27 jul 2011

Avalanche Tropical desaba em São Paulo, Rio de Janeiro e Curitiba; Concorra a VIPs

Por Hick Duarte @20:34

UPDATE: Segue a relação dos ganhadores dos VIPs em cada cidade.

São Paulo: André Motta Vieira e Felipe Rocha
Rio de Janeiro: Paloma A. Monteiro e Paula Pereira
Curitiba: Juliana Anverce e Elis Regina Pontel

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Uma turma criativa de músicos, DJs e produtores nacionais está prestes a invadir as capitais Rio de Janeiro, São Paulo e Curitiba nos próximos fins de semana. A Avalanche Tropical, de quem já falamos um bocado aqui, se lança na sua primeira turnê pelo Brasil entre os dias 28/7 e 4/8 – e você, seja de onde for, não pode perder. Principalmente agora que tem VIPs do Move na jogada.

16 ago 2010

São Paulo sediará festival de músicos de metrô

Por Victor Bianchin @14:41

Atenção, bandas indies! A cidade de São Paulo irá sediar o 1º Red Bull Sounderground, festival mundial de músicos de metrô. As bandas se inscreverão pela internet e serão avaliadas por um júri. Cerca de vinte serão selecionadas e irão tocar em estações de metrô da cidade entre os dias 8 e 12 de novembro.

Mas o edital é meio restritivo: só podem participar bandas com até três integrantes, que não tenham bateria ou percussão, que não tenham DJ e que não usem amplificadores com mais de 60 watts.

Quem se interessar pode se inscrever até dia 15 de setembro pelo site do evento. Além de São Paulo, também podem participar bandas de Barcelona, Londres, Cidade do México, Montreal, Moscou e São Petersburgo. Para se inscrever, é preciso preencher um formulário e fazer upload de um vídeo com uma apresentação da banda.

A organização custeará as viagens (para quem mora fora) e pagará um cachê de R$ 900 por músico. Cada banda se apresentará até no máximo dez vezes entre os quatro dias.

1 ago 2008

Muse em São Paulo: confraternização de etnias

Por Cédric Fanti @16:51

Pulei o Jay Vaquer mesmo porque sinceramente eu nem lembro direito como foi.

Ontem eu tive uma pequena noção da grandiosidade do Muse. Não pela suntuosidade do do cenário, até porque este estava incomparávelmente menor ao do HAARP, e sim pelo modo como o Muse consegue agradar gregos e troianos, no sentido clássico da expressão. Cheguei no HSBC Brasil por volta das 8 horas da noite e a boca da pista já estava relativamente cheia. Cheia de figuras dos mais variados tipos. Os indies compareceram em massa. Mas além deles, pude observar uma série rodinhas de metaleiros, tiozões vestindo camisetas do Genesis e do Pink Floyd, um cover de Axl Rose e ocasionalmente uma ou outra pessoa ‘normal’. Voltando ao ponto, que outra banda consegue reunir tantas tribos antagônicas em um espaço limitado que é o HSBC Brasil e fazer com que elas convivam pacificamente, tirando o micro bate-cabeça que aconteceu do meu lado, mas aquilo nem contou. E pequena noção porque infelizmente o Muse não lota um estádio no Brasil nem ferrando.

Mas enfim, diante de tantos elogios e puxa-saquismo eu consegui um defeito. O Muse não sabe variar setlist, então acaba sempre sendo aquela mesma coisa, Dance of Knights de entrada, seguido de Knights of Cydonia, uma exploração aleatória dos hits dos 3 últimos álbuns e os bis com Stockholm Syndrome e Take a Bow.  Não que seja de todo mal isto acontecer, até porque elas são as minhas preferidas e seria uma decepção não encontrá-las na seleção. Porém esperava algo a mais, nem que o tempo de duração do show tivesse que ter sido aumentado, visto que aqui em São Paulo nenhuma música do Showbiz foi tocada. Mas enfim, isso é o de menos.

Rapaz declarando sua verdadeira paixão: Ney Matogrosso, a próxima atração do HSBC Brasil

Matthew Bellamy é um showman completo, no estilo dele, comparações com Justin Timberlake devem ser ignoradas. Passando de herói da guitarra fodão à pianista tímido, enloqueceu a platéia com seu falsetes e sua voz incansável e potente. Pena que ofuscou o brilho dos outros dois integrantes da banda, quase nem foi percebida a presença do tecladista convidado, o Morgan Nichols. Depois de um atraso de mais ou menos 30 minutos (todos estavam cansados de ver os roadies afinando e testando os instrumentos, mas mesmo assim esbravejavam e gritavam quando eles entravam, desconfiando que talvez seriam algum membro da banda).

Finalmente. Knights of Cydonia veio, quase como um hino.  Os riffs eram cantarolados por todos numa harmonia bem homogênea. E no telão, como de costume, apareciam as palavras do refrão. NO ONE IS GOING TO TAKE ME ALIVE. Serviram até de apoio para os pára-quedistas que apareceram por lá, inclusive a minha companhia (que ficou parada o show inteiro, mas isso já é outra história). Gritos histéricos de alguns tietes anunciaram a música seguinte. Ironicamente, Hysteria. A música mais bonita (que sua letra certamente serviria em um livro de auto-ajuda) foi Invincible, com Matt no piano. Well, pelo que parece os shows de São Paulo e Rio de Janeiro foram similares. O olê olê olê olê Musê Musê também rolou (isso é Brasil gente, ê povinho sem criatividade), assim como as bexigas gigantes e as cortinas de fumaça refrescantes, porém ouvi comentários de que no Rio o som estava ruim, em São Paulo estava ótimo. Mas o que valeu a pena mesmo? Bliss, New Born e Plug in Baby. Origin of Symmetry era meu cd menos preferido, mas confesso que essas 3 músicas ao vivo foram o auge.

Não é à toa mesmo que o Muse anda ganhando prêmios de Best Live Act. Os caras são fodas ao vivo, fenomenais. Posso dizer com segurança que está no topo da minha lista de melhores shows.

A setlist:

Knights of Cydonia
Hysteria
Bliss 
Map of Problematique
Supermassive Black Hole
Butterflies and Hurricanes
Citizen Erased
Feeling Good
Bass Jam
Invincible
New Born
Starlight
Time is Running Out
Plug in Baby

(Bis)
Stockholm Syndrome
Take a Bow

 

Vídeo de Knights of Cydonia:

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=RdQLaGwroBk&feature=related]

Créditos da foto

Autor: Cédric Fanti

12 mar 2008

Impressões de Interpol 11/03

Por Cédric Fanti @12:31

Até ontem, 11/03/2008, não me considerava um fã assíduo de Interpol. Mas após a excepcional apresentação da banda em São Paulo, tive que rever os meus conceitos. O quarteto nova-iorquino maestrou um show adulto, mas ao mesmo tempo enérgico e obscuro. Se são chatos? Mau-humorados? Sérios demais? Pode até ser que sim. Mas convenhamos, eles têm toda a moral. E ainda por cima, já no encerramento, a frase dita por Paul com toda a sinceridade do mundo deixou claro que o Interpol é uma grande banda e com carisma sim! “You guys are fucking awesome, thank you very much”.

Cachorro Grande — 21:30. Em ponto. A banda de abertura entra, sem nem se apresentar, não que seja preciso. Eles foram curtos e grossos, os caras do Cachorro Grande. Afinal, houve um certo conflito entre a banda e o público, uma vez que ambos estavam ansiosos para ver a atração principal da noite. Clichês de mais, animação de menos, eles fizeram um show até que divertido, conseguiram chamar a atenção das pessoas e se retiraram após 30 minutos do início, aproximadamente.

interpol_sp_f_0091.jpg

A Entrada — 22:10. Sobe a cortina traseira do palco do Via Funchal, revelando os instrumentos já montados e as luzes de apoio já posicionadas. Apagam-se as luzes do ambiente e o público vai ao delírio. Em um telão enorme, é projetada um imagem, a foto que está na capa do ‘Our Love to Admire’. Mais gritos (inclusive os meus). Finalmente entram, nessa ordem: primeiro o baterista Sam Fogarino, depois o guitarrista Daniel Kessler, Paul Banks e por último o baixista Carlos D. Paul solta um tímido ‘oi’ em português e o show começa. E começa muito bem, diga-se de passagem, com “Pioneer to the Falls”.

E lá se vão, 90 minutos de repertório, passando por composições célebres como C’mere, No I in Threesome, Evil e NYC. Mas o ápice do show foi na transição das 2 últimas músicas. Após tocar a décima sétima música (Stella Was A Diver And She Was Always Down), já no encore, os 4 integrantes se juntaram no palco e iniciaram uma espécie de ‘jam session’ instrumental, que foi emendada na ótima PDA. Foi nesse momento que eu me dei conta, que show foda.

Tá, a qualidade de som não foi das melhores. Mas, quem se importa? O Interpol fez o seu papel com excelência. Nunca me esquecerei desse dia, do cigarro interminável de Carlos D., do sorriso de Paul beirando a simpatia e da sensação de poder cantar junto com mais de 5.000 pessoas músicas como Evil ou Slow Hands.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=rB27X5x_fm8&rel=0&hl=en]

Muito obrigado por existirem e por serem tão bons, Interpol.

Tracklist final:

1. Pioneer to the Falls
2. Obstacle 1
3. NARC
4. C’Mere
5. The Scale
6. Say Hello To The Angels
7. Mammoth
8. No I In Threesome
9. Hands Away
10. Slow Hands
11. Rest My Chemistry
12. The Lighthouse
13. Evil
14. The Heinrich Maneuver
15. Not Even Jail
16. NYC
17. Stella Was A Diver And She Was Always Down
18. PDA

11 mar 2008

Interpol ao vivo

Por Gabriel @21:37

Se você está frustrado em casa por não poder ir ao show Interpol em São Paulo, que acontece hoje (11), calma. . .nem tudo está perdido. O evento será transmitido pelo UOL, ao vivo.

Está programada a entrada dos brasileiros do Cachorro Grande às 21:30. Pouco tempo depois, mais precisamente após os 30 minutos programados para a banda de abertura, Paul Banks e o restante da turma sobem ao palco do Via Funchal.

Se você ler essa notícia tarde demais, ainda há salvação. Após o show, os vídeos continuarão disponíveis no site.

E para saber como foi o show, basta acessar o blog em breve, onde postaremos tudo sobre o evento.

Clique aqui para assistir.

6 fev 2008

Ingressos para Plateia Lateral de Bob Dylan esgotados

Por Alex Correa @15:25

Pretende ver Bob Dylan em São Paulo nos dias 5 e 6 de Março? Então corra, pois os ingressos para plateia lateral – válidos para os dois dias, que saiam por R$250 e eram os mais baratos – já se esgotaram.

Por enquanto, só os clientes Mastercard podem garantir os ingressos, mas a partir do dia 8 a venda acontecerá normalmente em qualquer ponto de venda ou na Via Funchal, onde acontece o evento.

Queria pagar ‘barato’ para ver o americano? Agora o preço minimo passa de 250 para 400 reais (platéia 3). Além desse, ainda restam os ingressos para a     platéia 2/mezanino lateral (R$500), platéia 1 (R$700) e para a área VIP/camarote (R$900), lembrando que estudante paga meia.

Enquanto em Sampa parte dos ingressos já acabaram, no Rio não se tem informações de quando começa a venda dos ingressos. Os cariocas poderão assistir Bob no dia 8 de Março, no Rio Arena.