10 abr 2012

Assista ao Pulp em performance de duas músicas no talk show de Jimmy Fallon

Por  @10:58

O gentleman inquieto Jarvis Cocker comandou a apresentação de sua banda, o Pulp, na noite de ontem no talk show de Jimmy Fallon. Enquanto ninguém traz a lendária trupe de britpop ao Brasil, os caras subiram no palco e tocaram a clássica “Common People” e “Like a Friend”:

Common People

Like a Friend

[via]

8 nov 2010

Pulp confirma volta e anuncia shows em festivais

Por  @11:47

A notícia é quase boa demais para ser verdade: o Pulp, um dos maiores nomes do rock alternativo dos anos 80 e 90, vai se reunir! Todos os seis integrantes mais importantes toparam voltar: Jarvis Cocker (vocais), Nick Banks (bateria), Candida Doyle (teclados), Steve Mackey (baixo), Russell Senior (guitarra) e Mark Webber (guitarra). Será a primeira vez que essa gangue se reúne em um palco desde 1996, embora Cocker tenha comandado outras formações do Pulp até a separação em 2002.

A reunião acontecerá em dois festivais: o Primavera Sound (Barcelona, 27 de maio) e o Wireless (Londres, 3 de julho). Vale lembrar que o Glastonbury, festival em que a banda mais foi cogitada para se reunir, acontece em junho, entre esses dois.

O grupo comunicou seu retorno por meio de um comunicado oficial enviado à imprensa. Paralelamente ao anúncio, a banda colocou no ar o site www.pulppeople.com. A homepage traz imagens aleatórias de instrumentos e amplificadores, com perguntas como “Is this a hoax?” e “Is this a publicity stunt?”. Clicando em alguma delas, aparece uma tela dizendo “I’ll tell you what… Let’s find out, shall we?”. Colocando seu e-mail no campo apresentado, você é cadastrado na mailing list da banda.

Rumores de um retorno do Pulp já rolavam há alguns meses. A revista britânica NME foi quem deu o sinal de que a banda poderia ser headliner do Glastonbury 2011, ao lado do U2. O último sinal de que a banda poderia voltar foi um tweet engraçadinho de Cocker em setembro dizendo que “We will not reunite Pulp without Flavor Flav. Period.” Flavor Flav é um rapper americano, membro do Public Enemy.

E agora, será que a reunião dura? E será que dá tempo de virem pro Brasil?

8 abr 2010

Arthur Teixeira’s Jukebox (Volantes)

Por  @16:34

Na linha de frente do quinteto Volantes está o vocalista Arthur Teixeira, cuja voz é um dos pontos mais marcantes do som dos gaúchos. Depois de uma minitemporada de shows no estado de São Paulo e um no Rio de Janeiro, a banda voltou para as longínquas terras do sul – e foi de lá que Arthur conversou um pouquinho com a gente sobre bandas marcantes, dançantes, a vida, o universo e tudo mais:

Good Times Bad Times – qual banda/artista sempre esteve ao seu lado, como trilha sonora de sua vida, tanto nos momentos ruins quanto nos bons?
Acho que até pela versatilidade dos discos, o R.E.M. esteve comigo em todas as bad e nos momentos de sol também. Não posso deixar de citar também o Kevin Shields, com a trilha de Lost in Translation.

E o hype? O que você tem escutado de novidade?
Essa semana o hype aqui em casa está rolando no Begin Here, do Zombies, que eu não tinha. De mais novinho, estou sacando o A Place to Bury Strangers e o solo do Jónsi.

O Volantes está pra lançar um single novo em breve, em vinil. O que vocês já podem contar sobre o material?
Posso contar que as gravações ficaram grandes, com peso. Escolhemos músicas que têm uma ótima resposta nos shows, mas que ainda não haviam sido bem gravadas. As pessoas já estavam cobrando pra ter essas músicas.

Do the D.A.N.C.E. – o que não pode faltar na hora de soltar a franga na pista?
Pulp, New Order, Franz, Justice, Strokes e muita, mas muuuita caipirinha.

Você não vale nada mas eu gosto de você – todo mundo tem um guilty pleasure, vai. Aquela banda que, quando começa a tocar no computador, você desabilita o last.fm o mais rápido que pode.
Hahahahaha. Jamais desabilitaria o last.fm por isso. Gosto de provocar. É praticamente um dever da minha profissão. Me pilho muito no segundo e terceiro disco do Roxette, até o single How Do You Do!, de 1992.

8 jan 2010

Dani Arrais’ Jukebox (don’t touch my moleskine)

Por  @13:23

Na primeira edição de 2010 da nossa coluna Jukebox Weekly, temos o prazer de receber Daniela Arrais (@daniarrais). Dani (/íntimo), no auge de seus 26 aninhos, é jornalista da Folha Online e mantem o ótimo e recomendadíssimo blog don’t touch my moleskine – um dos melhores blogs para dara aquela desestressada e apreciar belas imagens, textos e vídeos que a autora oferece a seus fiéis leitores.

Foto roubada do site da Pix

Do the D.A.N.C.E. – o que não pode faltar na hora de soltar a franga na pista?
Música pra dançar! Por mais óbvio que isso seja, não é o que a gente costuma ouvir quando vai pra determinadas festas. A galera adora soltar a novidade que saiu na noite passada, menos porque ela é dançante, mais porque ela diz o quanto você é “antenado”. Tenho preguiça. Um set bom, pra mim, tem de ESG a Beyoncé, passando por Hot Chip, Madonna, Roxy Music e até Zizi Possi.

E o hype? – o que você tem escutado de novidade?
The XX, um hype que vale à pena! Fico com preguiça de acompanhar absolutamente tudo que é lançado, então baixo pouca novidade. Mas resolvi prestar atenção a essa banda e me surpreendi – o disco deles acabou sendo um dos mais tocados por aqui. Acho que 2009 foi um ano de lançamentos maravilhosos. Ouvi muito os novos discos de Cidadão Instigado, Céu, Arnaldo Antunes, Lucas Santtana, Lulina, Yo La Tengo, Bill Callahan, Sonic Youth, Passion Pit. E as velharias de sempre que eu amo, claro.

Good Times Bad Times – qual banda/artista sempre esteve ao seu lado, fazendo, por mais piegas que isso possa soar, a “trilha sonora de sua vida”?
Olha, são muitos, viu? Neil Young, Velvet Underground, Cat Power, Bob Marley, David Bowie, João Gilberto, Lulu Santos, Miles Davis, Reginaldo Rossi, Patsy Cline, Nick Drake, Zezé di Camargo e Luciano, Rita Lee, Beatles, Rolling Stones, Silver Jews, Tim Maia, Tindersticks, Vinícius de Moraes, Yo La Tengo, Pulp, Belle and Sebastian, Chico e Caetano, Maria Bethânia, Luiz Melodia, John Coltrane, Hole. E com certeza esqueci de alguns…

Se você enchesse seu moleskine de letras de músicas (ou pedaços de letras), qual iria pra capa?
Nossa, muito difícil! Mas acho que fico com um trecho de “Powderfinger”, de Neil Young: Just think of me as one you’d never figure.

Você não vale nada mas eu gosto de você – todo mundo tem um guilty pleasure, vai. Aquela banda que, quando começa a tocar no computador, você desabilita o last.fm o mais rápido que pode.
Hahaha. Olha meu Last.fm pra ver que eu não deleto nada! Ouço de tudo. Mas o que alguém poderia chamar de guilty pleasure é Zezé di Camargo e Luciano, que eu amo. Aliás, tô vendo agorinha “2 Filhos de Francisco”, pela sexta, sétima vez. E me acabo de chorar em todas… E olha que Mival ainda nem morreu!

17 dez 2009

Alex Turner em possível parceria e estreando música ao vivo com os Monkeys

Por  @11:54

richard hawley

Richard Hawley, ex-guitarrista do Pulp

Alex Turner deve aparecer com nova parceria num futuro não tão distante. Seu companheiro dessa vez será, possivelmente, Richard Hawley, famoso músico britânico que já participou de bandas como Longpigs e Pulp.

Richard, que é conterrâneo de Alex, chamou o vocalista do Arctic Monkeys para tocar em um de seus shows um mês atrás, em Londres – na apresentação, o duo tocou “Only one who knows”, música do segundo disco dos Monkeys. O veterano músico já havia dado indícios da parceria anteriormente e, nessa semana, em uma entrevista para a rádio da NME, soltou um convincente “Veremos, veremos”. Tá com cara de “The Last Shadow Puppets 2.0″.

Enquanto mais detalhes não são desdobrados, fiquem com o vídeo da estreia ao vivo da música “Catapult”, tocada pelo Arctic Monkeys na cidade de Boston, em um show feito no último domingo: