31 jan 2012

Ouça Kisses On The Bottom, o novo álbum de Paul McCartney

Por Raul Ramone @14:08

Paul McCartney desfila com uma bela coleção de músicas clássicas do pop sem pretensão alguma em soar como um ex-Beatle. Na verdade, a única semelhança entre aquele velho Macca e este presente no álbum Kisses On The Bottom é a sua bela voz. Essa sim, sempre será inconfundível. Boa audição.

Cortesia da NPR.

3 jan 2012

Comece 2012 ganhando CDs e DVD ao vivo do Paul McCartney em Nova York

Por Neto Rodrigues @8:59

Promo encerrada!

De acordo com o Sorteie.me, quem levou o kit do Paul McCartney com CDs e DVD foi a Ana Resende!

Parabéns, Ana. Cheque suas DMs, ok?

E obrigado a todos que participaram.

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E se eu falasse que você pode começar 2012 com um presentão pra ver no seu DVD e também ouvir no seu carro? O sorteio da vez aqui no Move chega em parceria com o Power Music Clubserviço exclusivo de músicas e vídeos inteiramente grátis para clientes Power GVT.

Good Evening New York City é um registro gravado em 2009, na Big Apple, onde Paul McCartney e sua incrível banda mandaram 33 músicas, que foram compiladas e inseridas num kit must-have pros fãs do eterno ex-beatle. Quer ter em mãos o pacote com 2 CDs e 1 DVD de um dos grandes shows da carreira de Macca? Então se liga que é bem fácil:

Siga o @movethatjukebox e o @gvtpowermusic e poste a seguinte frase no seu Twitter:

Vou começar 2012 ganhando CDs e DVD do Paul McCartney ao vivo em NY. Cortesia do @movethatjukebox e do @gvtpowermusic http://kingo.to/WQ3

O nome do sortudo será escolhido pelo Sorteie.me e revelado na tarde da próxima quinta-feira, dia 5.

Boa sorte!

9 dez 2011

Concorra a um exemplar de FAB – A Intimidade de Paul McCartney, lançada pela Editora Record

Por Neto Rodrigues @13:26

Promo encerrada!

Os sortudos que levam, cada um, um exemplar da biografia de Paul McCartney são:

Pedro Paulo

Cíntia Perin Chesini

Fernando Halal

Chequem seus e-mails, pessoas. Parabéns, valeu pela participação e boa leitura.

Aos que não ganharam, fiquem atentos. Logo mais entram novas promos bem legais por aqui.

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Pra quem curte biografias, é melhor se sentar. Howard Sounes, autor elogiado e reconhecido por biografias de Bob Dylan e Charles Bukowski, passou mais de dois anos investigando vida e obra de Sir Paul McCartney. O resultado, que contou com mais de duzentas (!!) entrevistas de pessoas ligadas ao músico, é a biografia mais rica e abrangente já escrita sobre o eterno ex-baixista dos Beatles.

FAB – A Intimidade de Paul McCartney é um calhamaço imperdível e totalmente excelente de, veja bem, 700 páginas recheadas de histórias, curiosidades e tudo o que você sempre quis saber sobre Macca. Tá a fim de ter um exemplar entregue aí no conforto de sua casa? Temos, em parceria com o Grupo Editorial Record, três livros pra sortear entre os beatlemaníacos leitores do Move.

Quem quiser tentar a sorte e ser o feliz ganhador da biografia do Paul, é só falar na caixinha de comentários ali embaixo QUAL É SUA MÚSICA FAVORITA DA FASE SOLO DE PAUL MCCARTNEY. Três respostas serão sorteadas, e os autores receberão em casa um exemplar de FAB – A Intimidade de Paul McCartney. Bem simples, certo?

Então, pense aí na resposta e torça pra ela ser uma das escolhidas na próxima quarta-feira, dia 14. Boa sorte!

10 jun 2011

Paul McCartney e Jack McCoy lançam clipe de “música perdida” do ex-Beatle

Por Raul Ramone @10:13

Paul McCartney contratou o premiado cineasta-surfista Jack McCoy para criar um videoclipe para a canção inédita “Blue Sway”.

Famoso por captar belas imagens em alta profundidade no mar, McCoy foi apresentado a McCartney por Chris Thomas, que viu algumas cenas de “A Deeper Shade of Blue”, enquanto visitava a Austrália. De volta ao Reino Unido, Thomas deu uma cópia do filme ao ex-Beatle – que, de imediato, ficou encantado com o que viu. Para a produção do vídeo, o diretor passou seis semanas compilando e editando diversas imagens captadas nos corais do Taiti.

25 mai 2011

Well, my heart went boom: Paul McCartney no Rio

Por Victor Bianchin @22:12

Lá pela metade de seu segundo show no Rio de Janeiro, Paul McCartney olhou para a platéia, apontou para si mesmo e perguntou: “carioca?”. 45 mil vozes se ergueram em uníssono de todos os cantos do Engenhão lotado para confirmar que, sim, Paul era tão carioca naquela noite quanto qualquer pessoa pode ser. Satisfeito com a resposta, ele pegou o violão e começou a tocar “I’m Looking Through You”, aquela que diz: “you don’t look different, but you have changed, I’m looking through you, you’re not the same”. Impressão sua, Paul: nós continuamos os mesmos. E, para nossa sorte, você também.


Os primeiros segundos de “Hello, Goodbye”, que abriu o show do dia 22, foram suficientes para enterrar todo o blábláblá sobre Paul estar voltando “cedo demais” e sobre o segundo show não ter sido esgotado. Pouca gente pára para pensar que dá para contar nos dedos a quantidade de artistas que, hoje, conseguem reunir mais de 250 mil pessoas em um único país, em um período de seis meses e com ingressos custando os olhos da cara. Paul McCartney é uma criatura única.

E o show de Paul, é claro, é sempre mais do que um show. Duração longa, produção impecável, fartura de hits, muita simpatia e comunicação constante com o público – não há do que reclamar.  A platéia, como nos shows de São Paulo, esteve à altura: no primeiro show, a voz de Macca chegava a sumir entre os berros do público, que não se privava de continuar cantando as músicas depois que elas acabavam e ainda improvisava outras fora do set, como “She Loves You”. “Hello, Goodbye” foi o primeiro presente de Paul aos cariocas. O outro veio no final do segundo show: “I Saw Her Standing There”, o melhor doo-wop já feito na história da Música. Havia a sensação de que, mesmo com cinco shows no Brasil, Macca iria embora sem tocar essa – nunca foi tão bom ser desmentido.


O show seguiu com o roteiro tradicional, incluindo o estouro de “All My Loving”, o momento intimista de “Blackbird”, a homenagem a John Lennon em “Here Today” e a George Harrison em “Something”, a dança do baterista Abe Laboriel Jr. em “Dance Tonight”, os fogos de “Live And Let Die”, a catarse coletiva de “Hey, Jude” e as conversinhas tradicionais com o público – “olááá, cariocassss!”.

Paul cantou, tocou, dançou e fez todas as gracinhas de sempre. Desta vez não teve “tudo bem in the rain?”, mas pudemos observar o ex-beatle fingindo ser atacado pelos bichos de pelúcia arremessados no palco e imitando trejeitos femininos em “Hey, Jude”. À vontade, Macca não se privou de algumas informalidades, como enfiar o “uh-uh-uuuh” de “Back In The USSR” no começo de “I’ve Got a Feeling” e de cantar “Sing The Changes” fora do tom no primeiro show. No domingo, alguém jogou uma camisa da seleção no palco com o nome Macca e o número 10. O cantor pegou a roupa e anunciou: “I’m playing for the Brazilian team, it’s official!”.


No final do show de segunda-feira, durante “Hey, Jude”, o telão do palco mostrava o público quando uma menina surgiu nos ombros de alguém vestida com o terno azul de Paul da capa de Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band. Não consegui tirar uma foto dela, mas fiquei com a menina na cabeça: montada naqueles ombros, vestida com aquele terno e com um sorriso de orelha a orelha, ela era a síntese do público no show: feliz, agradecido e arrebatado. De novo.

Paul, lá no alto, parecia estar nas mesmas condições. Agradeceu e declarou seu amor ao público mil vezes, sempre fazendo questão de valorizar as manifestações de carinho que ia recebendo. Seus recados de “até a próxima” ao final de cada apresentação faziam parte do script, mas pareciam autênticos: mesmo que Paul esteja cada vez mais perto de encerrar a carreira, parece que o Rio de Janeiro terminou o trabalho de fisgá-lo para o país: podem anotar, ainda ouviremos falar de Paul McCartney por aqui.

Enquanto Paul ia embora e os papéis nas cores da bandeira nacional voavam pelo Engenhão, nós, brasileiros, atravessávamos os portões do estádio de volta para a realidade dos trens superlotados, da depressão pós-show e de uma terça-feira muito improdutiva. Mas atravessávamos com a certeza de que a maior beleza do Rio não está nas praias, no samba ou no futebol: está nos momentos em que, cariocas ou não, nós nos unimos para celebrar o que nos faz felizes. Paul McCartney nos faz felizes, e é recíproco. Então ele diz hello, diz goodbye e vai embora, mas nós olhamos através dele e sabemos: você continua o mesmo, Paul. E vai voltar.

16 mai 2011

Paul McCartney e sua versão de “It’s So Easy”, especialmente para o tributo a Buddy Holly

Por Raul Ramone @13:22

E continuam pipocando versões de Rave On Buddy Holly, o álbum tributo a Buddy Holly. O som da vez é “It’s So Easy”, feita por Paul McCartney e sua banda.


A data de lançamento do tributo está marcada para 28 de junho e, até agora, as versões de Paul McCartney e The Black Keys são as que mais puxam pro rock and roll sujo, como tem que ser.

11 mar 2011

Paul McCartney pode retornar ao Brasil em maio

Por Neto Rodrigues @13:58

Seu bolso está preparado para mais um show de Sir Paul McCartney no Brasil? O meu não está. Longe disso, aliás. Mas, pra quem tá com a carteira cheia e animado pra pegar outro espetáculo do ex-Beatle, já pode começar a sondar passagens para o Rio de Janeiro em maio.

É o que afirma a toda poderosa Planmusic, que já trouxe ao Brasil nomes como Radiohead, Rolling Stones e U2. As datas especuladas giram em torno de maio, e o local seria o estádio do Engenhão. No R7, saiu a seguinte informação: “De acordo com o colunista Ancelmo Gois, do jornal O Globo, as apresentações acontecerão nos dias 24 e 25 de maio.”

Paul retornaria ao país poucos meses depois de ter feito 3 memoráveis apresentações em São Paulo e em Porto Alegre.