Arquivo para 'passion pit'

Feb 20 2010

Passion Pit remixa “Fall Hard”, do Shout Out Louds

Por Neto

Eu adoro Shout Out Louds e curti muito o Manners, debut do Passion Pit, lançado no ano passado. Então, poxa, juntar os dois em um remix seria algo foda, certo? Aí os americanos do Passion Pit pegaram o novo single da banda sueca, “Fall Hard“, e…DESTRUIRAM A MÚSICA!

Sério, transformaram uma ótima faixa do Shout Out Louds, cheia de guitarrinhas interessantes, em uma batidão mezzo lo-fi com sintetizadores que te fazem pegar no sono – ou mudar de música antes que os 5 minutos de chatice eletrônica te deixem entediado.

Em todo caso, fica aqui o link para download (é só clicar com o botão direito do mouse e apertar em “Salvar link como…”, pra quem não souber), cedido pela Merge, que lança o terceiro disco do Shout Out Louds no próximo dia 23. Tentarei postar uma resenha de Work por aqui assim que der, fechô?

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Feb 01 2010

Clipe: Passion Pit – Sleepyhead (Segunda versão)

Se você curte Passion Pit, não deve ter perdido o primeiro clipe de “Sleepyhead”, uma das melhores músicas de Manners. Lançada em 2008, a versão oficial do vídeo foi feita para combinar com as tendências eletrônicas e modernetes do grupo e, justamente por isso, veio toda refinada. Mas, de tão boa, “Sleepyhead” não se contentou com um clipe só.

O Stereogum soltou hoje, há poucos minutos, uma segunda versão do vídeo – que, agora, remete tanto ao Castelo Rá-tim-bum quanto ao Architecture In Helsinki. Supõe-se que o clipe já esteja arquivado há tempos, mas a gravadora simplesmente o dispensou para levar sua outra versão ao ar. A história é longa, mas você pode [tentar] entende-la aqui. De qualquer forma, mais vale pular direto pro vídeo:

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Jan 31 2010

A gente não postou, mas você precisa saber

Os filhos dos Beatles são idênticos aos paisTwitter, 30 de janeiro

“Viva La Vida”, do Coldplay, por um coral infantilTwitter, 30 de janeiro

Apparatjik announce debut album release date - NME, 29 de janeiro

Spoon performing “Written In Reverse” on KCRWTrabalho Sujo, 29 de janeiro

National’s Matt Berninger Talks New LPPitchfork, 29 de janeiro

Panda Bear Set to Release ‘Tomboy’ in SeptemberPrefixmag, 29 de janeiro

Pete Doherty to be quizzed over Libertines filmmaker’s deathNME, 29 de janeiro

Kasabian’s Tom Meighan Says Liam Gallagher Should Go SoloSpinner, 28 de janeiro

New Yeasayer: “O.N.E”Pitchfork, 27 de janeiro

Produção do ‘BBB 10′ negocia show com Coldplay - Terra Música, 27 de janeiro

The best Scottish bands of the NoughtiesScotsman, 27 de janeiro

Passion Pit remix Lady GagaStereogum, 26 de janeiro

The Who vai tocar medley de sucessos durante apresentação no Super BowlG1, 26 de janeiro

New Joanna Newsom Song!Pitchfork, 26 de janeiro

Ingressos para shows do Gossip no Brasil estão à venda nesta quarta-feiraEsquina da Música, 26 de janeiro

Wilco Offers Concert Downloads to Benefit HaitiSpin, 26 de janeiro

Trailer do filme do Animal CollectiveBloody Pop, 26 de janeiro

Jack White and Raconteurs record with Wanda JacksonNME, 26 de janeiro

Matt Bellamy e Lily Allen tomando um solzinhoTwitter, 25 de janeiro

That New Daft Punk Tron Track Is Not a New Daft Punk Tron TrackPitchfork, 25 de janeiro

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Jan 12 2010

Passion Pit toca “Dreams”, dos Cranberries

No último dia 10, domingo, os rapazes do Passion Pit resolveram reviver os anos 90 bem no meio de um show – e, pra fazer isso, nada melhor que mandar um cover de “Dreams”, do The Cranberries, entre “Eyes as Candles” e “Sleepyhead”. E foi exatamente o que fizeram:

Os Cranberries fazem quatro shows no Brasil entre janeiro e fevereiro passando por São Paulo, Rio, Porto Alegre e Belo Horizonte. O Passion Pit, dizem, não deixa de vir ao país em 2010. Será?

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Jan 08 2010

Dani Arrais’ Jukebox (don’t touch my moleskine)

Por Neto

Na primeira edição de 2010 da nossa coluna Jukebox Weekly, temos o prazer de receber Daniela Arrais (@daniarrais). Dani (/íntimo), no auge de seus 26 aninhos, é jornalista da Folha Online e mantem o ótimo e recomendadíssimo blog don’t touch my moleskine – um dos melhores blogs para dara aquela desestressada e apreciar belas imagens, textos e vídeos que a autora oferece a seus fiéis leitores.

Foto roubada do site da Pix

Do the D.A.N.C.E. – o que não pode faltar na hora de soltar a franga na pista?
Música pra dançar! Por mais óbvio que isso seja, não é o que a gente costuma ouvir quando vai pra determinadas festas. A galera adora soltar a novidade que saiu na noite passada, menos porque ela é dançante, mais porque ela diz o quanto você é “antenado”. Tenho preguiça. Um set bom, pra mim, tem de ESG a Beyoncé, passando por Hot Chip, Madonna, Roxy Music e até Zizi Possi.

E o hype? – o que você tem escutado de novidade?
The XX, um hype que vale à pena! Fico com preguiça de acompanhar absolutamente tudo que é lançado, então baixo pouca novidade. Mas resolvi prestar atenção a essa banda e me surpreendi – o disco deles acabou sendo um dos mais tocados por aqui. Acho que 2009 foi um ano de lançamentos maravilhosos. Ouvi muito os novos discos de Cidadão Instigado, Céu, Arnaldo Antunes, Lucas Santtana, Lulina, Yo La Tengo, Bill Callahan, Sonic Youth, Passion Pit. E as velharias de sempre que eu amo, claro.

Good Times Bad Times – qual banda/artista sempre esteve ao seu lado, fazendo, por mais piegas que isso possa soar, a “trilha sonora de sua vida”?
Olha, são muitos, viu? Neil Young, Velvet Underground, Cat Power, Bob Marley, David Bowie, João Gilberto, Lulu Santos, Miles Davis, Reginaldo Rossi, Patsy Cline, Nick Drake, Zezé di Camargo e Luciano, Rita Lee, Beatles, Rolling Stones, Silver Jews, Tim Maia, Tindersticks, Vinícius de Moraes, Yo La Tengo, Pulp, Belle and Sebastian, Chico e Caetano, Maria Bethânia, Luiz Melodia, John Coltrane, Hole. E com certeza esqueci de alguns…

Se você enchesse seu moleskine de letras de músicas (ou pedaços de letras), qual iria pra capa?
Nossa, muito difícil! Mas acho que fico com um trecho de “Powderfinger”, de Neil Young: Just think of me as one you’d never figure.

Você não vale nada mas eu gosto de você – todo mundo tem um guilty pleasure, vai. Aquela banda que, quando começa a tocar no computador, você desabilita o last.fm o mais rápido que pode.
Hahaha. Olha meu Last.fm pra ver que eu não deleto nada! Ouço de tudo. Mas o que alguém poderia chamar de guilty pleasure é Zezé di Camargo e Luciano, que eu amo. Aliás, tô vendo agorinha “2 Filhos de Francisco”, pela sexta, sétima vez. E me acabo de chorar em todas… E olha que Mival ainda nem morreu!

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Dec 21 2009

Os 15 melhores álbuns internacionais de 2009, por Neto Rodrigues

Por Neto

Eu sei que todos já devem estar cansados dos zilhõõões de listas que apareceram por aí nos últimos dias, né? Muitas em virtude do fim da década, elegendo os melhores discos, os piores, as melhores músicas, as pessoas que arruinaram os últimos dez anos, os melhores clipes e por aí vai. E a contagem só aumenta quando você pensa que todos os exemplos, ou a grande maioria deles, podem ser feitos de forma “nacional” e “internacional”. Enfim, o que interessa é que, com a lista abaixo, procurei citar meus discos internacionais preferidos de 2009 – o que é sempre complicado porque é impossível agradar a todos e nem sempre as justificativas propostas são convincentes para alguns, que não aceitam que o disco X ou Y não tenha entrado na seleção final. Então, quando você se deparar com a listagem abaixo e não enxergar nada do Grizzly Bear ou do Animal Collective, lembre-se do seguinte comentário, postado pelo Eduardo Martinez num ótimo texto do Marcelo Costa: “E quem espera concordar com uma lista de cabo a rabo certamente acredita em Papai Noel e Coelhinho da Páscoa”.

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15: Lily Allen – It’s Not Me, It’s You
Muita gente não curtiu a mudada de rumo que Lily deu em seu segundo CD. Depois do “pop-ska” de Alright, Still, Lily trocou o ritmo jamaicano por batidinhas eletrônicas e se deu muito bem. Se não teve todo o impacto de seu debut, pelo menos a cantora-que-não-sabe-a-hora-de-ficar-calada mostrou que pode transitar bem por várias vertentes do pop e que deveria repensar sua decisão de se afastar da música por um tempo.
Escute: “Who’d Have Known” e “Not Fair“.

fever ray

14: Fever Ray – Fever Ray
Sombrio, sexy e instigante – são alguns dos adjetivos que podemos dar ao projeto solo da vocalista do The Knife, a sueca Karin Dreijer Andersson. Com uma sonoridade que nos remete desde Portishead até o som de sua banda principal, o disco do Fever Ray se consolida como um dos melhores debuts do ano, contanto com paredes de sintetizadores e climatizações muito bem arranjadas.
Escute: “Seven” e “Triangle Walks“.

passion pit

13: Passion Pit – Manners
Depois de um celebrado EP – Chunk of change – o Passion Pit lançou seu primeiro LP, intitulado Manners, e mostrou que o hype às vezes acerta. A voz fina de Michael Angelakos é um dos trunfos do grupo, que aposta muito em arranjos e ritmos comandados principalmente por sintetizadores e pianos, com eficientes guitarras ocasionais.
Escute: “Sleepyhead” e “Little Secrets“.

tmv

12: The Mars Volta – Octahedron
Com “apenas” 50 minutos – o que é pouco para os padrões da banda -, o The Mars Volta concebeu o que os próprios integrantes chamaram de “o mais próximo de um álbum acústico que podemos fazer”. Os resultados foram músicas com uma calmaria que impressionou muitos fãs xiitas das guitarras e percussões poderosas que Cedric e Omar normalmente costumam disparar contra os ouvidos alheios. Mas, obviamente, Octahedron também tem seus momentos mais pesados e característicos da banda.
Escute: “Cotopaxi” e “Since We’ve Been Wrong“.

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11: The XX – XX
O quarteto londrino – que virou um trio recentemente – foi, provavelmente, a banda mais hypada de 2009. Fato que não é injusto, visto que o grupo fez um dos discos mais redondos do ano – é muito improvável alguém gostar de uma música específica do debut e não gostar do trabalho por inteiro. A leveza dos sintetizadores de xx somada aos discretos riffs de guitarras e aos vocais femininos e masculinos se intercalando fizeram o primeiro disco do trio inglês ganhar o 11° lugar da lista.
Escute: “Heart Skipped a Beat” e “Crystalised“.

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10: The Pains Of Being Pure At Heart – The Pains Of Being Pure At Heart
A melhor (e única, talvez??) mistura de dream pop com shoegaze surgida nos últimos anos! A banda nova-iorquina formada dois anos atrás lançou seu debut em 2009 e conquistou vários fãs com uma sonoridade que pega influências desde The Cure até My Bloody Valentine e Jesus & Mary Chain. Alguns meses depois de ter lançado seu debut, o quarteto americano ainda teve fôlego pra lançar um EP, o ótimo Higher Than The Stars.
Escute: “Stay Alive” e “Young Adult Friction“.

gossip

09. Gossip – Music For Men
O trio que ficou conhecido pelos discos crus e energéticos resolveu lançar mão do pop nesse novo trabalho – e o fez com muita competência, diga-se de passagem! Beth Ditto, a cantora mais huuuuuuuge de que se tem notícia, teve a ideia de acalmar um pouco a sonoridade da banda e surgiu com um CD redondinho que mistura rock, pop, garage e uma atmosfera dance bem surpreendente e agradável.
Escute: “Heavy Cross” e “Four Letter Word“.

wolfmother

08. Wolfmother – Cosmic Egg
Apesar do título horrendo, Cosmic Egg é um dos melhores lançamentos do ano para quem é fã de hard rock misturado com muitas, mas muitas guitarras pesadas jimmypagianas. Mas, no meio de tanto barulho, ainda podem ser encontradas baladas interessantes. Enfim, um disco de rock basicamente completo, com instrumental bem executado e a voz de Andrew Stockdale soando mais impressionante do que nunca.
Escute: “New Moon Rising” e “10.000 Feet“.

koc

07. Kings of Convenience – Declaration of Dependence
Aqui a tranquilidade e a calmaria reinam de forma absoluta. O duo norueguês de indie folk crava 100% de acerto em sua carreira que conta com 3 maravilhosos discos. Erlend Øye e Eirik Glambek Bøe se declaram dependentes (sacaram?) um do outro produzindo lindas melodias que soariam vazias e até mesmo sem sentido caso um não existisse na vida do outro. Que bonito, não?
Escute: “Boat Behind” e “Me In You“.

sy

06. Sonic Youth – The Eternal
Não dá pra fugir muito do clichê no caso do Sonic: décimo sexto disco na carreira dos cinquentões (a maioria da banda) e soa como se estivessem fazendo seu primeiro álbum, na longíqua década de 80, tentando experimentações não usuais e afinando suas guitarras da forma mais inusitada possível – isso tudo culminando em um dos melhores shows que o Brasil viu em 2009.
Escute: “No Way” e “What We Know“.

tcv

05. Them Crooked Vultures – Them Crooked Vultures
Reunir John Paul Jones, Dave Grohl e Josh Homme não poderia dar em outra, né? Discão pesado e consistente, como há tempos não se via. Mais de uma hora de muita porrada com as guitarras stoner de Homme, que canta em todas as 13 faixas. A cozinha do trio é de dispensar comentários – Grohl voltando aos seus áureos tempos de Nirvana e Paul Jones empunhando seu baixo que tanto barulho fez na década de 70.
Escute: “Mind Eraser, No Chaser” e “Gunman“.

phoenix

04. Phoenix – Wolfgang Amadeus Phoenix
Um CD que começa com o trio de músicas “Lisztomania”, “1901″ e “Fences” deveria estar, automaticamente, em qualquer lista de melhores de 2009 que se preze. Em seu quarto trabalho, o Phoenix conquistou os ouvintes não familiarizados com sua música, foi em todos os talk-shows possíveis, gravaram para o Blogotheque e lotaram apresentações em todo o mundo – menos no Brasil, que esqueceu de trazer o grupo em seu melhor ano.
Escute: “1901” e “Lisztomania“.

Kasabian

03. Kasabian – The West Rider Pauper Lunatic Asylum
Depois de um razoável segundo disco, o Kasabian surpreendeu muita gente (eu, inclusive) com uma mistura muito convincente de britpop, psicodelia, Beatles, Stones e outros marcos da música inglesa. A faixa “Fast fuse” entrou até para a trilha sonora do game Fifa 09′, enquanto “Underdog” foi tema de uma propaganda da Sony que teve a participação de Kaká.
Escute: “Fire” e “Underdog“.

ff

02. Franz Ferdinand – Tonight
Um CD que começa com Alex Kapranos dizendo que está entediado e te chamando pra ficar chapado não tem como ser ruim. Aí vem uma dezena de músicas que mostram que o quarteto inglês quer te levar para a pista de dança a qualquer custo. Ou você acha que toda aquela viagem psicodélica de “Lucid Dreams” está ali à toa? E que venha março de 2010!
Escute: “Turn it on” e “Ulysses“.

AM

01. Arctic Monkeys – Humbug
Muita gente achou que Josh Homme foi o culpado pela “seriedade” que os Monkeys apresentaram em seu terceiro disco. Já eu prefiro dizer que ele foi UM dos responsáveis pela incrível evolução dos moleques de Sheffield. Humbug é visivelmente mais pensado e trabalhado do que os álbuns anteriores e mostrou que o quarteto conta com pelo menos dois grandes instrumentistas: o batera Matt Helders e, é claro, Alex Turner, que não só canta e toca com precisão exemplar, como também se mostra um dos bons letristas dos anos 00′.
Escute: “Crying lightning” e “Cornerstone“.

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Dec 11 2009

Passion Pit toca no programa de Jimmy Kimmel

Por Neto

2009 foi um ano e tanto para o Passion Pit – não só os caras lançaram um dos bons debuts do ano como também marcaram presença em vários programas da TV americana. No último dia 8, o quinteto de…respira…Massachusetts tocou a ótima “Little Secrets” pra uma platéia bem animada presente no talk-show de Jimmy Kimmel. O vídeo da apresentação da banda que estava nos planos iniciais do Planeta Terra 2009 está logo abaixo, com direito a solinho de guitarra e tudo mais:

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Dec 09 2009

The XX tocam “Crystalised” acústica em Amsterdã

Na semana passada nós postamos os vídeos do Phoenix tocando algumas músicas acústicas pelas ruas de Paris, vocês chegaram a ver? A produção foi assinada pelo La Blogotheque, da França, que possui vários primos espalhados pelo mundo: No Brasil, por exemplo, é o Música de Bolso que grava e divulga vídeos de artistas nacionais tocando músicas de forma alternativa. Acontece que, pra minha surpresa, a capital holandesa também tem um projeto audiovisual do gênero – chama-se Amsterdam Acoustics, que já gravou com Passion Pit, Peter, Bjorn and John e até Eagles of Death Metal. Mesmo assim, não são nenhum desses que chamaram a minha atenção: Em julho desse ano, o AA levou Romy Madley Croft e Oliver Sim, do sempre ascendente The XX, para gravar uma versão acústica de “Crystalised” em um dos cartões postais da cidade. Já assisti umas dez vezes:

Via Lalai.

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Nov 21 2009

Clipe: Passion Pit – Little Secrets

Por Neto

Muito boa essa música, né?

Vi no Rock In Press.

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Oct 01 2009

Phoenix lançará versão remixada de seu último disco

Por Neto

phoenix

Geralmente não dou muita atenção para discos de remixes. Quase sempre prefiro as versões originais das músicas. Mas quando se trata de um dos melhores discos do ano, a curiosidade fica maior, definitivamente.

Me refiro ao Wolfgang Amadeus Phoenix. Sua versão remixada se chamará Remix Collection (quanta criatividade) e terá lançamento digital no próximo dia 13.

Artistas como Animal Collective, Passion Pit, Friendly Fires, além de Devendra Banhart, já citado aqui, participarão da empreitada. Confira o tracklist completo:

01 – Lisztomania (Alex Metric Remix)
02 – Fences (The Soft Pack Remix)
03 – 1901 Bo Flex’d (Passion Pit Remix)
04 – Lasso (2 Door Cinema Club Remix)
05 – Fences (25 Hrs a Day Remix)
06 – 1901 (L’aiglon Remix)
07 – Love Like a Sunset (Turzi Remix)
08 – Fences (Boombass Remix)
09 – Lisztomania (A Fight For Love – 25 Hrs a Day Remix)
10 – Fences (Friendly Fires Remix)
11 – Armistice (YACHT Remix)
12 – Girlfriend (Young Fathers Remix)
13 – Fences (Chairlift Remix)
14 – Rome (Neighbours with Devendra Banhart Remix)
15 – Love Like a Sunset (Animal Collective Remix – Deakin’s Jam)

Para baixar (via Pitchfork) o remix feito pelo Animall Collective, basta dar um clique aqui.

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Aug 01 2009

Passion Pit ao vivo no MySpace Transmissions

Por Neto

O MySpace Transmissions é um projeto que vem dando belos resultados. A fórmula é simples e manjada – artistas tocando suas músicas ao vivo em um estúdio – mas dificilmente terá erro se a escolha das bandas for acertada. Até agora já passaram pelos estúdios do MySpace bandas como Vampire Weekend, Nada Surf, City and Colour, Cold War Kids, entre outras. E pra aumentar a lista de boas escolhas que o projeto faz, a banda Passion Pit foi chamada pra tocarem algumas músicas de seu disco de estréia, o elogiado Manners.

Passion Pit “Sleepyhead” from MySpace Transmissions

O quinteto americano dá uma boa amostra de quão competentes seus integrantes são ao vivo, executando cada mínimo detalhe e efeito que as canções têm no álbum. Destaque para o vocalista Michael Angelakos que, mesmo ao vivo, consegue manter firme sua voz de timbre peculiar.

Passion Pit “Little Secrets” from the MySpace Transmissions

Pra ver todos os 4 vídeos (as outras músicas são “Moth’s Wings” e “I’ve got your number”) mais algumas entrevistas com a banda, é só ir lá na página do MySpace Transmissions.

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Jul 17 2009

Clipe: Passion Pit – Eyes as Candles

Cinco cientistas tentando fazer o mundo superaquecer há alguns séculos atrás: Essa é a proposta do novo clipe do Passion Pit, ‘Eyes as Candles’, terceiro a sair do debut da banda. Ficou legal, mas eu prefiro o de ‘Sleepyhead‘:

(Sim, a tag do Vimeo está errada, não a nossa)

Você já tinha reparado que a guitarra do início era tão bonitinha?

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May 04 2009

Passion Pit – Manners

Na maioria dos casos, encontramos bandas muito mais complexas do que parecem. No caso do Passion Pit, o que acontece é justamente o contrário. Lançado em 2008 com o EP Chunk of Change, o grupo se tornou uma das maiores apostas para esse ano assim que anunciou o lançamento de Manners, disco que repetiu demais a dose de indie-POP que já conheciamos.

O Passion Pit pode ter se tornado uma vitima do grande hype, que fez com que esperanças magnânimas fossem criadas em torno de seu álbum de estréia. Uma outra possibilidade – e acredito mais nessa – é que a banda simplesmente desapareceu com uma parte generosa de sua credibilidade, caindo na mesmice dentro de seu próprio CD. Não digo que a banda fracassou nas sessões de Manners, mas que, nelas, seu poder criativo ficou bem aquém do que conhecemos em seu primeiro registro.

Meus argumentos se fundamentam ao longo do disco, que se baseia nas mesmas estruturas para construir a maioria de suas faixas. Com raríssimas exceções, as composições de Manners parecem ter sido escritas com o acompanhamento de um livro de dicas seguido à risca: Comece a música com uma melodia leve, a faça evoluir até a parte instrumental ficar bem intensa e, quando estiver satisfeito, recue e faça tudo de novo.

Mesmo assim, permitindo-me uma bela e gorda contradição, digo que Manners é um disco bem agradável. Recomendo-o, até. Isso porque, mesmo mais semelhantes entre si do que deveriam, todas as músicas são belíssimas. Os melhores frutos do álbum são ‘Make Light’, faixa de abertura, ‘Sleepyhead’, adaptada do Chunk of Change e ‘Folds In Your Hands’. Outros achados são ‘Little Secrets’ e o single ‘The Reeling’, que conseguem fugir das tais “dicas de composição”. O trabalho não é de se jogar fora, afinal – e, inclusive, pode viciar.

Nota: 3.0/5.0

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May 04 2009

the hype & expectations

Por Neto

O hype realmente muda seu “foco” de tempos em tempos. No começo da década, toda a atenção era voltada pras bandas de moleques bêbados que salvariam o rock: The Strokes em NY e, do outro lado do Atlântico, The Libertines. Os Strokes ainda tão por aí, prometendo álbum novo ainda este ano. Já o The Libertines (piadinha nova: tão dando um tempo na carreira. FAIL!) sucumbiu a loucura de Pete(r) Doherty e ensaia uma volta pra nem-Deus-sabe-quando.

Dando um tempo na carreira. (pegaram a piadinha nova? FAIL)

De meados dos anos 00′ até o ano passado, o hype mirava quase que exclusivamente as bandas que foram influenciadas principalmente pelas duas já citadas (Arctic Monkeys, The Pigeon Detectives, The Rifles, Kaiser Chiefs, The Kooks, The View, etc…) e as bandas de um novo estilo surgido nas noites inglesas, o new-rave (cadê o Klaxons, meu Deus?).

Já 2008 foi centrado em molecadas barulhentas que faziam rock misturado com muita música eletrônica (Cut Copy, Friendly Fires, Does It Offend You, Yeah) e em vários revivals. Não só de bandas mas de estilos musicais também. O mais hypado foi, com certeza, o folk. Isso fica evidente quando se olha artistas que despontaram no Brasil (Vanguart, Mallu Magalhães, e por aí vai…) e as listas de melhores discos do ano passado: ocupando os primeiros lugares da maioria delas estavam Fleet Foxes e Bon Iver.

Little Boots

2009, pelo menos até o presente momento, mostra o poderoso e temido hype apontando na direção do indiepop com várias influências eletrônicas (oi?!). Nomes como Matt & Kim, Little Boots, La Roux, Calvin Harris e Passion Pit são recebidos com tremendo entusiasmo nas comunidades musicais e blogs quando um álbum de algum dos citados cai na rede. E não falo isso num sentido ruim. Pelo contrário. Como o Alex deve falar aqui depois sobre o Passion Pit, vou me limitar a dizer que é um dos discos mais divertidos, empolgantes e dançantes (não “disco-style”, mas sim “balançar-a-cabeça-style”) que eu escutei ultimamente.

Fui apresentado ao novo do Matt & Kim há pouco tempo e também só tenho elogios. Parece uma inusitada reunião de dois amigos que resolveram brincar de bateria e teclado da forma mais descompromissada possível em algum estúdio e ver no que dava. Sobre Little Boots e La Roux, os vídeos que já saíram me deixaram empolgados pra escutar um disco inteiro de ambos (ou ambas?).

Passion Pit

Agora é sentar e esperar pra ver quanto tempo essa nova “safra” do hype irá durar. Pelo que se constata nos últimos anos, a visibilidade e notoriedade das bandas estão durando tempo suficiente pra lançarem um disco e logo depois elas caem no esquecimento. Não por serem ruins, mas pela quantidade absurda de novos artistas que surgem e ocupam o cargo de “The next big thing” quase diariamente.

Por isso é sempre bom “ter na manga” alguns artistas preferidos e imunes a máquina do hype. Por exemplo, pra 2009 ainda, minha ansiedade reside na espera dos novos discos do Interpol, Muse, Cachorro Grande e Kings of Convenience. E claro, The Strokes e Arctic Monkeys também estão na lista, já que é sempre bom salvar o rock de tempos em tempos.

Pra quem AINDA não conhece:
La Roux – In for the kill
Passion Pit – Sleepyhead
Matt & Kim – Lessons learned
Calvin Harris – I’m not alone
Little Boots – New in town

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Apr 30 2009

Vazamentos infinitos

Deus está sendo muito bom comigo. Fato. Além de me dar um feriado na sexta-feira depois de uma semana puxadíssima e com poucas horas de sono, fez tantos álbuns de excelentes bandas vazarem que até me deixou um pouco atordoado. Só nos últimos dias, os próximos lançamentos de Bob Dylan, Datarock, Sonic Youth, Macabees, Maximo Park, Patrick Wolf e Iron and Wine caíram na internet, sem citar a versão remixada de Intimacy, do Bloc Party. Já tá na hora das grandes gravadoras começarem a usar Tigre.

Pra completar o mega combo, adivinhem quem apareceu? O Passion Pit com Manners, uma das estréias mais esperadas do ano pela mídia. Minha internet nem agüenta tanto download. Já botei na comunidade do orkut. Esse aí eu resenho com muito gosto.

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Apr 26 2009

MP3: Passion Pit – Little Secrets

A tendência natural das bandas é, quase sempre, lançar um disco de estréia bem mais pop do que seus EPs indies gravados na cozinha de suas respectivas casas. Isso se deve ao desespero das gravadoras em vender, lucrar e vender mais – e, para isso, é necessário produzir bandas com a maior quantidade de melodias grudentas possível.

No caso do Passion Pit, a interferência maior vem da Columbia Records, que adotou o EP Chunk of Change (originalmente lançado em 2008) em fevereiro desse ano e faz os preparativos para entregar Manners às lojas. O primeiro single, ‘The Reeling’, já teve seu clipe postado aqui. A novidade da rodada é ‘Little Secrets’ que, assim como ‘Reeling’, não me agradou tanto quando às faixas do EP da banda. Talvez seja uma questão de tempo para as duas caírem no loop do meu iTunes.

A música está disponível para download no MediaFire. Caso você brinque de fazer remixes casualmente, está correndo um concurso no MySpace do Passion Pit em que as cinco melhores reedições de ‘Little Secrets’ serão lançadas como b-sides no próximo vinil. Os vencedores ainda ganham um pacote especial.

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Apr 20 2009

Clipe: Passion Pit – The Reeling

Tá aí o clipe do novo single do Passion Pit, ‘The Reeling’. O vídeo é bem legal, mas a música fica bem aquém das expectativas.

Manners tem lançamento marcado para 18 de Maio.

Alex Correa

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Apr 14 2009

Passion Pit – Chunk of Change

Da série “Antes tarde do que nunca”

O Passion Pit fez sua estréia em setembro do ano passado, com o EP Chunk of Change (um ótimo modelo quando se procura ouvir bom electropop), e desde então vem despertando a atenção de muita gente, mesmo sem agradar a gregos e troianos. Tanto o nome da banda quanto o título do disco não devem ser muito estranhos pra você. Arriscaria dizer, inclusive, que ambos têm se tornado muito familiares nos últimos meses. Isso porque a banda, que nasceu lá em Massachusetts em 2007, ganhou muita visibilidade da mídia blogueira entre setembro de 2008 e janeiro de 2009, quando apareceu na lista de “Sound of 2009″ da BBC e foi citada como aposta de pessoas que realmente entendem de música.

A partir daí, a difusão tornou-se inevitável. Com quatro caras de nomes incomuns (Hultquist, Adhamy, Apruzzese e Donmoyer) liderados pela voz embriagada de Angelakos (!), o Passion Pit pode não descer bem no primeiro momento, mas a má impressão logo passa – ou, pelo menos, passou pra mim. As maiores encarregadas dessa aprovação abrupta são, claro, as duas últimas faixas do EP, ‘Better Things’ e ‘Sleepyhead’ que, ao mesmo tempo em que soam completamente inéditas e anti-clichês, viram alvos de inúmeros rótulos bem tradicionais.

Bem, os rótulos são inevitáveis. Sempre são. E, neste caso, que atire a primeira pedra quem não tirou Nights Out, do Metronomy, ou o Oracular Spectacular, do MGMT, do fundo da memória pra fazer alguns pares de comparações. Pois ouvir Passion Pit é como experimentar essas bandas no auge de seu experimentalismo, antes de venderem um pouco de sua identidade para suas respectivas gravadoras. Curioso, não?

Mesmo Chunk of Change adiando suas melhores músicas para o final do tracklist, não deixe de gozar de seus momentos iniciais, saboreando bem ‘Smile Upon Me’ e ‘Cuddle Fuddle’. Também vale conferir a versão “Wake Up” de ‘Sleepyhead’, lançada como bonus track com a participação fantasma da francesa Yelle.

O primeiro álbum de estúdio do grupo ganha lançamento físico oficial em 19 de Maio, com o título de Manners, ‘Sleepyhead’ e 10 faixas inéditas. Uma delas, ‘The Reeling’, já está em streaming pelo MySpace. A capa do disco também foi divulgada.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=5bfseWNmlds]

UPDATE: Não deixe de ver ao vivo. Anima ainda mais:

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=Mhl1JSZy1Lg]

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=PUp45VoZXYY]

Alex Correa

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Apr 08 2009

La Roux anuncia debut

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La Roux é uma das primeiras da sua geração a confirmar o lançamento de um álbum, saindo na frente de Dan Black (na era solo),  Florence and the Machine e Passion Pit.

O debut de Elly Jackson, como foi batizada pelos pais, continua contando com a participação de Ben Langmaid, que fica por trás do La Roux (um duo ou um pseudônimo? mal dá pra saber…). O disco saí no dia 29 de junho, mês em que todo o mundo vai estar concentradíssimo em Hands, álbum de estréia da Little Boots, colega de electropop.

O tracklist do disco homônimo é esse aí:

1. ‘In For The Kill’
2. ‘Tigerlily’
3. ‘Quicksand’
4. ‘Bulletproof’
5. ‘Colourless Colour’
6. ‘I’m Not Your Toy’
7. ‘Cover My Eyes’
8. ‘As If By Magic’
9. ‘Fascination’
10. ‘Reflections Are Protections’
11. ‘Armour Love’

A edição britânica ainda vem com uma faixa bonus, ‘Growing Pains’. Se La Roux é um nome completamente novo pra você, lhe apresento o clipe de ‘In For The Kill’, primeiro single de “sucesso” do projeto:

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=JZ1Mi77nogQ]

Alex Correa

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