns minutos por um segurança que não o reconheceu.

- Pegando as sobrinhas do Coldplay, estão dizendo por aí que Chris fará uma participação no próximo CD de Leona Lewis. Será?

- A campanha One Laptop Per Child (um laptop por criança, em português) recriou John Lennon digitalmente para dar ainda mais força à sua campanha. Na propaganda, John pode ser ouvido e assistido incentivando a causa: “Imagine se todas as crianças do mundo, independente de onde estiverem, pudessem acessar um universo de conhecimento”. Yoko Ono aprovou, e você vê o vídeo aqui:

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=4b4GkGMiBDQ&]

- Ian Brown, vocalista do extinto Stone Roses, avisou aos fãs pelo MySpace que está trabalhando em novo material. O sexto álbum do cara deve ser lançado em Agosto.

- Depois de lançar o documentário Mirroir Noir, o Arcade Fire está trabalhando em seu terceiro álbum – mas Win Butler avisa: Sem responsabilidade alguma. Butler contou à Pitchfork que está adorando compor sem ter a usual responsabilidade de gravar um disco em um período de tempo pré-determinado, mas também deixou claro que não quer fazer os fãs esperarem tanto para um álbum novo quanto aconteceu entre o lançamento de Funeral (2004) e Neon Bible (2007).

- O site A.V. Club publicou uma lista quilométrica do que, para ele, foram os piores nomes de bandas de 2008. Dividida em categorias (como “Melodramatic Theater Nerd Names”, “Still Doing The Wolf Thing” e “!!!!!!!!”), a lista classifica o Natalie Portman’s Shaved Head (da categoria “Reworking Proper Names and Trademarks”) como o pior nome de banda do ano. Aguardem, pois vocês vão saber o que o grupo achou disso assim que a primeira  magazine em PDF do Move That Jukebox! for lançada, na primeira quinzena de janeiro.

- Antes de ver o Little Joy ao vivo, os brasileiros vão poder comprar a edição nacional do disco do trio (que, ao vivo, se transforma num sexteto) em diversas lojas. O álbum será lançado pelo selo Som Livre Apresenta a partir de janeiro e foi escolhido pelo jornalista britânico Nick Hornby (autor do filme Alta Fidelidade) como o melhor de 2008. Na lista do rapaz, Vampire Weekend vem logo atrás (rimou, rere), na segunda posição.

- Assistindo a um show do Killers em Londres, Sir. Paul McCartney resolveu seguir a linha de Elton John e soltou que gostaria de gravar algo com os americanos. Mais uma vez usando o The Sun como fonte, eu digo a vocês: Paul não só gostou da apresentação como libertou seu eterno espirito jovial e entrou no camarim de Brandon Flowers dançando e usando uma máscara feito a de Alice Cooper. Tá aí algo que eu pagaria pra ver.

- Por hoje, é só. 2008 vai acabando e, nas últimas horas do ano, gostaria de desejar muita sorte, dinheiro e pessoas do sexo oposto (ou do mesmo sexo, caso você curta) a todos vocês! Feliz ano novo, uhuuu!

Por Alex Correa

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Sep 25 2008

Do The Dance! – Vol. 5

Estavam com saudade da animação das músicas de festa? Fiquei duas semanas sem escrever a coluna por falta de tempo, mas aqui estou novamente para as recomendações mais alegres deste blog. Já que os deixei carentes não vou me prolongar e partir direto para as recomendações, que hoje estão em maior número, como um pedido desculpas pelas duas semanas vazias.

Cut Copy – Nobody Lost, Nobody Found

Para mim um dos melhores álbuns do ano, ‘In Ghost Colours’, o mais recente deste trio de Melbourne, é cheio de hits, e um deles é ‘Nobody Lost, Nobody Found’. Base dançante, baixo marcante e refrão pop. SIJOGA!

Natalie Portman’s Shaved Head – Slow Motion Tag Team

Só pelo nome já da pra notar que eles querem mais é se divertir sem medo. E ouvindo ‘Slow Motion Tag Team’ se tem certeza disto. Música sem compromisso, apenas guitarras, sintetizadores, vozes agudas, e muita, muita diversão.

Justice – DVNO (Sunshine Brothers Mix)

Em ritmo de Skol Beats, vou recomendar uma música de cada uma das atrações que eu estou mais ansioso para ver. A primeira é Justice, que teve DVNO remixada pelos Sunshine Brothers, que tiraram o peso do maximal francês, colocaram batidas rápidas e dançantes e mudaram a melodia, inserindo vários recortes na voz. Ouça e verá do que estou falando.

Digitalism – ZDRLT (Rewind)

A outra atração é o Digitalism. Com o hype do Justice nesse festival, o duo alemão acaba ficando meio esquecido. E aqui está uma outra versão da música ‘Zdarlight’ feita por eles mesmos, em que foram adicionados vocais e partes da música original tocando de trás pra frente, para demonstrar o quanto eles também têm a mostrar em seu live neste sábado. Viva o Skol Beats!

Kid Sister – Control

Bases eletrônicas, duo de homem e mulher fazendo rap a la gangsta, mas sem cara de 50 Cent ou outros ascendentes do gueto. O lance da Kid Sister é fazer hip hop para a pista de dança, para curtir sem precisar fazer cara de mau ou mostrar os anéis, correntes e grillz. Como eu sempre defendo, diversão sem conceitos.

Late Of The Pier – Broken (Fairy Lights Mix)

Estava faltando um pouco de rock por aqui. O remix para a ótima ‘Broken’ não tirou sua essência rock, pois a guitarra e o baixo continuam lá. Apenas adicionou batidas eletrônicas e aumentou sua velocidade, para deixar a música ainda melhor de se ouvir e perfeita para se dançar.

Bom, após uma coluna com o dobro de recomendações, fico por aqui, mas volto semana que vem com mais músicas para manter seu astral lá em cima. Hasta la vista!

Autor: Marçal Righi

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