Tá com a agenda livre nessa terça-feira (24)? Então anote aí: tem show imperdível do Rosie and Me no Sesc Pompeia (SP) a partir das 21h, com entrada gratuita. Mas vê se não atrasa, porque a casa pode atingir sua lotação máxima, ok?
A ótima banda curitibana, que faz um sonzinho folk como poucos no Brasil, desembarca em São Paulo depois de uma proveitosa turnê nos EUA, durante a qual chegou a tocar até no todo poderoso South by Southwest. O grupo, liderado pela talentosa Rosanne Machado, está em plena divulgação de seu debut, Arrow of My Ways.
Aliás, se você ainda não ouviu o álbum, deixe essa heresia de lado, dê um pulo no site do Rosie and Me e faça o download do elogiado disco – que, aliás, chamou atenção até de Daniel Cummings, um dos envolvidos no clipe de “Calgary”, do Bon Iver. Ao que tudo indica, deve rolar uma parceria audiovisual entre ambas as partes até o fim do ano.
Enquanto isso não acontece, você pode – e deve – ver a banda ao vivo na capital paulista e curtir o lançamento de Arrow of My Ways.
Serviço:
Rosie and Me no SESC Pompeia
Lançamento do álbum Arrow of my Ways
Terça, 24 de abril, às 21h
Rua Clélia, 93, Pompeia
Grátis
Censura: 18 anos
Capacidade: 800 lugares
(11) 3871-7700 www.sescsp.org.br
A banda curitibana Rosie and Me acaba de lançar via Scream & Yell o seu primeiro longplay. Com dez faixas (a primeira delas você já ouviu aqui no Move) Arrow of my ways está disponível para download gratuito no site da banda. Quem gostar do material (duvido que alguém não goste) pode comprar a versão digital em alta qualidade ou então uma das 3000 cópias físicas do CD, também no site.
Todas as canções são cantadas em inglês, e o disco conta com a participação de Joshua Thomas e Greg Thomas (que não são parentes). Pra quem já conhece o EP Bird and Whale, não há muita surpresa na sonoridade da banda. Pra quem não conhece, é uma ótima chance de ouvir uma das mais promissoras bandas da cena indie brasileira.
A banda de indie folk paranaense Rosie and Me acaba de divulgar a primeira faixa de seu álbum Arrow of My Ways, a ser lançado no final do mês. O disco é o primeiro LP da banda responsável pelo EP Bird and Whale, de 2010. “Home” é curtinha, tem menos de 2 minutos e meio, e conta com a participação do cantor Joshua Thomas nos vocais.
A banda fará uma turnê de lançamento nos Estados Unidos em março, e está à procura de patrocinadores para viabilizar a empreitada. A turnê brasileira será só em abril. Mais detalhes podem ser vistos no site deles.
Sair do interior de Minas Gerais pra passar dois dias no sul do país “só” pra ir a um festival de música com bandas não lá muito conhecidas não era uma ideia das mais práticas – ainda mais sendo a primeira edição do M/E/C/A/Festival. Mas com boa organização, som de qualidade, público interessado – e interessante -, e bandas escolhidas a dedo pra se encaixarem como luvas na proposta e programação do evento, o calendário brasileiro acaba de ganhar uma ótima opção para seus verões – e que faz compensar toda a correria de um bate-e-volta de fim de semana pra quem mora longe do litoral gaúcho.
Era uma tarde das quentes em Xangri-Lá, cidade litorânea a 130km de Porto Alegre, quando o Wannabe Jalva, provalmente se apresentando pela primeira vez para a maioria dos ali presentes, subiu ao palco – e com apenas 3 músicas oficialmente lançadas, mandou um set encorpado, curto e lotado de váriações rítmicas que despertaram a atenção do tímido pessoal que começava a chegar ao M/E/C/A/Festival. As influências passeavam com velocidade impressionante entre Arctic Monkeys, Passion Pit, Yeasayer e Holger. Com o sol ainda batendo forte nos wayfarers facilmente avistados, a banda se despediu sob aplausos e deixou a sensação de que, daqui um ano quem sabe, ela pode estar entre as atrações que fecham o festival – e potencial pra isso não falta.
Com muita gente ainda dispersa pelo local, sentada na grama e curtindo uma Heineken gelada, os curitibanos do Rosie And Me empunharam seus instrumentos e surpreenderam praticamente 100% das pessoas que não os conheciam. Bastava uma simples olhada ao redor pra perceber que grande parte dos narizes desconfiados apontavam pro palco, mirando aquela mistura fofa de folk e pop. Se a surpresa – e o sorriso – já era evidente no rosto de muita gente, encantada com melodias suaves e com a timidez quase que ensaiada da vocalista Rosanne Machado, veio um dos momentos mais improváveis e memoráveis da noite: “Ready For The Floor”, hit electro rock do Hot Chip, foi submetido a uma mudança na qual os sintetizadores foram substituidos por violões e banjo! Junto com o Wannabe Jalva, tá aí mais uma banda que leva boa parte das minhas fichas no quesito “Aposta Nacional 2011″.
Depois de duas apresentações de “aquecimento de luxo”, era a hora da indiezada que já começava a lotar o local soltar o gogó. O Copacabana Club entrou com vários hits na manga – e não teve dó de descartá-los durante sua apresentação, que ainda contou com músicas inéditas e que virão no debut da banda, intitulado Tropical Splash. Divertido, animado, rápido e com todo o mundo entoando “Just Do It”, maior sucesso dos curitibanos. Esse foi – como esperado – o Copas, que ainda teve sua vocalista, Caca V, fazendo DJ set cheio de altos e baixos no domingo, na plataforma de Atlântica, como parte do M/E/C/A Land.
Finalmente, era hora de um dos shows mais comentados de 2010 mostrar que era tudo isso, de fato. Vindo lá da Irlanda, o trio – e quarteto quando ao vivo – Two Door Cinema Club chegou chutando a porta (não literamente, gente), falou (bem) pouco, tocou muito e saiu ovacionado pelo lotado Indie Stage – merecidamente. Com músicas que fazem geral dançar há mais de um ano nas baladinhas indies, a banda enfileirou hits certeiros com confiança e precisão de gente grande.
No setlist, baseado total e obviamente no debut Tourist History, ainda couberam faixas que ficaram de fora da estreia, como o ótimo b-side “Costume Party”. Mandando um de seus hinos (hehe) logo de cara, “Undercover Martyn”, o TDCC soube segurar toda a apresentação, que culminou em um uníssono nos refrões de “I Can Talk” daqueles quem fazem você se lembrar e se perguntar: “Quando vai ter isso de novo?” Showzaço!
Com a cabeça ainda atordoada e tentando registrar o que tinha sido o show anterior, veio o Vampire Weekend pra fechar com responsa o line-up caprichado de bandas do festival. Ezra Koening, destaque óbvio e líder do quarteto novaiorquino, era só sorrisos e nem parecia se importar que sua banda, debutando em solo nacional, era headliner de um festival que também fazia sua estreia naquela noite. Com um batera fundamental e que se sacolejava como se não houvesse amanhã, o Vampire superou expectativas e não desperdiçou sequer um minuto enquanto era alvo dos holofotes e das várias câmeras e celulares que o miravam a todo momento.
O set não trouxe surpresas – e nem caberiam. Quem foi ao festival queria cantar com todas as forças “Cousins”, “A Punk”, “Oxford Comma”, “Run”, “White Sky”, “Cape Cod Kwassa Kwassa” e “One (Blake’s Got A New Face)” (essa última, com execução primorosa da banda e participação massiva do público, vale reforçar). Bem, se teve alguém que foi e não cantou, pelo menos deve ter saído de lá um pouco surdo pelo barulho dos gritos, que não cessaram até o último acorde tocado pelo Vampire Weekend.
Sobre a organização, não presenciei grandes problemas. A comida era boa e estava sempre quente. Quando ia comprar cerveja, não pegava praticamente nenhuma fila – apesar de que, a certa altura, a bebida tinha acabado e, quando chegou mais, levou alguns minutos até gelar bem. O fluxo no banheiro era tranquilo e não houveram grandes atrasos nos shows, só uma pequena confusão no line-up pós-bandas, que teve o eficiente The Twelves discotecando em horário diferente do previsto. Mas nada que tire pontos do evento. MUITO pelo contrário. De volta pra casa, depois de algumas horas de viagem, a sensação é compensadora e só resta uma dúvida: demora muito pro M/E/C/A/Festival 2012?
[UPDATE] Antes de tudo, valeu demais por terem participado do sorteio, pessoas! E os sortudos que vão levar um par de ingressos cada para o M/E/C/A/Festival são: @luoca, @luancarvalhoo, @jessicambf e @kakimba. O link do sorteio está aqui. Parabéns e chequem suas DMs, ok? Quem não levou essa, FICA LIGADO! Deve rolar um sorteio-relâmpago pra mais dois pares de entradas a qualquer momento no nosso Twitter. [/UPDATE]
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Janeiro geralmente é o mês em que o pessoal gosta de ir à praia curtir aquele sol na cara, torrando tudo o que vê pela frente, e aquela areia maldita, da qual você vai se lembrar por pelo menos um mês depois de ter voltado pra casa. Bem, só que nesse finalzinho do primeiro mês de 2011, até os maiores não simpatizantes do mar terão um motivo mega boga pra aparecer na Plataforma de Atlântida, que fica na cidade litorânea de Xangri-Lá, pertinho de Porto Alegre.
Não faz ideia do que é o M/E/C/A/Festival? Calma que a gente explica: durate os dias 28, 29 e 30 de janeiro, acontecerão vários shows incríveis – e inéditos no país -, exposições de fotografia e atividades relacionadas ao surfe, skate e por aí vai. O que você precisa saber é que, no sábado (29), vai rolar, a partir das 5 da tarde, o seguinte line-up no Indie Stage da estrutura que será montada: discotecagens de Lúcio Ribeiro e The Twelves, além de apresentações dos queridos Wannabe Jalva, Rosie and Me e Copacabana Club. Quer mais? Então segura que Two Door Cinema Club e Vampire Weekend farão seus debuts em palcos nacionais no M/E/C/A/. O som ainda continua no Club Stage, que tem como atração principal a dupla inglesa Layo & Bushwacka. A programação completa tá toda explicada aqui.
Os irlandeses do Two Door Cinema Club cortando o cabelo antes de virem para o Brasil
Já foi convencido de que você não terá programa melhor pra fazer no fim de semana mencionado? Pois então trate de se programar, porque o 1° lote de ingressos já é história. O segundo já está à venda, tendo cada entrada custando 70 reais. Mas e se você ganhasse uma entrada? Aliás, e se você ganhasse um par de ingressos? Já facilitava um pouco a vida, certo? Então se liga nas instruções, porque o Move, como parceiro oficial do festival, vai colocar pra dentro do festival, na faixa, alguns de nossos queridos leitores.
Me comprometo a fazer essa dancinha http://migre.me/3GJQR se eu ganhar ingresso do @movethatjukebox pro @mecafestival: http://kingo.to/r11
Pelo Sorteie.me, iremos pegar o nome de QUATRO sortudos que irão levar UM PAR de ingressos cada. Obviamente, o resto dos custos é por sua conta, né, seu folgado. Se serve de consolo, no site do festival você encontra guias completinhos de “Como chegar” e “Onde ficar” – além de todas as outras informações das quais você possa precisar.
Enfim, tuite logo, porque a promo acaba nessa quinta-feira, ao meio-dia. Boa sorte pra todo mundo e a gente se encontra na praia gaúcha daqui uns dias.
Nesse final de semana, São Paulo não vai estar de brincadeira. Mesmo pra quem já se acostumou com a enxurrada de shows que cai sobre a cidade quase sempre, o sábado (28 de agosto) promete ter uma das noites mais movimentadas e divertidas do ano por aqui, com direito a atrações gringas pra complementar o calendário.
Ficou perdido com cinco ofertas incríveis? Nós também. Por isso, preparamos um guia para facilitar a sua – e as nossas – vidas.
Show da banda fofa curitibana com DJ set de Scream & Yell, Urbanaque, Agência Alavanca e Move That Jukebox. Festa temática com bebidas quentes pra combater o frio, que deve voltar a São Paulo até o final de semana (tomara, porque ninguém mais aguenta esse calor).
Livraria da Esquina, 23h – R$15 (porta) ou R$10 (lista de desconto: confrariapop@gmail.com)
Mais de dois anos depois de seu último show em São Paulo, o grupo capixaba Zémaria volta com tudo. O show na cidade serve, em parte, pra comemorar o recente sucesso da banda, que foi indicada ao VMB na categoria Música Eletrônica. A noite vai ser hot hot (heh), com direito aos DJs da Funhell nas pickups.
Hot Hot, 23h30 – R$60 (porta) ou R$40 (compra antecipada ou lista de desconto: funhell.party@gmail.com)
A dupla de produtores Javelin, dos Estados Unidos, sai do Brooklyn para se apresentar no Chile e depois, nesse sábado, na capital paulistana. O show acontece na estreia da festa Under30 Series, que promete trazer atrações que têm se destacado em festivais gringos ao Brasil – e, principalmente, a preços acessíveis. Iniciativa do Dominódromo, que discoteca na festa.
Para quem não tem preguiça de ir até Campinas, o show do Lemonade na festa do Rock ‘n’ Beats é uma boa pedida. Na mesma noite, o grupo mineiro Transmissor também toca. Festa explosiva com dois talentos mega recentes e discotecagem de hits da galera do RnB.
Bar do Zé, 22h – R$15 (porta) ou R$12 (lista de desconto: lista@rocknbeats.com.br)
Antes de se despedir do país para uma longa turnê norte-americana, a turma do Garotas Suecas mostra as músicas de Escaldante Banda no show de pré-lançamento do disco. Os caras só voltam em outubro, então essa vai ser sua única chance em muito tempo de pegar os caras ao vivo.
A Confraria Pop não para. Para a segunda realização a união de Scream & Yell, Agência Alavanca, Urbanaque e Move That Jukebox, somamos forças com o folk do Rosie and Me, quarteto curitibano que tem muito talento para mostrar no palco. O objetivo é celebrar, entre outras coisas, o frio gostosinho que tem feito em São Paulo – tanto que, para quem chegar cedo, vai rolar drink com conhaque, chocolate e marshmallow pra aquecer. Prepare sua roupa mais quentinha e venha com a gente. O flyer fodão é do Zé Otávio.
Serviço
Confraria Pop Apresenta:
Só Quero Que Você Me Aqueça,
com Rosie & Me
Discotecagem: Alex Correa (Move That Jukebox!), Irmãos Dias (Urbanaque), Marcelo Costa e Tiago Agostini (Scream & Yell) e Pamela Leme (Agência Alavanca)
Quando: Sábado, 28 de agosto, a partir das 23h
Onde: Livraria da Esquina “A” – Rua do
Bosque, 1254 – Barra Funda – São Paulo, SP
Quanto: R$ 15 ou R$ 10 com nome na lista (confrariapop@gmail.com)
Censura: 18 anos
Capacidade: 180 lugares
Estacionamento conveniado (R$ 10)
Telefone: (11) 3392-3089
Site: www.livrariadaesquina.com.br
Partindo da ideia e iniciativa de dois ótimos posts do pessoal-parceiro do Bloody Pop, com sua coletânea Bloody Pop Apresenta: Ao Futuro, e do Defenestrando, com suas precisas dicas em “A Nova Geração”, o Move resolveu juntar um pouco dessa GALERA ROQUEIRA e fazer mais uma edição das nossas mixtapes – mas, veja bem, essa é uma edição especial, já que entramos no Dia Mundial do Rock, o dia em que muita gente que curte restarts e lady gagas da vida proclama sua paixão pelo estilo. Enquanto isso, a galera fã de verdade de Stones, Beatles, Metallica e Radiohead não dá a mínima e diz que todo dia deveria ser 13 de julho. Bem, na real, não estamos muito preocupados com isso.
O divertido é poder usar o Dia Mundial do Rock como desculpa pra chamar um monte de bandas novas para se juntar a nós em uma edição especial da nossa costumeira Mix That Jukebox. Here’s the thing: convidamos vários grupos com pouquíssimo tempo de vida para contribuir de alguma forma – e, pra nossa surpresa, algumas bandas se empolgaram tanto com a ideia que gravaram material inédito especial e exclusivamente pra ocasião. Com isso em mãos, juntamos com algumas músicas já lançadas em EPs por aí e colocamos tudo em um pacote bem legal pra você CURTIR A VALER no Dia Mun…ok, você já sabe:
01 – Homemade Blockbuster – Kinetic
A banda se apresentou no Popload Gig deste ano e mostrou a que veio. Na inédita “Kinetic”, o Homemade Blockbuster gravou um electro-rock caprichadíssimo especialmente para o Move That Jukebox. Sintetizadores e guitarras frenéticas pra te manter acordado até altas horas.
02 – Nevilton – Bolo Espacial
Já conhecida por aí há algum tempo, a faixa “Bolo Espacial” foi modificada e disponibilizada pra gente pelo Nevilton na versão que, vejam só vocês, irá parar no primeiro disco da banda. Aproveitando o gancho, já viu o primeiro clipe lançado pelo grupo?
03 – The Outs Of Outland – The Way Of The Sun
Pense nas influências indianas que Beatles e Oasis já colocaram em suas obras e você terá em “The Way Of The Sun” uma versão tupiniquim dessa mistura, que soa muito bem no comando deste quinteto-carioca-que-deveria-ter-nascido-na-Inglaterra.
04 – Rosie and Me – Jamie
Mais uma faixa produzida exclusivamente para a nossa coletânea. A banda curitibana, especialista em criar pequenas pérolas de indie folk, agora parte corações com uma linda baladinha lo-fi, que se sustenta nos doces vocais de Rosanne Machado.
05 – Wannabe Jalva – Phone Call
A porto-alegrense Wannabe Jalva é uma das mais promissoras bandas de rock de 2010. Já recomendamos os caras por duas vezes – e não é exagero indicar mais uma vez. “Phone Call” é o fechamento do incrível primeiro EP do quarteto gaúcho.
06 – Some Community – Two Colours (Alternative Version)
Verônica, guitarrista e tecladista da banda, mandou a primeira versão da música “Two Colours”, que também pode ser encontrada com uma edição diferente no disco Rino Rino, debut do quinteto paulistano que conta com 4 mulheres e 1 homem em sua formação.
07 – Hatchets – Vampire Girlfriend
Tá lembrado de quando indicamos a banda em um dos nossos #musicmonday? Pois então. Depois de muitos comentários positivos, os caras liberaram pra gente a inédita e pesadona “Vampire Girlfriend”. É ou não é pra ficar de olho nesses tais de Hatchets?
08 – Monaco Beach – Kids With Synth Outra indicação nossa para o #musicmonday que curtiu a ideia da mixtape especial e disponibilizou um b-side bem divertido pra gente. Monaco Beach, uma das crias mais legais dos últimos tempos de Curitiba, tá bem representada pela dançante “Kids With Synth”.
09 – Single Parents – Modern Times
“Velhos de guerra” aqui da casa, a banda foi a primeira a tocar na nossa festa Delicious Jukebox. Depois disso, foi só alegria: turnê pelos EUA, clipe de “Homesick” e muitos elogios para o EP Could You Explain, do qual “Modern Times” faz parte.
10 – Colorphonic – Maddie Vs Willis
Este quarteto curitibano abusa das guitarras levemente distorcidas pra botar todo mundo pra dançar. Com menos de 2 anos de vida, vale a pena dar uma de stalker e esperar por mais novidades no Myspace da banda.
11 – Yoko5 – Some Velvet Gravity
Já incorporada pelas vozes de tantos, a icônica “Some Velvet Morning” agora ganha arranjos barulhentos de noise rock que, de acordo com a própria banda, foram “misturados com um poquinho de Klaxons.” Se curtir, dê também uma chance para as outras 5 faixas que a banda já tem.
12 – Telecines – 36 Lançada por nós na última sexta-feira, “36″, dos gaúchos do Telecines, não poderia ficar de fora de uma coletânea que preza pelo rock e por bandas novas, certo?
13 – Quarto Negro – Soneto Pra Daqui a Pouco
Fechando nosso pacote especial para o Dia do Rock, “Soneto Pra Daqui a Pouco” é um lindo – e desconhecido – registro gravado pela banda lá em 2008. E você ainda tem dúvidas de que vem coisa boa por aí?
Vocalista de uma das bandas mais promissoras do (indie)folk nacional, Rosanne Machado esbanja doçura ao cantar sobre a vida, idas e vindas, amores e sapatos polidos no EP Bird and Whale. Pra quem não viu, já até postamos a estreia “videoclíptica” do Rosie and Me (@rosieandme_) aqui, com a linda “Bonfires“. Pra você que já conhece e quer saber – e ver – mais, dê um pulo no Urbanaque, onde o Bruno Dias postou resenha, fotos e vídeos do show que os curitibanos fizeram em São Paulo no último fim de semana, no Estúdio Emme. Mas calma. Antes disso, pare por uns minutinhos e leia a mini-entrevista que fizemos com a frontwoman do Rosie and Me:
E o hype? – o que você tem escutado de novidade?
O que mais tem chamado atenção é o Gregory Alan Isakov, que já cantou com a Brandi Carlile e Born Ruffians, que já são mais conhecidos por aí.
Good Times Bad Times – qual banda/artista sempre esteve ao seu lado, fazendo, por mais piegas que isso possa soar, a “trilha sonora de sua vida”?
The Weepies e Stars. Duas bandas que, em qualquer época, conseguem dar um soco no estômago de qualquer um que se envolva nas letras e na música. São bandas que me emocionam de verdade, no sentido mais piegas da expressão. Haha!
Do the D.A.N.C.E. – o que não pode faltar na hora de soltar a franga na pista?
Olha, eu não sou nenhum Napoleon Dynamite na hora de enfrentar a pista, mas quando toca Berndsen, Metronomy ou Cut Copy, fica difícil não virar um copo de margarita e bater os pés naquela levada desajeitada.
Quais são os planos de dominação mundial do Rosie & Me? Um disco completo, talvez? Vocês já têm músicas suficientes pra fazer um LP?
Um disco completo sem dúvida é a próxima meta da banda. Temos várias músicas novas e nada gravado, então pensei em liberar uma compilação de demos no próximo mês, só para que o pessoal tenha uma noção do que está por vir.
Você não vale nada mas eu gosto de você – todo mundo tem um guilty pleasure, vai. Aquela banda que você só escuta quando não tem ninguém por perto e, por garantia, com fones de ouvido.
Tenho um CD do Jimmy Eat World em casa junto com um da Dido. Acho que se encaixam na catogria pelo fato de o primeiro ser algo bem “garoto punk do centro” e o segundo aquilo “oi, Dawson’s Creek”. São coisas que se destacam de longe no meu Last.fm e que não hesito em “scrobellar”.